• A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa

    Vida no Céu, A

    José Eduardo Agualusa

    7,50 

    A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa
    Quetzal Editores. Lisboa, 2013, 186 págs. B.

    «Depois que o mundo acabou fomos para o céu.» Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas – o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários – uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo – o Paris.

    Segundo o Dicionário dos Nefelibatas, incluído no livro, as nuvens (água em estado onírico) são o alfabeto do céu.

    Este romance ajuda-nos a decifrá-las.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro de José Luís Peixoto

    Livro

    José Luís Peixoto

    8,00 

    Livro de José Luís Peixoto
    Quetzal Editores. Lisboa, 2010, 263 págs. B.

    Este livro elege como cenário a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto. Entre uma vila do interior de Portugal e Paris, entre a cultura popular e as mais altas referências da literatura universal, revelam-se os sinais de um passado que levou milhares de portugueses à procura de melhores condições e de um futuro com dupla nacionalidade. Avassalador e marcante, Livro expõe a poderosa magnitude do sonho e a crueza, irónica, terna ou grotesca, da realidade. Através de histórias de vida, encontros e despedidas, os leitores de Livro são conduzidos a um final desconcertante onde se ultrapassam fronteiras da literatura. Livro confirma José Luís Peixoto como um dos principais romancistas portugueses contemporâneos e, também, como um autor de crescente importância no panorama literário internacional.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Doença como Metáfora de Susan Sontag

    Doença como Metáfora

    Susan Sontag

    7,50 

    Doença como Metáfora de Susan Sontag
    Quetzal Editores. Lisboa, 2010, 188 págs. B.

    Em 1978, quando convalescia de cancro, Susan Sontag escreveu A Doença como Metáfora, um notável ensaio sobre a utilização alegórica, e frequentemente culpabilizante, da doença na nossa cultura. Tornou-se num clássico que a revista Newsweek considerou “Um dos livros mais libertadores do seu tempo”. O objectivo da autora consiste em retirar ao cancro o estigma alegórico que sobre ele pesa e mostrar que é apenas uma doença. Neste livro, Susan Sontag defende que a maneira mais autêntica de enfrentar a doença – e a maneira mais saudável de estar doente – é resistir a esse pensamento metafórico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trevas de Luz de Richard Zimler.

    Trevas de Luz

    Richard Zimler

    8,00 

    Trevas de Luz de Richard Zimler
    Quetzal Editores. Lisboa, 1998, 195 págs. B.

    Trevas de luz é a história de Bill Ticino, um jornalista que mora em San Francisco, e de seu encontro consigo mesmo – com seus valores, crenças e fantasias. Depois que sua mulher Alexandra deixa a casa e o casamento chega ao fim, Bill entra em pânico. Volta-lhe o medo de dormir no escuro, ouve sons inquietantes, vislumbra sombras na escuridão da casa em que vive só. Lembranças do passado, do pai autoritário e da mãe omissa visitam-no todas as noites. Jay, seu único irmão, com quem ele não tem a menor afinidade, é uma presença que o exaspera. À medida que sua solidão interna e externa aumenta, Bill vai caindo num terror em que teme se perder. É então que ele resolve alugar uma parte da casa: desse modo terá alguém por perto, uma companhia. É assim que Peter aparece na vida de Bill. Peter é funcionário do consulado brasileiro em San Francisco. Criado numa colônia portuguesa da África, morou muitos anos no Brasil antes de se mudar para os Estados Unidos. Tudo o que cerca a vida de Peter intriga Bill: o modo como ele se comporta, seu sensibilíssimo olfato, os objetos que guarda em seu quarto, o pássaro de estimação – Maria -, as histórias quase fantásticas que ele conta, seus amigos… Para Bill, a convivência com Peter é tranqüilizadora de um lado e inquietante de outro. Ela mexe com todos os seus sentidos, perturba seu cérebro lógico, onde não há espaço para as sutilezas de Peter. Embora Bill relute, resista e até adoeça, finalmente ele embarca numa viagem que o levará bem mais longe do que poderia imaginar no momento da partida.

