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  • Febre no Estádio de Nick Hornby

    Febre no Estádio

    Nick Hornby

    7,00 

    Febre no Estádio de Nick Hornby.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1992, 301 págs. B.

    “Febre no Estádio” é, sem dúvida, o livro mais vendido do autor de “Alta Fidelidade”. Escrito numa época em que gostar de futebol não era um fenómeno tão alargado como hoje, quase deificado e omnipresente por vias das constantes transmissões televisivas, desporto-rei amado por homens e cada vez mais mulheres, que junta pessoas de todas as idades e estratos sociais numa perfeita e rara comunhão, “Febre no Estádio” rapidamente se tornou um best-seller. Hornby, que é desde miúdo adepto do Arsenal, acompanhava a equipa a quase todos os jogos, e quando não podia encostava o transístor ao ouvido para ouvir os relatos, e passaria, mais tarde, quando as transmissões televisivas se tornaram mais constantes, muitas sentadas frente ao pequeno écran, torcendo pela sua equipa. E no dia a seguir aos jogos não podia faltar a leitura dos jornais desportivos, onde se esmiuçavam todas as peripécias à volta do acontecimento. Sábado (o dia dos jogos no campeonato inglês) era quase um dia sagrado. É a partir desta vivência que escreve este livro que chega agora em tradução portuguesa.

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  • Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato de Ana Margarida de Carvalho

    Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato

    Ana Margarida de Carvalho

    7,50 

    Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato de Ana Margarida de Carvalho.
    Teorema. Alfragide, 2016, 350 págs. B.

    Em finais do século XIX, já depois da abolição da escravatura, um tumbeiro clandestino naufraga ao largo do Brasil. Um grupo de náufragos atinge uma praia intermitente, que desaparece na maré cheia: um capataz, um escravo, um mísero criado, um padre, um estudante, uma fidalga e sua filha, um menino pretinho ainda a dar os primeiros passos… Todos são vencedores na morte, perdedores na vida. O mar, ao contrário dos seus antecedentes quotidianos, dá-lhes agora uma segunda oportunidade, duas vezes por noite, duas vezes por dia. Ao contrário do que pensam, não estão sós naquele cárcere, com os penhascos enquanto sentinelas, cercados de infinitos, entre o céu e o oceano. Trazem com eles todos os seus remorsos, todos os seus fantasmas. E mais difícil do que fazerem-se ao mar ou escalarem precipícios será ultrapassarem os preconceitos: os de raça, os de classe social, os de género, os de credo. Para sobreviverem, terão de se transformar num monstro funcional com muitos braços e muitas cabeças; serão tanto mais deuses de si próprios quanto mais se tornarem humanos e conseguirem um estado de graça a que poucos terão acesso: a capacidade de se colocarem na pele do outro.

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  • Sorriso Etrusco de José Luis Sampedro

    Sorriso Etrusco

    José Luis Sampedro

    6,00 

    Sorriso Etrusco de José Luis Sampedro.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1994, 305 págs. B.

    Um velho camponês da Calábria instala-se em casa dos seus filhos, em Milão, para se submeter a uma série de exames médicos. Aí, descobre o seu último amor, uma criança a que vai dedicar toda a sua ternura: o neto que se chama Bruno, o nome pelo qual ele próprio fora, outrora, conhecido entre os seus camaradas da Resistência. Aí vai viver, também a sua última paixão, o amor de uma mulher, cuja luz há-de iluminar os últimos momentos de uma vida que, prestes a acabar, conhecerá ainda o sentimento da plenitude. Um romance inesquecível sobre o eterno tema do amor, escrito por um dos nomes mais importantes da literatura espanhola contemporânea – José Luís Sampedro.

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  • Psicopata Americano de Bret Easton Ellis

    Psicopata Americano

    Bret Easton Ellis

    7,00 

    Psicopata Americano de Bret Easton Ellis.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1999, 415 págs. B.

    «Breat Easton Ellis é um grande, grande escritor, (e) Psicopata Americano é um romance importante, belo, controlado e cuidado. A função do escritor é observar o progresso da nossa cultura; e elefá-lo brilhantemente. Um livro de referência.»
    The Washington Post

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  • Menos Que Zero de Bret Easton Ellis

    Menos Que Zero

    Bret Easton Ellis

    6,00 

    Menos Que Zero de Bret Easton Ellis.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1987, 152 págs. B.

