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  • Fernão de Magalhães Não TraíuFernão Magalhães Não Traiu de Metzner Leone

    Fernão de Magalhães Não Traíu

    Metzner Leone

    6,00 

    Fernão de Magalhães Não Traíu de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1971, 314 págs. E. Il.

     O principal objectivo deste livro – demonstrar que Fernão de Magalhães não foi um traidor – deveria ser perfeitamente desnecessário. Há muito que nenhum português poderia aceitar que Fernão de Magalhães fosse considerado um traidor à Pátria. Que os autores seus contemporâneos assim o tivessem apresentado, pela necessidade de defenderem a indefensável conduta de D. Manuel em todos, os acontecimentos que culminaram com a partida de Magalhães para Castela, entende-se perfeitamente; mas que, depois, se tenham deixado correr os séculos sem que a verdade histórica tenha sido claramente servida, é que já se compreende com muita dificuldade.

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  • Naufrágio da La Méduse de Alexandre Corréard

    Naufrágio da La Méduse

    Alexandre Corréard

    6,00 

    Naufrágio da La Méduse de Alexandre Corréard.
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, 1971, 346 págs. E. Il.

    A 17 de junho de 1816, parte da ilha de Aix, na costa francesa, a fragata La Méduse, que, juntamente com duas corvetas e um bergantim, faz parte da flotilha que se dirige ao Senegal, território que regressava às mãos francesas após um período sob domínio…

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  • O Milhão de Marco Polo de Michel Redon

    Milhão de Marco Polo, O

    Michel Redon

    6,00 

    O Milhão de Marco Polo de Michel Redon.
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, 1971, 292 págs. E. Il.

    Estas Viagens nasceram da colaboração de dois homens, Marco Polo, pertencente a uma família de mercadores venezianos, espírito prático, atento às realidades da vida, mas também destemido e aventureiro; e Rustichello da Pisa, autor de romances de cavalaria, cortesão, amante do fantástico, e que escrevia em francês, a língua mais corrente no mundo nobiliário e dos mercadores europeus. Um foi o viajante, outro, o cronista, no seu tempo, fim do século XIII, da mais espantosa viagem até então efetuada.

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  • Os Amotinados do Bounty de Marcel Thomas

    Amotinados do Bounty, Os

    Marcel Thomas

    6,00 

    A Extraordinária Aventura Os Amotinados do Bounty de Marcel Thomas
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, 1971, 292 págs. E. Il.

    Os Amotinados do Bounty relata o famoso motim ocorrido em 1789 a bordo do HMS Bounty. Liderados por Fletcher Christian, os marinheiros rebelam-se contra o capitão William Bligh após uma estadia no Taiti. Bligh é abandonado no mar e protagoniza uma viagem épica de sobrevivência, enquanto os amotinados se escondem na ilha de Pitcairn, onde a colónia acaba marcada por violência e tragédia.

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  • Vidas Paralelas

    Vidas Paralelas

    Plutarco

    6,00 

    Vidas Paralelas de Plutarco.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 320 págs. E.

    Nesta edição de Vidas Paralelas, Plutarco, o grande filósofo e biógrafo grego nascido em Queroneia, apresenta com mestria o confronto moral e político entre figuras marcantes da Antiguidade. Reúnem-se aqui dois pares de biografias: Alexandre e Júlio César, líderes geniais cujas acções transformaram o mundo mediterrânico; e Demétrio e Marco António, cujas vidas tumultuosas, plenas de excessos e ambições, surgem como exemplos de condutas a evitar. Com o seu estilo vívido e intenção didáctica, Plutarco destaca virtudes, fraquezas e contrastes, oferecendo ao leitor uma análise profunda do carácter humano e dos caminhos do poder. A obra permanece fundamental para compreender a cultura, a política e a filosofia clássicas, revelando como o destino de impérios pode depender das escolhas de homens extraordinários — ou profundamente falíveis.

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  • Monge, O

    Monge, O

    Mathew-Gregory Lewis

    6,00 

    O Monge de Mathew-Gregory Lewis.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols.

