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  • Último Volume de Miguel Esteves Cardoso

    Último Volume

    Miguel Esteves Cardoso

    7,00 

    Último Volume de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 197 págs. B.

    Colectânea de 41 crónicas de MEC.. Reúne textos sobre quotidiano, política e vida portuguesa, entre eles o célebre ‘Uma Família Feliz’ (que propõe um modelo em que os membros vivem em casas separadas) e ‘Em Nome do Amor Puro’. Um dos livros mais citados de MEC na internet lusófona.

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  • Em Portugal Não se Come Mal de Miguel Esteves Cardoso

    Portugal Não se Come Mal, Em

    Miguel Esteves Cardoso

    7,50 

    Em Portugal Não se Come Mal de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2009, 441 págs. B.
    Colecção: Peninsulares | 84

    «É sabido que a prosa de Miguel Esteves Cardoso há muito que devia constar dos manuais escolares e que não deve haver candidato a cronista que não alimente o sonho de um dia escrever como um epígono do mestre. Poder ler assim, de seguida, mais de setenta crónicas do autor sem a angústia de esperar pela semana seguinte é, por isso, um privilégio, muito para lá da importância documental. É egoísmo puro: não importa tanto se a edição em livro permite prolongar a existência dos textos, transformá-los no objecto devocional que os livros podem ser ou dar a conhecer o autor a mais leitores, eventualmente distraídos de jornais e revistas; o que importa realmente é que assim temos todas as crónicas na mão, sem esperas, sempre que quisermos.»
    Sara Figueiredo Costa, Time Out Lisboa

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  • As Minhas Aventuras na República Portuguesa de Miguel Esteves Cardoso

    Minhas Aventuras na República Portuguesa, As

    Miguel Esteves Cardoso

    7,00 

    As Minhas Aventuras na República Portuguesa de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1991, 272 págs. B.

    Miguel Esteves Cardoso reúne um conjunto de aventuras observadas por si, adicionando, peneirando, mexendo e acrescentando, como lhe é característico, pitadas de sal e pimenta. O resultado é delicioso, ou antes, “uma série de começos contrariados”, como o próprio afirma no prefácio.Neste livro encontramos duas personalidades distintas: o autor enquanto escritor e o autor enquanto observador, com experiências distintas, mas complementares, originando crónicas em que a irreverência e a ironia, mas também a profundidade e o sentimento, são constantes.O livro descreve o simples, mas complexo quotidiano: “É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de se fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas” sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades “é o que distingue os seres humanos”.

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  • A Minha Andorinha de Miguel Esteves Cardoso

    Minha Andorinha, A

    Miguel Esteves Cardoso

    7,50 

    A Minha Andorinha de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2006, 351 págs. B.
    Colecção: Peninsulares | 74

    Novo livro de crónicas de Miguel Esteves Cardoso. Após alguns anos de ausência o autor regressa com a ironia, mordacidade e sentido de oportunidade a que nos habituou.

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  • Os Meus Problemas de Miguel Esteves Cardoso

    Meus Problemas, Os

    Miguel Esteves Cardoso

    6,00 

    Os Meus Problemas de Miguel Esteves Cardoso.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1989, 225 págs. B.

    «Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas.
    Os amigos, como acontece com os amantes, têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro.»

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  • Explicações de Português de Miguel Esteves Cardoso

    Explicações de Português

    Miguel Esteves Cardoso

    7,50 

    Explicações de Português de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2001, 398 págs. B.

    «Sair dos dias. Não dormir. Não falar com ninguém. Ficar de fora do lá de fora. Ocupar o coração. À força. Ser como ele. É muito bom e faz muito bem.
    Sair de nós. Cair nos outros. Não escrever. Ler. Não pensar. Lembrar. Os amigos quietos. O murmúrio do riso que riram. A família parada. O colo onde cabe a cabeça. O amor adormecido. Estas coisas acordam. E sossega saber que nós não somos nada sem eles.
    É muito bom e faz muito bem.»

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  • Escrítica Pop de Miguel Esteves Cardoso

    Escrítica Pop

    Miguel Esteves Cardoso

    15,00 

    Escrítica Pop: um quarto da quarta década do Rock (1980-1982) de Miguel Esteves Cardoso.
    Assírio & Alvim. Lisboa, s.d., 2003, 378 págs. B.

