A mostrar 1–16 de 34 resultadosOrdenado por mais recentes

  • O Erotismo de Georges Bataille

    Erotismo, O

    Georges Bataille

    7,00 

    O Erotismo de Georges Bataille
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 248 págs. B.
    Colecção: Temas e Problemas

    «Compreende-se por que razão as páginas de O Erotismo são tão fortes e tão decisivas.
    Elas provêm de um homem cuja experiência íntima não fez concessões. Este livro sucede-se a La Part Maudite, tratado de economia geral, cujo tema principal era, não a produção das riquezas, mas a sua despesa (o seu “consumo”). O erotismo era por ele designado como “a parte problemática”, uma vez que constitui para toda a gente “o problema dos problemas”. O mérito de Bataille foi o de encarar a sexualidade humana no seu quadro sociológico, em relação à história do trabalho e à das religiões. Toda a
    sua interpretação assenta numa dialéctica do interdito e da  transgressão.» [Alexandrian, Os Libertadores do Amor]

    📝 Assinatura de posse.

  • Introdução à Literatura Fantástica

    Introdução à Literatura Fantástica

    Tzvetan Todorov

    10,00 

    Introdução à Literatura Fantástica de Tzvetan Todorov.
    Moraes Editores. Lisboa, 1977, 156 págs. B.

    Partindo de uma revisão da Teoria dos Gêneros, o autor transporta o leitor ao âmago do fantástico, definindo-o pelo preenchimento de três condições – uma, ligada ao mundo das personagens, outra, a uma hesitação entre o natural e o sobrenatural e a terceira, em que se exige escolher um entre os vários modos ou níveis de leitura. Constrói-se, assim, uma rede de relações com o mundo, com a percepção e o olhar, como também uma relação com o outro, o inconsciente e a linguagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Literatura Política Ideológica de Claude Prévost

    Literatura Política Ideológica

    Claude Prévost

    7,50 

    Literatura Política Ideológica de Claude Prévost
    Moraes Editores. Lisboa, 1976, 224 págs. B.

    Claude Prévost, nas suas reflexões sobre «Literatura, Política e Ideologia, considera ser a função primordial do escritor enquanto utilizador privilegiado da palavra, essa matéria viva: transmitir um pensamento imbuído de acção, agir com o outro, dado que «o material que a literatura trabalha está carregado de história e de sentido.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Personalismo de Emmanuel Mounler

    Personalismo

    Emmanuel Mounler

    5,00 

    Personalismo de Emmanuel Mounler.
    Moraes Editores. Lisboa, 1970, 210 págs. B.

    “A publicação de O Personalismo em França, no final da década de 1940, foi de enorme importância pela influência que teve na evolução do pensamento político universal em toda a segunda metade do século XX; a sua afirmação central, “a existência de pessoas livres e criadoras”, faz dele mais uma orientação do que uma doutrina.

    📝 Assinatura de posse.

  • Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia

    Antologia da Poesia do Período Barroco

    Natália Correia

    30,00 

    Antologia da Poesia do Período Barroco de Natália Correia.
    Moraes Editora. Lisboa, 1982, 342 págs. B.
    Círculo de Poesia | 109

    Florilégio de poesia barroca portuguesa e brasileira, recolhida dos cancioneiros stecentistas A Fénix Renascida (1716-17-18-21-28), compilada por Matias Pereira da Silva, e o Postilhão de Apolo (1791), organizado por Joseph Maregelo de Osan, pseudónimo de D. José Ângelo Morais.

    Contém poesias de: D. Tomás de Noronha, Jacinto Freire de Andrade, Violante do Céu, D. Francisco Manuel de Melo, António Barbosa Bacelar, António Serrão de Castro, Bernardo Vieira Ravasco, Jerónimo Baía, Eusébio de Matos, Frei António das Chagas, Gregório de Matos, Manuel Botelho de Oliveira, Soror Maria do Céu, Sebastião da Rocha Pita, Tomaz Pinto Brandão, Francisco de Vasconcelos (Coutinho), Soror Madalena da Glória, Anastácio Ayres de Penhafiel, António Ribeiro da Costa e Francisco de Pina e de Melo.

    Natália de Oliveira Correia (1923-1993) nasceu na ilha de São Miguel, Açores, vindo para Lisboa em criança. A sua carreira literária caracterizou-se pelo culto de uma grande diversidade de géneros: da poesia ao teatro, do ensaio ao romance, do livro de viagens à recolha e organização de antologias poéticas.

