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  • Escrever Direito de Francisco Teixeira da Mota

    Escrever Direito

    Francisco Teixeira da Mota

    7,50 

    Escrever Direito de Francisco Teixeira da Mota.
    Contexto. Lisboa, 1992, 230 págs. E.

    Pesquisando num território sem fronteiras, geográficas ou temáticas, de Washington à Guarda, das escutas telefónicas ao assédio sexual, dos direitos das crianças à objecção de consciência e à pena de morte, da eutanásia à transexualidade, dos transplantes à violência doméstica, dos absurdos da burocracia à lentidão dos tribunais, Francisco Teixeira da Mota tem-se inspirado na actualidade das questões que são também notícia dos jornais para suscitar a reflexão do leitor. VICENTE JORGE SILVA

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vestido de LantejoulasVestido de Lantejoulas

    Vestido de Lantejoulas

    Rita Ferro

    7,50 

    Vestido de Lantejoulas de Rita Ferro.
    Contexto Editora. Lisboa, 1991, 231 págs. B.

    Romance de sátira a um determinado grupo social, frívolo e patético, que faz gala da ignorância e inverte as prioridades da vida. Maria da Fé é uma mulher do povo que trabalha a dias numa casa rica, e cuja alegria, em contraste com as neuroses da patroa, sobrevive a todas as adversidades.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Corregedora de Leopildo Alas

    Corregedora, A

    Leopildo Alas

    7,50 

    Corregedora de Leopildo Alas.
    Contexto Editora. Lisboa, 1988, 680 págs. B.

    A Corregedora é um romance realista de Leopoldo Alas “Clarín”, publicado pela primeira vez em 1884. O livro conta a história de Doña Ana Ozores, uma mulher casada que se apaixona por um homem mais jovem.

    📝 Assinatura de posse.

  • Anjo MudoAnjo Mudo

    Anjo Mudo

    Al Berto

    15,00 

    Anjo Mudo de Al Berto.
    Contexto Editora. Lisboa, 1993, 111 págs. Mole.

    O Anjo Mudo reúne quase todos os textos do autor publicados em revistas, catálogos de exposições de pintura e de fotografia, e ainda alguns inéditos – assim como uma boa parte dos textos que foram lidos em público e agora, pela primeira vez, se publicam.

    O arrumo dos textos não teve em conta nenhuma cronologia; e, nalguns casos, não surgem aqui no grupo a que inicialmente pertenciam.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Filhos da Mãe

    Filhos da Mãe

    Rita Ferro

    5,00 

    História hilariante de um família numerosa, disfuncional, que partilha um espaço exíguo e que, para além de um hóspede, ainda aceita a filha de um relação anterior do pai: uma cubana com 30 anos e quatro filhos pequenos, que erotiza os homens da casa e engravida a seguir.

  • Viagens com Garrett

    Viagens com Garrett

    Isabel Lucas

    15,00 

    DECIDIR FAZER AQUELA VIAGEM PELO RIBATEJO, Almeida Garrett não se baseou em nenhum guião. O objectivo a que nos propusemos agora é o de seguir um percurso com paragens ao ritmo do acaso, tentando refazer o roteiro original que o escritor nos deixou. Século e meio depois, como estão as paisagens e os lugares que…

  • António Nobre em Contexto

    António Nobre em Contexto

    Paula Morão

    7,50 

    António Nobre em Contexto de Paula Morão [Org.].
    Edições Colibri. Lisboa, 2001, 149 págs. B.

    António Nobre foi autor de um único livro publicado em vida – Só -, tendo, postumamente, vindo à luz dois outros livros – Despedidas e Primeiros Versos, além de várias recolhas da sua correspondência. Publicam-se neste volume as actas do colóquio realizado a 13 e 14 de Dezembro de 2000, assinalando o centenário da morte do Poeta (18 de Março).Foi propósito da organização contribuir para o estudo actualizado da obra de António Nobre, pondo-a em contexto à luz de novas perspectivas que a valorizam como merece.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Exílio de Augusto Santa-Rita

    Exílio

    Augusto Santa-Rita

    15,00 

    Exílio de Augusto Santa-Rita.
    Contexto Editora. Lisboa, 1982, 48 págs. B.

    Revista surgida em abril de 1916, entre Orpheu (1915) e Portugal Futurista (1917), fundada por Augusto Santa-Rita, Pedro Meneses (pseudónimo de Alfredo Guisado), António Ferro e Cortes-Rodrigues, e que compreende as rubricas de Literatura, Música e “Sciencia, Philologia e Critica”. No âmbito da história do primeiro modernismo, esta revista corresponde a um momento de retração e de tentativa de criação de um espaço eclético que acolheria tendências literárias e ideológicas diversas. É assim que vemos no primeiro e único número, ao lado de Augusto Santa-Rita e de Pedro Menezes, de Fernando Pessoa ou de Cortes-

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Athena - Revista de Arte de Fernando Pessoa

    Athena – Revista de Arte

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Athena – Revista de Arte de Fernando Pessoa [Dir.].
    Contexto Editora. Lisboa, 1982, 205 págs. B.

    Athena dirigida por Fernando Pessoa e Ruy Vaz, publicou colaboração em prosa e verso de Fernando Pessoa (original e traduzida) e seus heterónimos ‘Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro’, Henrique Rosa, Almada, António Botto, Mário de Sá-Carneiro, Raul Leal, Augusto Ferreira Gomes, Gil Vaz, Luis de Montalvor, Mário Saa, Cardoso Martha, Carlos Lobo de Oliveira, António de Séves, etc.

    Com numerosas estampas impressas nas páginas de texto e em separado, reproduzindo algumas delas trabalhos de Almada Negreiros, Mily Possoz, Lino António, etc.

    Edição facsimilada reproduzindo com os maiores cuidados a primeira, incluindo as capas da brochura. Desta edição faz parte um trabalho inédito de Teresa Sousa de Almeida intitulado ATHENA OU A ENCENAÇÃO NECESSÁRIA.

    📝 Assinatura de posse.
    Fac-simile

  • Fora de HorasFora de Horas

    Fora de Horas

    Paulo Castilho

    6,00 

    Fora de Horas de Paulo Castilho.
    Contexto. Lisboa, 1990, 270 págs. B.

    «Aparentemente a estação de caminho-de-ferro do Union Pacific está ainda intacta, tal como descrita em Playback. Estação que eu tinha visitado em filmes sem conta. Mas faltava em tudo aquilo qualquer coisa de essencial. Demasiada luz. Uma inundação de claridade. Era isso. Faltava a noite. Faltavam as sombras. Faltava a chuvada negra do Bip Sleep. Faltava a face obscura com que os homens contagiam as cidades que povoam. Faltava a lucidez gelada da escuridão. Faltava também o Humphrey Bogart. Faltava a Lauren Bacall. Eventualmente faltaremos todos. Permanecendo, porém, como deuses imortais, os sítios para continuarem a prestar o seu indiferente testemunho de silêncio.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.