• Regionalização de Luís Valente de Oliveira

    Regionalização

    Luís Valente de Oliveira

    6,00 

    Regionalização de Luís Valente de Oliveira.
    Edições ASA. Porto, 1996, 206 págs. B.

    A institucionalização de regiões administrativas no continente figura na constituição da república portuguesa, desde 1976! Já se passaram vinte anos, sem que se tenha dado o passo definiti- vo da formalização das estruturas administrativas regionais. É evidente que a operação comporta riscos… Mas também contém virtualidades.

     

    Este livro refere em que consiste a regionalização, quais os problemas que ela põe e como se podem reduzir os riscos que apresenta e extrair as muitas potencialidades que ela encerra

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Angola

    Angola

    Orlando Ferraz

    17,50 

    Angola: Caminhos e Desafios da Reconciliação e da Reconstrução de Orlando Ferraz.
    Elivulu Editora. Luanda, 2022, 202 págs. B.

    Este é um livro sobre o futuro, a sua construção a partir do presente, com um olhar ao passado para seguir adiante. Como refere no prefácio Ernesto Joaquim Mulato, engenheiro e ex-deputado à Assembleia Nacional de Angola, o tema desta obra «constitui uma das aspirações nacionais primárias de qualquer Estado que queira trilhar o caminho do desenvolvimento harmonioso e sustentado tendo como o ponto de chegada o bem-estar económico e social do seu povo».

    O livro está estruturado em 5 parte. Na primeira o autor retrata os factos históricos que directa ou indirectamente contribuíram na formação e tomada de consciência nacional para a revolta contra a ocupação colonial que se desenvolveu com a luta de libertação nacional encetada pelos nacionalistas angolanos até a assinatura dos acordos de Alvor entre o governo português e os três movimentos de libertação nacional. A segunda parte traz à lembrança o histórico da guerra fratricida influenciada pela guerra fria. O autor faz ainda uma incursão até aos acontecimentos vivenciados em Angola no fatídico e memorável dia 27 de Maio de 1977 devido ao seu impacto adverso na defesa e garantia dos direitos humanos. As eleições gerais de 1992 e os acontecimentos pós-eleitorais, incluindo a retoma do conflito armado até a expulsão da UNITA das cidades do Bailundo (Huambo) e Andulo (Bié) constituem a abordagem da terceira parte. A seguir trata do recrudescimento da guerra civil pós-eleitoral. A última parte é sobre esperança, sobre a merecida bonança que «Angola, agora ou nunca», muito precisa. Enfatiza o autor: todo angolano deve acreditar que a felicidade é o último bem prosseguido pela reconciliação e reconstrução nacional.

    Um estudo profundo que condensa 25 anos de pesquisa – 1997 a 2022 – com recurso a diversas fontes, quer bibliográficas como orais, com entrevistas inéditas de personalidades da história angolana e de África, entre as quais se destaca Kenneth Kaunda, pan-africanista, primeiro presidente da Zámbia (1964-1991).

  • Prisão Política

    Prisão Política

    Sedrick de Carvalho

    17,00 

    Prisão Política de Sedrick de Carvalho.
    Elivulu Editora. Luanda, 2021, 212 págs. B.

    As editoras Elivulu (Angola) e Perfil Criativo (Portugal) no seguimento da publicação de várias edições dedicadas à questão da memória colectiva de Angola, trazem este ano (2021) o diário de cárcere de um jovem preso político angolano, Sedrick de Carvalho, do processo conhecido como 15+2, que nos revela os bastidores da sua detenção, prisão e julgamento.

    O relato começa a 20 de Junho de 2015, na Vila Alice (Luanda) quando um grupo de jovens se encontrou no ILULA para realizar uma leitura colectiva da obra “Da Ditadura à Democracia”, de Gene Sharp. Estes jovens foram violentamente presos por uma força especial de intervenção rápida do Serviço de Investigação Criminal e, mais tarde, assistiram a um bizarro julgamento no qual foram acusados de terrorismo. Sofreram uma prisão prolongada até 29 de Junho de 2016, data em que foram libertados por ordem do Tribunal Supremo.