    O Monge, marco da literatura fantástica, combina ousadia temática e ingenuidade cativante. Misturando elementos fantásticos e realistas — demónios, fantasmas, assassinatos e torturas —, o romance apresenta uma crítica poderosa aos barbarismos de um poder que se diz espiritual. Episódios secundários contribuem para criar o que André Breton chamou de «esplêndido céu de tempestade», reforçando a força sugestiva da obra.

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  • História Trágico-Marítima

    História Trágico-Marítima

    Bernardo Gomes de Brito

    6,00 

     História Trágico-Marítima de Bernardo Gomes de Brito.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 317 págs. E. Il

    Compiladas no século XVIII, por Bernardo Gomes de Brito, este livro traz relatos verídicos de alguns dos mais terríveis naufrágios sofridos por naus portuguesas – sobretudo as da “Carreira das Indias” – com a descrição dos sofrimentos de seus sobreviventes em terra. Cada relato foi escrito diretamente por um dos sobreviventes do naufrágio, e em todos eles estão presentes a ambição desmedida, a corrupção, o sofrimento e a morte, de braços dados com as glórias, que mais frequentemente são lembradas.

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  • Grandes do Oriente de A. Martins Lopes

    Grandes do Oriente

    A. Martins Lopes

    6,00 

    Grandes do Oriente de A. Martins Lopes.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 394 págs. E. Il.

    Ilustrado a preto e branco em extratexto, sobre papel mais encorpado, com desenhos e reproduções de obras. Tem também uma reprodução de uma gravura de Vasco da Gama sobre uma folha de papel couché de menores dimensões, colada pela margem superior, em face da folha de rosto.

    A obra divide-se em três partes: Primeira parte: Vasco da Gama, Segunda parte: D. Francisco de Almeida  e Afonso de Albuquerque e Terceira parte: D. João de Castro.

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  • Maravilha Viagem do Cabral, A

    Maravilha Viagem do Cabral, A

    Metzner Leone

    6,00 

    Maravilha Viagem do Cabral de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1970, 287 págs. E. Il.

    A vida de Pedro Álvares Cabral permanece envolta em mistério, mas a sua viagem extraordinária rumo ao Brasil está magistralmente documentada. Entre a carta de Pêro Vaz de Caminha e o relato do Piloto Anónimo, este livro enfrenta o desafio de recontar a epopeia marítima que mudou a História, equilibrando a fidelidade às fontes com uma voz moderna e envolvente.

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  • Corsário Vermelho

    Corsário Vermelho

    James Fenimore Cooper

    6,00 

    Corsário Vermelho de James Fenimore Cooper.
    Amigos do Livros. Lisboa, 1970, 424 págs. E. Il.

    Publicado originalmente em Paris, em 1827, O Corsário Vermelho é uma das grandes aventuras marítimas de James Fenimore Cooper. A bordo, cruzam-se o marinheiro Dick Fid, o liberto Cipião Africano e o oficial James Wilder, em rota com o enigmático pirata que dá nome ao romance. Com o mar como cenário e alma, Cooper combina ação, mistério e humanidade, oferecendo também um dos primeiros retratos profundos de personagens negros na literatura americana.

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  • Camões: o Homem e o Mito

    Camões: o Homem e o Mito

    Metznet Leone

    7,50 

    Camões: o Homem e o Mito de Metznet Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1970, 278 págs. E. Il.

    A figura de Luís de Camões condensa como nenhuma outra o esplendor e a tragédia do século XVI português. Entre o homem real, o poeta imortal e o mito que dele nasceu, este livro procura compreender a alma de uma época — a grandeza e o cansaço de um império que se reconhece no seu maior génio literário. Uma leitura que revisita o mito para reencontrar o homem e, com ele, o próprio destino de Portugal.

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  • Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz

    Quo Vadis

    Henryk Sienkiewicz

    5,00 

    Quo Vadis? é um romance histórico do escritor polaco Henryk Sienkiewicz, publicado em 1896. A obra é ambientada em Roma durante o reinado do imperador Nero, no século I d.C., e retrata o conflito entre o paganismo e o cristianismo nascente.

