Excerptos da «Nova Floresta» de Manuel Bernardes
Editora Educação Nacional. Porto, 1942, 308 págs. B. 𓂃🖊 Ensaio bibliográfico, histórico-crítico por Mário Gonçalves Viana
Obra marcante da literatura barroca, Nova Floresta reúne uma vasta colecção de apólogos, máximas e reflexões de carácter moral, espiritual e edificante. Através de histórias exemplares, o autor apresenta situações e episódios destinados a transmitir ensinamentos sobre a conduta humana. Cada narrativa é acompanhada de comentários e reflexões que aprofundam o seu significado, extraindo lições morais e doutrinárias. Combinando erudição religiosa e conhecimentos profanos, a obra procura instruir e orientar o leitor, conciliando o prazer da leitura com a transmissão de valores e ensinamentos.
Na Pista do Marfim e da Morte de Ferreira da Costa. Editora Educação Nacional. Porto, 1944, 479 págs. E. 👨🏻🎨 Ilustrações de Manuel Ribeiro de Pavia
Ferreira da Costa ocupa uma posição intermediária entre Julião Quintinha e Castro Soromenho na literatura colonial portuguesa, demonstrando respeito por ambos. Enquanto Quintinha representa o pensamento colonialista dos anos 1930 e Soromenho questiona o colonialismo, Ferreira da Costa parece se encaixar entre esses extremos. Nas suas narrativas, retrata a chegada à África com inquietação diante da paisagem desconhecida e destaca a alegria dos trabalhadores locais prestes a voltar para casa, além das impressões sensoriais do ambiente portuário.
📕 2ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Paraiso Moscovita (Deux Russies) de Paul Marion. Companhia Editora Nacional. S.L., 1931, 272 págs. E.
Indice Geral
Os primeiros meses na U.R.S.S.
Duas Rússias
Os Operários
A População de Moscou
A casta dominante na U.R.S.S.
Trotsky e os trotskystas
Não se pode bombardear o céu, mas..
Livro das Maravilhas de Maria Pinto Figueirinhas.
Livraria Editora Educação Nacional. Porto, s.d., 117 págs. E. Il.
Antologia de contos infanto-juvenis da autoria de Maria Pinto Figueirinhas. Ilustrado no texto com desenhos e em extratexto com estampas a cores sobre papel couché.
Cascata de Brilhantes de Maria Pinto Figueirinhas. Livraria Editora Educação Nacional. Porto, s.d., 110 págs. E.
A irmă de Marta veio viver com a nova princesa, E naquele palácio maravilhoso, Marta, sempre amada do príncipe, gozou a felicidade conquistada pela sua coragem. [Excerto)
O Homem Esse Desconhecido de Alexis Carrell. Editora Educação Nacional. Porto, 1937, 374 págs. E.
Alexis Carrel, pensador e escritor norte-americano, filósofo e cientista, é conhecido universalmente. Esta obra foi traduzida em mais de 19 línguas e já vendeu milhões de exemplares.
Apesar do avanço tecnológico e civilizacional, o homem encerra ainda segredos e mistérios que, não compreendidos e não revelados, podem acarretar, no seu confronto com o progresso, as sementes conducentes à sua desumanização.
Assim, o progresso não se pode fazer às custas da compreensão do homem. Há que entendê-lo na sua globalidade e diversidade, na sua relação com todos os campos do saber.
O melhor estudo do Homem na Era da Globalização, a sua própria antítese
O segundo romance do ciclo A Velha Casa, As Raízes do Futuro (1947), medeia entre o retorno de Lelito (Manuel Trigueiros, o segundo de quatro filhos do casal Maria Teresa e Martinho Trigueiros) e a morte de madrinha Libânia, a matriarca da família e a proprietária efectiva da casa. Se Uma Gota de Sangue não dava qualquer pista que permitisse compreender a época em que decorria a acção romanesca, o segundo informa que se estava em 1920. Esta indicação não é despicienda para a compreensão da trama narrativa. Está-se no início dos chamados loucos anos 20. Não é que numa aldeia rural, Azurara, do concelho de Vila do Conde haja referência existencial ao modo de vida que a expressão consagra, mas de uma maneira ou de outra o Zeitgeist haveria de encontrar maneira de ali se reflectir, ainda que de forma imperceptível para os próprios habitantes.
Pescadores de Homens de Maxence Van Der Meersch. Editora Educação Nacional. Porto, s.d., 306 págs. E.
Uma surpreendente aventura desenrola-se, há mais de trinta anos, entre os jovens católicos operários, uma aventura onde se exaltam as paixões mais nobres: tornaram-se “pescadores de homens”. É esta aventura, a das suas esperanças, a dos seus combates, que evoca o impressionante romance de Maxence van der Meersch.
Homem Perante a Vida de Alexis Carrel. Editoria Educação Nacional. Porto, s.d., 297 págs. E.
A contribuição de Alexis Carrel (1873-1944) para o desenvolvimento da medicina e da cirurgia foi determinante. Embora francês, desenvolveu a maior parte da sua atividade de investigação nos Estados Unidos. Em 1906, integrou o Rockefeller Institute for Medical Research, de Nova Iorque, onde aperfeiçoou a técnica de anastomose e continuou a trabalhar em transplantes, enxertos de pele, conservação de tecidos, etc.. Foi nesta instituição que desenvolveu a maior parte dos trabalhos que o levaram, em 1912, a receber, bem cedo, o prémio Nobel da Medicina
Homem Esse Desconhecido de Alexis Carrel. Editora Educação Nacional. Porto, 1940, 370 págs. B.
Alexis Carrel, pensador e escritor norte-americano, filósofo e cientista, é conhecido universalmente. Esta obra foi traduzida em mais de 19 línguas e já vendeu milhões de exemplares.
Apesar do avanço tecnológico e civilizacional, o homem encerra ainda segredos e mistérios que, não compreendidos e não revelados, podem acarretar, no seu confronto com o progresso, as sementes conducentes à sua desumanização.
Assim, o progresso não se pode fazer às custas da compreensão do homem. Há que entendê-lo na sua globalidade e diversidade, na sua relação com todos os campos do saber.
O melhor estudo do Homem na Era da Globalização, a sua própria antítese.
Almeida Garrett de Mário Gonçalves Viana. Educação Nacional. Porto, 1937, 142 págs. B.
Garrett revelou, literàriamente, Portugal aos portugueses. Foi tam grande -com todos os seus de feitos humanos- que dêle pôde dizer, com inteira justiça, o circunspecto Ramalho Ortigão: Garrett, pela glória do seu nome, pertence à humanidade.
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