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Thomas Mann
8,00 €
Buddenbrook: Decadência de uma Família de Thomas Mann
Relógio d’Água Editores. Lisboa, 2020, 664 págs. B.
Considerado um dos melhores primeiros romances da história da literatura, Os Buddenbrook foi publicado tinha Thomas Mann vinte e seis anos, em 1901, e marcaria indelevelmente as letras alemãs do século xx. Saga familiar que acompanha quatro gerações de uma família burguesa do norte da Alemanha no advento da modernidade, este é o retrato de um mundo em mudança, onde o respeito pelas ligações familiares e pelas tradições começa a ruir, a prosperidade dá lugar à decadência, a estabilidade moral se desfaz em perversão e loucura. Sucedem-se os nascimentos e os funerais, os casamentos e os divórcios, as festas e os investimentos cada vez mais questionáveis nesta história inspirada pelo ambiente em que o próprio Thomas Mann cresceu, aqui narrado com a musicalidade e a envolvência apenas ao alcance de um mestre da escrita.
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Miguel Sousa Tavares
7,50 €
Um Nómada no Oásis de Miguel Sousa Tavares
Relógio d’ Água. Lisboa, 1994, 318 págs. B.
«O que resta, como resultado palpável de oito anos de poder, são as estradas. E o que é mais impressionante é que atrás deste imenso vazio de projecto caminham todas as forças vivas da Nação e metade dos eleitores. Em direcção ao oásis prometido. Resta-me esperar, como dizia Francisco de Sousa Tavares, que “Deus queira, simplesmente, que eu me tenha enganado”.» – Do prefácio
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George Steiner
8,00 €
A Poesia do Pensamento: do Helenismo a Celan de George Steiner
Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2012, 222 págs. B.
Em A Poesia do Pensamento, George Steiner apresenta-nos uma profunda análise da relação entre a filosofia ocidental e a sua linguagem.
De forma precisa e pormenorizada, Steiner analisa mais de dois milénios de cultura ocidental, entrelaçando filosofia e literatura. O resultado evidencia que em toda a filosofia existe literatura oculta.
Steiner acredita que «o génio poético do pensamento abstracto se ilumina, se torna audível. O próprio raciocínio analítico tem o seu ritmo percussivo. Torna-se ode. Haverá melhor expressão dos andamentos finais da Fenomenologia de Hegel do que o non, rien de rien de Edith Piaf, uma dupla negação que Hegel teria apreciado? Este ensaio é uma tentativa de escutar melhor», um esforço do autor para integrar tudo o que até hoje escreveu sobre cultura.
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Maurice Blanchot
6,00 €
Foucault como o Imagino de Maurice Blanchot.
Relógio d’ Água Editores. Lisboa, s.d., 72 págs. B.
𓂃🖊 Prefácio Eduardo Lourenço
«O leitor que avançar desprevenidamente nas primeiras linhas deste curto texto de Maurice Blanchot poderá muito depressa aperceber-se do essencial. E o essencial é: que há um mistério (não diria tanto: uma prega, uma dobra, uma ruga, um estremecimento, uma convulsão) nesta escrita. (…) Ο mistério vem do modo como se desenrola – demasiado claro, quase inocente, para ser verdade. Tão claro, tão dócil, tão neutro, tão distraído de si mesmo, que por vezes nos assusta. Não há drama nesta escrita. Ela é serena, de uma estranha serenidade, porque parece dizer que atravesou a morte.»
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Gilles Lipovetsky
7,50 €
A Era do Vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo de Gilles Lipovetsky
Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1989, 204 págs. B.
Colecção: Antropos
Em A Era do Vazio. Ensaios sobre o Individualismo Contemporâneo, obra publicada inicialmente em 1983 e que ganhou contornos de clássico, Gilles Lipovetsky analisa a sociedade dita pós-moderna e disserta sobre as novas atitudes do indivíduo que se manifestam no mundo ocidental, atitudes essas que, segundo ele, traduzem uma perda de importância da esfera pública, bem como das suas instituições colectivas (sociais e políticas), que vai cedendo perante a emergência do individualismo de tipo narcísico e hedonista, naquilo que seria uma «segunda revolução individualista». Este texto seria o ponto de partida para um corpus, fecundo, que se tem vindo a debruçar sobre temas como a hipermodernidade, o individualismo, o consumo, a globalização e o indivíduo, a estética capitalista. Esta nova edição integra o Posfácio escrito pelo autor para a edição francesa, em 1993, bem como um Prefácio de Manuel Maria Carrilho, que há três décadas estuda e acompanha a obra de Lipovetsky.