    A história segue Marcus Vinicius, um jovem patrício romano que se apaixona por Lígia, uma cristã. Inicialmente, Vinicius tenta conquistá-la à força, mas, ao entrar em contato com os ensinamentos cristãos, passa por uma profunda transformação. Enquanto isso, Roma vive um período de decadência moral sob o governo de Nero, que é retratado como um tirano cruel e egocêntrico.



    O romance inclui figuras históricas como o próprio Nero, o apóstolo Pedro e o apóstolo Paulo, que desempenham papéis fundamentais na conversão de Vinicius. O ponto alto da narrativa é o grande incêndio de Roma, que Nero supostamente ordenou e pelo qual culpou os cristãos, desencadeando uma brutal perseguição.



    Com uma combinação de romance, aventura e reflexão religiosa, Quo Vadis? tornou-se um dos romances históricos mais populares do século XIX. A sua grandiosidade narrativa e a defesa dos valores cristãos contribuíram para que Henryk Sienkiewicz recebesse o Prémio Nobel da Literatura em 1905.

  • Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa de Fernanda Frazão

    Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa

    Fernanda Frazão

    10,00 

    Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa de Fernanda Frazão.
    Amigos do Livros Editores. Lisboa, 1983, 418 págs. E.

    Primeira edição deste muito útil dicionário que procura fornecer os dados biobibliográficos essenciais sobre os mais importantes escritores de língua portuguesa.

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  • Burro Morto e a Mulher Guilhotina de Jules Janin

    Burro Morto e a Mulher Guilhotina

    Jules Janin

    5,00 

    Burro Morto e a Mulher Guilhotina de Jules Janin.
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, s.d., 266 págs. E.

    Jules Janin (1804–1874) foi um destacado crítico literário e escritor francês, conhecido como o “príncipe dos críticos”. Colaborou com diversos jornais e revistas parisienses, ganhando notoriedade pelas suas críticas teatrais no Journal des Débats, onde escreveu durante mais de 30 anos. Com um estilo vivo e irónico, Janin influenciou gerações de leitores e dramaturgos. Também escreveu romances, contos de viagens e ensaios, embora tenha sido no jornalismo que se afirmou com mais força. Em 1870, foi eleito para a Academia Francesa, consagrando uma carreira marcada pela paixão pela literatura e pela defesa do teatro como arte maior. A sua escrita continua a ser uma referência do espírito crítico e do gosto literário do século XIX

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  • Jean Cavalier de Eugéne Sue

    Jean Cavalier

    Eugéne Sue

    5,00 

    Jean Cavalier de Eugéne Sue.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 2 vols. E.

    Jean Cavalier, de Eugène Sue, é um romance histórico que narra a vida de Jean Cavalier, um líder dos Camisardos, protestantes huguenotes que se rebelaram contra a perseguição religiosa imposta por Luís XIV no início do século XVIII, na região das Cévennes, França.

    A história acompanha a ascensão de Jean Cavalier, um jovem camponês que, impulsionado pela fé e pela injustiça, se torna comandante da resistência camisarda contra as tropas reais. Com inteligência estratégica e coragem, ele lidera batalhas ousadas contra um exército muito superior, tornando-se uma lenda entre os seus seguidores.

    Além do contexto militar e político, o romance aborda temas como fanatismo religioso, lealdade e traição, mostrando o impacto da guerra sobre os combatentes e a população civil. Com um enredo envolvente e personagens marcantes, Eugène Sue constrói um retrato vívido deste conflito, destacando tanto a bravura dos rebeldes quanto as brutalidades da repressão.

    Este livro insere-se na tradição do romance histórico francês do século XIX, combinando aventura e crítica social, características marcantes da obra do autor.

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  • Quetin Durward de Walter Scott

    Quetin Durward

    Walter Scott

    5,00 

    Quentin Durward, um jovem nobre escocês, chega a França durante o reinado de Luís XI após a morte de sua família, ocorrida em uma batalha que destruiu sua aldeia. Ele entra ao serviço do rei como arqueiro na guarda escocesa deste. Luís XI confia-lhe a missão de acompanhar uma jovem de boa família e sua tia até o bispado de Liège. Quentin vai desvendar muitas conspirações, demonstrar coragem, bravura, inteligência e oportunidade, sendo, enfim, um perfeito cavaleiro. Ele também vai encontrar o amor…