• Sindicalismo em Portugal, O

    Sindicalismo em Portugal, O

    Manuel Joaquim de Sousa

    10,00 

    Edição integrada na colecção «Movimento Operário Português», acrescentada de uma ‘Nota Biográfica do autor’ e de uma ‘Introdução’ por Emídio Santana. Manuel Joaquim de Sousa, natural da cidade do Porto e operário manufactor de calçado, desde muito novo começou a militar no movimento operário, tendo-se revelado figura de grande notoriedade dentro do movimento anarco-sidicalista e desempenhado importantes funções como dirigente sindical durante a Primeira República.

  • Johnny Man: Lisboa | Porto – Luanda – Londres de João Van Zeller

    Johnny Man: Lisboa | Porto – Luanda – Londres

    João Van Zeller

    10,00 

    Johnny Man: Lisboa | Porto – Luanda – Londres de João Van Zeller.
    Edições Afrontamento. Porto, 2024, 531 págs. B.

    «Este terceiro livro memorialista do autor é um relato rocambolesco de um promissor membro da juventude dourada portuguesa. A caminho das suas promoções profissionais, encontrou figuras literárias como Vladimir Nabokov, Jorge Amado, James Baldwin, artistas como Amália Rodrigues e Mary Martin, líderes políticos como os dos partidos de libertação, o Presidente da República do Zaire Mobutu Sese Seku, além de alguns dos protagonistas portugueses do 25 de Abril. O mundo bancário era representado pelo clã Espírito Santo. Mas também pelo segundo investidor em Angola, o First National City Bank, que ali fez uma grande injeção de capital pouco antes da Revolução de 1974, e que a perdeu. E do outro lado do Atlântico, o Secretário de Estado Henry Kissinger, com quem o autor também se encontrou, pouco se importava com o continente adormecido, comparado com o Vietname. Com humor e abundância de anedotas picantes e sensuais, João van Zeller oferece uma visão panorâmica da descolonização de Angola e da sociedade portuguesa. Relegado para o estrangeiro, lançou-se numa nova carreira internacional. Durante a sua vida profissional nos Bancos, o João observou: “A esmagadora maioria da gente abastada que encontrei em várias partes do Mundo nunca me pareceu feliz: a abundância parecia trazer obsessões doentias, securas, infelicidades, tudo bem antes de haver heranças”».
    Dennis Redmont, jornalista, antigo correspondente da Associated Press em Portugal, e depois responsável pela área do Mediterrâneo, baseado em Roma

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porto Um Ponto de Vista de António Laúndes

    Porto Um Ponto de Vista

    António Laúndes

    8,00 

    Porto Um Ponto de Vista de António Laúndes. Edições Afrontamento. Porto, 2007. E.

    Este livro surge do amor transgressor dos autores pela sua cidade, o Porto. Não se trata de um postal ilustrado, no sentido comum do conceito, porque o Porto que aqui encontramos nem sempre reconhecemos. O Porto é a matéria-prima deste livro, mas o resultado final é muito mais que um sentido vulgar ou o olhar comum. O resultado deste olhar é arte, uma arte que nasce do amor pela cidade e por uns olhos que, através da objectiva, a vêem com uma intensidade vibrante. São fotografias únicas, como único é o olhar que lançamos sobre a cidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Jade do Mandarim de Raymond Chandler

    Jade do Mandarim

    Raymond Chandler

    3,00 

    Raymond Chandler nasceu em Chicago em 1888. Aos oito anos, mudou-se com a mãe para Inglaterra, regressando aos Estados Unidos em 1912. Combatente da Primeira Guerra Mundial, fixou-se depois do armistício em Los Angeles, onde desempenhou funções como administrador em empresas petrolíferas. Aos 44 anos, em 1932, perde o trabalho na sequência da Grande Depressão e, inspirado pela leitura da revista Black Mask, decide escrever a sua primeira história policial, “Blackmailers Don’t Shoot”, revelada naquela publicação em 1933. À Beira do Abismo, o seu romance de estreia, é publicado em 1939, apresentando a personagem do lendário detetive privado Philip Marlowe, herói também dos outros seis livros que publicou em vida, entre os quais se destacam A Dama do Lago (1943) e O Imenso Adeus (1953). Considerado um dos fundadores da escola hard-boiled a par de Dashiell Hammett, Chandler tornou-se referência máxima da literatura policial realista, teve as suas obras repetidamente adaptadas ao cinema e a sua escrita influenciaria as convenções do género até aos dias de hoje. Faleceu a 26 de março de 1959, em La Jolla, Califórnia.

  • Herói das Mansardas de Mansard de Álvaro Pombo

    Herói das Mansardas de Mansard

    Álvaro Pombo

    6,00 

    Herói das Mansardas de Mansard de Álvaro Pombo.
    Editorial Afrontamento. Porto, 1989, 205 págs. B.