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José Gil
7,50 €
Portugal Hoje de José Gil.
Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2012, 201 págs. B.
Esta nova edição acrescenta ao texto de Portugal, Hoje — O Medo de Existir um comentário em que José Gil analisa a evolução recente do país e as críticas que o seu livro recebeu. Seguem-se algumas das principais entrevistas que o autor deu a propósito de Portugal, Hoje.
«Pensador difícil e denso, altamente criativo, capaz de inventar conceitos próprios, José Gil, com Portugal, Hoje adquire uma notoriedade assinalável.»
Eduardo Prado Coelho, Público,
Fevereiro de 2005
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Elizabeth Gaskell
10,00 €
Norte e Sul de Elizabeth Gaskell.
Relógio d’ Àgua Editores. Lisboa, 2016, 450 págs. B.
A acção de Norte e Sul decorre em meados do séc. XIX, narrando o percurso da protagonista desde o ambiente tranquilo mas decadente de uma Inglaterra sulista, até um norte vigoroso mas turbulento.
Neste romance, Elizabeth Gaskell mostra como a vida pessoal e pública se entrelaçavam numa sociedade recentemente industrializada.
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Gonçalo M. Tavares
10,00 €
Viagem à Índia de Gonçalo M. Tavares.
Relógio d’ Água. Lisboa, 2020, 512 págs. B.
«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas d’Os Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos.»
[Vasco Graça Moura]
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Camille Paglia
10,00 €
Vampes e Vadias: Novos Ensaios de Camille Paglia.
Relógio d’Água. Lisboa, 1997, 533 págs. B.
Antropos
A obra trata de temas que vão de homossexualidade, aborto, assédio sexual à educação, religião, arte e moda, passando por análises de personas como Hillary Clinton, Woody Allen, Madonna, Jackie Kennedy. Além de abordar temas literários e artísticos (Lewis Carrol, D.H. Lawrence, Carmen de Bizet, Susan Sontag) e apresentar roteiros de filmes e programas de TV no melhor estilo multimídia.
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Boris Vian
7,50 €
Morte aos Feios de Boris Vian.
Relógio d’Água. Lisboa, 2002, 195 págs. B.
Acordar completamente nu, deitado num quarto desconhecido onde uma bela mulher quer à viva força fazer amor… A aventura é um tanto
insólita. Sobretudo tratando-se de Rocky Bailey, que quer permanecer virgem até aos vinte anos e tem um físico de desportista. Enfim, o género de situações que não nos ensinam a resolver na universidade.
Além disso, o quarto é numa clínica e há um homem assassinado numa cabine telefónica, fotos de terríveis operações cirúrgicas, perseguições, lutas e, para desespero de Rocky, raparigas por todo o lado.
Tais são os ingredientes deste policial de Boris Vian, escrito sob o pseudónimo de Vernon Sullivan, angustiante e irónico como outros livros do autor de «A Espuma dos Dias». E o menos que pode dizer-se
é que esta clínica, onde o Dr. Schutz selecciona
reprodutores humanos e manipula embriões, adquire uma estranha actualidade nos dias que correm.
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Harper Lee
8,00 €
Mataram a Cotovia de Harper Lee.
Relógio d’Água. Lisboa, 2012, 340 págs. B.
Situado em Maycomb, uma pequena cidade imaginária do Alabama, durante a Grande Depressão, o romance de Harper Lee, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1961, fala-nos do crescimento de uma rapariga numa sociedade racista.
Scout, a protagonista rebelde e irónica, é criada com o irmão, Jem, pelo seu pai viúvo, Atticus Finch. Ele é um advogado que lhes fala como se fossem capazes de entender as suas ideias, encorajando- -os a refletirem, em vez de se deixarem arrastar pela ignorância e o preconceito.
