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  • Guerra SecretaGuerra Secreta de Jacques Houbart

    Guerra Secreta

    Jacques Houbart

    7,00 

    Guerra Secreta de Jacques Houbart.
    Livraria Civilização. Porto, 1971, 401 págs. B.

    As obras desta colecção versam os mais variados temas: história ou ciência pura, jurisprudência ou arte, criminologia ou viagens, espionagem ou ciências aplicadas. Todas, porém, contêm um substrato comum: em traduções cuidadas, honestas e integrais de livros dignos de crédito – tal a idoneidade dos seus autores constituirão um válido conjunto de divulgação que colocará o mundo na mão dos nossos leitores

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  • Atlas do Corpo Humano

    Atlas do Corpo Humano

    Christopher Gillinwater

    6,00 

    Atlas do Corpo Humano de Christopher Gillinwater.
    Giuliano Fornari. Civilização Editora. Porto, 1993, 63 págs. E

    Um novo e emocionante guia visual do corpo humano, que nos mostra em detalhe o seu interior.

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  • Demeurs Portugaise de Anne de Stoop.Weber

    Demeurs Portugaise

    Anne de Stoop

    20,00 

    Demeurs Portugaise de Anne de Stoop.
    Weber – Civilização. Porto, 1986, 418 págs. Dura.

    Edição em língua francesa do muito estimado e monumental trabalhado «Quintas e Palácios nos Arredores de Lisboa», obra várias vezes reeditada, que conheceu pelo menos quatro edições em francês e duas em inglês.

    “Se os palácios de Lisboa são bem conhecidos, na sua maioria, as casas de campo lisboetas não foram, até ao presente, objeto de estudo a não ser de uma forma fragmentária. Este foi o motivo por que nos pareceu interessante agrupar neste ensaio as residências mais importantes.

    (…). Tratam-se de construções que se inscrevem no período que vai do século XVI ao século XVIII, havendo apenas alguns edifícios dos mais característicos do século XIX. Cada Casa é apresentada com a sua história, a sua arquitectura e os seus jardins. Ainda que a lista esteja longe de ser exaustiva, mais de 130 Casas foram alvo de aturado estudo” Do «Prefácio»

    Edição de esmerado apuro gráfico, como todas as que outrora saiam dos prelos das prestigiadas oficinas da Companhia Editora do Minho, impressa em papel «couché», ilustrada no texto e em extra-texto com centenas de belíssimas e artísticas fotografias de Maurício de Abreu, muitas das quais apresentadas em folhas desdobráveis.

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  • Eu Amélia Última Rainha de Portugal

    Eu Amélia Última Rainha de Portugal

    Stéphane Bem

    7,50 

    Eu Amélia Última Rainha de Portugal de Stéphane Bem.
    Civilização Editora. Porto, 1999, 230 págs. B.

    Nascida em Inglaterra, em 1865, Maria Amélia de Orleães, princesa de França, desposa em 1886 o herdeiro do trono português, D. Carlos de Bragança. Aos quarenta e três anos é abalada pelo duplo assassínio do marido e do filho mais velho. Incapaz de evitar a revolução de 1910, é obrigada a exilar-se em Inglaterra e, mais tarde, em Versalhes, onde conhecerá a morte em 1951, aos oitenta e seis anos. Do exílio da sua família ao fracasso do seu próprio casamento, da morte do marido e dos dois filhos aos caminhos da errância, da revolução e da guerra, esta mulher terá conhecido todas as vicissitudes de uma existência romanesca.

    A partir da correspondência e do diário da rainha D. Amélia, documentos inéditos pertencentes aos arquivos da Casa de França, Stéphane Bern imaginou as suas memórias, reflexo fiel de uma figura desconhecida da História contemporânea. Assina, desta forma, o seu primeiro romance no cruzamento de duas paixões, Portugal e a história das monarquias europeias, e partilha a excecional lição de vida da rainha D. Amélia.

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  • Questão de Fé de Jodi Picoult

    Questão de Fé, Uma

    Jodi Picoult

    7,50 

    Questão de Fé de Jodi Picoult.
    Civilização Editora. Porto, 2008, 455 págs. B.

