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Washigton Nascimento
20,00 €
Luanda & Bahia: identidades e etnicidades em contextos contemporâeneos de Washigton Nascimento [et al.]
Pontes Editores. Brasil, 2020, 185 págs. B.
Este livro reúne pesquisas em torno de temas ligados a identidades e etnicidades em Luanda (Angola) e na Bahia (Salvador e Recôncavo). Ele analisa, por um lado, os processos discursivos criados pelos europeus e suas ciências (notadamente a História e Antropologia) para a descrição, análise e controle dos “outros” inventariados no processo de colonização e, por outro, como se dá o processo de construção das identidades neste contexto. Washington Nascimento, por meio do debate em torno dos assimilados, busca perceber as identidades e alteridades produzidas no encontro colonial, bem como as tentativas de criação de uma identidade nacional angolana a partir de Luanda. Marise de Santana dedica-se a discutir as diferentes dimensões dos conflitos étnicos (e religiosos) no recôncavo baiano, mais propriamente em Candeias e São Francisco do Conde. Edson Ferreira analisa de que formas a exposição de fotografias “Fé e Festa nos Janeiros da Cidade da Bahia: São Salvador” impactou nos olhares sobre a cidade de Salvador e nos pertencimentos dos frequentadores da mostra fotográfica.
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Washington Nascimento
21,50 €
Brasil, Moçâmedes e Mussongo Bitoto: trânsitos culturais no sul de Angola de Washington Nascimento.
FVG Editora. Brasil, 2023, 323 págs. B. Il
A história contada neste livro começa com a chegada em Angola dos luso-brasileiros (pernambucanos) em meados do século XIX e como esse grupo foi fundamental na formação da região, que os europeus chamavam de Moçâmedes, mas que para os Kuvale era Mussungo Bitoto. Depois se dedica a pensar como os africanos escravizados oriundos do Brasil, que vieram com seus senhores, contribuíram na formação de um novo grupo social na região, os Mbali, cuja maior expressão identitária e cultural são a sua arte mortuária e a festa da cruzeta, que mistura aspectos do universo afro-brasileiro com o kimbundu, ovimbundu e herero. Tais sujeitos, com origens bem diversas, assim como os acontecimentos desses três últimos séculos, se amalgamaram em uma realidade diversificada e contraditória, riquíssima, e que se manifesta em práticas culturais-artísticas recentes, como a poesia, fotografia e música. Estamos tratando de um universo complexo, ancestral, colonial e afrofuturista, uma mistura de estéticas e origens diversas que conectam e denunciam realidades diferentes, atrelando para sempre Pernambuco, Mussungo Bitoto, Moçâmedes, Namibe; Brasil e Angola.
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Luís Valente de Oliveira
6,00 €
Regionalização de Luís Valente de Oliveira.
Edições ASA. Porto, 1996, 206 págs. B.
A institucionalização de regiões administrativas no continente figura na constituição da república portuguesa, desde 1976! Já se passaram vinte anos, sem que se tenha dado o passo definiti- vo da formalização das estruturas administrativas regionais. É evidente que a operação comporta riscos… Mas também contém virtualidades.
Este livro refere em que consiste a regionalização, quais os problemas que ela põe e como se podem reduzir os riscos que apresenta e extrair as muitas potencialidades que ela encerra
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Orlando Ferraz
17,50 €
Angola: Caminhos e Desafios da Reconciliação e da Reconstrução de Orlando Ferraz.
Elivulu Editora. Luanda, 2022, 202 págs. B.
Este é um livro sobre o futuro, a sua construção a partir do presente, com um olhar ao passado para seguir adiante. Como refere no prefácio Ernesto Joaquim Mulato, engenheiro e ex-deputado à Assembleia Nacional de Angola, o tema desta obra «constitui uma das aspirações nacionais primárias de qualquer Estado que queira trilhar o caminho do desenvolvimento harmonioso e sustentado tendo como o ponto de chegada o bem-estar económico e social do seu povo».
