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  • Contribuição para a História da Imprensa de Moçambique de Silvano Cardoso

    Contribuição para a História da Imprensa de Moçambique

    Silvano Cardoso

    10,00 

    Contribuição para a História da Imprensa de Moçambique de Silvano Cardoso.
    CODAN. Lourenço Marques, 1973, 78 págs. E.

    A Imprensa em Moçambique tem, desde os seus primeiros passos, procurado estar presente, construtivamente, com o seu estímulo, com o seu apoio, com as suas críticas, com a sua própria existência, neste esforço colectivo.

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  • Pragas Importantes do Algodoeiro em Angola de Alexandre José Duarte

    Pragas Importantes do Algodoeiro em Angola

    Alexandre José Duarte

    7,50 

    Pragas Importantes do Algodoeiro em Angola de Alexandre José Duarte.
    Junta Provincial de Povoamento de Angola. Luanda, 1966, 18 págs. B.

    A produção do algodão em Angola data de 1926. Até 1961, a colheita anual não ultrapassava as 10 mil toneladas de algodão fibra.

    ✒️ Sublinhados e escrito na margem a tinta.

  • 7 de Abril Dia de Mulher MoçambicanaDia de Mulher Moçambicana

    7 de Abril Dia de Mulher Moçambicana

    Organização da Mulher Moçambicana

    7,50 

    7 de Abril Dia de Mulher Moçambicana de Organização da Mulher Moçambicana.
    Frelimo. Moçambique, 1975, 50 págs. B. Il.

    A Organização da Mulher Moçambicana que se constitui surge na estrutura da FRELIMO como um novo braço da nossa Revolução que deve atingir as largas massas de mulheres que até agora se conservam à margem do processo de transformação que tem lugar na nossa Pátria. É a Organização da Mulher Moçambicana que deve trazer para a luta pela emancipação da Mulher e para a luta revolucionária nacional os milhões de mulheres do nosso país.

     

    No dia 7 de Abril celebra-se, em Moçambique, o dia da mulher moçambicana alusivo à morte de Josina Machel (1945-1971), heroína nacional e segunda esposa de Samora Machel (1933-1986), uma das muitas mulheres moçambicanas que lutaram pela independência de Moçambique tornando-se assim exemplo e inspiração pelo movimento feminino moçambicano.

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  • Cinquentenário da Cidade da Beira de João Alberto Costa Soares Perdigão

    Cinquentenário da Cidade da Beira

    João Alberto Costa Soares Perdigão

    7,00 

    Cinquentenário da Cidade da Beira de João Alberto Costa Soares Perdigão.
    Câmara Municipal da Beira. Beira, 1960, 16 págs. B.

    Com uma situação geográfica previlegiada que lhe dá uma posição central, chave das comunicações que muito interessam à Província de Moçambique e aos territórios da vizinha Federação, permitindo um considerável encurtamento das distâncias aos centros vitais daqueles territórios, em relação a qualquer outra cidade marítima da costa oriental do continente africano, ao sul do Equador; servindo com o seu Porto e Caminho de Ferro interesses também vitais da Federação, sempre crescentes e em ritmo acelerado, que forçarão em breve a multiplicação do actual movimento de carga do porto da Beira; dispondo já de poderosa alavanca do progresso industrial, a energia hidro-eléctrica; tendo em vias de conclusão as instalações de um moderno aeroporto internacional e a estrada de ligação às Rodésias; beneficiando no futuro com as previstas ligações do caminho de ferro e de novas estradas para o Sul e para o Norte da Província; dentro em poucos anos dotada de dois modernos estabelecimentos oficiais de ensino secundário e técnico e outro de ensino particular e missionário; prestes a ver concretizado o seu Plano de Urbanização, com a execução de grandes trabalhos, como aterros, esgotos, regularização do Chiveve e criação dos lagos, o que virá a ser a mais grandiosa ajuda que o Governo de Salazar, com notável previsão, tem concedido a qualquer cidade portuguesa; e, finalmente, por força dos altos interesses que à sua volta gravitam com acentuada tendência progressiva; a Beira não tardará 10 anos que não tenha congestionado o seu Plano de Urbanização, ampliado na área de Matacuane e ligado ao da Manga que, vitalizada pelas indústrias vizinhas e pelas instalações da Aeronáutica, virá a constituir um dos bairros mais prósperos da Cidade. (Excerto)

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  • Sangue no Capim de Reis Ventura

    Sangue no Capim

    Reis Ventura

    50,00 

    João Falcato, que prefacia esta edição publicada pelo próprio autor, questiona: “Que livro pode então ser este? É fácil dizer-lhes que é o livro duma epopeia e duma tragédia. Primeiro duma tragédia e, depois, duma epopeia. Assim é que está certo. Os acontecimentos que deram os temas de ‘Sangue no Capim’ estão na memória e…

  • Breve Notícia Histórica Ilha de Angediva de Mário Marques de Andrade

    Breve Notícia Histórica Ilha de Angediva

    Mário Marques de Andrade

    50,00 

    Breve Notícia Histórica Ilha de Angediva de Mário Marques de Andrade.
    Goa, 1960, 14 págs.