    📝 Assinatura de posse.
    📕 1ª Edição.

  • O Que Não Pode Ser Salvo de Pedro Vieira

    Que Não Pode Ser Salvo, O

    Pedro Vieira

    7,50 

    O Que Não Pode Ser Salvo de Pedro Vieira.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2015, 286 págs. B.

    Um triângulo amoroso que liga França, o Norte rural português, Lisboa e a margem sul. Uma jovem francesa, filha de emigrantes portugueses, que vem viver para a terra a que não pertence; um rapaz que luta para sair do meio devorador em que nasceu; um miúdo burguês, canhestro, com uma família de fachada; e um quarto elemento que completa o elenco de uma tragédia contemporânea de ressonâncias clássicas: história de amor, racismo, ciúme, traição, vingança e inquietação, qual Otelo de Shakespeare e de fancaria na era do rap, do Facebook e do call center. O Que Não Pode Ser Salvo é também o retrato dos males sociais e culturais que afligem um país enfraquecido pela crise económica e a falência dos valores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral.

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Bruno Vieira Amaral.

    7,50 

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral
    Quetzal Editores. Lisboa, 2017, 363 págs. B.

    Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge – morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 – e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai.

    Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) – e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento – são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita – como uma possibilidade de verdade, sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Última Paragem Massamá de Pedro Vieira

    Última Paragem Massamá

    Pedro Vieira

    7,00 

    Última Paragem Massamá de Pedro Vieira.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2011, 207 págs. B.

    Esta é a história de um homem e de uma mulher, Lucas e Vanessa. Do seu amor trágico, como são todos, e de uma Cidade com vista para muitas vidas. Também é a história de uma doença e de uma saída de cena, de uma frustração que não se cura. Ontem, na Floresta de Teutoburgo, onde fracassaram as legiões de Públio Quintílio Varo, hoje, em Massamá, onde acaba de ruir uma hipótese de redenção. Nos dois casos, o mesmo desenlace, com mais ou menos Império em pano de fundo. No lugar do traidor Armínio, motivado pela ambição, apresenta-se João, portador de um evangelho com saída para lugar nenhum. A estação de comboio, o trabalho, o vaivém daqueles que vivem de par em par com aquilo que lhes está destinado. O acaso. Crónica de uma, duas mortes anunciadas, a segunda por decisão natural de Vanessa, mulher investida de toda a autoridade. Faltam dois minutos e picos, 127 segundos, pouca-terra, pouca-terra, é só o que ela pede. Ou pelo menos que lhe seja leve.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sangue Romano de Steven Saylor

    Sangue Romano

    Steven Saylor

    7,50 

    Sangue Romano: Um Mistério na Roma Antiga de Steven Saylor.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2003, 428 págs. B.

    Este é o primeiro volume da série policial “Roma sub-Rosa”, cuja acção se desenrola na Roma Antiga. A acção desenrola-se na Primavera de 80 a.C., quando Gordiano o Descobridor é chamado à casa de Cícero, um jovem advogado e orador que se prepara para o seu primeiro caso de relevo. O cliente de Cícero é Sexto Róscio, um proprietário da Úmbria, acusado da morte do próprio pai. Gordiano vai deparar-se com uma nefasta teia de traições, falsidade e conspiração, típica daquela sociedade. E terá que se preparar para um espectacular desfecho deste terrível e intrincado caso…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Primeiras Coisas de Bruno Vieira Amaral

    Primeiras Coisas, As

    Bruno Vieira Amaral

    8,00 

    As Primeiras Coisas de Bruno Vieira Amaral.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2013, 301 págs. B.

    Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos? Quem foi o homem que, a exemplo do velho Abel, encontrou a paz sob o céu pacífico de Port of Spain? Porque é que os habitantes do Bairro Amélia nunca esquecerão o Carnaval de 1989? Quem é que poderá saber o nome das três crianças mortas por asfixia no interior de uma arca? Onde teria chegado Beto com o seu maravilhoso pé esquerdo se não fosse aquela noite aziaga de setembro? Quantos anos irá durar o enguiço de Laura? De que mundo vêm as sombras de Ernesto, fabuloso empregado de mesa, Fernando T., assassinado a 26 de dezembro de 1999, Jaime Lopes, fumador de SG Ventil, Hortênsia, que viveu e morreu com medo de tudo? Quando é que Roberto, anjo exterminador, chegará ao bairro para consumar a sua vingança?
    Memórias, embustes, traições, homicídios, sermões de pastores evangélicos, crónicas de futebol, gastronomia, um inventário de sons, uma viagem de autocarro, as manhãs de Domingo, meteorologia, o Apocalipse, a Grande Pintura de 1990, o inferno, os pretos, os ciganos, os brancos das barracas, os retornados: a Humanidade inteira arde no Bairro Amélia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Mundo Branco do Rapaz Coelho de Possidónio Cachapa

    Mundo Branco do Rapaz Coelho, O

    Possidónio Cachapa

    7,50 

    O Mundo Branco do Rapaz Coelho de Possidónio Cachapa.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2009, 260 págs. B.

    Num mundo coberto de neve e gelo, Alice agarra-se à vida enquanto o seu passado se vai materializando aos poucos. Longe dali, um rapaz-coelho desespera pela consumação da sua pulsão erótica por Miss Turtle, tentadora e maliciosa como toda a rapariga-manga. Por cima de ambos, sobrevoam figuras negras em busca dos mais fracos, para os consolar na morte.

    Um romance intenso, repleto de personagens fascinantes que habitam um universo à beira da destruição.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cola de Irvine Welsh

    Cola

    Irvine Welsh

    7,00 

    Cola de Irvine Welsh
    Quetzal Editores. Lisboa, 2004, 618 págs. B.

    “Cola” conta, no estilo de culto de Welsh, a história de quatro rapazes que crescem nas ruas e bairros sociais de Edimburgo,cuja construção na década de 70 abriu caminho à pobreza, desemprego e crime que assolou aquela cidade escocesa entre as décadas de 80 e 90. É desde o início dos anos 70 até ao novo milénio que o leitor vai acompanhando a vida delirante destes rapazes: Terry Lawson, calão e tarado sexual; Carl Ewart, DJ; Billy Birrell, boxer; e Andrew Galloway, toxicodependente a quem é diagnosticada SIDA. Uma viagem ao mundo da criminalidade, do sexo, das drogas, passando pelo “punk” até ao “house”, pelo “techno” até ao “underground”. Cada um dos protagonistas tenta safar-se como pode debaixo do insustentável peso cultural, social e familiar que carregam consigo. Aquilo que os une é uma amizade enraizada no bairro e na escola e na vontade de fugir de ambos, mantendo sempre entre si um código moral à prova de bala.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Abraço de Nemésis de Steven Saylor

    Abraço de Nemésis

    Steven Saylor

    7,50 

    Abraço de Nemésis: Um Mistério na Roma Antiga de Steven Saylor
    Livros Quetzal. Lisboa, 2000, 341 págs. B.

    No sul de Roma, fica situada a magnífica villa de Marco Lícinio Crasso, o mais rico cidadão romano. Quando o supervisor da propriedade é encontado morto, Marco conclui que terão sido dois escravos pertencentes ao Movimento de Libertação de Escravos. Mas quando Gordiano, o Descobridor, é chamado para investigar, a realidade revela-se muito diferente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Em Teu Ventre de José Luís Peixoto

    Em Teu Ventre

    José Luís Peixoto

    7,50 

    Em Teu Ventre de José Luís Peixoto.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2015, 163 págs. B.