    Trata-se de uma excelente novela, que se lê de um fôlego, bela e esplendidamente escrita, inteligente, quase mágica. As mansardas entendidas como a marginalidade das casas, para onde eram atiradas as marginalidades das grandes famílias: os servos, as crianças, os adolescentes e os adultos pouco integrados.

    E, neste caso, como cenário da transformação de uma criança em adolescente, da sua descoberta do mundo erótico (solidão, cumplicidades, amor, sexo, homossexualidade) através de personagens marginais, excêntricas mas vivendo vidas comuns.

    📝 Assinatura de posse.

    E, neste caso, como cenário da transformação de uma criança em adolescente, da sua descoberta do mundo erótico (solidão, cumplicidades, amor, sexo, homossexualidade) através de personagens marginais, excêntricas mas vivendo vidas comuns.

  • Lugar da Palavra: Poesia Reunida 1956-2019 de Fernando Guimarães

    Lugar da Palavra: Poesia Reunida 1956-2019

    Fernando Guimarães

    20,00 

    Lugar da Palavra: Poesia Reunida 1956-2019 de Fernando Guimarães.
    Edições Afrontamento. Porto, 2019, 615 págs. E.

    “Discóbulo
    A medir devagar o equilíbrio, livremente persiste no esforço. Só o seu gesso parte. o disco fica junto das suas mãos, recomeçando. Estátua de pugilistas Cansados, separa-os apenas a nudez. Cada músculo se curva e o mar avança nos seus corpos para que a luta principie sempre.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Globalização Armada de Francisco Louçã

    Globalização Armada

    Francisco Louçã

    5,00 

    Globalização Armada de Francisco Louçã [et al.].
    Edições Afrontamento. Porto, 2004, 244 págs. B.

    As aventuras de George W. Bush na Babilónia são fascinantes e assustadoras, pelo que revelam dos jogos de poder na Casa Branca, pela forma como agravam a espiral da história maldita do Médio-Oriente, pelas sombras do negócio do petróleo, pelo xadrez geo-estratégico do século XXI onde se disputa brutalmente o controlo de países, de rotas de pipelines, de mercados de droga, de milícias de assassinos. Rodeado de fundamentalistas cristãos, de neoconservadores e de republicanos tradicionalistas, o Presidente Bush arrastou o seu país para uma guerra em que já morreram mais soldados norte-americanos do que nos três primeiros anos do Vietname.

    A GLOBALIZAÇÃO ARMADA passa em revista essa história de alianças e traições, manobras e intrigas e analisa o supra-imperialismo como sistema de poder, na sua força e na sua fraqueza. Este império está a viver uma crise dramática, não só no atoleiro iraquiano, mas sobretudo na sua estrutura económica e social. A guerra infinita é a consequência directa e a resposta a esta crise.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História de Moçambique de Frelimo

    História de Moçambique

    Frelimo

    7,50 

    História de Moçambique de Frelimo.
    Edições Afrontamento. Porto, 1971, 80 págs. B.

    Ao iniciarmos o estudo da História de Moçambique, não poderíamos seguir o mesmo método. Como todos os outros povos do mundo, o povo moçambicano tem uma história. Assim, tentaremos estudar a História de Moçambique sob um ponto de vista moçambicano, quer dizer, baseado na história do povo moçambicano. Mas para se escrever uma história é necessário ter fontes de informação sobre o passado, e a maior parte dessas fontes foram-nos deixadas pelos árabes e pelos próprios portugueses. Assim, ao tentarmos conhecer o passado não conseguimos informações seguras para além do ano 1300. Foi por volta dessa altura que na região entre os rios Zambeze e Limpopo teve origem uma civilização muito importante, o Mwanamutapa (Monomotapa). Esta civilização que atingiu o seu ponto mais alto por volta do ano 1500, marcou profundamente a História de Moçambique. Achamos correcto começarmos o estudo da História de Moçambique com a história do Mwanamutapa. Esta civilização não só a região do Norte mas também a região do Sul de Moçambique. Ao estudarmos a evolução desta civilização focaremos todo o povo moçambicano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Iniciação à Teoria Económica Marxista de Ernest Mandel

    Iniciação à Teoria Económica Marxista

    Ernest Mandel

    10,00 

    Iniciação à Teoria Económica Marxista de Ernest Mandel.
    Afrontamento. Lisboa, 1975, 72 págs. B.

    O texto a seguir publicado é uma reedição fac-simile de uma publicação feita em 1967. Na época, e dadas as condições então existentes, o livro foi publicado com o título Iniciação à Teoria Económica. Repõe-se agora o título completo Iniciação à Teoria Económica Marxista. Reproduz-se também a nota explicativa que acompanhava a primeira edição.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homenagem a João Guedes de Maria Luísa Garcia Fernandes

    Homenagem a João Guedes

    Maria Luísa Garcia Fernandes

    5,00 

    Hoje, a Câmara Municipal de Matosinhos inicia um acto público há muito sentido na privacidade. O reconhecimento de uma personalidade, com raízes em Matosinhos, que estendeu a sua criatividade pela arte do espectáculo sempre com o valor da liberdade como cenário.