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  • Razões de Coração de Álvaro Guerra

    Razões de Coração

    Álvaro Guerra

    10,00 

    Razões de Coração de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1991, 312 págs. B.

    Na vila de Mafra ocupada pelo exército de Junot, durante o ano de 1808, desvendam-se as faces escondidas da paixão e da utopia.
    Romance de amores e ódios, de esperanças e desesperos, Razões de Coração culmina nos grandes sobressaltos das guerrilhas do Norte, das batalhas da Roliça e do Vimeiro e das perseguições aos jacobinos.
    Álvaro Guerra leva-nos em visita apaixonante a esse tempo conturbado, quando o país crepitava na fogueira de conflitos em que se jogavam a sua soberania e o seu futuro.
    A saga familiar iniciada neste romance prolonga-se no tempo com o livro A Guerra Civil.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Guerra Civil de Álvaro Guerra

    Guerra Civil

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Guerra Civil de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1993, 452 págs. B.

    A guerra civil que nos anos 20 e 30 do século passado dividiu os portugueses em bandos fratricidas é o ambiente do romance de Álvaro Guerra, em que o choque das paixões e dos ódios revela o que de imutável existe no coração dos homens. Fresco de uma época que transformou o destino da Europa, A Guerra Civil transporta-nos aos meios da emigração liberal, à revolução de 1830 em Paris, à expedição liberal e à guerra, desde o desembarque de Mindelo até à Convenção de Évora Monte, passando pelo cerco do Porto, a conquista de Lisboa e as guerrilhas miguelistas.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eurotauromaquias

    Eurotauromaquias

    Álvaro Guerra

    7,50 

    Eurotauromaquias de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2001, 110 págs. B.

    «Regresso à tentação de comparar os riscos da escrita com os da tauromaquia. Mas não há comparação aceitável entre o perigo de vida e o perigo de morte. Por outro lado, é evidente que em nenhum ruedo ficará inscrita uma faena, ainda que seja a mais bela, contrariamente ao poema que a folha em branco acolherá. A memória compensará essa diferença essencial.

    📕 1ª Edição.

  • Jardins das Paixões Extintas de Álvaro Guerra

    Jardins das Paixões Extintas, No

    Álvaro Guerra

    4,00 

    A Vida como projecto só me fascinou até ao subLimar do imprevisíveL. Não se juLgue que desprezo o futuro, sentimento impossível (até por não ser verdadeiramente um sentimento) e porque ao futuro entregarei sempre o melhor do meu passado. E do meu presente.
    Grande parte deste livro ilustra esta ilusão…

    Última obra do escritor e diplomata, publicada pouco depois da sua morte, “No Jardim das Paixões Extintas” é um romance onde Álvaro Guerra faz uma espécie de balanço de um século que termina, o séc. XX, em que ele viveu, e o século XXI, que está a começar. Um jornalista na casa dos sessenta, que “viveu” o Maio de 68 e a guerra do Vietname, e as mais recentes, pós queda do muro de Berlim (Jugoslávia, Kosovo), encontra-se com as memórias do pai, que participou nas Brigadas Internacionais da Guerra Civil espanhola. Uma geração que lia Hemingway e Malraux, que travou inúmeros combates pela liberdade, num século de ditadores e caudilhos, de guerras mais sangrentas que nunca, que viveu sonhos e desilusões.

  • Disfarce

    Disfarce

    Álvaro Guerra

    7,50 

    O Disfarce de Álvaro Guerra.
    Prelo. Lisboa, 1969, 116 págs. B.

    Se «Os Mastins) são uma alegoria, um símbolo da prepotência e da injustiça de que sou testemunha – uma testemunha entre muitas deixou-me a metáfora sabor amargo de artifício, o cansaço dos muitos passos que se têm de dar para percorrer os caminhos traversos.

    Dai «O Disfarce. Nele claramente me denuncio, que outra lógica não era possível para quem vive entre o Solar e a Aldeia.

    «O Disfarce» conta-me disfarçadamente, pois que a manha nasceu antes de mim e se tento desmascará-la também a uso, nesta vida de lobo-raposa, nesta prosa de horas suspensas à espera de D. Sebastião.

    «O Disfarce», ou melhor, a personagem nele contida, é um dos frutos possíveis da realidade sugerida em «Os Mastins» melhor ou pior é preciso sobreviver, isto é, salvar a vida e a consciência, se possível, contra tudo e todos e nós próprios.

    Com cães assolados às canelas não há tempo de olhar a paisagem, é seguir em frente e insistir na VERDADE.

    A verdade que procurei recrear em «O Disfarce» é aquela porção de vida que roubam aos homens que eu conheço, justamente aquela idade das flores que não florescem, ge ração adiada, primavera roubada.

    Porém, neste esquecido arrabalde da Europa, acreditamos em milagres: esperamos os frutos que as flores não anunciaram.

    📕 1ª Edição.