    A maior parte sua obra foi escrita durante o Estado Novo. Apesar de muitos dos seus livros terem sido apreendidos pela censura, e apesar de ter sido julgada em Tribunal, resistiu ao fascismo, praticando a liberdade na alteridade do texto literário e na defesa pública da democracia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Retorno do Trágico de Jean-Marie Domenach

    Retorno do Trágico

    Jean-Marie Domenach

    8,00 

    Retorno do Trágico de Jean-Marie Domenach.
    Moraes Editores. Lisboa, 1968, 377 págs. B.

    Este caminho tem certamente os seus perigos. O trágico que põe em cena atracções irresistíveis, quedas irremediáveis, traz consigo uma fascinação própria: e não é só a noite, a fúria, esse gosto de sangue e de morte, como invadiu a Europa ao tempo do fascismo triunfante… É ainda, subtilmente, essa calma que se estende por sobre os cadáveres, essa serenidade que envolve a derrota, a sabedoria ambigua de Albert Camus, o seu céu lavado de depois da catástrofe. Produção selvagem do espírito, apesar de cantado, engalanado por séculos de classicismo, o trágico não está domesticado e nada garante a quem com ele se mete que não tombará também vítima dos seus enganos. Mas é um belo risco a correr.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • O Que é a Energia Nuclear? de Domingos Moura

    O Que é a Energia Nuclear?

    Domingos Moura

    7,00 

    O Que é a Energia Nuclear? Oportunidade em Portugal? de Domingos Moura [et al.]. Moraes Editores. Lisboa, 277 págs. B.

    Índice

    Cap. 1 – O Panorama Mundial da Energia de Domingos Moura

    Cap. 2 – O Que é a Energia Nuclear de Frederico de Carvalho

    Cap. 3 – O Combustível Nuclear de Rui Namorado Rosa

    Cap. 4 – As Radiações Ionizantes e a Segurança das Centrais Nucleares de A. Fernandes Forte

    Cap. 5 – Como a Energia Nuclear foi Introduzida e Fomentada em Portugal de João M. G. Caraça

    Cap. 6 – O Panorama Energético Nacional. Alternativa Nuclear ou Alternativa Convenciona de António Mota Redol

    Cap. 7 – A Alternativa Carvão de António Mota Redol

    Cap. 8 – A Alternativa Fuelóleo de João Barreto

    Cap. 9 – Comparação Económica das Alternativas Nuclear e Fuelóleo de João F. Martins e M. Rodrigues

    Cap. 10 – Relações sobre a Situação Mundial de Energia Nuclear

    📝 Assinatura de posse.

  • O Fatalista de Diderot

    Fatalista, O

    Diderot

    7,00 

    O Fatalista de Diderot.
    Moraes Editores. Lisboa, 1978, 200 págs. B.
    Organização de Maria João Brilhante e Luiza Neto Jorge

    «A verdadeira grandeza deste romance só pode ser avaliada quando equiparado ao Dom Quixote ou ao Ulisses. Este romance é uma explosão de liberdade impertinente sem autocensura e de erotismo sem álibis sentimentais.» — Milan Kundera

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo nas Palavras

    Tempo nas Palavras

    António Alçada Baptista

    7,50 

    Tempo nas Palavras: Chronicas e Outros Escriptos de Circunstância de António Alçada Baptista
    Moraes Editores. Lisboa, 1973, 234 págs. B.

    Desde 1970 que António Alçada Baptista escreve crónicas com uma certa regularidade. Anteriormente escrevia artigos em que tentava aproximar-se de coisas profundas, como era típico da adolescência do seu tempo, e que estavam de acordo com aquilo que, então, era considerado “cultura”. Mas a verdade é que não era fácil sentir a leveza do mundo num país sem liberdade e numa cabeça cheia de inquietações. Foi através das crónicas que Alçada Baptista encontrou o seu estilo, que hoje achamos tão característico da sua pessoa: a crónica representou a maneira mais natural de se comunicar com o resto do mundo, desdramatizada, simples e eficaz. O autor conseguiu aliar uma visão muito suis generis do mundo com a maneira de comunicar mais funcional para o exprimir. O resultado são mais de trinta anos de crónicas em texto fluído, natural e dotado de uma ironia muito peculiar, e de romances que não representam excepção à regra. Este livro resulta numa colectânea, que podemos considerar como uma breve amostragem do cronista, das crónicas escritas para o jornal A Capital desde 14 de Março de 1972 até 23 de Abril de1974, dois dias antes da Revolução dos Cravos. Anteriormente publicada pela Morais, O Tempo nas Palavras e Outras Crónicas hoje com a chancela da Presença, encontra-se numa edição revista e aumentada, de modo a que revele o seu verdadeiro espírito de testemunho crítico de uma época conturbada e de falsa liberdade, ainda tão recente na História do nosso país.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Parque Gorky de Martin Cruz Smith

    Parque Gorky

    Martin Cruz Smith

    6,00 

    Parque Gorky de Martin Cruz Smith.
    Edições Moraes. Lisboa, 1982, 415 págs. B.

