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  • Motim em Julho de Erskine Caldwell

    Motim em Julho

    Erskine Caldwell

    6,00 

    Motim em Julho de Erskine Caldwell.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1963, 246 págs. B.

    Neste romance profundamente comovente, um dos mais notáveis escritores americanos explora as paixões que dominam uma pequena cidade do Sul, quando uma jovem rapariga branca acusa um rapaz negro, inocente, de a ter violado.

    Eis aqui uma obra poderosa e dramática que já vendeu milhões de exemplares nos Estados Unidos. Aqui temos Erskine Caldwell no seu melhor, ao revelar as emoções profundas do homem comum, que vêm ao de cima nos momentos de crise.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Piolho Viajante Divididas As Viagens em Mil e uma Carapuças de António Manuel Policarpo da Silva

    Piolho Viajante Divididas As Viagens em Mil e uma Carapuças

    António Manuel Policarpo da Silva

    25,00 

    Obra satírica, importante para o conhecimento da sociedade portuguesa dos primeiros anos do século XIX,
    ilustrada nas páginas do texto e em folhas à parte representando costumes da época.
    Encadernação do editor em percalina com gravações na lombada e pastas.

  • Recordações da Casa dos Mortos de Dostoievski

    Recordações da Casa dos Mortos

    Dostoievski

    8,00 

    Em Recordações da Casa dos Mortos, Dostoievski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria.
    Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos. Dostoievski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.

    A vida na prisão é particularmente dura para Aleksandr Petróvitch, mais educado e sensível do que a maioria dos outros detidos. Dostoievski conclui que a existência de prisões como aquela, com as suas práticas administrativas e os cruéis castigos corporais, é um facto trágico tanto para os prisioneiros como para a Rússia. É como se previsse também o gulag dos tempos de Estaline, que viria a ser narrado, entre outros escritores, por Varlam Chalamov nos Contos de Kolimá

  • Isabel I de Inglaterra

    Isabel I de Inglaterra

    Jaccques Chastenet

    7,50 

    Isabel I de Inglaterra de Jaccques Chastenet.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 309 págs. Mole.
    Tradução de José Saramago

    “Isabel I afigura-se-nos apaixonante, quer como mulher, quer como soberana. A sua fisionomia é uma das mais complexas que se possam imaginar. A sua virgindade era real, ou simulada? Voluntária, ou forçada? As suas perpétuas hesitações denunciavam um traço essencial do seu carácter, ou não seriam, antes, disfarces destinados a mascarar o curso progressivo de desígnios pensados? As violências, as predilecções súbitas, as bruscas reviravoltas, a imprevisibilidade dos actos, as pretensões à beleza, o gosto desordenado pelos atavios, não eram mais que fraquezas femininas, ou constituíam, nas suas mãos, armas cuidadosamente brunidas de que se servia com uma destreza estudada? De que recalcamentos sofria ela exactamente? Era avara, ou apenas económica? Vingativa, ou apenas previdente? Circunspecta, ou apenas pusilânime? Apaixonada, ou apenas histérica? Outras tantas perguntas a que não se pode responder senão aproximativamente e cuja solução, quando julgamos tocá-la, se esquiva à brusca luz duma nova contradição.” in Prefácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Sorri a Morte com Meia Cara, Um

    Homem Sorri a Morte com Meia Cara, Um

    José Rodrigues Miguéis

    20,00 

    Um Homem Sorri a Morte com Meia Cara de José Rodrigues Miguéis.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 154 págs. B.

    Foi para os aterrados da doença, os obcecados do fim, que eu escrevi estas páginas: para os que queiram saber como se reage num leito de hospital, quando a morte ronda.

    E para aqueles médicos a quem interesse saber como os vêem os seus doentes.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Páscoa Feliz de José Rodrigues Miguéis

    Páscoa Feliz

    José Rodrigues Miguéis

    7,00 

    Editada em 1932, esta é a obra de estreia de José Rodrigues Miguéis e, talvez, uma das suas criações mais pesadas, onde a alienação e a loucura do indivíduo ganham uma expressão que não se encontra noutros trabalhos do autor. Vítima de opressão social, humilhado e derrotado pela vida, o protagonista da história decide dedicar-se ao crime, roubando compulsivamente o patrão. Desligado do mundo e até da sua família, talvez porque ele próprio também cresceu órfão, acaba por cometer um assassinato quando os seus crimes são descobertos. A novela inicia-se já com o seu julgamento e revela toda a sua paranóia e esquizofrenia.

  • ONDE A NOITE SE ACABA DE JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS

    Onde a Noite se Acaba

    José Rodrigues Miguéis

    15,00 

    ONDE A NOITE SE ACABA DE JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959. 279 págs. B.

    Colectânea de contos e novelas de José Rodrigues Miguéis, escritor de Lisboa expatriado nos Estados Unidos desde 1935, reunindo personagens de origens diversas, europeias, americanas e asiáticas, que se cruzam nos momentos em que forças opostas decidem o destino dos indivíduos, das famílias e dos povos. O conjunto retoma uma tradição da prosa portuguesa de representação da vida em vários pontos do mundo, desenvolvida numa escrita de grande densidade lírica e mordacidade social.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição Portuguesa (2ª edição revista; 1ª edição: Rio de Janeiro, 1946)
    📝 Assinatura de posse.
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  • Léah

    Léah

    José Rodrigues Miguéis

    7,00 

    Léah de José Rodrigues Miguéis.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 351 págs. B.

