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  • MADEMOISELLE FIFI DE GUY DE MAUPASSANT

    Mademoiselle Fifi

    Guy de Maupassant

    7,50 

    MADEMOISELLE FIFI DE GUY DE MAUPASSANT
    Estúdios Cor. Lisboa, Lisboa, 1965, 315 págs. B.
    🗂️ Colecção: Novelas e Contos Completos de Maupassant | 2
    🔤Tradução: José Saramago

    Segundo volume da colecção que reúne a obra completa de contos e novelas de Guy de Maupassant, traduzido por José Saramago. Reúne dois textos: «Mademoiselle Fifi», sobre o confronto moral entre uma prostituta francesa e oficiais prussianos durante a ocupação da Guerra Franco-Prussiana, e «Contos da Galinhola», colectânea de narrativas breves do autor. A tradução de Saramago, ainda longe da sua consagração como escritor, é hoje um elemento de interesse acrescido para coleccionadores da sua obra.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 330
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  • Mulher Que Voltou de Mercedes Salisachs

    Mulher Que Voltou

    Mercedes Salisachs

    6,00 

    Mulher Que Voltou de Mercedes Salisachs
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 456 págs. B.
    Colecção: Latitude | 41

    Eulália regressa à sua pequena vila natal na Costa Brava grávida e solteira, numa Espanha onde a moral religiosa é lei. Em três dias, vizinhos, familiares e toda a comunidade lhe fecham as portas. Cada recusa revela uma hipocrisia, cada silêncio esconde um segredo. Sem amparo, Eulália refugia-se numa gruta para dar à luz sozinha. O bebé não sobrevive. Um retrato implacável de como uma sociedade pode matar sem levantar a mão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Princessa de Cléves de Madame de la Fayette

    Princessa de Cléves, A

    Madame de la Fayette

    5,00 

    A Princessa de Cléves de Madame de la Fayette
    Estúdios Cor. Lisboa, 1962, 217 págs. B.
    𓂃🖊 Introdução Vitorino Nemésio

    A Princesa de Clèves (1678) é a história de uma luta interior entre a razão e o efeito devastador da paixão. Ou, se se preferir, a história do conflito entre a força asfixiante dos costumes e a exuberante espontaneidade dos sentimentos.Desde o primeiro encontro com o duque de Nemours, por quem se apaixona, até à recusa final desse amor proibido, a senhora de Clèves assiste lucidamente à derrocada de um mundo que a sua virtude em vão tenta conservar.Precursor do romance de análise psicológica, este texto improvável, fruto da imaginação de uma mulher do século XVII, traz a novidade de transformar a análise e a introspeção em mecanismos de progressão da narrativa, marca que a modernidade em muito lhe fica a dever.

    📝 Assinatura de posse.

  • Confúcio de Daniel Lesle

    Confúcio

    Daniel Lesle

    6,00 

    Confúcio de Daniel Lesle
    Estúdios Cor. Lisboa, 1973, 268 págs. B. Il.
    Colecção: Filósofos de Todos os Tempos | 9

    Confúcio (551-479 a.C.) foi um filósofo chinês nascido em Küfu, cuja influência marcou profundamente a cultura do Oriente. Professor e pensador político, defendeu a harmonia social baseada na moral, na ordem e no respeito pelas tradições e pela família. As suas ideias deram origem ao confucionismo e moldaram durante séculos o pensamento ético e político na Ásia.

    📝 Assinatura de posse.

  • Cartas de Heloisa e Abelardo de Pierre Abelard

    Cartas de Heloisa e Abelardo

    Pierre Abelard

    7,00 

    Cartas de Heloisa e Abelardo de Pierre Abelard
    Editorial Estúdios Cor. Lisboa, 19[?], 200 págs. B.
    Colecção: Serpente | 6
    𓂃🖊 Prefácio Franco de Sousa

    “…são as vozes de Abelardo e de Heloisa que se fazem ouvir ainda hoje.
    Que representam estes textos, a que género pertencem, que tipo de leitores seriam os seus destinatários? Estas e muitas outras questões se colocam. No entanto, é de extrema importância, independentemente do estudo que se queira realizar sobre estes textos, não ignorar o sentido óbvio das palavras, o individualismo, a introspecção, o amor-paixão, os remorsos, o arrependimento, as recordações obsessivas e a procura lúcida de apaziguamento mediante uma realização na escrita do contacto íntimo do amor, do revelar ao mesmo tempo de uma alma e de um intelecto na procura de um melhor conhecimento de si mesmo.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Marcuse de André Nicolas

    Marcuse

    André Nicolas

    5,00 

    Marcuse de André Nicolas
    Estúdios Cor. Lisboa, 1971, 231 págs. B.
    Colecção: Filósofos de Todos os Tempos | 5

    A colecção “Fílósofos de Todos os Tempos” propõe ao estudante, ao professor, a todo o leitor interessado, um denso resumo de conhecimentos indispensáveis à compreensão de um grande filósofo. Esta colecção, que não se limita a uma época, a uma cultura, a uma escola de pensamento, apresenta o panorama das ideias, dos sistemas e das obras que constituem o tesouro da filosofia universal.