    Um triplo homicídio tem lugar num parque de Moscovo: três cadáveres são encontrados congelados sob um manto de neve, sem rosto nem dedos. Arkady Renko, o investigador chefe da brigada de homicídios, encarregado do caso, é brilhante, sensível, íntegro e cínico acerca de tudo, excepto no que à sua profissão diz respeito.
    E enfrenta agora o maior desafio da sua carreira: descobrir a verdade sobre um crime que ninguém parece interessado em desvendar, o que o força a desafiar o KGB, o FBI, a polícia nova-iorquina… e as poucas probabilidades de sair com vida de uma situação que ultrapassa o âmbito criminal.

    Obra emblemática da literatura policial produzida durante a Guerra Fria, Parque Gorki é, antes de mais, um retrato fiel das idiossincrasias de uma União Soviética decadente, a braços com uma elite corrupta. O romance foi adaptado ao cinema, em 1983, por Michael Apted, tendo William Hurt como protagonista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sodoma: Ensaio Sobre a Homossexualidade de Marcel Eck

    Sodoma: Ensaio Sobre a Homossexualidade

    Marcel Eck

    10,00 

    Sodoma: Ensaio Sobre a Homossexualidade de Marcel Eck
    Moraes Editores. Lisboa, 1970, 328 págs. B.

    Durante 25 anos, o Dr. Marcel Eck centrou o seu trabalho na relação entre a psiquiatria e a psicanálise. Publicou extensivamente sobre sexologia, em particular. Não esconde o facto de que um livro sobre a homossexualidade é tão suscetível de provocar uma controvérsia apaixonada como um debate científico, mas procurou evitar as armadilhas do moralismo tradicional e da apologia. A homossexualidade levanta questões morais, religiosas e jurídicas. A opinião do Dr. Eck é que, embora os homossexuais devam respeitar certas exigências da sociedade em que vivem como uma minoria, a sociedade também tem deveres para com essa minoria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Reviver o Passado em Brideshead de Evelyn Waugh.

    Reviver o Passado em Brideshead

    Evelyn Waugh

    5,00 

    Reviver o Passado em Brideshead de Evelyn Waugh.
    Moraes Editores. Lisboa, 1983, 327 págs. E.

    O romance mais nostálgico e reflectido de Evelyn Waugh, «Reviver o Passado em Brideshead», recorda a idade de ouro antes da Segunda Guerra Mundial. Conta a história da profunda atracção de Charles Ryder pelos Marchmain e o rápido declínio do mundo em que estes viviam.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Temas de Literatura Portuguesa

    Temas de Literatura Portuguesa

    Pierre Hourcade

    8,00 

    Temas de Literatura Portuguesa de Pierre Hourcade. Moraes Editores. Lisboa, 1978, 219 págs. B.

    Temas de Literatura Portuguesa é uma coletânea que reúne os fragmentos esparsos duma atividade intelectual assaz importante, começada em paixão ainda hoje viva. Debruça-se sobre temáticas como: o panorama geral da literatura portuguesa, em estudos sobre o século XX (estudos sobre Eça de Queirós, Guerra Junqueira, etc), Fernando Pessoa e Alberto Caeiro, entre outras temáticas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • José Cardoso Pires de Maria Lucia Lepecki

    José Cardoso Pires

    Maria Lucia Lepecki

    7,50 

    José Cardoso Pires de Maria Lucia Lepecki.
    Moraes Editores. Lisboa, 1977, 178 págs. B.

    A colecção “MARGENS DO TEXTO” que com este volume sobre JOSÉ CARDOSO PIRES se inicia, procura fornecer aos estudantes e ao público em geral textos de análise sobre a obra dos mais representativos autores da literatura portuguesa de todos os tempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vieram Para Morrer

    Vieram Para Morrer

    Jaime Gralheiro

    7,00 

    Vieram Para Morrer de Jaime Gralheiro.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 101 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Café Orion

    Café Orion

    Rui Mesquita

    7,00 

    Café Orion de Rui Mesquita.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 45 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.