    Léah e Outras Histórias (1958), provavelmente o mais querido e conhecido livro de José Rodrigues Miguéis, dá-nos a síntese perfeita da vida e da obra deste autor. Dez retratos ambulantes, por entre a Beira Interior, Lisboa e a sua província, Nova Iorque, Bruxelas, ou algures num misterioso país europeu tomado pela autoritarite no ar dos tempos. Dez viagens de partida e chegada às memórias de um amor perdido ou preterido pelo dinheiro, às guerras de faca e alguidar camilianas, ao estudo sociológico das gentes da capital, das passeatas da burguesia regadas a vinho e petiscos, das aventuras de espiões ou das grandes recordações no exílio, aterrando por fim nesse nervo do passado como relíquia que é a Av. Almirante Reis: «Quem quiser saber a história toda deste sítio não tem senão que vir bater à minha porta.» Entremos, pois, neste universo de pura imaginação.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Máquina do Tempo de H. G. Wells

    Máquina do Tempo

    H. G. Wells

    4,00 

    A Máquina do Tempo (1895) é uma das primeiras fantasias científicas de H. G. Wells e um clássico do género, a par de A Ilha do Dr. Moreau (1896), O Homem Invisível (1897) e A Guerra dos Mundos (1898). Neste relato, um viajante no tempo, depois de mergulhar mais de oitocentos mil anos no futuro, vislumbra uma trágica sociedade dividida em duas facções: os ociosos e pacíficos Eloi, à imagem das classes altas da época vitoriana, e os bárbaros e predadores Morlocks, confinados aos subterrâneos do planeta. Paralelamente, A Máquina do Tempo encerra uma filosofia da evolução humana e uma crítica à sociedade do tempo de H. G. Wells, com inevitáveis ecos no presente, alertando para as consequências do fosso crescente entre classes e para a exploração e miséria humana. Escrito na viragem do século, numa era vitoriana de progresso científico e industrial, este livro viria a conhecer um enorme êxito e perduraria como uma das principais fantasias da literatura e do cinema.

  • CleopatraCleopatra

    Cleopatra

    Auguste Bailly

    7,00 

    Cleopatra de Auguste Bailly.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1963, 195 págs. B.

    De todos os nomes que nos vêm aos lábios, o de Cleopatra é um dos mais prestigiosos. Não é preciso muita imaginação para que aquelas sílabas nos despertem um conjunto de sensações poderosas e confusas tanto mais poderosas quanto mais confusas: céus e perfumes do Oriente, galeras de velas púrpura deslizando sobre um mar cintilante, o esplendor de um corpo banhado em aromas, em carícias misteriosas e irresistíveis, em ternuras e perfidias. apelos e recusas, tentações e abandonos, um enorme material decorativo e psicológico que o romantismo tem exagerado e exaltado. Fosse qual fosse a verdadeira morte de Cleopatra, e supondo que poderiamos chegar a uma certeza a esse respeito, ser-nos-ia impossível renunciar ao seio nu, a essa imperceptivel picada de serpente, achado verdadeiramente genial que junta o prestigio da morte a uma imagem de voluptuosidade e evoca de modo insidioso a satisfação de um desejo supremo e bizarro. Rodeada por todos os símbolos da lenda, Cleopatra não poderia ter outra morte. e o historiador, neste caso, tem de inclinar-se ante o poeta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis

    Onde a Noite se Acaba

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis. Editoial Estúdios Cor. Lisboa, 1968, 240 págs. B.

    “José Rodrigues Miguéis reatou neste seu livro uma tradição interrompida nas letras portuguesas com a morte de Eça de Queirós: a representação da vida não só nos temas universais, mas em vários pontos do universo. Onde a Noite se Acaba é o lugar de encontro de homens vindos dos quatro pontos cardeais do mundo, mas falando a mesma linguagem (…)”.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Polidoro Banazola

    Polidoro Banazola

    Cruz Andrade

    7,00 

    Polidoro Banazola de Cruz Andrade.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1983, 244 págs. B.

    Romance de Cruz Andrade, magistrado, e seu pai Manuel Grilo da Cruz Andrade, capitão do Exército, publicado pelos Estúdios Cor. A narrativa partilha o universo criativo em torno de um «herói lusíada» depois dum longo sono de cinquenta e quatro anos.

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    Características do Exemplar
    📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
    Peso: 320g
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  • Panorama das Artes Plásticas Contemporâneas de Jean CassouPanorama

    Panorama das Artes Plásticas Contemporâneas

    Jean Cassou

    25,00 

    PANORAMA DAS ARTES PLÁSTICAS CONTEMPORÂNEAS DE JEAN CASSOU
    Estúdios Cor. Lisboa, 1962. 602 págs. E. Il
    🔤 Tradução: José Saramago

    Obra clássica na sua especialidade, constituindo um dos mais importantes estudos sobre as correntes estéticas europeias, com numerosas reproduções de obras dos mais consagrados artistas plásticos da primeira metade do século XX português.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 1430g
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