O livro está estruturado em 5 parte. Na primeira o autor retrata os factos históricos que directa ou indirectamente contribuíram na formação e tomada de consciência nacional para a revolta contra a ocupação colonial que se desenvolveu com a luta de libertação nacional encetada pelos nacionalistas angolanos até a assinatura dos acordos de Alvor entre o governo português e os três movimentos de libertação nacional. A segunda parte traz à lembrança o histórico da guerra fratricida influenciada pela guerra fria. O autor faz ainda uma incursão até aos acontecimentos vivenciados em Angola no fatídico e memorável dia 27 de Maio de 1977 devido ao seu impacto adverso na defesa e garantia dos direitos humanos. As eleições gerais de 1992 e os acontecimentos pós-eleitorais, incluindo a retoma do conflito armado até a expulsão da UNITA das cidades do Bailundo (Huambo) e Andulo (Bié) constituem a abordagem da terceira parte. A seguir trata do recrudescimento da guerra civil pós-eleitoral. A última parte é sobre esperança, sobre a merecida bonança que «Angola, agora ou nunca», muito precisa. Enfatiza o autor: todo angolano deve acreditar que a felicidade é o último bem prosseguido pela reconciliação e reconstrução nacional.
Um estudo profundo que condensa 25 anos de pesquisa – 1997 a 2022 – com recurso a diversas fontes, quer bibliográficas como orais, com entrevistas inéditas de personalidades da história angolana e de África, entre as quais se destaca Kenneth Kaunda, pan-africanista, primeiro presidente da Zámbia (1964-1991).
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Raul Tati
15,00 €
Identidade Histórica e Cultural dos Cabindas de Raul Tati.
Elivulu Editora. Luanda, 2024, 272 págs. B.
Este é um trabalho de pesquisa muito importante, da autoria do Professor Doutor Raul Tati. Como refere o autor, “o aforismo socrático ‘conhece-te a ti mesmo’ justifica esta afirmação na medida em que devíamos partir primeiro do autoconhecimento para depois empreendermos a grande odisseia do conhecimento do cosmos e dos fenómenos naturais e sociais doutras latitudes”. Este livro visa partilhar o conhecimento do mundo dos cabindas e para o reconhecimento da sua dignidade como povo distinto e inconfundível.
No prefácio, o Professor Doutor Martinho Nombo classifica esta obra como “uma pérola que vai, seguramente, deleitar investigadores em Ciências Sociais, comunidade académica, leitores comuns e o Povo Cabindês, pelo qual, há muito se bate estoicamente, pelo reconhecimento da sua real identidade e, por via dela, assegurar-lhe melhor defesa, garantia da sua dignidade e direito de existir ontologicamente enquanto nação, numa conjuntura em que a comunidade internacional, infelizmente, cada vez menos altruísta, renegou a sua própria existência”.
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José B. Terceiro
6,00 €
Sociedade Digital: do homo sapiens ao homo digitalis de José B. Terceiro
Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1997, 253 págs. B.
Obra que analisa, de forma rigorosa e acessível, o impacto da transição do átomo para o bit, antecipando a passagem do homo sapiens para o homo digitalis. O autor explora o papel da Internet, das redes e dos computadores, bem como os efeitos das tecnologias digitais no trabalho, na medicina, educação e media. Aborda ainda implicações políticas, legais e económicas, incluindo o dinheiro electrónico e as transformações sociais associadas.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Kevin Rushby
8,00 €
Paraíso de Kevin Rushby
Quidnovi. Matosinhos, 2006, 301 págs. E. Il
O mito do paraíso tem sido um dos maiores motivadores da história humana. Dos Assassinos da Pérsia do século XII aos Pais Peregrinos da América; de Pitágoras aos gestores empresariais dos nossos dias, sempre houve quem procurasse a perfeição na Terra. Esta esperança de um paraíso terreno empurra a humanidade para a frente, exigindo mudança e oferecendo salvação. No entanto, também traz apensas crenças religiosas como o Armagedão, o pecado original e o martírio – tudo noções que influenciam a vida moderna mesmo quando escondidas sob uma capa da laicismo. Kevin Rusbhy faz a história da crença no paraíso desde as suas origens mais remotas até à actualidade, pondo e cena uma enorme diversidade de personagens, tiradas sobretudo das culturas cristã e islâmica. O enredo leva-nos não só através das delícias dos jardins botânicos e da utopias da Europa do século XVII, mas também de eventos terríveis como o Holocausto e as atrocidades do fanatismo religioso. Paraíso conta a história de uma ideia e, ao fazê-lo, revela alguns dos acontecimentos-chave e das personagens que enformaram a nossa visão de uma felicidade perfeita.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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António Montes Moreira
6,00 €
Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX de António Montes Moreira [Dir.]
Universidade Católica Portuguesa. Lisboa, 1989, 358 págs. B.