    ✒️ Sublinhados a tinta na primeira folha.

  • Instintos e Sociedade de Roger Caillois

    Instintos e Sociedade

    Roger Caillois

    6,00 

    Instintos e Sociedade de Roger Caillois
    Estúdios Cor. Lisboa, 1976, 210 págs. B.
    Colecção. Ideias e Formas | 20

    O homem de Estado procura manter um equilíbrio entre as forças díspares e indisciplinadas. Tenta canalizá-las ou faz de conta que não existem. Por vezes, escolhe servir-se delas e aproveitar-lhes o ímpeto, ao qual, aliás, logo se vê obrigado a ceder. Ora, estas forças ressurgem quando são perseguidas. Reprimidas, cedo ou tarde explodem. Por pouco que um aprendiz de feiticeiro as encorage ou convoque, ei-las prontas a tudo arrastar como uma súbita avalanche. (…)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conde Belisário de Robert Graves

    Conde Belisário

    Robert Graves

    7,50 

    Conde Belisário de Robert Graves.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1964, 489 págs. B.
    Colecção: Latitude | 57

    Este é um romance histórico é uma biografia ficcional do general bizantino Belisário, baseada em fontes históricas como a “História das Guerras de Justiniano” e a “História Secreta” de Procópio. A história é narrada por Eugenio, um eunuco e servo da esposa de Belisário, Antonina.  A obra retrata Belisário como um homem de grande honra e lealdade ao imperador Justiniano I, apesar das intrigas e traições ao seu redor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Família de Pascoal Duarte de Camilo José Cela

    Família de Pascoal Duarte, A

    Camilo José Cela

    6,00 

    A Família de Pascoal Duarte de Camilo José Cela.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1958, 206 págs. B.

    A 15 de fevereiro de 1937, Pascual Duarte, condenado à morte por matricídio, envia um manuscrito a um conhecido, relatando a sua vida e os seus feitos criminosos. Trata-se de uma confissão pública, mas, acima de tudo, uma tentativa de justificar tanta crueldade.

    As violências de Pascual Duarte foram, por ordem cronológica, o ter ferido Zacarias numa disputa, morto à navalhada a égua que arreou na sua própria mulher, morto a tiro a cadela Chispa porque incomodava a sua vista, morto «El Estirao» a golpes, morto a sua mãe à navalhada e assassinado o Conde de Torremejía. Pascual apenas se diz verdadeiramente culpado de dois destes crimes – porque o que o enfurece verdadeiramente, diz, são as vicissitudes da vida e os infortúnios absurdos.

    Procura alguém a quem culpar, alguém em quem se possa vingar das injustiças do destino. Atormentado pelas mulheres que o rodeiam, Pascual não só demonstra intolerância quando a má sorte se revela de uma crueza extrema – ao tirar-lhe os dois filhos, a primeira mulher e o irmão -, como vê nos seus crimes uma forma de repor a ordem na vida.

    📝 Assinatura de posse.

  • Malthus e os Dois Marx de Alfred Sauvy

    Malthus e os Dois Marx

    Alfred Sauvy

    5,00 

    Malthus e os Dois Marx: o problema da fome e da guerra no mundo de Alfred Sauvy.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 319 págs. B.

    Em Malthus e os dois Marx, o economista e sociólogo francês Alfred Sauvy analisa as teorias populacionais de Thomas Malthus e as interpretações de Karl Marx e Friedrich Engels sobre o crescimento demográfico e suas implicações sociais e econômicas. Sauvy, reconhecido por cunhar a expressão “Terceiro Mundo”, propõe uma reflexão crítica sobre como diferentes abordagens teóricas influenciam a compreensão dos problemas globais, como a fome e a guerra, no contexto do século XX. A obra oferece uma análise comparativa que enriquece o debate sobre os desafios demográficos e suas consequências políticas e econômicas.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fim da Aventura de Graham Greene

    Fim da Aventura

    Graham Greene

    5,00 

    Fim da Aventura de Graham Greene.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1958, 288 págs. B.

    A ligação amorosa do romancista Maurice Bendrix com Sarah começara em Londres, durante o Blitz.
    Um dia, inexplicavelmente e sem aviso, Sarah interrompeu a relação.
    Parecia impossível que houvesse um rival no coração de Sarah. Mesmo assim, dois anos depois, levado por um ciúme e uma dor obsessivos, Bendrix contrata Parkis, um detective privado, para seguir Sarah e descobrir a verdade.

    Este misterioso relato de uma aventura de amor e do seu místico fim, narrado por Greene de forma magistral, foi levado ao cinema por Neil Jordan, com Ralph Fiennes, Julianne Moore e Stephen Rea nos principais papéis.

    📝 Assinatura de posse.