     

  • Devagar Depressa dos Tempos de Marcello Duarthe Mathias

    Devagar Depressa dos Tempos

    Marcello Duarthe Mathias

    15,00 

    Devagar Depressa dos Tempos: Notas de um Diário (1962-1969) de Marcello Duarthe Mathias.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1980, 206 págs. B.

    Antologia do que de mais relevante Marcello Duarte Mathias escreveu nos seus Diários. Uma compilação de textos descritos com humor e perspicácia e que nos revelam as riquíssimas vivências de um diplomata e os seus encontros com figuras importantes ao longo da sua carreira.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Portugal e o Futuro de António de Spínola

    Portugal e o Futuro

    António de Spínola

    10,00 

    Portugal e o Futuro de António de Spínola
    Editora Arcádia. Lisboa, 184, 243 págs. B.

    Escrito por um dos mais prestigiados generais das Forças Armadas, combatente em Angola e comandante-chefe na Guiné, o livro teve o papel de uma bomba de profundidade contra a política africana do regime. Nele o autor defende a tese de que as guerras coloniais, que duravam desde 1961, não tinham solução militar. E que era necessário que a Nação debatesse o problema.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Depoimento de Marcello Caetano

    Depoimento

    Marcello Caetano

    7,50 

    Depoimento de Marcello Caetano
    Distribuidora Record. Brasil, 1975, 248 págs. B.

    «Logo que, sob prisão, cheguei ao Funchal em 26 de Abril, resolvi aproveitar as horas de ócio forçado para ir redigindo o meu depoimento sobre os sacrificados cinco anos e meio em que tive sobre os ombros o encargo do governo português. E não mais deixei de trabalhar nele até ao dia em que, dois meses decorridos, o terminei, já no Rio de Janeiro. Trata-se de um depoimento e que, por isso, não pode deixar de ser prestado na primeira pessoa. Mas ao qual procurei imprimir a objectividade possível do testemunho de quem apenas tivesse presenciado os factos.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Moçambique Terra Queimada de Jorge Jardim

    Moçambique Terra Queimada

    Jorge Jardim

    8,00 

    Moçambique Terra Queimada de Jorge Jardim
    Intervenção. Lisboa, 1976, 416 págs. B.

    Livro da autoria do mais controverso político português em Moçambique, que revela os contornos das negociações que foi mantendo com a FRELIMO, ainda antes do 25 de Abril de 1974, a ‘Revolução dos cravos’, com a complacência de Marcelo Caetano e o então presidente da Zâmbia, Kanneth Kaunda.

     

    Negociações que continuaram mesmo após a revolução de 1974 e que depois seriam complicadas e boicotadas, sendo Jorge Jardim perseguido e obrigado mesmo a abandonar Portugal primeiro e, depois, Moçambique.

    Este livro é um documento importante e incontornável sobre a guerra colonial, o final do regime, a descolonização e o início da guerra civil.

    📝 Assinatura de posse.

  • Humberto Delgado: Assassinato de um Homem de Mariano Robles Romero-Robledo

    Humberto Delgado: Assassinato de um Homem

    Mariano Robles Romero-Robledo

    7,50 

    Humberto Delgado: Assassinato de um Homem de Mariano Robles Romero-Robledo.
    Liber. Lisboa, s.d., 254 págs. B. Il.

