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  • Devir das Artes, O

    Devir das Artes, O

    Gillo Dorfles

    6,00 

    Devir das Artes de Gillo Dorfles.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1979, 273 págs. B. Il.

    “O homem vive hoje sob o fogo cruzado das mais diversas e desconcertantes manifestações artísticas – da pintura abstracta à música electrónica – e das mais contrastantes teorizações estéticas. Este livro pretende responder a uma necessidade de actualização e orientação amplamente sentida e constitui um balanço da situação estética configurada na cultura mundial durante a última metade do século.”

    📝 Assinatura de posse.
    ✒️ Sublinhados e apontamentos a tinta na margem.

  • Teatro de Graham Greene

    Teatro

    Graham Greene

    8,00 

    Teatro de Graham Greene
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 231 págs. B.

    Incluí: O Viveiro e O Amante Benévolo.

    Graham Greene (1904-1991), escritor inglês, foi jornalista, crítico de cinema, correspondente de guerra e trabalhou para os serviços secretos. Católico convertido em 1926, destacou-se com The Man Within. Alternou romances sérios e de entretenimento, escreveu argumentos como The Third Man (1949) e obras marcadas por viagens e experiências políticas, como The Power and the Glory (1940) e The Quiet American (1955). É autor de clássicos como The End of the Affair e The Human Factor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cartas de Estalinegrado

    Cartas de Estalinegrado

    Mário Sacramento

    7,00 

    Cartas de Estalinegrado de Mário Sacramento [Pref.]
    Editora Arcádia. Lisboa, 1960, 159 págs. B.

    Na fase final da batalha de Estalinegrado, o comando alemão decidiu auscultar o moral dos seus soldados. Estas cartas, que foram as últimas que os alemães conseguiram escrever nos derradeiros dias da luta naquela martirizada cidade, constitui um dos mais Impressionantes testemunhos dos acontecimentos decorridos durante a guerra. O avião que transportava o correio foi sequestrado por ordem de Hitler e de todas as cartas se elaborou um relatório confidencial que acabou ser descoberto nos arquivos secretos do exército alemão em Potsdam, O relatório fora efectuado para conhecer o estado de espirito tropa na fortaleza de Estalinegrado; todas cartas foram devidamente analisadas e classificadas, segundo o grau psicológico do remetente, em cinco grandes grupos: 2,1% favoráveis à continuação da guerra; duvidavam da sua justeza; 57,1% mostravam-se desconfiados e incrédulos; 3,4% manifestavam-se abertamente contra o prosseguimento das hostilidades e 33% não tinham atitude definida. Porém, após a compilação das estatísticas, e depois de um oficial dos serviços de propaganda ter sido encarregado de escrever um estudo sobre aqueles dias decisivos da guerra mundial, foram dadas ordens para suspender o trabalho, pois a revelação de tais factos falaria uma linguagem demasiado clara e intolerável para o povo alemão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões

    Eça de Queirós: a obra e o homem

    João Gaspar Simões

    7,00 

    Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 163 págs. B.

    João Gaspar Simões (1903 a 1987), grande crítico literário português, e também romancista, dramaturgo, historiador da literatura, tradutor, foi sem dúvida uma figura ímpar na literatura e na cultura portuguesa. Muito do conhecimento e da compreensão que hoje se têm sobre o que foram, no passado recente e não só, as letras portuguesas, o papel que desempenharam na sociedade, o seu lugar no mundo e o legado que nos deixaram, têm uma grande dívida para com ele. È geral o reconhecimento do seu mérito, mesmo por quem não concorda com ideias que exprimiu. Na sua obra são de referir os livros em que aborda a vida e obra de Eça de Queirós. Um deles, o segundo, intitulado Eça de Queirós, foi publicado em 1961 pela Editora Arcádia Limitada, na colecção A Obra e o Homem. É um livro de 217 páginas, em duas partes, com muitas citações, algumas não referenciadas, mas que denotam o estudo intenso da obra e da vida do biografado

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia do Conto Policial

    Antologia do Conto Policial

    Lima da Costa

    7,00 

    Antologia do Conto Policial de Lima da Costa [Org.]
    Arcádia Editora. Lisboa, 1961, 306 págs. B.

    A Literatura Policial há muito que deixou de ser considerada, mesmo entre nós, um ramo literário inferior que os espíritos cultos deviam, portanto, ficar alheios. Acontece, porém, que surge, não poucas vezes confundida com outras modalidades narrativas, conto-enigma, etc. que só muito discutivelmente poderão ser tidas como policiais, sendo mesmo esta circunstância a responsável pelo descrédito que alguns ainda teimam em lançar sobre ela. Propõe-se, assim, esta antologia apresentar, por um lado, contos de dedução pura e, por outro, contos cujo desenvolvimento se afasta, em maior ou menor grau, dessa característica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Abadessa de Castro de Stendhal

    Abadessa de Castro

    Stendhal

    4,00 

    Abadessa de Castro de Stendhal.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1961, 222 págs. B.

