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  • Teresa Raquin de Emílio Zola

    Teresa Raquin

    Emílio Zola

    5,00 

    Teresa Raquin de Emílio Zola
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 305 págs. E. Il.

    Num apartamento sombrio na viela do Pont-Neuf, em Paris, Thérèse Raquin está presa a Camille, seu primo, num casamento sem amor. A monotonia conjugal é interrompida quando inicia um caso amoroso com Laurent, amigo do seu marido. Mas a paixão leva-os a cometer um crime que os perseguirá para sempre.
    Thérèse Raquin causou escândalo quando foi publicado, em 1867, e trouxe ao seu autor, com apenas vinte e sete anos, uma notoriedade que o acompanhou toda a vida. O romance de Zola é não só um retrato de adultério, loucura e vingança, mas também uma exploração dos aspetos mais sombrios da existência humana.

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  • Pachantatra

    Pachantatra

    L. Pereira Gil

    6,00 

    Pachantatra de L. Pereira Gil [Trad.]
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 374 págs. E. Il.

    O Panchatantra é uma antiga coleção de fábulas indianas, originalmente escrita em sânscrito, que se acredita ter sido composta por Vishnu Sarma. O título “Panchatantra” significa “Cinco Tratados”, e o livro é dividido em cinco partes, cada uma com suas próprias histórias e lições. As fábulas, muitas vezes protagonizadas por animais, exploram temas como amizade, ganância, guerra, paz e a importância de ações prudentes. O Panchatantra é conhecido por sua influência na literatura mundial, tendo sido traduzido para mais de 50 línguas e possuindo mais de 200 versões.

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  • Noivos de Alexandre Manzoni

    Noivos

    Alexandre Manzoni

    10,00 

    Os Noivos de Alexandre Manzoni
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    É certamente um dos acontecimentos editoriais do ano. A Paulinas Editora, numa nova coleção coordenada por José Tolentino Mendonça, honra-se de trazer à estampa nesta primavera de 2015 a obra monumental de Alessandro Manzoni, Os Noivos (I Promessi Sposi, no original). Esta obra é não só um clássico absoluto da literatura italiana, mas também um dos grandes romances do cânone europeu e mundial. De respiração e proporções épicas, a obra-prima de Manzoni teve duas edições em vida do próprio autor: a primeira de 1827 e uma segunda, amplamente revista e considerada como definitiva, em 1840.
    A tradução portuguesa que agora se apresenta segue essa segunda edição e constitui também um acontecimento excecional do ponto de vista da tradução. Há décadas que aquele que é, entre nós, o mais conceituado tradutor da literatura italiana, José Colaço Barreiros, alimentava o sonho de poder vir a verter para português esta obra. Fê-lo agora, numa tradução de altíssima qualidade que muito contribuirá para o sucesso esperado deste volume junto dos leitores.

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  • Divina Comédia de Dante Alighieri

    Divina Comédia, A

    Dante Alighieri

    10,00 

    A Divina Comédia de Dante Alighieri
    Editora Amigos do Livro. Lisboa, s.d, 2 vols. E. Il.

    Em A Divina Comédia – Volume I & II, Dante Alighieri conduz o leitor por uma viagem épica através do Inferno, Purgatório e Paraíso, acompanhando o próprio Dante, guiado inicialmente pelo poeta romano Virgílio e depois por Beatriz, símbolo da pureza e da inspiração divina.

    O Volume I explora o Inferno, onde Dante encontra almas condenadas e testemunha a justiça divina aplicada aos pecadores, revelando a complexidade do bem e do mal e a consequência das escolhas humanas. O Volume II atravessa o Purgatório e o Paraíso, percorrendo a redenção, a esperança e a aproximação ao divino, enquanto Dante reflete sobre a moral, a filosofia e a teologia que regem a existência humana.

    Com uma linguagem poética riquíssima, alegorias profundas e uma estrutura cuidadosamente construída em tercetos encadeados, A Divina Comédia é não só um marco da literatura italiana como uma obra universal sobre a condição humana, a fé e a busca pela perfeição espiritual.