    Relatório do Comando Militar do Estado Português da Índia sobre uma “missão à Ilha de Angendiva quando no Estado Português da Ìndia fui Chefe de Estado Maior das Forças Armadas doa ali estacionado” segundo consta na dedicatória que a autor documento deixou na contracapa ao seu filho.

    ✍🏻 Edição com uma dedicatória do autor ao filho.

  • Drama do Refúgiado: Reformados? Vendidos?

    Drama do Refúgiado: Reformados? Vendidos?

    Comissão de Refugiados

    10,00 

    Drama do Refúgiado: Reformados? Vendidos? de Comissão de Refugiados.
    Comissão de Refugiados. Lisboa, 1976, 189 págs. B.

    Os depoimentos, sem qualquer intenção de fazer literatura, aí ficam. Constituirão pelo menos, o esforço para reagrupar em torno de uma luta comum essa legião imensa de pessoas, que a maldade dos homens designa eufemisticamente por RETORNADOS. Procuramos acrescentar-lhe o valor de algumas prosas cheias de mérito e de compreensão. Fomos até à transcrição de artigos publicados em jornais que, se não apoiam totalmente a nossa razão, ao menos não riem do nosso drama.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Goa Antiga e Moderna de Frederico Diniz d' Ayalla

    Goa Antiga e Moderna

    Frederico Diniz d' Ayalla

    75,00 

    Goa Antiga e Moderna de Frederico Diniz d’ Ayalla.
    Tipographia do Jornal do Commercio. Lisboa, 1888, 271 págs. E

    A presente obra é, sem dúvida, um marco incontornável, tratando historicamente a relação entre Goa e Portugal, escrito pelo luso-descendente Frederico Diniz D’Ayalla. Trabalho notável em variados domínios, e representativo do pensamento de grandes figuras de finais do século XIX, ele contêm não apenas preciosas observações de carácter antropológico e de geografia física, mas também narrativas apaixonadas dos sucessos históricos e políticos do território, ao longo dos séculos. Obra por certo polémica é, no entanto, ainda hoje, em muitos aspectos, uma preciosa visão do longo e conturbado trajecto da presença portuguesa na Índia.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    ❗ Uma Data Célebre: Carta ao Presidente da Comissão de Archeologia de Diniz d’ Ayalla. Imprensa Typographica Colonial. Nova Goa, 1906, 11 págs.
    Refutação do Pe. Maffei S. J. Pelo Missionário de Cochim.
    Fabiola: Ensaio Dramático de Frederico Diniz D’Ayalla. Typographia da Casa Luso-Franceza. Nova-Goa, 1902, 71 págs.
    [1ª Edição. Ainda incluidas neste volume:
    Uma Data Célebre: Carta ao Presidente da Comissão de Archeologia de Diniz d’ Ayalla. Imprensa Typographica Colonial. Nova Goa, 1906, 11 págs.

    Refutação do Pe. Maffei S. J. Pelo Missionário de Cochim.

    Fabiola: Ensaio Dramático de Frederico Diniz D’Ayalla. Typographia da Casa Luso-Franceza. Nova-Goa, 1902, 71 págs.

  • Moçambique Imagens da Arte Colonial de Fernando Couto

    Moçambique Imagens da Arte Colonial

    Fernando Couto

    25,00 

    No nosso projecto editorial fizemos questão de incluir um levantamento do espólio artístico deixado em Moçambique pela colonização, especialmente nas vertentes de arquitectura e escultura, as que se nos afiguravam mais sujeitas a degradação causada por efeitos climatéricos, principalmente.
    Ainda que concebidas e realizadas por uma outra cultura, estas obras fazem, hoje, parte, do património histórico moçambicano, são parte de Moçambique e devem, por isso, ser objecto de preservação e valorização. – in Introdução

  • Notas Sobre o Estado Português da Índia

    Notas Sobre o Estado Português da Índia

    Agência-Geral do Ultramar

    10,00 

    Notas Sobre o Estado Português da Índia de Agência-Geral do Ultramar.
    Ministério do Ultramar, 1954, 35 págs. B.

    Com razão escreveu ao tempoo este grande homem, humano e justo Governador e Capitão-Geral da Índia [Afonso de Albuquerque. «E quanto às cousas da Índia não digo nada porque ela falará por si e por mim».