    Aproveitando a pausa para férias da universidade, Clay regressa à sua Los Angeles natal, um mundo de privilégios sem limites e total rutura moral, na tentativa de redescobrir o que sentia pela sua namorada, Blair, e pelo seu melhor amigo, Julian.

    Os dias, porém, sucedem-se iguais, entre incontáveis festas em mansões exuberantes, bares duvidosos, discotecas, restaurantes de luxo e lojas, e Clay permanece no ponto onde começou: preso entre passado e futuro, esperança e vazio.

    Primeiro romance de Bret Easton Ellis, Menos Que Zero é hoje um clássico de culto da literatura norte-americana do século xx. O retrato cru e implacável de uma geração perdida e reclusa no mundo de ostentação, passividade e niilismo da Los Angeles classista da década de 80, que encontrou refúgio no sexo, nas drogas e na dormência de sentimentos.

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  • Discurso Sobre o Filho-de-Deus

    Discurso Sobre o Filho-de-Deus

    Alberto Pimenta

    10,00 

    Discurso Sobre o Filho-de-Deus ao qual se segue Discurso Sobre o Filho da Puta de Alberto Pimenta.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2000, 159 págs. B.

    “Discurso sobre o filho de deus, e na opinião de muitos líderes de um livro escrito depois de longa e bem amadurecida experiência, devendo a sua leitura ser, não ser obrigatória, pelo menos facultativo a todos os estudantes e Leis, Gestão , Ee afins ”(L. Carreiras – Vigário-geral destacado).

    Discurso Sobre o Filho-da-Puta poema em prosa, de argumento filosófico, no qual a palavra não têm só a função de significar, mas é quase sempre também ponto de partida para um artifício estilístico.

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  • Geração: Contos para uma Cultura Acelarada

    Geração: Contos para uma Cultura Acelarada

    Douglas Coupland

    6,00 

    Geração: Contos para uma Cultura Acelarada de Douglas Coupland.
    Editoral Teorema. Lisboa, 1994, 206 págs. B.

    Finalmente… uma tremenda saudação hilariante, que se lê com voracidade, à geração nascida no fim dos anos 50 e princípio dos anos sessenta, essa geração tímida, desconfiada, acossada, que são para nόs os vinte-e-muitos.

    Andy, Claire e Dag, nos seus vinte-e-muitos, despediram-se dos seus «Empregos sem objectivo onde se trabalha muito e ninguém agradece», nas suas respectivas cidades de origem, e puseram-se a caminho do deserto da Califórnia. Em busca de mudanças drásticas que trouxessem algum significado às suas vidas meteram-se a direito no meio dos detritos da memória cultural americana.

    Quais refugiados da história, desenvolveram um regime ascético em que contam histórias, bebem e trabalham em McJobs – mal pagos, etc… inventam fábulas modernas de amor e morte, perdidos em salas de espera de cirurgia estética e bares finos de Palm Springs, histórias divertidas e perturbadoras em que entram, à mistura, o lixo nuclear, as overdoses históricas e a cultura de Centro Comercial.

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  • Grande Artimanha

    Grande Artimanha

    Roald Dahl

    6,00 

    Grande Artimanha de Roald Dahl.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1987, 155 págs. B.

    Quatro estórias (originalmente publicadas na Playboy) centradas num dos elementos motores da vida humana -o sexo. Mas aqui, como em geral na obra de Roald Dahl, é o factor surpresa que comanda as operações, sempre acompanhado por um humor implacável. No estilo inconfundível do autor dos inesquecíveis Contos do Imprevisto.

    📝 Assinatura de posse.

  • Era uma Vez um Rapaz

    Era uma Vez um Rapaz

    Nich Hornby

    6,00 

    Era uma Vez um Rapaz de Nich Hornby.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2009, 293 págs. B.

    Will Freeman, de 36 anos de idade, não quer ter filhos e não percebe porque é que toda a gente lhos recomenda com tanto entusiasmo. Vive num confortável e moderno apartamento, livre de Legos e cheio de CD’s, em Islington. Will tem todo o seu tempo livre, graças aos royalties que recebe, anualmente, por uma pirosa canção de Natal que o seu pai escreveu em 1938. O nosso herói compreende, porém, o ponto de vista das mães sozinhas, especialmente quando elas se parecem com Julie Christie. Assim, acaba por se envolver com um grupo de pais sozinhos e inventar um filho de dois anos, cujas ausências requerem constantes explicações.
    Entra em cena Marcus, cujos pais se separaram; as lágrimas da sua mãe sobre os flocos do pequeno-almoço começam a tornar-se assutadoras. Os progressos de Marcus, na sua nova escola de Londres, são ameaçados pelas suas roupas desapropriadas, pelo seu horrível corte de cabelo e pela sua preferência herdada pela música de Joni Mitchell. Uma vez que as circunstâncias puseram Will no seu caminho e uma vez que este sabe, pelo menos, como é que os miúdos se devem vestir e que o Kurt Cobain não jogava no Manchester United, porque é que Marcus não há-de servir-se dele, tanto quanto possível?