    «Mãe, atravessas a vida e a morte como a verdade atravessa o tempo, como os nomes atravessam aquilo que nomeiam.» Numa perspetiva inteiramente nova, Em Teu Ventre apresenta o retrato de um dos episódios mais marcantes do século XX português: as aparições de Nossa Senhora a três crianças, entre maio e outubro de 1917. Através de uma narrativa que cruza a rigorosa dimensão histórica com a riqueza de personagens surpreendentes, esta é também uma reflexão acerca de Portugal e de alguns dos seus traços mais subtis e profundos. A partir das mães presentes nesta história, a questão da maternidade é apresentada em múltiplas dimensões, nomeadamente na constatação da importância única que estas ocupam na vida dos filhos. O sereno prodígio destas páginas, atravessado por inúmeros instantes de assombro e de milagre, confere a Em Teu Ventre um lugar que permanecerá na memória dos leitores por muito tempo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cisnes Selvagens

    Cisnes Selvagens

    Jung Chang

    7,50 

    Cisnes Selvagens de Jung Chang.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2007, 517 págs. B. Il.

    Jung Chang decidiu escrever a história da sua família como parte da história da própria China. Começou com a avó, Yu Fang, que aos 15 anos de idade, em 1924, foi obrigada por seu pai a casar-se com um general que já tinha três outras mulheres. Esse era um tempo em que as mulheres ainda eram obrigadas a esmagar e manter amarradas as articulações dos pés, para que seu andar fosse tão gracioso como o movimento dos cisnes nas águas de um lago tranquilo. O resultado é Cisnes Selvagens, um romance fascinante e poderoso, que atravessa três gerações de mulheres de uma família que viveu o entusiasmo, a repressão, a violência e a degradação do regime chinês e do maoísmo. Tendo vendido mais de 80 000 exemplares em Portugal, a Quetzal orgulha-se de relançar esta obra fundamental para compreender a Revolução Cultural chinesa e o regime violento e opressivo que não sobreviveu a Mao Tse Tung, de que Jung Chang também escreveu uma biografia inovadora e polémica.

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  • Último dos Padrinhos de Mário Puzo

    Último dos Padrinhos, O

    Mário Puzo

    6,00 

    O Último dos Padrinhos de Mário Puzo.
    Quetzal Editores. Lisboa, 1996, 476 págs. B.

    Don Domenico Clericuzio, um padrinho da Máfia está a ficar velho. Antes de morrer, pretende legitimar os negócios da sua Família e fazê-la integrar-se na sociedade americana. Vinte e cinco anos mais tarde, o seu neto Dante e o sobrinho-neto Cross, assumem a liderança e o velho Clericuzio, agora com oitenta anos, está afastado das lides. Cross, que detém um casino em Las Vegas, é tido como o homem forte da família. Porém, quando se recusa a compactuar com o homicídio de um velho amigo, é afastado pelo seu primo Dante, um homem ambicioso e sem escrúpulos, que não olhará a meios para alcançar o poder absoluto.
    O único obstáculo para se tornar tão forte como o velho Clericuzio é Cross, que rapidamente se torna um alvo a abater. Contudo, este antecipa-se ao primo e mata-o. Disposto a aceitar a vingança do velho padrinho pelo assassinato do seu neto, Cross fica bastante surpreendido quando percebe que Clericuzio decidiu poupar-lhe a vida…

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  • Olhos de Cão Azul de Gabriel García Márquez.

    Olhos de Cão Azul

    Gabriel García Márquez.

    5,00 

    Olhos de Cão Azul de Gabriel García Márquez.
    Quetzal Editores. Lisboa, 1989, 157 págs. B.

    Escritos entre 1947 e 1955, os treze contos deste volume atestam o talento do colombiano.
    Gabriel García Márquez, Prémio Nobel de Literatura de 1982.
    Consagrado primeiro como romancista, García Márquez só lançaria este Olhos de Cão Azul em 1974.
    Inclui um dos seus contos mais célebres Monólogo de Isabel vendo chover em Macondo.
    Este relato, hoje incluído em todas as antologias do conto latino-americano, foi a primeira pedra do gigantesco edifício que culminaria numa das obras literárias mais poderosas do nosso tempo, Cem Anos de Solidão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.