• Nietzsche de António Marques

    Nietzsche

    António Marques

    7,00 

    Nietzsche – Os vinte anos fundamentais a partir das suas cartas xx de António Marques
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1996, 136 págs. B.

    Esta obra pretendeu dar a conhecer melhor o Nietzsche nos 20 anos que mediaram entre 1869, altura em que aos 24 anos foi nomeado para a cadeira de Filologia Clássica na Universidade de Basileia, sendo a pessoa mais jovem a ter alcançado esta posição e 1889, altura em que sofreu um colapso e uma perda completa das suas faculdades mentais. O autor António Marques, Professor Catedrático do Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com diversas obras publicadas no âmbito da Filosofia em Portugal e no Estrangeiro, analisou estes 20 anos decisivos na vida de Nietzsche através de algumas das suas cartas, não porque apresentem melhor o homem do que a sua obra filosófica, mas porque “marcam melhor o ritmo das mudanças do espírito, da intensidade dos envolvimentos com aquelas personagens que entram e abandonam a cena em que ele foi evoluindo,” (tirado da página 5) – deu a conhecer material das cartas do Nietzsche a que o leitor teria dificuldade em aceder

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Martin Heidegger de António Marques

    Martin Heidegger

    António Marques

    6,00 

    Martin Heidegger de António Marques [Dir.]
    Sociedade Portuguesa de Filosofia. Lisboa, 1989. B.

    Revista Portuguesa de Filosofia, 45 (1989)

    Heidegger e o Oriente ou da extrema in-diferença ocidental

    Carlos Henrique do Carmo Silva
    A essência da técnica segundo Heidegger

    Michel Renaud
    A determinação heideggeriana de fenómeno em Sein und Zeit como superação do «cepticismo metódico»

    Jorge César das Neves
    A «Conversão da Filosofia em Martin Heidegger

    Carlos Estêvão
    Constituição do sentido e justificação da validade.

    Heidegger e o problema da filosofia transcendental
    Karl-Otto Apel

    Bibliografia: Obras de e sobre Martin Heidegger

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein

    Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein

    António Marques

    7,00 

    Interior Linguagem e Mente em Wittgenstein de António Marques.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2003, 187 págs. B.
    Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas

    Este é um livro sobre as relações entre linguagem e mente num dos maiores (em nossa opinião o maior) filósofos do séc. XX, Ludwig Wittgenstein. O aprofundamento dessas relações permite uma compreensão do par interior/exterior que se situa para além das dicotomias tradicionais dicotomias entre filosofias funcionalistas e bebavioristas, por um lado, e filosofias clássicas da subjectividade, por outro lado. A ultrapassagem destas oposições é da maior importância para a filosofia dos nossos dias, já que o seu carácter reducionista continua a exercer boje grande influência e todas as contribuições para aliviar a filosofia desses bloqueios são bem vindas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Heidegger de António Marques

    Heidegger

    António Marques

    6,00 

    Heidegger de António Marques [Dir.]
    Sociedade Portuguesa de Filosofia. Lisboa, 1989. B. Revista Filosofia Vol. III – 1 e 2 de Outono 1989

    HEIDEGGER: UM SÉCULO

    Alfred Berlich
    A filosofia alema ocidental depois de 1960.

    Mafalda de Faria Blanc
    Heidegger e a poesia

    Martin Heidegger (1889-1976)
    Hölderlin e a essência da poesia

    Irene Borges Duarte
    Heidegger: a arte como epifania.

    Martin Heidegger
    «Já só um Deus nos pode ainda salvar» (entrevista à revista Der Spiegel)

    José A. Bragança de Miranda
    Heidegger e a política

    Irene Borges Duarte
    Heidegger em Português (contribuição para um repertório bibliográfico)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tento na Língua

    Tento na Língua

    António Marques

    6,00 

    língua tropeça com um cada vez maior número de livros editados, de jornais impressos e de todo o tipo de mensagens emitidas pelos vários meios de comunicação de massa (aos quais a internet veio acrescentar um universo vastíssimo de produção de textos), a referência de rigor e a facilidade na comunicação desse rigor são instrumentos de valor incalculável para quem faz da palavra (impressa, digitada ou falada) trabalho e vida. “Tento na Língua!” dá-nos, sem pretensões ou imposições de cátedra, precisamente isso.