    «Aconselho os leitores a lerem um dos textos do livro: “Como Ser Um Crítico de Rock – Um Guia Prático”, publicado em 1981 na revista Música & Som.  É delicioso, ainda agora, lê-lo e imaginar a cara de muitos dos que na época escreviam sobre música e pensar, até, como o que lá está escrito se mantém ainda hoje tão verdadeiro, não apenas na música, mas também em muitas outras coisas. Outro texto incontornável, antes de sermos arrastados nas páginas seguintes para a voragem dos anos 80, é “O Livro Negro da Música Pop: Os Piores de ‘70”.

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  • O Cemitério das Raparigas de Miguel Esteves Cardoso

    Cemitério das Raparigas, O

    Miguel Esteves Cardoso

    10,00 

    O Cemitério das Raparigas de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 317 págs. B.
    Colecção: A Phala | 11

    Durante o mês de Dezembro de 1996, grandes cartazes anunciaram, desde Braga a Portimão, o novo livro de Miguel Esteves Cardoso. Foi uma ideia pioneira, na área editorial, da Assírio & Alvim. E dizemos-lhe com convicção, “O Cemitério de Raparigas” é o melhor romance de Miguel Esteves Cardoso. É triste e divertido, afectuoso e cruel, amargo e solitário, como o é o quotidiano dos dias que submergem um homem só, a quem a mulher matou todas as namoradas. Se ainda há quem não perceba como MEC vende tantas dezenas de milhares de livros, deve ler este para aplacar os seus injustificáveis cepticismos.

    📕 1ª Edição.
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  • O Amor é Fodido de Miguel Esteves Cardoso.

    Amor é Fodido, O

    Miguel Esteves Cardoso.

    7,00 

    O Amor é Fodido de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2009, 187 págs. B.
    Colecção: A Phala | 6

    «O sobressalto começa no título. Mesmo o leitor menos experiente suspeita que, embora escritores de todos os tempos e lugares se tenham dedicado a tentar definir o amor, talvez seja improvável que alguém alguma vez tenha optado por terminar uma frase começada pela expressão «o amor é» com a palavra «fodido». O amor costuma ter, apesar de tudo, boa imprensa – o que, pensando bem, é incompreensível. Dizer que o amor é fodido é, finalmente, tratá-lo como ele merece. É resumir, para quem não quer perder tempo com eufemismos eruditos, a etimologia da palavra paixão.

    Mas talvez O Amor É Fodido seja menos uma história do que uma tese. Uma sugestão acerca de um modo de falar. Uma hipótese sobre o modo de lidar, literariamente e não só, com o amor. Uma proposta que questiona se será apropriado descrever uma doença aterradora com metro e rima e que propõe, por isso, uma espécie de antilirismo. Ou, talvez mais exatamente, um lirismo antilírico. De acordo com esta tese, dizer que o amor é fogo que arde sem se ver é que é obsceno. Notar que é fodido é mera candura.»
    Do prefácio de Ricardo Araújo Pereira

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  • O Anjo da História de Walter Benjamim

    Anjo da História, O

    Walter Benjamim

    8,00 

    O Anjo da História de Walter Benjamim
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2010, 219 págs. B.

    O Anjo da História, sugere Benjamin numa das célebres «teses» que abrem este volume, deve ser como o Angelus Novus do quadro de Klee: de costas para o futuro, vê no passado, à sua frente, um montão de ruínas. A isso se chama normalmente «progresso». As suas propostas, amadurecidas ao longo de mais de duas décadas, para uma revisão dos conceitos de História e de progresso, balizadas pelos princípios da esperança messiânica e da justiça do materialismo histórico, haveriam de constituir uma verdadeira quadratura do círculo no domínio da Filosofia da História. A partir daqui, este volume reúne uma série de textos sobre problemáticas (a historiografia, o capitalismo, o poder e a violência) e algumas figuras paradigmáticas (Bachofen, o antropólogo, Ernst Jünger, o pensador da guerra, Eduard Fuchs, o historiador) que podem servir para documentar uma original visão dialéctica da História humana «escovada a contrapelo».

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  • Inominável de Samuel Beckett.

    Inominável

    Samuel Beckett.

    8,00 

    Inominável de Samuel Beckett.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2002, 189 págs. B.

    Colecção: Imaginário

    Neste livro, Samuel Beckett coloca a si próprio questões inomináveis, sobre a existência ou a sua impossibilidade, sobre os lugares ou a sua ausência, sobre o carácter dos objectos, sobre o homem.
    «Estas coisas que digo, que vou dizer, se puder, já não são, ou ainda não são, ou nunca foram, ou nunca serão, ou, se foram, se não, se forem, não foram aqui, não são aqui, não serão aqui, mas noutro lugar qualquer.»