    Ao cabo de quatro séculos e meio ainda ecoam no Mandovi e no Zuari estas proféticas e inesquecíveis palavras do herói e do homem sábio e justo que soube honesta e humanamente administrar Goa como se nela não houvesse senão portugueses, sem distinção de cores, de credos religiosos e de castas.

    Índice
    Algumas notas históricas. A libertação de Goa em 1510;
    O território actual. Extensão. Clima.;
    População. Religiões. Usos e Costumes;
    Sistema monetário. Pesos e Medidas;
    Principais produções e actividades;
    A paisagem. Os monumentos históricos;
    Os príncipios tradicionais portugueses que regulam a vida das sociedades multiraciais.


    Características do Exemplar

    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    🔸Capa suja

  • Portugueses da ÍndiaPortugueses na Índia

    Portugueses da Índia

    M. M. Sarmento Rodrigues

    20,00 

    AOS PORTUGUESES DA ÍNDIA DE M. M. SARMENTO RODRIGUES
    Agência Nacional do Ultramar. Lisboa, 1955. 132 págs. B.

    Reunião de discursos e mensagens do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues, sobre o Estado da Índia Portuguesa e os seus complexos problemas geopolíticos. O volume reúne as intervenções pronunciadas e enviadas nos anos em que o território era administrado por Portugal, constituindo um relevante documento de época sobre a gestão e a ideologia colonial do Estado Português no Oriente.

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    Características do Exemplar
    ✍️ Exemplar autografado pelo autor.
    Peso: 260g
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  • Portugal e as Colónias Portugueses de Fortunato de AlmeidaPortugal e as Colónias Portugueses (2)

    Portugal e as Colónias Portugueses

    Fortunato de Almeida

    25,00 

    Portugal e as Colónias Portugueses de Fortunato de Almeida.
    Ed. Autor. Coimbra, 1920, 484 págs. E.

    Com um apêndice sôbre a Historia da Geografia e uma nota bibliográfica sôbre a Geografia de Portugal e dos seus dominios. Segunda edição.

    Comm grande número de gravuras intercaladas no texto e capítulos sobre a Geografia física, política e económica de Portugal, dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Índia, Macau e Timor.

    📝 Assinatura de posse.
    ❗Encadernação com falha da lombada. Sem capa de brochura
    📝 Sublinhados a lápis

  • Lusitanidade e Universalidade de Mário Marques de Andrade

    Lusitanidade e Universalidade

    Mário Marques de Andrade

    15,00 

    Lusitanidade e Universalidade de Mário Marques de Andrade.
    Imprensa Nacional. Goa, 1959, 44 págs. B.

    Recordação do “Dia de Portugal, em 10 de Junho de 1959, traduzido no discurso proferido pelo autor na Sala dos Vice-Reis e Governadores do Palácio de Hidalcão no grande dia a Festa a Festa de Todos os Portugueses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Descolinização e Democracia de António de Spínola

    Descolinização e Democracia

    António de Spínola

    5,00 
  • Problema do Crédito em Angola

    Problema do Crédito em Angola

    Cunhal Leal

    10,00 

    SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DO PROBLEMA DO CRÉDITO EM ANGOLA DE CUNHA LEAL
    Ed. Autor. Lisboa, 1930. 86 págs. B.

    Invulgar e polémico ensaio técnico de pendor financeiro e político da autoria do Engenheiro Francisco Cunha Leal (1888-1970), antigo Presidente do Ministério da Primeira República, que analisa com acuidade a crise monetária e a reestruturação bancária da colónia de Angola na transição para a década de 1930. Publicada numa época de forte centralização e debate sobre a soberania económica do Ultramar, a obra apresenta sugestões metodológicas e soluções para o desenvolvimento do crédito agrícola e comercial, tecendo sérias críticas à gestão administrativa territorial. Um documento histórico de grande raridade e manifesto interesse para o estudo das finanças ultramarinas e do pensamento económico colonial português.

    🔖 Temática: Economia, Ultramar, Estado Novo

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    Características do Exemplar
    ✍️ Exemplar autografado pelo autor.
    Peso: 150g
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  • António Galvão, o "Apóstolo das Molucas"

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas”

    Joaquim Costa

    7,50 

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas” de Joaquim Costa.
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1943, 96 págs. B.

    A História contraiu uma grande divida com António Galvão, notável governador das Ilhas de Maluco em 1536 e que é justo e urgente tirar do «rol dos esquecidos. Homem de caracter, probo e esforçado, honrou em todas as circunstâncias o nome de Portugal e servir com desinteresse, galhardia e lealdade, Deus, a Pátria e o Rei. Quando o Rev. Richard Hakluyt deliberou, em 1601, publicar a crónica das viagens e descobrimentos dos inglêses, seus compatriotas, fizeram-lhe notar que êsse trabalho seria incompleto se não desse a conhecer o que os portugueses tinham anteriormente feito em matéria de descobertas e navegação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.