Camões: Aventuras do Trincafortes de Adolfo Simões Muller.
Círculo de Leitores. Lisboa, 1980, 59 págs. E. Il.
A escolha de uma figura nacional com estas pro- porções e dentro da intenção da série, que não deseja incluir guerreiros nem conquistadores – só poderia recair em meia dúzia de nomes. Aquele «só» está ali a mais, porque dar ao mundo seis homens notáveis não é honra de que todas as nações se possam orgulhar.
O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada. Teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de Janeiro de 1952 e 25 de Agosto de 1962.
A maior parte das séries publicadas eram de origem europeia, em contraponto ao Mundo de Aventuras, outra revista existente na época, mais virada para a banda desenhada norte-americana.
Vários foram os autores portugueses que publicaram trabalhos seus nesta revista, destacando-se Fernando Bento, José Ruy, Eduardo Teixeira Coelho, José Garcês e José Manuel Soares.
O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada. Teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de Janeiro de 1952 e 25 de Agosto de 1962.
A maior parte das séries publicadas eram de origem europeia, em contraponto ao Mundo de Aventuras, outra revista existente na época, mais virada para a banda desenhada norte-americana.
Vários foram os autores portugueses que publicaram trabalhos seus nesta revista, destacando-se Fernando Bento, José Ruy, Eduardo Teixeira Coelho, José Garcês e José Manuel Soares.
O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada. Teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de Janeiro de 1952 e 25 de Agosto de 1962.
A maior parte das séries publicadas eram de origem europeia, em contraponto ao Mundo de Aventuras, outra revista existente na época, mais virada para a banda desenhada norte-americana.
Vários foram os autores portugueses que publicaram trabalhos seus nesta revista, destacando-se Fernando Bento, José Ruy, Eduardo Teixeira Coelho, José Garcês e José Manuel Soares.
Cavaleiro Andante – Especial do Natal de Adolfo Simões Muller. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1956, 99 págs. Dura.
Esta edição é dominada por duas grandes histórias ilustradas: «O Enigma do Castelo» e «A Senda dos da Mistérios», qualquer delas, só por si, valendo bem o que este número custa. Bastará dizer que na Bélgica a história «O Enigma do Castelo» foi publicada num álbum sem mais nada e que importa em mais de três vezes o preço deste número…
📝 Assinatura de posse. ❗ Capa desgastada. Lombada “restaurada” com fita-cola.
A história do mundo na palma da mão. A aventura maravilhosa da vida. O romance dos que, pelo coração ou pela inteligência, pelo sonbo ou pela acção, contribuiram para o bem da bumanidade e para tornar a Terra maior.
Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo de Adolfo Simões Muller. Livraria Tavares Martins. Porto, 1971, 265 págs. B.
O Príncipe do Mar (que têm agora nas vossa mãos), eu aprendi a ter orgulho do povo a que pertenço – que se meteu à aventura sobre águas desconhecidas, rumo a terras desconhecidas, ouvindo as vozes de então garantir que a linha do horizonte era o fim do mundo, e que para lá do fim do mundo havia só dragões. Mas o infante D. Henrique sabia que nada disso era verdade, que havia muitas terras para lá daquela linha que a nossa vista alcançava, e descobri-las foi o sonho e o trabalho de toda a sua vida.» Alice Vieira
Quis, desta vez, contar-lhes a história de um músico, de um desses homens que escrevem com um alfabeto de estrelas num riscado de cinco linhas, e destas arrancam as mais belas e estranhas harmonias, como se elas fossem as cordas de uma harpa.
Escolhi Ricardo Wagner. Podia ter-me decidido por Beethoven, por Bach, por Mozart, por Brahms, por tantos outros que floriram as fronteiras do mundo com a sua música, pois esta é uma linguagem que todos os homens entendem, sem necessidade de recorrer a dicionários…
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