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  • Decameron de Giovanni Boccaccio

    Decameron

    Giovanni Boccaccio

    12,00 

    Decameron de Giovanni Boccaccio
    Editora Amigos do Livro. Lisboa, s.d, 3 vols. E. Il.

    O livro narra a história de dez jovens — sete mulheres e três homens — que, para escapar à peste negra que assola Florença em 1348, retiram-se para uma villa no campo. Durante dez dias, cada um conta uma história por dia, totalizando cem contos que exploram temas como amor, astúcia, virtude, sorte e engano. Boccaccio revela com sagacidade as fraquezas e virtudes humanas, alternando comédia e drama, crítica social e narrativas moralizantes, e pintando um retrato vívido da vida italiana do século XIV. Entre amores impossíveis, traições, encontros improváveis e soluções engenhosas, o Decameron permanece um marco da narrativa universal, inspirando gerações de escritores e consolidando o conto como forma literária.

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  • Contos de Aton Tchekhov

    Contos

    Anton Tchekhov

    6,00 

    Contos de Anton Tchekhov
    Edição Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 314 págs. E. Il.

    Anton Tchékov (1860-1904), nascido em Taganrog, Rússia, estudou Medicina em Moscovo e começou a escrever para sustentar a família. Publicou sua primeira narrativa em 1880 e estreou no teatro no final da década de 1880. Morou em Mélikhovo e visitou Tolstoi, que o influenciou. Por doença, mudou-se para Ialta, onde escreveu suas peças mais famosas: “A Gaivota”, “As Três Irmãs” e “O Cerejal”. Morreu em Badenweiler, sendo hoje um dos maiores escritores russos.

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  • Teatro de Molière

    Teatro

    Molière

    6,00 

    Teatro de Molière
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, s.d., 284 págs. E. Il.

    Em O Avaro – O Tartufo – O Burguês Gentil Homem – Mulheres Sábias, Molière reúne algumas das suas comédias mais emblemáticas, onde expõe com ironia os vícios e as pretensões da sociedade do seu tempo.

    Em O Avaro, a obsessão pelo dinheiro domina todas as relações humanas, revelando o ridículo e a miséria moral de quem vive apenas para acumular. O Tartufo denuncia a hipocrisia religiosa através de uma figura manipuladora que se infiltra numa família para seu próprio proveito. Já em O Burguês Gentil-Homem, a ânsia de ascensão social é alvo de sátira, mostrando o absurdo de quem tenta imitar a nobreza sem compreender os seus códigos. Por fim, Mulheres Sábias critica o pedantismo intelectual e as modas culturais levadas ao extremo.

    Com humor refinado e crítica incisiva, Molière constrói um conjunto de peças intemporais que continuam a expor, com clareza desconcertante, as fraquezas humanas.

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  • D. Quijote de la Mancha de Miguel de Cervantes

    D. Quijote de la Mancha

    Miguel de Cervantes

    10,00 

    D. Quijote de la Mancha de Miguel de Cervantes
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 3 vols. E. Il.

    A imortal história do Cavaleiro da Triste Figura, que acompanhado pelo seu fiel escudeiro, Sancho Pança, avança por montes e vales, lutando contra moinhos de vento e cavaleiros imaginários em nome da justiça. Retrato do anti-herói, Dom Quixote, o fidalgo enlouquecido, representa a capacidade de transformação do homem em busca dos seus ideais.
    Este grande livro é muito mais do que um romance de cavalaria. Pelo contrário, ao satirizar os romances de cavalaria em voga ao longo dos séculos XVI e XVII, o Dom Quixote afirma-se como o clássico fundador do romance moderno. O humor, as digressões e reflexões, a oralidade nas falas e a metalinguagem marcaram o fim da Idade Média na literatura.
    Repleto de aventuras e situações fantásticas, este tem sido considerado um livro inesquecível para sucessivas gerações de leitores.
    Este livro reúne os dois volumes que constituem o Dom Quixote de la Mancha, publicados em 1605 e 1615. Conta ainda com uma introdução da professora Maria Fernanda de Abreu.

