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  • RIO DAS FLORES DE MIGUEL SOUSA TAVARES

    Rio das Flores

    Miguel Sousa Tavares

    10,00 

    RIO DAS FLORES DE MIGUEL SOUSA TAVARES
    Oficina do Livro. Lisboa, 2007, 627 págs. B.

    Segundo romance de Miguel Sousa Tavares, lançado em 2007 com uma tiragem inicial de 100.000 exemplares. Ao longo de trinta anos, entre Sevilha em 1915 e o Vale do Paraíba em 1945, a obra acompanha três gerações da família Ribera Flores, latifundiários alentejanos, e a divergência de percursos entre dois irmãos: um que permanece ligado à terra, outro atraído pelo novo e desconhecido. Entre o Alentejo, Espanha e Brasil, o romance atravessa décadas marcadas por ditaduras e confrontos, questionando o preço da liberdade e da fidelidade às raízes.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 1005g
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  • Baile de Máscaras de Lourenço Pereira Coutinho

    Baile de Máscaras

    Lourenço Pereira Coutinho

    9,00 

    Baile de Máscaras de Lourenço Pereira Coutinho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2008, 326 págs. B.

    1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas.

    Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher.

    Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida… e do amor.

    📕 1ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor

  • Pessoas como Nós de Margarida Rebelo Pinto

    Pessoas como Nós

    Margarida Rebelo Pinto

    5,00 

    Pessoas como Nós de Margarida Rebelo Pinto.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 233 págs. B.

    Nem todos os homens têm coração, mas há mulheres que também não. O que pode separar dias irmãs? E como se perde uma grande amizade?
    Três mulheres entregues à solidão contam a sua história e acabam por revelar os segredos mais surpreendentes. Maria do Carmo não é o que parece, Verónica descobre o impensável e Julieta carrega a culpa de um violento e sórdido trauma.
    Afinal, todas as pessoas são normais até as conhecermos melhor.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • A Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho

    Padeira de Aljubarrota, A

    Maria João Lopo de Carvalho

    6,00 

    A Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho
    Oficina do Livro. Alfragide, 2013, 566 págs. B.

    Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo.

    🟡 Lombada partida.

  • Oito Dádivas Eternas da Vida de Paulo Carvalho (85)

    Oito Dádivas Eternas da Vida

    Paulo Carvalho

    6,00 

    Oito Dádivas Eternas da Vida de Paulo Carvalho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 204 págs. B.

    Mas o que significa satisfação pessoal, afinal de contas? Satisfação pessoal significa sentirmo-nos bem com aquilo que temos e com o que somos. Contudo, a satisfação pessoal não pode ser alcançada sem harmonia. Como é que podemos alcançar a satisfação e a harmonia interior? Como conseguir isto é precisamente o tema deste livro. Para atingir este objetivo, seremos apresentados a oito forças permanentes e universais que possuímos desde o dia em que nascemos: as Oito Dádivas Eternas da Vida. Está na altura de tomar posse das oito dádivas eternas da sua vida: a Dádiva da Escolha, a Dádiva do Prazer, a Dádiva de Dar, a Dádiva do Aqui e Agora, a Dádiva do Amor, a Dádiva da Morte, a Dádiva da Dor e a Dádiva da Compreensão. Abrace a força que estas dádiv as têm para lhe oferecer e essa mágica será sua para sempre. O grande propósito da vida não é o conhecimento mas a ação. Como é que podemos alcançar a satisfação e a harmonia interior? Como encontrar a tranquilidade dentro de nós mesmo quando tudo à nossa volta está em alvoroço? Como encontrar a felicidade naquilo que já temos? Como evitar que o amor possa ser simultaneamente maravilhoso e devastador? Como melhorar a qualidade das nossas decisões? Por que é que algumas pessoas têm muito mais energia e prazer na vida do que outras? Como transformar o modo como olhamos para nós, para os outros e para o mundo? As Oito Dádivas Eternas da Vida irá ajudá-lo a transformar os seus problemas e a rotina do seu dia-a-dia na felicidade que sempre desejou.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Amor Não Espera à Porta de Marisa de los Santos

    Amor Não Espera à Porta

    Marisa de los Santos

    6,00 

    Amor Não Espera à Porta de Marisa de los Santos
    Oficina do Livro. Cruz Quebrada, 2008, 426 págs. B,

    às vezes a nossa vida começa quando alguém nos empurra para dentro dela. Uma leitura fascinante.