    “Eu conhecera Humberto Delgado em Washington, também num dia de Setembro de 1953. Acompanhara-o depois na sua campanha eleitoral e tomara conta dos serviços de Imprensa. A Embaixada do Brasil fora, com António Sérgio, Jaime Cortesão, Vieira de Almeida, Artur Portela, entregar ao embaixador Álvaro Lins um exemplar dos «Lusíadas», no dia em que se completara um mês que ele concedera asilo político a Humberto Delgado. E, paredes meias da P.I.D.E., estive em recepção grande concedida pelo mesmo embaixador, mas sem a presença do asilado.
    Tive de Humberto Delgado algumas cartas do exílio, entregues por portadores, como se fora matéria explosiva; e segui momentos de esperança ou desespero até ele cair na emboscada de Villanueva del Fresno…
    Foi um dos que ficou pelo caminho, com o seu sangue a argamassar a resistência portuguesa que haveria de explodir em triunfo só em 25 de Abril deste ano. Pode falar-se à vontade dele e dos que o mataram e estes responderão pelo crime. Na opinião pública já há muito foram condenados e execrados. E enquanto não comparecerem perante o tribunal os criminosos, livros como este de Mariano Robles e José António Novais narram os meandros de uma fase da luta de reconquista das liberdades durante o último meio século de vida carcerária. Bem triste sina a da nossa geração onde os crimes como o que vitimou Humberto Delgado foram correntes. São os marcos miliários desta penosa viasacra da nossa História contemporânea.” in Dedicatória de Raúl Rego

    Obra ilustrada com diversas fotografias e cópias de documentos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco

    Cinco Homens de Estado

    Luís Beiroco

    5,00 

    Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco
    Livros do Brasil. Lisboa, 2003, 172 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 169

    «O autor começa por fazer uma evocação biográfica de cinco grandes líderes europeus do século XX. Todos são ou foram figuras marcantes na história política do seu país – e da Europa. Todos menos um começaram a afirmar-se como Homens de Estado antes da 2ª Guerra Mundial; todos menos um se afirmaram como tais depois dela. O único que ainda está vivo continua a exibir as suas altas qualidades, embora tenha ganho as esporas de ouro como estadista nos anos 80 do século XX. Apesar das muitas diferenças que os separam, vários traços comuns os aproximam aos pares: Churchill e De Gaulle foram heróis de guerra; De Gaulle e Salazar foram construtores de sistemas constitucionais específicos; Salazar e Mitterrand (a despeito de inúmeras divergências) foram ambos amantes do Poder, das suas relações de influência e do seu exercício florentino; De Gaulle e Juán Carlos defenderam, com êxito, a Democracia contra golpes militares.» Diogo Freitas do Amaral

    📌 Carimbo: Oferta dos Editores

  • De Gaulle Mon Père de Philippe de Gaulle

    De Gaulle Mon Père

    Philippe de Gaulle

    15,00 

    De Gaulle Mon Père de Philippe de Gaulle
    Plon. França, 2003, 2 vols. B. Il.

    Quel portrait plus fidèle que celui qu’un fils peut faire de son père ? Voici donc la suite des entretiens que Philippe de Gaulle a accordés à Michel Tauriac. Au moment où s’ouvre ce second tome, le Général vient d’entrer à l’Elysée, et bientôt, à Alger, va éclater la tragédie. Dix années vont se succéder, au cours desquelles nous suivons Charles de Gaulle. Nous vivons avec lui en famille, prenons part à ses réflexions intimes. Nous sommes à ses côtés quand les généraux se révoltent, quand on tire sur sa voiture au Petit-Clamart, quand il nomme Pompidou Premier ministre, quand il perd le référendurn et se retire dans son village. Ces événements dramatiques ont bouleversé le cours de l’histoire contemporaine et plus de trente ans après sa disparition, Charles de Gaulle n’en finit pas de déchaîner les passions. Dans la bouche de son fils, cette figure incontournable du patrimoine français se révèle être ” père et mari envers et contre tout “, un être capable de susciter l’amour exceptionnel d’une femme qui se serait fait tuer pour lui.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • De Gaulle de Max Gallo

    De Gaulle

    Max Gallo

    25,00 

    De Gaulle de Max Gallo
    Éditions Robert Laffont. Paris, 1998, 4 vols. B

    A biografia de De Gaulle, escrita pelo historiador e romancista Max Gallo, não é apenas um relato de datas e factos; é uma narrativa épica que trata a vida do General como um grande romance histórico. Gallo utiliza um estilo literário vibrante — muitas vezes escrevendo no tempo presente — para transportar o leitor para o centro das decisões que moldaram o século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • C'Était de Gaulle

    C’Était de Gaulle

    Alain Peyrefitte

    30,00 

    C’Était de Gaulle de Alain Peyrefitte
    Èditions de Fallois. França, 1994, 3 vols.