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  • A Eneida de Virgílio

    Eneida, A

    Virgílio

    6,00 

    A Eneida de Virgílio
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 297 págs. E. Il.

    Entre ruínas e profecias, um herói exilado carrega nos ombros o destino de um novo império.

    Eneida, de Virgílio, composta no século I a.C., narra a jornada de Eneias, príncipe troiano que, após a queda de Troia, parte em busca de uma nova terra onde possa cumprir o destino que os deuses lhe reservaram. Guiado por sinais divinos e confrontado por tempestades, guerras e paixões trágicas, Eneias percorre o Mediterrâneo até chegar à península Itálica, onde terá de enfrentar novas batalhas para fundar o povo que dará origem a Roma.

    Inspirada nos grandes poemas de Homero, a obra combina aventura épica, mitologia e ideal político, celebrando as virtudes do heroísmo, do dever e do sacrifício em nome de um destino coletivo. Ao mesmo tempo, Virgílio constrói um poema de grande beleza literária, onde o drama humano, a intervenção dos deuses e a visão do futuro de Roma se entrelaçam numa narrativa grandiosa que marcou profundamente toda a tradição clássica.

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  • Crónica de D. Manuel I de Damião de Góis

    Crónica de D. Manuel I

    Damião de Góis

    12,00 

    Crónica de D. Manuel I de Damião de Góis
    Amigos do Livros. Lisboa, 1977, 2 vols. E. Il

    Damião de Góis (1502-1574) foi uma das maiores figuras do Humanismo português. Entrou cedo na corte e, como diplomata e secretário em Antuérpia, viajou pela Europa, convivendo com humanistas como Lutero, Erasmo, Melanchthon e Dürer. Regressou a Portugal em 1545, tornando-se guarda-mor da Torre do Tombo e cronista régio. As suas críticas à expulsão dos judeus e a outros temas polémicos levaram-no a ser perseguido pela Inquisição. Destacou-se ainda como historiador, escritor, músico e tradutor.

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  • Selecção de Ensaios de Michel de Montaigne

    Selecção de Ensaios

    Michel de Montaigne

    6,00 

    Selecção de Ensaios de Michel de Montaigne
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 316 págs. E. Il.

    “Reflexões profundas sobre a vida, a moral e a condição humana, escritas com liberdade e sinceridade.”

    Em Selecção de Ensaios, Michel de Montaigne convida o leitor a explorar uma vasta gama de temas que atravessam a experiência humana. Escrito no final do século XVI, cada ensaio combina observação, experiência pessoal e análise filosófica, abordando questões de amizade, educação, moral, virtude, medo, morte, ambição e as contradições da natureza humana.

    A obra mostra a abordagem introspectiva e questionadora de Montaigne, que procura compreender o ser humano em todas as suas dimensões, oferecendo um estilo direto, próximo e sempre reflexivo.

    Contém os seguintes ensaios: Senhor de Montaigne; Da tristeza; Que a intenção julga as nossas acções; Da ociosidade; Dos mentirosos; Dos prognósticos; Da constância; Do castigo da cobardia; Do medo; Que filosofar é aprender a morrer; Da força da imaginação; Do pedantismo; Da educação dos filhos; Da amizade; Da moderação; Da solidão; Da desigualdade que existe entre nós; Da incerteza do nosso juízo; Da idade;

    Amanhã será outro dia; Da consciência; Das recompensas da honra; Do amor dos pais para com os filhos; Da crueldade; A privação é causa de apetite; Da liberdade de consciência; Dos maus meios encaminhados a bom fim; Da virtude

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  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto

    Peregrinação

    Fernão Mendes Pinto

    15,00 

    Peregrinação de Fernão Mendes Pinto
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Peregrinação é, seguramente, um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Uma obra de tal modo importante que cristalizou no panteão dos vultos estelares do cânone universal o nome de Fernão Mendes Pinto, uma das figuras mais extraordinárias de toda a nossa literatura. Editada em 1614, tornou-se logo num sucesso editorial notável, sendo ainda hoje um dos livros portugueses mais traduzidos no mundo. E o caso não é para menos: trata-se de um relato excecional não apenas pelo seu inegável merecimento literário, mas também por constituir um documento histórico de incalculável valor para se conhecer a vida e os costumes dos povos orientais no século XVI, bem como os meandros da presença portuguesa na Ásia, descrita sem condescendências por Fernão Mendes Pinto.