    No momento em que Martin Grace põe o pé na “casa de café” de Filadélfia que Cornelia Brown dirige, a vida dela muda para sempre. Solto e charmoso, cara chapada de Cary Grant, Martin deixa Cornelia nas nuvens. Porém, no fim de contas, Martin será mais o mensageiro da mudança do que a própria mudança…
    Entretanto, do outro lado da cidade, Clare Hobbes, uma menina de onze anos de idade, é obrigada a sobreviver por conta própria, depois de a mãe, cada vez mais perturbada, ter uma crise e desaparecer. Inspirada em muitos órfãos das histórias que leu, Clare consegue ter coragem para procurar o pai. Quando pai e filha aparecem no café, Cornelia e a menina criam uma ligação tão inesperada quanto profunda. Juntas descobrem que o essencial na vida é sabermos ao certo o que amamos e porquê.
    Marisa de los Santos escreve com uma minúcia cheia de delicadeza, capaz de trazer à luz as perdas e as alegrias da vida.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal

    Primeiro as Senhoras

    Mário Zambujal

    7,50 

    Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal
    Oficina do Livro. Lisboa, 2006, 150 págs. B.

    Primeiro as Senhoras não é uma continuação da Crónica dos Bons Malandros, o best-seller que revelou Mário Zambujal como um autor de surpreendente originalidade e humor. Mas neste livro voltamos a encontrar um “bom malandro” com as suas aventuras, fantasias e emoções.
    A história conta-se num depoimento do protagonista a um silencioso inspector da Polícia que, tal como os leitores, página a página vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado. Sem perder de vista o destino da viagem, o passageiro é convidado a ir-se demorando em sucessivos apeadeiros, onde não faltam motivos para uma boa gargalhada ou para um gostoso sorriso de cumplicidade.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho

    Fado da Severa, O

    Maria João Lopo de Carvalho

    7,50 

    O Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2018, 390 págs. B.

    Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.

    Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.

    São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.

    Uma história onde brilham sempre a luz e as sombras dessa Lisboa e o indomável espírito de Severa: a cigana que inventou o fado, a mulher que vendeu o corpo – mas que nunca vendeu a alma.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Constança Telles da Gama de Maria João da Câmara

    Constança Telles da Gama

    Maria João da Câmara

    8,00 

    Constança Telles da Gama: Fio-de-prumo de Maria João da Câmara
    Oficina do Livro. Alfragide, 2024, 511 págs. B.

    Nascida em 1877 no seio de uma família tradicional portuguesa, Constança Telles da Gama teve uma vida tão intensa e rica como agitada e surpreendente. Mulher enérgica e de espírito firme, foi o fio-de-prumo da sua família em tempo de grande agitação política em Portugal e no mundo. E foi uma protagonista inesperada na sociedade portuguesa nos anos seguintes à implantação da República – que a levou à prisão, mas também a conhecer o amor da sua vida.

    Após ter escrito Vera Lagoa – Um Diabo de Saias, a historiadora Maria João da Câmara regressa com a biografia desta mulher notável que foi Constança Telles da Gama. Escrita em forma de memórias imaginadas e tendo por base um importante acervo documental até agora desconhecido, a história desta mulher interpela o leitor pelo seu lado profundamente humano e tocante, dando também a conhecer o país na viragem do século XX, afinal menos conhecido do que julgamos.

    INFORMAÇÕES SOBRE O EXEMPLAR

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Português Suave de Margarida Rebelo Pinto (86)

    Português Suave

    Margarida Rebelo Pinto

    6,00 

    PORTUGUÊS SUAVE DE MARGARIDA REBELO PINTO
    Oficina do Livro. Lisboa, 2008. 251 págs. B.

    Romance de Margarida Rebelo Pinto que acompanha três gerações de mulheres da mesma família. Na década de quarenta, Mercês Perestrello é afastada dos filhos e internada como louca. Nos anos sessenta, as gémeas Maria Teresa e Maria Luísa seguem caminhos opostos. Quarenta anos mais tarde, as primas Leonor e Nána desvendam, finalmente, os segredos do passado. Um retrato fiel de uma sociedade assente na premissa de que “uma coisa de que não se fala não existe”.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 300g
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  • Piloto de Casablanca de José António Barreiros (94)01

    Piloto de Casablanca, O

    José António Barreiros

    7,50 

    O Piloto de Casablanca de José António Barreiros
    Oficina do Livros. Lisboa, 2023, 223 págs. B. Il.

    Durante a Segunda Guerra Mundial, quando voar era uma aventura arriscada, a ligação aérea entre Lisboa, Tânger e Casablanca, celebrizada num dos mais emblemáticos filmes de Hollywood, com Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, era exclusivamente assegurada por Portugal, enquanto país neutro no conflito. O piloto que fazia essa rota, por vezes em condições de grande perigo, chamava-se José Cabral e era um comandante de marinha, corajoso e audaz. Graças a esta figura notável da aviação naval, com contactos nos serviços secretos britânicos e norte-americanos, refugiados de guerra salvaram-se da ameaça nazi e diplomatas e militares das forças Aliadas cumpriram missões na operação de desembarque no Norte de África, o princípio do fim do III Reich.