Revista do Centro de Estudos de História Religiosa, 2ª Série, Tomo I
DAVID SAMPAIO BARBOSA
O Concílio Vaticano I e o Governo Português (1869-1870)
ΑΝΤΟΝΙΟ MANUEL MARTINS
Recepção em Portugal das Encíclicas sobre o Liberalismo: Mirari vos, Quanta cura e Immortale Dei
ROBSON CRUZ
Camilo Castelo Branco e o livro Divindade de Jesus (1865)
ANA MARIA CASTELO MARTINS JORGE
Literatura e Religião nas Conferências do Casino. As Conferências de Augusto Soromenho e Eça de Queirós
PINHARANDA GOMES
Roberto Guilherme Woodhouse (1828-1876). Resposta aos Detractores e Mojadores da Religião e dos seus Ministros
MANUEL CLEMENTE
O Congresso Católico do Porto (1871-1872) e a emergência do Laicado em Portugal
AVELINO DE JESUS DA COSTA
A Santíssima Eucaristia nas Constituições diocesanas portuguesas desde 1240 a 1954
ISAIAS DA ROSA PEREIRA
Visitações de Santiago de Óbidos (1501-1540)
🟡 Capa com ligeiras manchas.
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Manuel Dias
6,00 €
Portugueses no Mundo de Manuel Dias
Revista Portugal. Oliveira de Azeméis, 2001, 158 págs. B.
São histórias de realidades pouco conhecidas em Portugal, mau grado o empenhamento do autor e de outros mais, em ordem à difusão entre nós dessa realidade magnífica e empolgante recortada pelas Comunidades Portuguesas. Daí a oportunidade da obra, porque estes testemunhos, assim descritos com tal talento e sensibilidade, são sobretudo a oportunidade para todos nós nos darmos conta da dimensão humana e cívica dos protagonistas, a quem o autor dedicou a maior parte da sua vida.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Roberto Saviano
8,00 €
Gomorra: Viagem ao império económico e ao sonho de domínio da Camorra de Roberto Saviano
Caderno. Alfragide, 2010, 351 págs. B.
A história real de um jornalista infiltrado na violenta máfia napolitana. As mercadorias “frescas” roupas, videojogos, relógios, desembarcam diariamente no porto de Nápoles para serem armazenadas e escondidas em prédios propositadamente esvaziados. Já as mercadorias “mortas”, vindas de toda a Itália e de boa parte da Europa, sob a forma de resíduos químicos, cadáveres e esqueletos humanos, são clandestinamente “despejadas” nas terras da região da Campânia. Essa é a Camorra de hoje, ou melhor, o “Sistema”.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Marcelin Defourneaux
7,00 €
No Tempo de Joana D’Arc de Marcelin Defourneaux
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 299 págs. B.
Colecção: A Vida Quotidiana | 6
“Desta época tenebrosa – de 1407, data do assassínio de Luís de Orleães por seu primo João sem Medo, até 1437, data do regresso de Carlos VII à sua capital reconquistada – o tempo de Joana d’Arc constitui a parte mais sombria. As causas gerais de desordem e de inquietação que, desde meados do século XIV, afligem toda a Europa – estagnação ou regressão económica, reivindicações sociais, decadência da Igreja e desejo de reforma – juntam-se, em França, a guerra civil dos Armanhaques e Borguinhões, a invasão inglesa e a ocupação estrangeira duma parte do território.
Se, em si mesmos, tais episódios saem fora do domínio da «vida quotidiana», eles atingem-na, todavia, pelas repercussões que têm sobre a vida material e moral dos contemporâneos. Esta a razão porque, depois do estudo das condições de vida e dos costumes, se nos afigurou necessário reservar um lugar à «dolorosa dansa» de que fala o burguês de Paris, contemporâneo de Joana ‘Arc, ao trágico redemoinho que, como a Dansa Macabra pintada nesta época no cemitério dos Inocentes arrasta, na sua ronda, soberanos, clérigos, senhores, camponeses e burgueses.” in Introdução
📝 Assinatura de posse.
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Alain Peyrefitte
6,00 €
Quando a China Despertar… o Mundo Tremerá de Alain Peyrefitte
Círculo de Leitores. Lisboa, 1975, 655 págs. E. Il.
Há quase 200 anos, em 1816, Napoleão Bonaparte afirmou que a China não estava condenada à decadência. “Quando a China acordar, o mundo tremera”, disse.
Muitos anos depois, em 1973, o escritor francês Alain Peyrehitte recuperou a frase de Napoleão para título de um livro célebre, onde profetizava que os chineses, por serem tantos, acabariam inevitavelmente por dominar o mundo.