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  • A Mãe de Gorky

    Mãe, A

    Gorky

    5,00 

    A Mãe de Gorky
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 413 págs. E. Il.

    A Mãe é uma obra-prima da literatura mundial, da autoria de Maksim Gorki, e que foi publicada pela primeira vez em 1907. Baseada em factos reais, retrata lutas operárias do início do século XX e particularmente o processo de tomada de consciência.

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  • Irmãos Karamazov de Dostoievski

    Irmãos Karamazov

    Dostoievski

    15,00 

    Irmãos Karamazov de Dostoievski
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 390 págs. E. Il.

    Este é o último grande romance de Dostoiévski, terminado pouco tempo antes da sua morte. Faz parte das suas obras maiores, escritas na última e mais produtiva fase da sua vida, e muitos consideram-na mesmo a sua obra-prima.

    Os Irmãos Karamázov é indiscutivelmente uma das mais lidas e admiradas criações literárias de todos os tempos. Na complexidade da intriga, Dostoiévski deixa transparecer a sua própria culpabilidade pelo assassínio do pai, um homem tirânico e brutal, provavelmente morto por mujiques.

    Mas o alcance da filosofia subjacente a este enredo vai muito além. o escritor debate de forma sublime o problema do bem e do mal, da abjecção humana e daquilo que a redime, das contradições entre razão e emoção, além de temas como a dignidade humana e o livre-arbítrio.

    A sua intrínseca religiosidade é aqui mais explícita do que em obras anteriores, e a inquietação que transparece destas páginas reflecte já inteiramente a subjectividade do homem moderno.

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  • Fausto de Goethe

    Fausto

    Goethe

    6,00 

    Fausto de Goethe
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 330 págs. E. Il.

    Em Fausto, Johann Wolfgang von Goethe narra a história de Heinrich Fausto, um estudioso insatisfeito com os limites do conhecimento humano e com o propósito da existência. Movido pelo anseio de experiências completas e pelo desejo de compreender a vida em todas as suas dimensões, Fausto faz um pacto com Mefistófeles, entregando-lhe a alma em troca de prazer, poder e sabedoria. Ao longo da narrativa, enfrenta dilemas morais, paixões, ilusões e as consequências das suas escolhas, refletindo sobre a ambição, a ética e a possibilidade de redenção.

    Com poesia profunda, simbolismo intenso e reflexão filosófica, Goethe combina drama, tragédia e elementos épicos, criando uma obra monumental em duas partes que explora a condição humana e a tensão entre desejo e moralidade. Fausto é um marco da literatura alemã e da tradição literária europeia, influenciando profundamente escritores e pensadores posteriores.

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  • Crónica de D. João I de Fernão Lopes

    Crónica de D. João I

    Fernão Lopes

    7,50 

    Crónica de D. João I de Fernão Lopes
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E. Il.

    Em Crónica de D. João I – Volume I & II, Fernão Lopes narra o reinado de D. João I, desde a sua ascensão ao trono até aos principais acontecimentos que marcaram o início da dinastia de Avis. Com rigor documental e uma escrita vívida, Lopes retrata batalhas, alianças políticas, intrigas palacianas e a vida quotidiana da corte portuguesa, permitindo ao leitor acompanhar de perto a consolidação do poder régio e a formação da identidade nacional.

    Entre episódios memoráveis destacam-se a consolidação do trono após a crise de 1383-1385, a participação de Portugal em conflitos internacionais, e a gestão do reino num período de grande transformação política e social. A obra é simultaneamente histórica e literária, oferecendo um retrato único de uma era crucial da história portuguesa.

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