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  • Dissidência e Nova Filosofia

    Dissidência e Nova Filosofia

    André Glucksmann

    6,00 

    Dissidência e Nova Filosofia de André Glucksmann [et al]
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1979, 166 págs. B.
    Coleccção: Cadernos Peninsulares | Ensaios Especial 3
    𓂃🖊 Organização de Manuel Maria Carrilho

    «Com a organização deste volume procura-se, longe dos habituais panegíricos aos «novos gurus», mas também longe das puras recusas de opinião, pensar-se de facto a «nova filosofia». Assim, apresentam-se inicialmente as «posições» mais características da «nova filosofia» através de entrevistas com B.-H. Lévy e A. Glucksmann, que são acompanhadas por um texto de Denis Bourgeois que, além de apresentar uma perspectiva de conjunto sobre os novos filósofos, os situa no seu mundanismo parisiense; seguem-se-lhes significativos depoimentos dos novos filósofos ao Le Monde sobre as suas relações com a política. Procura-se depois, em «contra-posições», dar a conhecer ao leitor português alguns dos textos mais importantes que se definem claramente contra a «nova filosofia». Dos muitos que surgiram escolhemos (prescindindo de alguns importantes, nomeadamente os de C. Castoriadis, E. Morin e de J. F. Lyotard) os que nos pareceram mais significativos não só pelas questões que realmente põem à «nova filosofia» mas também, através dela, ao actual pensamento europeu de esquerda. É, em particular, o caso de textos tão diferentes mas singularmente certeiros e inteligentes como os de J. Ranciére e de G. Deleuze.» Manuel Maria Carrilho

    Inclui textos de André Glucksmann, António Marques, Bernard-Henri Lévy, David Cooper, Denis Bourgeois, Eduardo Prado Coelho, Eduardo Lourenço, François Aubral, Jacques Ranciére, Jean Pierre Faye, Gilles Deleuze, José Manuel Sobral, Manuel Maria Carrilho, Marine Zecca, Michel Foucault, Nicos Poulantzas e Xavier Delcourt

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  • Anti-Édipo de Gilles Deleuze

    Anti-Édipo

    Gilles Deleuze

    10,00 

    O Anti-Édipo: Capitalismo e Esquizofrenia 1 de Gilles Deleuze.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2004, 430 págs. B.

    Gilles Deleuze foi, com o livro Sade / Masoch, um autor inaugural da editora Assírio & Alvim. Em 1972 saía em França O Anti-Édipo, imediatamente transformado em livro de referência. Pouco depois seria apresentado em português com a tradução de Joana Varela e Manuel Maria Carrilho. Anos volvidos, depois da morte trágica de Deleuze e do triunfo do liberalismo capitalista, O Anti-Édipo readquire uma renovada importância com reedições em vários países.

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  • Primeiro Livro de Urizen de William Blake

    Primeiro Livro de Urizen

    William Blake

    6,00 

    Primeiro Livro de Urizen de William Blake.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1983, 67 págs. B.
    Colecção: Gato Maltês | 5

    William Blake escreveu Os Livros de Urizen por volta de 1790, evocando a turbulência intelectual e espiritual das revoluções americana e francesa. Em 1794, foi originalmente publicada, sob o nome de Primeiro Livro de Urizen, uma série de escritos que expressavam a cosmogonia idiossincrática de Blake.

    Primeiro Livro de Urizen, edição bilingue, com tradução e apresentação de João Almeida Flor, é um texto fundamental em que Blake se anuncia como precursor do romantismo.

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  • Iluminações – Uma Cerveja no Inferno de Jean-Arthur Rimbaud

    Iluminações – Uma Cerveja no Inferno

    Jean-Arthur Rimbaud

    7,50 

    Iluminações – Uma Cerveja no Inferno de Jean-Arthur Rimbaud.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1995, 203 págs. B. Il.
    𓂃🖊 Tradução Mário Cesariny

    Iluminações – Uma Cerveja no Inferno, é um dos casos especiais em que a poesia caminha por lugares muito elevados. Cesariny encontra, uma vez mais, Rimbaud, numa edição bilingue, a dois tons. A voz já se ouve atravessando o deserto e a floresta para além da Abissínia.

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  • Contos Exemplares de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Contos Exemplares

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    7,00 

    Contos Exemplares de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2014, 205 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio Federico Bertolazzi.

    Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às «Novelas Exemplares» de Cervantes. Inclui os contos «O Jantar do Bispo», «A Viagem», «Retrato de Mónica», «Praia», «Homero», «O Homem» e «Os Três Reis do Oriente».

    Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, «”Não aceitar o escândalo”, não “ceder ao desastre”, é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.».

    Nesta edição é mantida a grafia antiga.

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