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  • Nação Abandonada de Adriano Moreira

    Nação Abandonada

    Adriano Moreira

    7,50 

    Nação Abandonada de Adriano Moreira.
    Intervenção. Lisboa, 1977, 125 págs. B.

    O livro, que também inclui a seção “Nação Peregrina em Terra Alheia”, é uma reflexão sobre a situação das culturas portuguesas espalhadas pelo mundo, com uma mistura de amargura e esperança. A obra aborda o estado em que essas culturas se encontram e, simultaneamente, expressa uma mensagem de esperança.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • NOVÍSSIMO PRÍNCIPE ANÁLISE DA REVOLUÇÃO DE ADRIANO MOREIRA

    Novíssimo Príncipe: Análise da Revolução

    Adriano Moreira

    7,00 

    Novíssimo Príncipe: Análise da Revolução de Adriano Moreira.
    Prefácio. Lisboa, 2003, 150 págs. B.

    Análise histórica e geopolítica da revolução de 25 de Abril de 1974, da autoria de Adriano Moreira, jurista, professor universitário e figura de destaque da vida política portuguesa antes e depois da revolução. Aplicando ao processo revolucionário português o quadro de leitura de “O Príncipe” de Maquiavel, o autor identifica o Movimento das Forças Armadas como o “novo príncipe” nascido da revolução, e desenvolve sobre a sua actuação uma crítica serena mas exigente.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Actualidade das Missões

    Actualidade das Missões

    Adriano Moreira

    5,00 

    Actualidade das Missões de Adriano Moreira.
    Bertrand. Lisboa, 1961, 23 págs. B.

    Discurso proferido pelo Prof. Adriano Moreira, Subsecretario de Estado da Administração Ultramarina, no dia 22 de Outubro de 1960, na Sessão de Encerramento dos “Dias de Estudos Missionários”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Provocação e Resposta de Adriano Moreira

    Provocação e Resposta

    Adriano Moreira

    5,00 

    Conferência proferida pelo Subsecretario de Estado da Administração Ultramarina Prof. Dr. Adriano Moreira, na Casa do Infante, na Cidade do Porto, no dia 17 de Março de 1961.

    A competição ideológica que caracteriza a balança de poderes, e em que temos insistido repetidas vezes, traduziu-se em mais de um conflito armado, de âmbito geograficamente limitado, depois da fundação das Nações Unidas. E essas manifestações somadas aos muitos conflitos resolvidos sem o recurso a esse meio extremo são já em número suficiente para exigirem dos responsáveis uma reflexão aprofundada e corajosa sobre a excelência dos métodos a que têm confiado a defesa dos valores que dizem servir. Isto porque é sem dúvida tempo de discutir e decidir se a forma de organização internacional em que depositaram tantas esperanças aqueles mesmos que, em 6 de Abril de 1945, data do primeiro bombardeamento atómico, revelaram possuir a então arma absoluta, tem servido e pode continuar a servir o interesse de todos os que confiaram na autenticidade dos ideais proclamados.