    Héléne de Campireali, filha do mais rico patrício de albano, é bela e jovem.
    Jules é pobre, mas bravo e altivo e possui um carácter de grande nobreza.
    Os seus olhares cruzam-se e o amor nasce.
    Nunca nenhuma paixão foi tão elevada, tão pura: mas, também, nunca nenhum destino foi tão adverso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos do Don

    Contos do Don

    Cholokov

    7,00 

    Contos do Don de Cholokov.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1965, 381 págs. Dura.

    «CONTOS DO DON» foi exactamente a primeira obra de Cholokov, mas nela se patenteia já um pleno domínio de processos e valores literários, tornando-a uma das melhores do autor. Em pleno clima de guerra, nas aldeias cossacas, no período que se segue à revolução russa de 1917, o entrechoque de interesses e vontades, de ideais e apetites, transformam a região num verdadeiro quadro de epopeia. E aí Cholokov é espantoso na humanidade que empresta aos heróis que cria.

    O carácter imediato dos processos narrativos de Cholokov transforma o livro numa visualização permanente da matéria narrada. Temos a sensação de assistir, ou até de participar na acção, dentro aliás duma constante dos grandes escritores russos.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bonecos de Luz

    Bonecos de Luz

    Romeu Correia

    6,00 

    Bonecos de Luz de Romeu Correia.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1975, 177 págs. Mole.
    📕 3ª Edição.

    BONECOS DE LUZ é uma obra concedida nos moldes do romance picaresco, tão ao gosto da tradição novelística peninsular. Narrado na primeira pessoa, a acção decorre em lugarejo primitivo, onde gente rude e ingénua é sacudida pelo espetáculo do cinema. Uma dezena de figuras dão conflito e cor a esta história que tanto podia ter acontecido em Portugal como em qualquer parte do mundo. BONECOS DE LUZ é o romance do cinema silencioso e dos seus primitivos e ocasionais divulgadores, constituindo uma singela homenagem ao maior intérprete da arte cinematográfica -Charles Chaplin.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ambições Frustadas

    Ambições Frustadas

    Alberto Moravia

    6,00 

    Ambições Frustadas de Alberto Moravia.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1971, 575 págs. Dura

    Ambições Frustradas, que foi o segundo romance de Morávia, é talvez dos melhores exemplos dessa faceta tragedizante do autor e também da faculdade de transpor os termos tradicionais da tragédia-conflito individual para os do enquadramento social dos personagens, da sua oposição a um destino isolado.

    Em ‘Ambições Frustadas’, Alberto Moravia retrata a alta burguesia, que vê o mundo e a vida a partir de seus interesses imediatistas, raramente legítimos. Comparando a burguesia a uma fauna humana alienada pelo esnobismo, fixação no poder financeiro, falta de ética e de moral, o autor faz indagações sobre as causas dessa realidade social. Um interessante historia sobre a sociedade romana da década de 30. Personagens cujas vidas se entrelaçam de modo curioso servem de foco para a ferrenha crítica de Morávia. A futilidade, superficialidade e valores de uma classe são retratadas com uma linguagem que lembra a do cinema moderno.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Suicídio das Democracias de Claude Julien

    Suicídio das Democracias, O

    Claude Julien

    8,00 

    Após o sucesso obtido com o livro “Império Americano”, pelo qual lhe foi atribuido Prix Aujourd’hui, Claude Julien analisa, neste seu lúcido relato dos factores que corrompem as democracias ocidentais, as determinantes e os sintomas do colapso que as ameaça. Atraiçoando o ideal que historicamente as diferenciava dos regimes totalitários liberdade, igualdade, fraternidade, desprotegendo os direitos fundamentais dos cidadãos, mantendo entre estes, sob um novo aspecto, as desigualdades e sacrificando o indivíduo às exigências da produção, as estruturas democráticas do Ocidente deixam o campo livre às aventuras totalitárias, condenando-se ao suicídio.

  • Dinossauro Excelentíssimo de José Cardoso PiresDinossauro Excelentíssimo de José Cardoso Pires (1)

    Dinossauro Excelentíssimo

    José Cardoso Pires

    40,00 

    Primeira das muitas edições que desta obra em poucos meses se publicaram. Trata-se de uma magnífica sátira à figura do Dr. Oliveira Salazar. As ilustrações de Abel Manta, a cores, são impressas em folhas à parte.
    Irónicamente, um dos livros que abertamente, versa sobre a censura e o regime, escapa à malha desta, devido a um episódio na Assembleia Nacional, onde numa discussão sobre a liberdade de imprensa, é dado como exemplo. Obviamente que a partir daí já não seria possível à censura retirar o livro das livrarias nem a PIDE poderia perseguir o seu autor.

