• Estalagem Volante, A

    Estalagem Volante, A

    G. K. Chesterton

    6,00 

    Estalagem Volante de G. K. Chesterton.
    Editorial Aster. Lisboa, 1959, 296 págs. B.

    Inglaterra, algures no futuro e depois de várias convulsões sociais, Chesterton imagina uma sociedade em que o movimento Temperance, um movimento social real que advogava a abstinência e esteve em voga nos países anglófonos e escandinavos e na base da lei seca americana, conseguiu impor no Reino Unido um regime de abstinência que permitiu que uma espécie de governo islâmico progressista se instalasse.

    Humphrey Pumph e o Capitão Patrick Dalroy atravessam o país com uma missão: alcoolizar toda uma nação. Em perseguição, a polícia islâmica.

    Entre a utopia e a distopia, Chesterton escreve sobre extremismos e bebedeiras de bradar aos céus. Uma obra-prima esquecida da literatura europeia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Férias do Sr. Hulot, As

    Férias do Sr. Hulot, As

    Jean-Claude Carrière

    6,00 

    Férias do Sr. Hulot de Jean-Claude Carrière.
    Editorial Aster. Lisboa, s.d., 139 págs. B. Il.

    As Férias do Sr. Hulot, cuja versão cinematográfica toda a gente conhece, é um livro sem história. A personagem principal, a estranha figura do Sr. Hulot, vem não se sabe donde, intervém nos acontecimentos e nas coisas como um mago que as despertasse para o mundo do riso e da vida, toca as pessoas e os seres com o seu espírito de infância, a sua liberdade e a sua poesia, e desaparece tão subtilmente como aparecen.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dostoievski de David Magarshack

    Dostoievski

    David Magarshack

    10,00 

    Dostoievski de David Magarshack.
    Editorial Aster. Lisboa, s.d., 352 págs. B.

    Nesta biografia de Dostoievsky, David Magarshack baseou-se em fontes só recentemente descobertas. A publicação do quarto e último volume das cartas do escritor e as investigações feitas sobre as origens de algumas das ideias que mais fundamente marcaram a obra de Dostoievsky tornaram possível uma interpretação mais completa do que as anteriores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Schuman de Marcel Brion

    Schuman

    Marcel Brion

    8,00 

    Robert Alexander Schumann (Zwickau, 8 de junho de 1810 Endenich, 29 de julho de 1856) foi um pianista, compositor e crítico musical alemão. Era casado com a pianista e compositora Clara Schumann. Robert Schumann é considerado um dos maiores compositores da era romântica. Schumann deixou os estudos de direito para seguir a carreira musical, como pianista virtuoso. Foi aluno do notável professor de piano Friedrich Wieck, o qual garantiu a Schumann que este poderia tornar-se o maior pianista da Europa. Mas o sonho foi interrompido por uma lesão nas mãos de Schumann, que passou a dedicar-se à carreira de compositor e crítico musical.

  • Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz

    Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz

    Ernesto Guerra da Cal

    15,00 

    Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz de Ernesto Guerra da Cal.
    Editorial Aster. Lisboa, s.d., 351 págs. B.

    “O Autor de Linguagem e Estilo de Eça de Queiroz é justamente considerado um dos maiores especialistas de temas queirozianos. É também, dentro da cultura galega e das Letras hispânicas, um lusófilo de primeiro plano. (…) A obra que editamos pela primeira vez em língua portuguesa é tradução rigorosa do original castelhano, editado pela Universidade de Coimbra e acrescentou, à obra já em provas, algumas notas bibliográficas (…)”.— retirado do texto da badana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Propriedade e Trabalho

    Propriedade e Trabalho

    Eberhard Welty

    7,50 

    Propriedade e Trabalho de Eberhard Welty.
    Editorial Aster. Lisboa, 1966, 585 págs. B.

    Apresentamos agora aos lei tores de Portugal e do Brasil o terceiro volume do MANUAL DE ÉTICA SOCIAL, de Eberhard Welty, inteira mente dedicados aos dois problemas mais controvertidos da doutrina e da organização da sociedade: o trabalho e a propriedade.

    Os desvios ideológicos e práticos que reduziram a propriedade ao capital e o trabalho a mero factor da produção quebraram os laços genéticos que unem a propriedade ao trabalho, o objecto ao agente. Para os reatar e a partir desses vínculos humanizantes repensar as duas mais vastas regiões da vida económica e social de hoje, o autor não se refugia na torre de marfim das formulações abstratas que se satisfazem na sua coerência lógica e nela se esgotam também.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.