    Neste segundo romance, Nick Hornby explora as relações que as pessoas estabelecem entre si, neste mundo em que o chamado modelo ideal de família pura e simplesmente já não se aplica.

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  • Empresa das Índias

    Empresa das Índias

    Erik Oresenna

    7,50 

    Empresa das Índias de Erik Oresenna.
    Editorial Teorema. Alfragide, 2011, 312 págs. B.

    Em 13 de Agosto de 1476, Cristóvão Colombo naufraga ao largo de Portugal.
    O futuro almirante acaba de fazer 25 anos.
    Por milagre, consegue chegar à costa. Encontra refúgio junto de seu irmão mais novo, Bartolomeu, que em Lisboa exerce a profissão de cartógrafo.
    Desde o início deste século XV, o mundo está a abrir-se.
    Na capital de Portugal encontram-se todas as corporações dos Descobrimentos.
    Durante oito anos, os dois irmãos vão trabalhar juntos e preparar a viagem com que Cristóvão sonha desde a adolescência. É a Empresa das Índias, chegar a Cipango (Japão) e ao império do Grande Cão (China). Mas em vez da rota usual, a da seda, para Leste, enfrentará o Oceano, para Oeste.

    Um mestre cartógrafo, um rinoceronte, um fabricante de viúvas, uma professora de aves, uma galinhola, uma prostituta reputada principalmente pela qualidade das suas orelhas, Marco Polo, alguns dominicanos, cães devoradores de Índios… são algumas das personagens desta história.

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  • Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984)

    Eduardo de Sousa Ferreira

    10,00 

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1985, 342 págs. Br.

    Desde 1972 que o International Conference Group on Portugal (ICGP) vem realizando encontros de especialistas das mais variadas áreas científicas e dos mais diversos quadrantes políticos, com o objectivo de se debruçarem sobre os problemas de maior relevância e actualidade para Portugal.

    Os resultados de tais encontros têm tido divulgação mundial, a partir de publicações feitas nos Estados Unidos. Nesta medida, a presente edição portuguesa corresponde à publicação de uma selecção das comunicações apresentadas no III Encontro do ICGP – realizado em Durham, New Hampshire, E.U.A., de 31 de Maio a 3 de Junho de 1985.

    Numa colaboração internacional, os Profs. Sousa Ferreira e Opello Jr. apresentam aqui os documentos do Encontro de maior interesse e relevo para o nosso país. Pelos temas escolhidos e pela qualificação dos autores, esta recolha de textos proporciona um panorama muito amplo e diversificado daquilo que é hoje Portugal.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dentes de Leite de Ignácio Martínez de Pisón

    Dentes de Leite

    Ignácio Martínez de Pisón

    7,50 

    Dentes de Leite de Ignácio Martínez de Pisón.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2010, 381 págs. B.

    A história de uma família, desde a guerra civil até aos anos 80, num romance que é, também, a história da Espanha contemporânea. O italiano Raffaele Cameroni chega a Espanha, em 1937, para lutar como voluntário no lado franquista, e depressa o seu amor por uma bela enfermeira espanhola fá-lo renunciar a voltar ao seu país. Através da história de três gerações da peculiar família Cameroni seremos testemunhas da forma como o tempo transforma os seres queridos, apaga as promessas e desenterra os segredos. Em Dentes e Leite, a saga familiar convive com uma singular crónica de meio século da recente história espanhola. Por vezes terno e divertido, outras vezes duro e vibrante, mas sempre comovedor, é um romance que se desfruta com a mesma emoção com que se partilham as coisas de casa.

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  • Por Amor das Cidades: Conversas com Jean Lebrun de Jacques Le GoffAmor das Cidades

    Amor das Cidades, Por

    Jacques Le Goff

    8,00 

    Por Amor das Cidades: Conversas com Jean Lebrun de Jacques Le Goff.
    Teorema Editores. Lisboa, 1999, 157 págs. B.

