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João Barrento
7,50 €
Uma Seta no Coração do Dia de João Barrento
Edições Cotovia. Lisboa, 1998, 177 págs. B.
A crónica é uma forma de escrita que, ou surge por algum impe-rativo de ordem subjectiva e sem motivação próxima aparente, ou então, o que vai mais com a natureza desta forma, nasce da força apelativa de acontecimentos que pedem que deles se fale.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Ludwig Wittgenstein
7,00 €
Aulas e Conversas de Ludwig Wittgenstein.
Edições Cotovia. Lisboa, 1993, 123 págs. B.
Tomemos a pergunta: ” Como deve ler-se a poesia? Qual é a maneira correcta de a ler?” Se nos estamos a referir a versos brancos, o modo correcto de leitura pode ser o acentuá-los correctamente – discutimos até que ponto devemos acentuar o ritmo e até que ponto o devemos camuflar. Uma pessoa diz que devia ser lido deste modo e lê-nos. Dizemos: ” Ah, claro. Agora faz sentido.” Há casos de poesia que deve ser quase escandida – quando o metro é absolutamente claro – e outros casos em que o metro se encontra completamente num plano secundário. Tive uma experiência com Klopstock, poeta do séc. XVII. Descobri que a maneira de o ler era acentuar o seu metro anormalmente. Klopstock punha – (etc.) no princípio dos seus poemas. Ao ler os seus poemas deste novo modo, disse: “Ah, agora sei porque é que ele fez isto.” Que tinha acontecido? Tinha lido já esta espécie de coisas e tinha- me aborrecido sofrivelmente, mas quando li daquele modo especial, intensamente, sorri e disse: ” Isto é grandioso”, etc. Mas poderia não ter dito nada. O importante é que eu voltei a ler e a reler. Ao ler estes poemas fiz gestos e expressões faciais que seriam aquilo a que se chama gestos de aprovação. Mas o importante é que li os poemas de um modo inteiramente diferente, mais intensamente, e disse a outros: ” Vejam! Assim é que devem ser lidos.” Os adjectivos estéticos não tiveram quase nenhum papel.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Nuno Artur Silva
10,00 €
As Incríveis Aventuras do Rapaz de Papel de Nuno Artur Silva.
Edições Cotovia. Lisboa, 1999, 266 págs. B. Il.
👨🏻🎨 Ilustrações de João Fazenda
Mais do que tudo, o que me cativa na banda desenhada, e na História da Banda Desenhada, é o contraste entre a fragilidade do papel, com os seus heróis de papel, e a força das imagens, o poder da imaginação. Metáfora da vida: somos personagens de papel, com as nossas luas, sonhos, corações de papel.
E é disso que esta história do Rapaz de Papel fala: da fragilidade e da força, do medo e do risco, do quotidiano e da aventura. In Introdução
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Ricardo Neves-Neves
7,00 €
Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo e outras peças de Ricardo Neves-Neves.
Cotovia. Lisboa, 2014, 137 págs. B.
Ricardo Neves-Neves (1985), licenciado em Teatro-Actores e especialista em Estudos de Teatro, é fundador e director artístico do Teatro do Eléctrico, onde escreve e encena. Trabalhou textos de autores clássicos e contemporâneos, teve peças encenadas por diversos nomes e integrou co-produções internacionais. Publicado por várias editoras, está traduzido em múltiplas línguas e leccionou em várias escolas de teatro, colaborando com numerosas companhias e instituições.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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José Eduardo Agualusa
6,00 €
Estranho em Goa de José Eduardo Agualusa.
Edições Cotovia. Lisboa, 2000, 171 págs. B.
Um escritor parte para Goa à procura de uma lenda – o Comandante Maciel, de seu verdadeiro nome Plácido Afonso Domingo, antigo comandante de guerrilhas, em Angola, ou, segundo outras versões, um agente infiltrado da polícia política portuguesa. O que encontra é uma lenda maior, e muitíssimo mais fascinante. Um Estranho em Goa é um roteiro por um território antiquíssimo, onde a realidade e a magia se passeiam de mãos dadas.