    Em Uma Questão de Fé, Jodi Picoult lança-se uma vez mais numa temática polémica sobre fé, traição, milagres e mistério… mas o fio condutor da narrativa é sempre a força do amor maternal.

    Pela segunda vez no seu casamento, Mariah White apanha o marido com outra mulher, e Faith, a filha de ambos, assiste a cada doloroso momento. Após o inevitável divórcio, Mariah luta contra a depressão e Faith começa a conversar com um amigo imaginário. A princípio, Mariah desvaloriza o comportamento da filha, atribuindo-o à imaginação infantil. Mas quando Faith começa a recitar passagens da Bíblia, a apresentar estigmas e a fazer milagres, Mariah interroga-se se sua filha não estará a falar com Deus. Quase sem se aperceberem, mãe e filha vêem-se no centro de polémicas, perseguidas por crentes e não-crentes e apanhadas num circo mediático que ameaça a pouca estabilidade que lhes resta.

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    Pela segunda vez no seu casamento, Mariah White apanha o marido com outra mulher, e Faith, a filha de ambos, assiste a cada doloroso momento. Após o inevitável divórcio, Mariah luta contra a depressão e Faith começa a conversar com um amigo imaginário. A princípio, Mariah desvaloriza o comportamento da filha, atribuindo-o à imaginação infantil. Mas quando Faith começa a recitar passagens da Bíblia, a apresentar estigmas e a fazer milagres, Mariah interroga-se se sua filha não estará a falar com Deus. Quase sem se aperceberem, mãe e filha vêem-se no centro de polémicas, perseguidas por crentes e não-crentes e apanhadas num circo mediático que ameaça a pouca estabilidade que lhes resta.

  • Português que nos Pariu

    Português que nos Pariu

    Angela Dutra de Menezes

    6,00 

    Português que nos Pariu de Angela Dutra de Menezes.
    Editorial Civilização. Porto, 2007, 189 págs. B.

    Ângela Dutra de Menezes, uma conceituada escritora brasileira, propõe em O Português Que Nos Pariu uma nova maneira de encarar a História. Com uma linguagem bem-humorada e sem a rigidez dos livros didácticos, a autora narra os factos que marcaram o descobrimento do Brasil. Com um estilo único, Ângela Dutra de Menezes é aclamada pelos leitores por gostar de velejar contra o vento. Enquanto todos refazem o trajecto das naus de Pedro Álvares Cabral, da Torre de Belém ao monte Pascoal, a autora faz justamente o contrário. A perspectiva da História que nos apresenta é um “olhar índio”. É como se, sem qualquer cerimónia, um audaz grupo de índios pegasse numa piroga e desembarcasse nas margens do Tejo para ver de onde, afinal de contas, tinham surgido aqueles homens brancos e de hábitos estranhos que foram desinquietar as suas vidas.

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  • Família Golovlev

    Família Golovlev

    Saltykov-Chtchedrine

    7,00 

    Família Golovlev de Saltykov-Chtchedrine.
    Livraria Civilização Editora. Porto, s.d., 412 págs. E.

    Intensamente quente no verão e fria no inverno, a herdade da família Golovliov é o final do caminho. É lá que Arina Petrovna comanda os em- pregados e a família — até ceder o poder ao seu filho Porfírio. Um dos monstros mais memoráveis da literatura mundial, Porfírio é o perfeito hipócrita e maquinador que ataca sem remorsos aqueles que dele se aproximam. Mas no final até ele se revela incapaz de resistir a Golovliovo.

    «… o grande romance A Família Golovliov, o mais sombrio e implacável exemplo de comédia negra na literatura russa do século XIX.» [V. S. Pritchett]

    «A linhagem que começa com Dostoievski, passa por Shchedrin e chega a Hamsun é visível. Assim considerado, A Família Golovliov, um livro estranho e áspero, cujas personagens a um tempo sofrem a doença do nada e aspiram a ela, um livro que é por vezes uma ampla sátira, outras um livro de terror gótico, e outras ainda um anti‑romance, torna‑se cada vez mais moderno com a passagem do tempo.» [James Wood]

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  • Malta das Trincheiras

    Malta das Trincheiras

    André Brun

    7,00 

    Acompanhe a vivência e as histórias de André Brun, um português nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. A Malta das Trincheiras é uma humaníssima abordagem do comportamento humano, feita com raro humor, sensibilidade e respeito pela dor e pela dignidade do ser humano. Poucas narrativas de guerra, nos países que viveram o trágico conflito, têm estas características. Isso deve-se ao facto de André Brun, português de origem francesa e obrigado a combater em território francês, ser um talentoso cronista do quotidiano pequeno-burguês.

