POEMAS DE FERNANDO PESSOA Visão / Jornal de Letras. Paço de Arcos, 2006, 221 págs. B. 📃Selecção, Prefácio e Posfácio de Eduardo Lourenço
Antologia da poesia de Fernando Pessoa seleccionada, prefaciada e posfaciada por Eduardo Lourenço, um dos mais importantes ensaístas portugueses do século XX e autor de “Pessoa Revisitado”, obra marcante da crítica pessoana. A selecção reúne os poemas mais representativos do ortónimo e dos heterónimos, acompanhados de uma leitura crítica que situa Pessoa no centro da reflexão de Lourenço sobre a identidade e o destino português.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
Peso: 340g ──────────────────
Esta é a história de Júlio Cristo, um português de dezoito anos que é a maior estrela do futebol mundial e um verdadeiro fenómeno de carisma mediático. Pobres e ricos, sábios e ignorantes, justos e pecadores, todos se sentem atraídos por ele. Apesar da sua juventude, já há quem o compare a Pelé, Eusébio, Maradona, Beatles. Ele é a pura imagem da glória. Até que, um dia, conhece Luz, uma mulher espanhola, casada. É esta a história de Júlio Cristo: um homem que tem tudo e quer mais alguma coisa.
Cem Poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen. Visão. Lisboa, 2004, 126 págs. B.
Neste volume reúnem-se Cem Poemas dos mais representativos da obra de Sophia, nos seus múltiplos aspectos: o essencial de uma poesia que todos os portugueses devem conhecer e amar. Trata-se de uma antologia como sublinha na introdução o organizador, José Carlos de Vasconcelos, que mostra, em todo o seu esplendor, a fidelidade sem mácula de Sophia ao seu destino de cantar.
Na incessante busca do que lapidarmente sintetiza em três versos: a busca «De um país liberto/ De uma vida limpa/ De um tempo justo».
Imagens que não passam. Como escreveu Henri Cartier-Bresson, a fotografia deriva de um impulso espontâneo que vem de um olhar sempre atento, que captura o momento e a sua eternidade.
Num <«newsmagazine», a imagem e o texto nunca surgem dissociados, porque a sua unidade é um dos pressupostos de uma reportagem plena - de grande reportagem, o género mais nobre do jornalismo, onde jornalista e leitor se encontram.
Aventuras de João Sem Medo de José Gomes Ferreira. Visão. Lisboa, 2003, 127 págs. E.
João Sem Medo habita na aldeia Chora-Que Logo-Bebes, cujos habitantes vivem presos à tradição de que tanto se orgulham: chorar de manhã à noite. Um dia, o nosso herói decide saltar o Muro que protege a aldeia da Floresta Branca, local onde «os homens, perdidos dos enigmas da infância, haviam estalado uma espécie de Parque de Reserva de Entes Fantásticos». Tem assim início uma viagem surpreendente, na qual João Sem Medo se irá cruzar com bichas de sete cabeças, gigantes de cinco braços, fadas, bruxas, animais que falam, e ainda com o mítico Príncipe das Orelhas de Burro. História fantástica que recorre ao imaginário mágico, por vezes de inspiração surrealista, este romance de José Gomes Ferreira é um prodígio de efabulação e engenho narrativo. Uma obra intemporal que continua a arrebatar tanto adolescentes como adultos.
Ursamaior de Mário Cláudio. Visão. Paço de Arcos, 2003, 96 págs. E.
É uma volta de 180º na escrita de Mário Cláudio. O autor de “Quinta das Virtudes” tinha-nos habituado a escrever sobre o Porto finessecular, frescos retratos de famílias e épocas. Depois do anónimo marinheiro Barnabé que no romance anterior viajava com Gama para a Índia, e dessa viagem nos dava conta, “Ursamaior” conta a história de um homicídio que teve lugar na cidade do Porto em 1994. Uma estudante de Medicina foi assassinada pelo antigo namorado em pleno Instituto de Biomédicas. O caso foi amplamente noticiado e Mário Cláudio interessou-se por ele. Após várias visitas ao homicida na prisão, onde contactaria também com outros presos, escreve este romance, a que o próprio chama “psico-reportagem”, sobre o mundo que os muros da prisão encerram.
África 30 Anos Depois de Carlos Cáceres Monteiro [Dir.]. Visão. Lisboa, 2005, 242 págs. B.
A VISÃO ASSINALA, com a publicação deste álbum, o 30.º aniversário da independência dos países africanos de expressão oficial portuguesa. Trata-se de uma iniciativa jornalística de grande envergadura, para cuja concretização não foram poupados esforços. O primeiro dos objectivos que nos nortearam foi dar a conhecer a situação actualmente vivida – nas mais diversas vertentes – nessas antigas colónias, tão familiares aos muitos milhares de portugueses que lá viveram e pátrias de tantas pessoas que actualmente moram e trabalham em Portugal.
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