    Substitua-se, na cidade, da Idade Média a muralha de cintura por uma via rápida de cintura e temos a cidade contemporânea. Contudo, a cidade em breve engole o campo, dilacerada entre as suas edificações medievais e o nascimento de urbes gigantescas. Como um peão que se passeia, enamorado, pela cidade medieval, Jacques Le Goff entrega-nos as chaves com que apreendemos a época de ruptura urbana que é a nossa.

    Ao longo de quatro temas, o historiador encaminha-se para o coração das funções da cidade. Lugar da troca e do diálogo, vive um formidável surto de desenvolvimento. Lugar de cobiça, dá origem à utopia da segurança urbana. Lugar de poder, quer a boa governação zelosa de justiça, mas multiplica as injustiças e os marginais. Lugar de orgulho, inova em todos os domínios, aspira à beleza, reinventa o urbanismo e cria um imaginário urbano. Este percurso conduz a uma interrogação sobre o fim da cidade: do centro aos policentros, dos arrabaldes ao dormitório, terá sido aspirada a cidade que ins pirava? Inquieto perante uma cidade digitalizada, transformada em museu, Jacques Le Goff quer manter a crença no dinamismo urbano, por força do seu amor às cidades.

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  • Caminho da Baleia, O

    Caminho da Baleia, O

    Francisco Coloane

    6,00 

    O Caminho da Baleia de Francisco Coloane.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2000, 306 págs. B.

    Em O Caminho da Baleia, a perícia do jovem descobridor Pedro Nauto prende-nos a atenção e a razão, graças ao mais simples dos pretextos, tão bem ilustrado pelo Génesis. Um menino perde a mãe no fundo de um Mistério, e aqui estamos, ao mesmo tempo, perante a origem e o fim da aventura. O romance divide-se em duas partes. A primeira consiste numa circunstanciada exposição dos imponderáveis que desafiam o impulso dos pescadores. Ao longo da segunda parte, desenvolve-se a história propriamente dita. Sobre as ondas da trama do romance, navegam as superstições do chilote e o gregarismo dos homens do mar, por entre anotações folclóricas e através de uma paisagem duríssima, por vezes poetizada. Múltiplas cenas agrupam-se, com lentidão, como se fossem pequenos barcos de diferentes envergaduras. As personagens chegam a converter-se em fantasmas reais, entre as luzes e as sombras da noite austral!

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  • Acordar com a Boca Cheia de Terra

    Acordar com a Boca Cheia de Terra

    Miguel Barroso

    6,00 

    Acordar com a Boca Cheia de Terra de Miguel Barroso.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2002, 325 págs. B.

    Havana, anos 50, o espanhol Martin Losada, ex-presidiário, chega a Cuba à procura do dinheiro que supostamente guarda o seu amigo Albert Dal mau, com quem se tinha dedicado a assaltar bancos para vingar a derrota militar da República… Mas Dalmau e o dinheiro desvaneceram-se e ninguém parece saber dele há anos. Assim começa este romance sedutor e jocoso, que recria brilhantemente o caos e a decadência da capital cubana nos últimos anos do regime de Batista. Uma cidade à mercê da máfia, cheia de casinos e de jogo ilegal, de pequenas dos gangsters e de luxuosos Chevrolet, de funcionários corruptos e negociatas de baixo estofo: é este o cenário de uma intriga que se desenrola a um ritmo trepidante e revela as ambições, os ideais traídos e as esperanças de um mundo que cai em ruínas.

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  • Por Aí Abaixo de Jennifer Belle

    Por Aí Abaixo

    Jennifer Belle

    7,00 

    Por Aí Abaixo de Jennifer Belle.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2005, 335 págs. B.

    Bennington Bloom, a heroína e narradora deste romance, é uma jovem e bela universitária que, como outras raparigas da sua idade, trabalha para estudar. A profissão a que se dedica é que já não é tão comum nesse meio, embora seja muitas vezes considerada a mais velha profissão do mundo. Bennington dedica-se em tempo parcial a uma bastante intensa actividade de call-girl. Ao longo das páginas deste romance, Bennington vai-nos contando as múltiplas peripécias de uma vida, quase sempre animada, por vezes triste, mas nunca enfadonha. A sua história tem um final feliz, mas de maneira nenhuma lamechas.

    📝 Assinatura de posse.