  • Aeroporto

    Aeroporto

    Arthur Hailey

    10,00 

    Aeroporto de Arthur Hailey.
    Livraria Civilização Editora. Porto, 1969, 651 págs. E.

    Decorrida em um espaço de sete horas, a história do romance desenrola-se no agitado Aeroporto Internacional Lincoln, em Chicago, vítima de uma tempestade que estende-se também, por boa parte do centro-oeste dos Estados Unidos. O administrador-geral do aeroporto, Mel Bakersfeld — o protagonista —, enfrenta junto à sua equipe uma série de adversidades — a maioria gerada devido à nevasca, como pistas obstruídas, voos atrasados etc. O personagem principal também lida, paralelamente aos problemas do aeroporto, com problemas pessoais — especialmente com sua mulher, a qual estava bastante distante, e com seu irmão Keith Bakersfeld, controlador de voo, vítima de forte depressão devido a um desastre aéreo que podia ter evitado — e com a atração sexual por sua colega Tânia Livingston. O clímax do romance ocorre quando um passageiro embarca em uma aeronave com uma bomba, com o ideal de explodi-lo — suicidando-se — entregando à sua família 300 000 dólares americanos, de seu seguro de vida. Após investigações em terra, a tripulação do Caravela de Ouro — o avião em que o suicida embarcara —, voo dois, toma decisões de emergência na tentativa de pousar a aeronave a bordo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pequeno Mundo Antigo de António Fogazzaro

    Pequeno Mundo Antigo

    António Fogazzaro

    6,00 

    Pequeno Mundo Antigo de António Fogazzaro.
    Civilização Editora. Porto, s.d., 468 págs. E.

    Na segunda metade do século XIX, enquanto os patriotas do Lombardo-Vêneto lutam contra o domínio austríaco, floresce no “pequeno mundo” do Valsolda, uma cidadezinha no Lago de Lugano, norte da Itália, o amor entre Franco e Luísa: ele, poético e sonhador, nobre e religioso, mais apegado ao “mundo antigo”, porém com ideias liberais; ela, firme e decidida, dotada de um forte e altivo sentimento de justiça, de origem burguesa e filha de um intelectual com tendências iluministas, mais inclinada para o “mundo moderno”. Por causa da oposição da avó de Franco, os dois se casam secretamente e, apesar do forte sentimento que os une, diante de um acontecimento trágico serão obrigados a tomar uma atitude que dividirá os dois mundos.

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  • Senhora dos Rios de Philippa GregorySenhora dos Rios

    Senhora dos Rios, A

    Philippa Gregory

    7,50 

    Jacquetta é casada com o Duque de Bedford, regente inglês da França, que lhe dá a conhecer um mundo misterioso de conhecimento e de alquimia. O único amigo de Jacquetta é o escudeiro do duque, Ricardo Woodville, que está a seu lado quando a morte do duque faz dela uma viúva jovem e rica. Os dois tornam-se amantes e casam em segredo, regressando à Inglaterra para servir na corte do jovem monarca Henrique VI, onde Jacquetta vem a ser uma amiga próxima e leal da sua nova rainha.
    Depressa os Woodville conquistam uma posição no núcleo da corte de Lencastre, apesar de Jacquetta pressentir a crescente ameaça vinda do povo da Inglaterra e o perigo de rivais pretendentes ao trono. Mas nem a coragem e a lealdade dos Woodville bastam para manter no trono a Casa de Lencastre. Jacquetta luta pelo seu rei, pela sua rainha e pela sua filha Isabel, para quem prevê um futuro extraordinário e surpreendente: uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de Iorque.