O autor, Alain Peyrefitte, nascido a 26 de Agosto de 1925 em Paris, morreu a 27 de Novembro de 1999 vítima de cancro. Pensador, político, diplomata, ensaísta e escritor, exerceu vários cargos públicos, tendo sido Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro da Cultura de França. Foi autor de inúmeros livros, destacando-se “A Sociedade da Confiança”, lançado originalmente em 1995. Foi agraciado com a Legião de Honra francesa, Comendador das Palmas Académicas, Comendador das Artes e Letras e com a Grã-Cruz de ordens de diversas nações.
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Irène Chédaux
5,00 €
A Outra Face da América de Irène Chédaux
Editorial Pórtico. Lisboa, 1973, 273 págs. B.
A contestação ameaça o sistema da empresa independente. Revelou que os valores e as aspirações dos homens se modificaram: a autoridade do chefe, a legitimidade do lucro, a finalidade da sociedade de consumo e as relações do homem e da tecnologia são postas em causa. Mas é suscitada por uma exigência de dignidade, de liberdade, de nobreza do individuo. É igualmente portadora de um novo humanismo.
A tese da autora consiste em que há uma revolução em acção o que não surpreende, que a América constitui e que o seu teatro de eleição o que espantará alguns a empresa representa a ala em marcha da «social change» (renovação da sociedade), o que escandalizará aqueles para os quais os meios de negócios americanos correspondem à Wall Street e seus senhores de charutos volumosos.
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Roger Caillois
6,00 €
Instintos e Sociedade de Roger Caillois
Estúdios Cor. Lisboa, 1976, 210 págs. B.
Colecção. Ideias e Formas | 20
O homem de Estado procura manter um equilíbrio entre as forças díspares e indisciplinadas. Tenta canalizá-las ou faz de conta que não existem. Por vezes, escolhe servir-se delas e aproveitar-lhes o ímpeto, ao qual, aliás, logo se vê obrigado a ceder. Ora, estas forças ressurgem quando são perseguidas. Reprimidas, cedo ou tarde explodem. Por pouco que um aprendiz de feiticeiro as encorage ou convoque, ei-las prontas a tudo arrastar como uma súbita avalanche. (…)
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L. L. Matthias
5,00 €
Autópsia dos Estados Unidos de L. L. Matthias
Editora Ulisseia. Lisboa, s.d., 321 págs. B.
De todas as obras publicadas nos últimos dez anos sobre os Estados Unidos, este estudo de L. L. Mathias é indiscutivelmente o que atingiu uma celebridade ímpar à escala mundial e se tornou, pela multiplicidade de aspectos focados e pelo escrúpulo da informação, um livro-chave da análise do homem americano.
O prestígio da obra ultrapassou os círculos especializados e atingiu de há muito a grande massa da opinião pública, podendo dizer-se que não há actualmente estudo ou ensaio acerca do problema que não cite ou não se fundamente na assombrosa visão de L. L. Mathias.
Elaborada num contacto directo de mais de uma dezena de anos com a realidade que traduz e referenciado por uma infinidade de elementos exclusivamente americanos, AUTOPSIA DOS ESTADOS UNI-DOS tem o rigor dos documentos objectivos e a sedução dos grandes relatos vividos em que a experiência se alia a uma interpretação sociológica para nos dar a estrutura de um padrão de vida e o perfil de um tipo de homem nos seus aspectos singulares.
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J. Pires Cardoso
10,00 €
A Universidade na Vida Portuguesa de J. Pires Cardoso [Dir.].
Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa, 1968, 913 págs. B.
O junto do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, da Uni versidade Técnica de Lisboa. Tem por fim a investigação no dominio dos problemas sociais e da Sociologia, nomeadamente nas matérias relacionadas com o ensino ministrado no Instituto. Exerce também actividades destinadas a completar a formação social dos universitários. Os estudos empreendidos no Gabinete são «trabalhos individuais», sobre temas livremente escolhidos pelos autores, dentro de campos muito amplos indicados ou aprovados pela Direcção. ANALISE SOCIAL é uma revista de carácter cientifico, editada pelo Gabinete e onde, além de outros, se publicam os trabalhos nele elaborados. Procura ser, simultaneamente, uma revista de informação especializada. Com tal objectivo, publica também artigos traduzidos, notas de actualidade, textos condensados de outras publicações, documentação e bibliografia.
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