• Prostitutas de Guerra Mercenários de Hoje

    Prostitutas de Guerra Mercenários de Hoje

    Wilfred Burchett

    20,00 

    Prostitutas de Guerra Mercenários de Hoje de Wilfred Burchett.
    Ulmeiro. Lisboa, 1977, 364 págs. B. Il.

    Os autores relatam a questão dos mercenários de várias nacionalidades, contratados pela FNLA de Holden Roberto em 1975 para ajudar no combate contra o MPLA e o corpo expedicionário cubano. Os mercenários, liderados por ‘Callen’, foram capturados no norte de Angola pela força conjunta FAPLA-Cubanos e depois o governo de Luanda organizou um julgamento com muita publicidade, onde foram condenados uns à pena capital e outros a pesadas penas de prisão.

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  • Noa Noa de Paul Gaugin

    Noa Noa

    Paul Gaugin

    5,00 

    Noa Noa de Paul Gaugin.
    Ulmeiro. Lisboa, 2000, 59 págs. B.

    “Noa Noa é sobretudo […] a sensação em palavras de um Tahiti que conhecemos vivo e pintado sobre telas. Um sonho que nunca existiu exterior àquela arte, um exercício autobiográfico transtornado nas verdades mais cruas pelos símbolos de um Paraíso: um paraíso de cores.”
    Aníbal Fernandes

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  • Metade Iluminada de José Jorge Letria

    Metade Iluminada

    José Jorge Letria

    6,00 

    Metade Iluminada de José Jorge Letria.
    Ulmeiro. Lisboa, 1998, 124 págs. B.

    «É preciso que nos deixemos impregnar pela música torrencial, pelo ritmo por vezes alucinante destes poemas, onde abundam figuras incandescentes, para nos inebriarmos com todas as ressonâncias e significações que delas brotam. Elas são o fruto maduro de uma consciência profunda da lingua portuguesa cujos segredos José Jorge Letria tão bem sabe decifrar”.» José Augusto Seabra

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  • Ensino das Humanidades na Universidade de Eunice Cabral

    Ensino das Humanidades na Universidade

    Eunice Cabral

    6,00 

    Ensino das Humanidades na Universidade: Actas da Jornada de Reflexão organizada pela Universidade de Évora de Eunice Cabral [et al.].
    Ulmeiro. Lisboa, 2000, 107 págs. B.

    Os textos que aqui se reunem, num colectivo de actas, resultam de um desafio, da resposta a esse desafio, e do eco que esse desafio teve entre pessoas sensíveis ao problema. Desfiando por sequência, podemos dizer que o primeiro passo, provocatório, amistoso e entusiástico, veio da Professora Maria Alzira Seixo. Justificava-o, de certo modo, a vonta- de de culminar, com uma reflexão conjunta, em acto público, uma com- panhia que teve várias formas, intensidades e desenvolvimentos.

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  • Histórias do Cárcere

    Histórias do Cárcere

    Juan Gómez Casas

    5,00 

    Histórias do Cárcere de Juan Gómez Casas.
    Ulmeiro. Lisboa, 1970, 156 págs. B.

    Um mundo desconhecido para os chamados «honestos»: : a vida, os sentimentos, as preo cupações, as minudências dos presos. Uma atitude psicológica diferente: a dos excluídos. Estas histórias do cárcere põem-nos em contacto com pessoas de que a sociedade se desfez porque eram indesejáveis e pretende esquecer para evitar remorsos.

    Quando um delinquente era posto na picota, alguém, compassivo, podia passar e dar-lhe de beber, dedicar-lhe uma palavra de com preensão ou, simplesmente, reflectir.

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  • Orgãos de Poder Popular: A Experiência de Matanzas

    Orgãos de Poder Popular: A Experiência de Matanzas

    Osvaldo Dorticos Torrado

    5,00 

    ÍNDICE

    Lei da Reforma Constitucional – Lei 1269

    Fidel na comemoração do XXI aniversário do assalto ao quartel Moncada

    Raul Castro no encerramento do seminário para os delegados do Poder Popular

    Blas Roca no acto de constituição da Assembleia Provincial do Poder Popular

    Resoluções tomadas pelo Comité Executivo ampliado do Conselho de Ministros, na sua reunião extraordinária de 19 de Julho de 1974, sobre a transferência de actividades para os órgãos de Poder

    Popular em Matanzas e suas implicações

    Faculdades delegáveis e indelegáveis da Assembleia Popular

    A prestação de contas

    Da revogação

    As responsabilidades do delegado

    As comissões de trabalho

    Raúl Castro sobre a estrutura do aparelho do Comité Central e seus mecanismos de funcionamento

    Comunicado do secretariado do Comité Central do Partido

    Comunista de Cuba sobre as relações entre o aparelho do Comité Central e os organismos centrais do Estado

    Regulamento para as eleições aos órgãos de Poder Popular em Matanzas

  • Romance de Amadis

    Romance de Amadis

    Afonso Lopes Vieira

    5,00 

    Romance de Amadis de Afonso Lopes Vieira.
    Ulmeiro. Lisboa, 1983, 157 págs. B.

    Batalhas, guerreiros, monstros fantásticos, feiticeiros, donzelas em apuros e intrigas amorosas – este é o romance de Amadis, o cavaleiro mais formoso e intrépido de toda a Gaula! Sobre a sua glória escreveram-se sagas em todas as línguas e a sua história foi contada por muitos… Mas não só sobre as bravas façanhas de Amadis fala este livro, pois o que seria de um cavaleiro sem a sua amada? O nosso herói é tão devoto à espada como à bela Oriana, e não descansará até fazer dela a sua rainha!

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