    Cabral viria a ser galardoado com a mais alta distinção concedida pelos EUA a militares estrangeiros, mas cairia no esquecimento no país onde nasceu. Resgatando a sua memória, José António Barreiros recorda a vida, a bravura e as missões clandestinas deste herói português.

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    CARACTERÍSTICAS DO EXEMPLAR
    🖊️ Dedicatória de oferta
    Peso: 350g
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  • Sei Lá de Margarida Rebelo Pinto

    Sei Lá

    Margarida Rebelo Pinto

    6,00 

    Sei Lá de Margarida Rebelo Pinto
    Oficina do Livro. Lisboa, 2002, 236 págs. B.

    Sei Lá é fresco realista de uma geração – das suas dúvidas, ambições, derrotas, fraquezas e preconceitos – na perspetiva de Madalena, uma mulher que descobre que a vida nunca é o que parece, e um livro que faz bem a todas as mulheres.

    «O Sei Lá marcou uma geração: a minha. Os diálogos entre um grupo de amigas sobre as relações, o amor e o sexo eram o espelho da nova mulher portuguesa. Talvez, quem sabe, quinze anos depois, não terá este livro ajudado as mulheres a falar destes temas de forma mais aberta e sem culpa.
    Ao reler o Sei Lá viajei no tempo e revi-me na heroína, Madalena, nas suas dúvidas, nos seus medos e no seu desejo de ser feliz. Depois de o terminar, a escrita tornou-se o meu ofício a tempo inteiro. Foi o Sei Lá que mudou a minha vida para sempre.»
    Margarida Rebelo Pinto

    📝 Assinatura de posse.

  • David Mourão-Ferreira ou a Secreta Viagem

    David Mourão-Ferreira ou a Secreta Viagem

    Helena Malheiro

    10,00 

    David Mourão_Ferreira ou a Secreta Viagem de Helena Malheiro
    Oficina do Livro. Lisboa, 2001, 77 págs. E. Il.

    Este livro pretende ser uma breve análise da poesia e de alguns contos do autor, já que estes nos conduzem a um singular percurso da expressão em prosa, revelando-se como pura poesia desintegrada. Porém, acima de tudo, este texto quer ser um lugar de homenagem a David Mourão-Ferreira, ao poeta desmedido, ao prosador e múltiplo ensaísta da literatura portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Crónicas da Margarida de Margarida Rebelo Pinto

    Crónicas da Margarida, As

    Margarida Rebelo Pinto

    5,00 

    As Crónicas da Margarida de Margarida Rebelo Pinto
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 237 págs. B.

    Do humor desconcertante e certeiro às confissões intimistas, cuja sinceridade comove e nos faz viajar pelas palavras, este livro reúne uma selecção de crónicas escolhidas pela autora dos best-sellers «Sei Lá» e «Não Há Coincidências». Um relato tocante de uma forma única de ver o mundo, para saborear, linha a linha.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho

    Padeira de Aljubarrota

    Maria João Lopo de Carvalho

    8,00 

    Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2015, 566 págs. B.

    Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Meu Pipi: diário, O

    Meu Pipi: diário, O

    Carlos Quevedo

    6,00 

    O Meu Pipi: diário de Carlos Quevedo [Pref.]
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 198 págs. B.

    Não aconselhável a menores de 18 anos.
    “O Meu Pipi” é um diário de um jovem português, que, pela descrição pormenorizada e criativa das suas proezas sexuais, provoca a inveja nos homens e a curiosidade nas mulheres. N’ “O Meu Pipi” encontramos sátiras ao estilo de autores portugueses como António Lobo Antunes e José Saramago, teorias absurdas sobre a homossexualidade dos animais, a heterossexualidade e a joanetofilia, tudo sempre explicado e desenvolvido num português sem mancha, merecedor da atenção de um Rodrigo de Sá Nogueira. Muitos falaram já sobre O Meu Pipi, como José Pacheco Pereira, no jornal Público: “Nenhuma história da obscenidade nacional (uma velha tradição portuguesa, de Bocage a Vilhena) pode prescindir d’O Meu Pipi.” Ou Miguel Esteves Cardoso no seu site Pastilhas; “O Meu Pipi: O melhor blog! O melhor português! O melhor blog português!” Este livro é prefaciado pelo jornalista e cronista Carlos Quevedo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.