Atticus vive de acordo com as suas convicções. É então que uma acusação de violação de uma jovem branca é lançada contra Tom Robinson, um dos habitantes negros da cidade. Atticus concorda em defendê-lo, oferecendo uma interpretação plausível das provas e preparando-se para resistir à intimidação dos que desejam resolver o caso através do linchamento. Quando a histeria aumenta, Tom é condenado e Bob Ewell, o acusador, tenta punir o advogado de um modo brutal.
Entretanto, os seus dois filhos e um amigo encenam em miniatura o seu próprio drama de medos, centrado em Boo Radley, uma lenda local que vive em reclusão numa casa vizinha.
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João Miguel Fernandes Jorge
6,00 €
Pé Esquerdo de João Miguel Fernandes Jorge.
Relógio d’Água. Lisboa, 1998, 174 págs. B.
«A princípio notei qualquer coisa no seu modo de andar, mas não percebi o que era. Havia um defeito qualquer. Então percebi que os seus pés não sincronizavam exactamente. Havia um pequeníssimo intervalo entre o acompanhamento do pé esquerdo e o peso da marcha que sustentava o equilíbrio possível do outro pé, o direito. Mas sou um ignorante nestas coisas do andar e o que me desconcertava bem poderia ser um simples efeito da grande quantidade de whisky que bebera naquela noite (…)
Também poderia muito bem ser pura fantasia minha. Como poderei correctamente dizer? Que havia um tanto falta de emoção no seu andar e, em contrapartida, um inusitado vigor».
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Maria Filomena Mónica
8,00 €
Duas Mulheres de Maria Filomena Mónica.
Relógio d’Água. Lisboa, 2022, 186 págs. B.
Esta é a história de duas mulheres de diferentes gerações que fizeram parte da vida da autora. A primeira, a sua avó, foi adolescente nos loucos anos 20; a segunda, a sua mãe, viveu sob o salazarismo.
Maria Filomena Mónica, que atravessou as mudanças de Abril de 1974, avalia essas duas mulheres através de recordações, cartas, diários, fotografias e outros documentos.
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Edgar Allan Poe
7,00 €
O Corvo de Edgar Allan Poe.
Relógio d’Água. Lisboa, 2009, 72 págs. B. Il.
«O Corvo» de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis.
Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um «saber esquecido», emitir apenas a palavra Nevermore, que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
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👨🏻🎨 Traduções de Fernando Pessoa e Machado de Assis.
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Heiner Muller
10,00 €
O Anjo do Desespero de Heiner Muller.
Relógio d’Água. Lisboa, 1997, 88 págs. B.
«Os textos de Heiner Müller vibram de uma energia verbal em que a força obscura da palavra resulta de uma extrema lucidez: a estranheza (para quem lhe não conhece as fontes inesgotáveis) é o seu princípio, a metáfora o seu instrumento poético-político. Neste plano, Heiner Müller é afinal ¿antigo¿, produzindo, paradoxalmente, o que há de mais novo no teatro alemão: deixando que se manifeste a crueldade, o lado bárbaro e necessário, violento e autêntico das relações humanas na História (procurando retirar-lhe o filtro da racionalidade moderna e evitando toda a psicologia), tem de fazer corresponder a esses novos textos da crueldade um novo estilo, em que cada frase é como ¿a resistência de um amplificador, para o cérebro arrancar a frio¿ (Klaus Theweleit), a linguagem um material em devir, ¿um eterno gerúndio¿ (Helmut Krapp). Cada texto uma paciente caligrafia da morte, destruindo ilusões, trazendo à superfície o que se quer que seja, em cada momento, ¿a verdade, silenciosa e insuportável¿: é o programa ideal que Heiner Müller descobre entre os papéis da segunda mulher, Inge Müller, que se suicidou em 1966.»
Do Posfácio
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Frank Herbert
10,00 €
Dune de Frank Herbert.
Relógio d’Água. Lisboa, 2020, 620 págs. B.
Obra-prima de Frank Herbert, Duna decorre no planeta deserto de Arrakis. Narra a história de Paul Atreides, herdeiro de uma família nobre encarregada de governar um mundo inóspito, onde a única coisa de valor é uma especiaria, melange, que é na verdade uma droga capaz de prolongar a vida e expandir a consciência. Cobiçada em todo o universo conhecido, a melange revela-se um tesouro pelo qual as pessoas estão dispostas a matar.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.𓂃🖊 Prefácio de Brian Herbert