  • Jogador e Outras Obras de Dostoievski

    Jogador e Outras Obras

    Dostoievski

    8,00 

    Jogador e Outras Obras de Dostoievski.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 443 págs. B.
    Obras Literárias Completas de Dostoievki | 7

    Pessoas assim, não existem”, decretou a crítica russa contemporânea, após a publicação de No Meu Subterrâneo. Hoje, cem anos volvidos, sabemos (mas tê-lo–íamos ignorado alguma vez?) que no mais fundo de todos nós há matéria para um monólogo igualmente pungente e assustador. Por baixo da evidência cristalina do dois–e-dois-são-quatros, agita-se o homem interdito, escondido, o homem clandestino e resistente que pensa e concebe fora dos limites do número e da matéria. A voz do irracional, em suma.

    Incluí também:
    No Meu Subterrâneo
    O Crocodilo
    O Eterno Marido

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Balada do Café Tristes

    Balada do Café Tristes

    Carson McCullers

    6,00 

    Balada do Café Tristes de Carson McCullers.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 220 págs. B.
    Colecção Latitute | 40

    A Balada do Café Triste narra o encontro, num pequeno povoado norte-americano, de Miss Amélia, um corcunda que se afirma vagamente seu primo e um condenado, Marvin Macy, que regressa da prisão para se vingar de um repúdio antigo. A particular sensibilidade de Carson McCullers transforma este encontro de paixões numa história bela, estranha e nostálgica que termina com um combate entre Miss Amelia e Macy no café que depois disso permanecerá para sempre triste.
    Escrito em 1951, dezasseis anos antes da sua morte, este livro de Carson McCullers foi considerado por Tennessee Williams uma das obras-primas em prosa da língua inglesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grande Aventura, A

    Grande Aventura, A

    Sinclair Lewis

    5,00 

    Grande Aventura de Sinclair Lewis.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 291 págs. B.

    Estas poucas linhas do romance bastam para dizer o pouco de aventureiro que havia no carácter de Prescott, e até que ponto seria banal o seu projecto de férias no Canadá, um Canada à medida dos seus sonhos burgueses. Contudo, essas férias, que ele tinha previsto calmas e repousantes, irão modificar definitivamente a sua até ai tranquila existência. Para além das paisagens grandiosas e das pescas bonançosas, muitas surpresas, e nem todas agradáveis, lhe estão reservadas. De um momento para outro, o advogado Prescott acha-se dividido entre a amizade e o amor. A Aventura, aquela que pode, ainda hoje, escrever-se com maiúscula, lança-o em peripécias dramáticas, situações em que a sua própria vida chega a estar por um fio. E Eva, no meio daquela solidão selvagem e paradisíaca, vai revelá-lo a si mesmo.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Anão de Par Lagerkvist

    Anão, O

    Par Lagerkvist

    6,00 

    O Anão de Par Lagerkvist.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1958, 194 págs. B.

    Diário de um monstro e crónica de intrigas de uma sumptuosa corte italiana na Renascença, O Anão (1944) é um retrato exemplar da perversidade humana e uma exímia dissecação do mal. Piccolino é um anão na corte de um poderoso príncipe, que espia, despreza e tortura os que o cercam. Mas, abandonado pela mãe à nascença e rejeitado pelo mundo devido à sua fealdade assustadora, o seu ódio ao ser humano é o reflexo desesperado da sua solidão. É por este emissário acometido por delírios de grandeza que assistimos a conspirações, a traições, à peste que assola a corte e a assassínios. É por ele, também, que vemos o que o protagonista se recusa a ver: a sua deformidade moral, e não a física, é a origem do mal que o rodeia, e a sua maldade faz dele uma criatura mesquinha e miserável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bola de Sebo de Guy de Maupassant

    Bola de Sebo

    Guy de Maupassant

    6,00 

    Bola de Sebo de Guy de Maupassant
    Estúdios Cor. Lisboa, 1963, 428 págs. B.

    Uma diligência atravessa a Normandia ocupada pelas vitoriosas tropas prussianas, no século XIX. Na carruagem segue uma jovem, Élisabeth Rousset, conhecida por Bola de Sebo, e mais nove pessoas: um casal de comerciantes, dois casais da burguesia e da nobreza, duas freiras, uma democrata. Da jovem, sabe-se que é de vida fácil e virtude pouco recomendável. Olham-na com desconfiança, indignação e curiosidade.

    Na carruagem em fuga, aconchegam-se ou torpedeiam-se dez personagens inesquecíveis, e sobretudo a inesquecível personagem feminina, centro inocente e torpe desta novela.

    Bola de Sebo é, por ínvios caminhos – pela carne e espírito de uma mulher, a galante Élisabeth – uma apologia da dignidade humana e a expressão do revoltado sentimento de Maupassant perante a injustiça, a torpe ingratidão e o avassalador egoísmo da boa sociedade.

    Com pinceladas rápidas e crítica mordaz, Maupassant faz-nos um retrato de uma humanidade que tanto pode ser amável e generosa, como cínica e cruel.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    𓂃🖊 Prefácio de José Saramago.