  • Anjo Ancorado, O

    Anjo Ancorado, O

    José Cardoso Pires

    7,00 

    O Anjo Ancorado de José Cardoso Pires.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1964, 218 págs. E.

    «Creio que nenhum outro escritor português soube contar, como Cardoso Pires, a infelicidade e a solidão: a infelicidade e a solidão do indivíduo mas também de toda uma sociedade, de um país inteiro. E ninguém, como ele, soube radiografar um sistema político como o salazarismo, apanhado na sua fase senescente. Um sistema esclerosado, sulcado por profundas fissuras, que causou na alma das pessoas desgastes já irremediáveis, abrindo galerias obscuras onde habitam justamente a infelicidade e a solidão.» Antonio Tabucchi

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    𓂃🖊 Estudo Sobre o Autor por Alexandre Pinheiro Torres

  • Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    António Quadros

    20,00 

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem de António Quadros.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 2 vols. B.

    Autor de uma obra plurifacetada e por vezes polémica, António Quadros publicou numerosos livros de pensamento, de critica e de estética, como «O Movimento do Homem», «A Teoria da História em Portugal», «O Espírito da Cultura Portuguesa», «Critica e Verdade», «Ficção e Espírito» ou «A Arte de Continuar Portuguès». Como poeta e ficcionista, recordemos «Viagem Desconhecida», «Imitação do Homem», «Ó Portugal, Ser Profundo», bem como os contos de Anjo Branco, Anjo Negro» e de «Histórias do Tempo de Deus», estes galardoados com o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências e com o Prémio de Novelística da Casa da Imprensa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Elói ou Romance numa Cabeça

    Elói ou Romance numa Cabeça

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Elói ou Romance numa Cabeça de João Gaspar Simões.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 181 págs. B.

    “Elói ou Romance numa Cabeça” é um romance do escritor português João Gaspar Simões, publicado em 1932. É considerado o primeiro romance português a focar-se na introspecção psicológica, explorando a mente e as emoções do protagonista, Elói, através de uma narrativa que acompanha a sua jornada marcada pelo ciúme e a rutura com a ordem social.

    📕 3ª Edição Revista.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alegria Breve

    Alegria Breve

    Vergílio Ferreira

    8,00 

    Alegria Breve de Vergílio Ferreira.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1973, 334 págs. E.

    «A sua grandeza é autêntica. Há um apelo pungente que é real, uma desfibradora procura que entra também por nós, uma expectativa tensíssima até ao fecho de sua última frase. Conhecida a sua última frase escrita, Alegria Breve renova-se como um princípio. A sua memória continua (…). É em esperança e em força que se resolve a longa experiência de deserto, de provação, de agonia, que atravessamos com Alegria Breve. (…) Um livro de plenitude.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Interpretações Literárias

    Interpretações Literárias

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Interpretações Literárias de João Gaspar Simões.
    Editorial Arcádia. Lisboa, 1961, 204 págs. B.

    Em INTERPRETAÇÕES LITERÁRIAS incluem-se trabalhos escritos nos últimos dez anos por João Gaspar Simões, um dos ensaístas mais conhecidos da geração presencista. Quatro autores estrangeiros Tolstoi, Balzac, James Joyce e Jorge de Lima – e dois autores portugueses – Jullo Dinis e Afonso Duarte – são estudados na série de ensaios que formam essas INTERPRETAÇÕES LITERÁRIAS, que de verdadeiras interpretações se trata, e algumas delas pela primeira vez empreendidas em Ungua portuguesa. Entre os estudos mais apreciáveis deste volume contam-se os dois prefácios – um inédito, outro publicado no Brasil – à última obra poética do grande poeta da Túnica Inconsúptil, esse Jorge de Lima que legou à literatura brasileira um dos seus mais notáveis poemas. Cosmogonia se intitulava na sua primeira versãgo poema que veio à luz sob o título de Invenção de Orfeu. Escrevendo a pedido do autor um prefácio para aquele poemn, João Gaspar Simões teve de interromper eprimeiro estudo em face das profun das modificações que entretanto sofreu o referido poema. E escreveu um segundo prefácio. aquele que acompanha em livro a Invenção de Orfeu. Reunindo-os neste volume, proporciona aos leitores de Jorge de Lima uma nova perspectiva dessa discutida obra. Trata-se, realmente, de cum volume de ensaios susceptível de fornecer ao leitor algumas interpretações novas de consagrados escritores.

    📝 Assinatura de posse.