“O Diabo nunca anda muito longe do Paraíso” – lembra um dos personagens. Neste maravilhoso romance – que é, também, uma biografia do Diabo -, ele pode estar em toda a parte. O que une, afinal, um traficante de relíquias religiosas, uma bela e misteriosa historiadora de arte, especializada na recuperação de livros antigos, ou um sedutor empresário neopagão? E quem é Plácido Domingo?
📕 3ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Ricardo Neves-Neves
5,00 €
Batalha de Não Sei Quê de Ricardo Neves-Neves.
Edições Cotovia. Lisboa, 2007, 175 págs. B.
Uma farsa? Sim, senhor, temos generais, presidentes, espanholas, espias, jovens e belos tenentes, armas, tráfico, submarinos e vídeo-conferências. Acham que dava uma opereta? Dava, pois. Mas é uma farsa. Melancólica.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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Pedro Paixão
7,00 €
Noiva Júdia de Pedro Paixão.
Livros Cotovia. Lisboa, 1992, 101 págs. B.
Vinte e seis pequenas histórias compõem o livro de estreia de Pedro Paixão que depressa conquistou os leitores.
Atravessamos o Tejo. Vamos sobre a água de brilhos metálicos em direcção a um clarão alaranjado que está do outro lado. Vamos à popa, contra o vento, mas não faz frio. Vamos agarrados. Ela dá-me um beijo na cara e sussurra-me: «O meu pai beijava-me assim». O amor é uma coisa no passado, muito longe. Temos pouco tempo mas não temos pressa, não temos que chegar a nenhum lado.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Rita Marnoto
15,00 €
Comentarios a Camões Vol.1 e 2: Sonetos. Rita Marnoto [Coord.].
Cotovia. Lisboa, 2012, 254 págs. B.
A Cotovia e o Centro Interuniversitários de Estudos Camonianos lançam os primeiros dois volumes com comentários aos sonetos de Camões:
“Eu cantarei de amor tão docemente” Maurizio Perugi – “Tanto de mau estado me acho incerto” Rita Marnoto – “Amor é um fogo que arde sem se ver” Rita Marnoto – “Se as penas com que amor tão mal me trata” Roberto Gigliucci – “Transforma-se o amador na cousa amada” Barbara Spiaggiari. Coordenação de Rita Marnoto.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Pedro Paixão
7,00 €
Viver Todos os Dias Cansa de Pedro Paixão.
Edições Cotovia. Lisboa, 1996, 127 págs. B.
«Sei pouco sobre as mulheres e cada vez sei menos. Nem sei – ou quando sei já é tarde demais – se gostam de mim e, quando isso acontece, não chego a saber o que isso possa querer dizer. Há muitas maneiras de gostar, é verdade. Quando se gosta de um casaco é ele o que trazemos mais vezes. Com as mulheres é diferente. O que importa, acho eu, não é nem o que elas dizem nem o que elas fazem mas o que elas não dizem e pensam fazer. É preciso adivinhar e eu sou muito mau a adivinhar. Depois, quando as coisas acabam olhamos para trás, não ficamos mais elucidados. Sabemos contar aos amigos uma história que tem princípio, meio e fim mas que bem podia ter sido outra. Uma pessoa é um mistério, duas, com um abismo pelo meio, uma prodigiosa contradição.»
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Jacinto Lucas Pires
6,00 €
Arranha-Céus de Jacinto Lucas Pires.
Edições Cotovia. Lisboa, 1999, 120 págs. B.
A peça trata de Júlio César, um homem de meia-idade, perdido e à procura de uma nova vida, uma nova namorada e um novo emprego, e que tem um dom especial.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Victor Segalen
6,00 €
Estelas e Terra Amarela de Victor Segalen.
Cotovia. Lisboa, 1996, 154 págs. B.
«Se “A Cidade Proibida ” reflecte a sua vida em Pequim, “Estelas” testemunha a aventura interior de Segalen, muito mais profunda e vasta. As estelas, explica Segalen no admirável prefácio, “são monumentos que se resumem a uma superfície de pedra, erguida no alto, contendo uma inscrição […] É uma luz de conhecimento no fundo de cada um: o astro é íntimo e o instante perpétuo.»
Pedro Rosa Mendes, Público
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.