  • Lago dos Sonhos, O

    Lago dos Sonhos, O

    Kim Edwards

    7,00 

    Lago dos Sonhos de Kim Edwards.
    Civilização Editora. Porto, 2011, 447 págs. B.

    Depois de vários anos no estrangeiro, Lucy regressa a casa. Encontrando-se numa encruzilhada na sua vida, sente-se perseguida pela morte misteriosa do pai, que ocorreu há uma década. Certa noite, já tarde, enquanto deambula pela enorme casa familiar na margem de um lago, descobre, escondida no assento de uma janela, uma coleção de objetos que, à primeira vista, parecem simples curiosidades, mas que depressa irão revelar uma complexa história familiar.

    As saudades do passado, avivadas pelo reencontro com o seu primeiro grande amor, conduzem-na a situações inesperadas. Lucy descobre e explora os contornos do seu passado. A história da família como ela a conhecia é destruída – e, depois, dramaticamente reconfigurada, animando-a a viver com uma liberdade que ela nunca tinha experimentado antes.

    Com constantes surpresas e cheio de detalhes vibrantes, O Lago dos Sonhos é uma saga poderosa e envolvente, que seguramente vai cativar os milhões de leitores que adoraram Segredos de Família.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Deixa o Grande Mundo Girar

    Deixa o Grande Mundo Girar

    Colum McCann

    7,50 

    Numa madrugada do final do Verão, os habitantes de Manhattan observam incrédulos e em silêncio as Torres Gémeas. Estamos em Agosto de 1974 e um misterioso funâmbulo corre, dança e salta entre as torres, suspenso a quatrocentos metros do chão. Em baixo, nas ruas da cidade, vidas banais tornam-se extraordinárias através deste retrato impressionante e complexo de uma cidade e dos seus habitantes.

  • Três de Mestres: Balzac, Dickens, Dostoievski

    Três de Mestres: Balzac, Dickens, Dostoievski

    Stefan Zweig

    7,00 

    Neste livro, Stefan Zweig conduz-nos por uma viagem profunda e envolvente através das vidas e das obras de três dos maiores génios da literatura mundial: Honoré de Balzac, Charles Dickens e Fiódor Dostoiévski. Mais do que simples biografias, Zweig oferece retratos vívidos e sensíveis destes escritores, revelando não apenas os acontecimentos marcantes das suas existências, mas também os conflitos interiores, as obsessões criativas e os contextos históricos que moldaram as suas personalidades e produções literárias.

  • Caleidoscópio

    Caleidoscópio

    Stefan Zweig

    7,50 

    Caleidoscópio de Stefan Zweig.
    Livraria Civilização. Porto, s.d., 177 págs. Dura.

    Este livro oferece uma envolvente exploração da aventura amorosa do jovem Barão Otto von Sternfeldt numa pitoresca estância de montanha no virar do século XX, mergulhando o leitor no coração da Belle Époque. A obra analisa profundamente a dinâmica psicológica das personagens, em especial a de Edgar, um rapaz de 12 anos que, sem o saber, se torna peça-chave na sedução da sua bela e inquieta mãe por parte de Otto. O romance aborda também as complexas normas sociais e sexuais da época, revelando as regras não ditas que moldavam as relações, sobretudo aquelas marcadas por desequilíbrios de poder. Uma narrativa intensa e provocadora, que continua a tocar os leitores de hoje ao explorar os desafios intemporais do amor, do desejo e das pressões sociais.

    📝 Assinatura de posse.

  • Coração Destroçado, Um

    Coração Destroçado, Um

    Stefan Zweig

    7,50 

    O Destino não necessita, para destruir irremediavelmente um coração, dispender grandes impetos ou empregar forças brutais e bruscas; parece até que, pelo contrá- rio, a sua indomável vontade transforma- dora tem um especial prazer em fazer provir essa destruição de um motivo por vezes bem fútil. Na nossa ainda tão obscura linguagem humana, chamamos a este primeiro choque sem gravidade a causa ocasional e comparamos então, boquiabertos, a sua pouca importância aparente com as consequências, por vezes formidáveis, que dela derivam; mas, assim como uma doença não começa apenas quando se faz o dia- gnóstico, também o destino de uma pessoa não principia no momento em que se tornou visível. – Excerto