    Alain peyrefitte a eu, entre 1959 et 1969, quelque 300 entretiens en tête à tête avec le général de gaulle. Auxquels s’ajoutent les conseils des ministres, les conseils restreints, les rencontres avec des chefs d’etat ou de gouvernement étrangers. pendant toute cette période, il a pris des notes au jour le jour, avec l’accord du général. ces notes, ce sont essentiellement les propos tenus parle général, scrupuleusement recueillis, dans l’intention de les soustraire à l’oubli, en respectant non seulement leur teneur, mais aussi le style et le ton des dialogues. La transcription fidèle de ces notes, classées thématiquement pour la publication, produit un effet saisissant : le lecteur voit surgir, et retrouve dans toute l’intensité de sa présence le personnage exceptionnel que fut de gaulle. peyrefitte nous introduit dans l’intimité du général que nous écoutons penser tout haut. c’est un de gaulle en liberté, qui va beaucoup plus loin que dans ses textes officiels et s’exprime avec une familiarité et une franchise surprenantes. Par la richesse et la diversité des révélations qu’il apporte, et le portrait intellectuel et moral qui s’en dégage, ce volume constitue un témoignage capital sur celui qui compte parmi les derniers héros et les grands mythes de l’histoire nationale.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século

    Pierre Kalfon

    8,00 

    Che: Ernesto Guevara, uma lenda do século de Pierre Kalfon
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 570 págs. E. Il.

    Graças a dezenas de testemunhos directos e à análise rigorosa de fontes inéditas, Pierre Kalfon conseguiu produzir uma biografia que já se impôs como obra de referência indispensável, para quem quiser conhecer de facto um dos protagonistas políticos mais generosos do século XX. E, talvez, o mais amado: Che Guevara

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente

    Estudos Sobre a Crise Nacional

    Vasco Pulido Valente

    10,00 

    Estudos Sobre a Crise Nacional de Vasco Pulido Valente
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1980, 318 págs. B.

    O livro que a seguir se pode ler é constituído por ensaios e artigos escritos entre 1965 e 1969.

     

    Quando surgiu a possibilidade de os publicar (porque houve quem lhes visse um interesse que, para mim, não era claro), pensei em corrigi-los, segundo a presumível maturidade teórica e técnica que hoje é talvez a minha.

     

    Mas rapidamente desisti. Iria deformá-los, sem os melhorar. E, se eles valem alguma coisa, valem sobretudo como sinais de um esforço que, em várias direcções e com graus diferentes de inteligência e perspicácia, procurou ver claro nessa questão que todos o Portugueses que jamais se atreveram a pensar têm consigo mesmos: Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crítica da Ideologia Contemporânea

    Crítica da Ideologia Contemporânea

    Galvano Della Volpe

    6,00 

    Crítica da Ideologia Contemporânea de Galvano Della Volpe
    Editorial Estampa. Lisboa, 1974, 172 págs. B.
    Colecção: Teoria | 23

    “O presente volume, com os seus desenvolvimentos e esclarecimentos de lógica, política e estética, conclui uma longa pesquisa materialistico-histórica cujos pontos-chave são A lógica como ciência positiva Rousseau e Marx, Crítica do Gosto, e termina pelo menos idealmente uma pesquisa intelectual «de esquerda» que durou mais de um quarto de século (a contar a partir do Discurso sobre a desigualdade, de 1943).
    Dos escritos aqui republicados e recolhidos, à guisa de capítulos de um livro orgânico, construtivo e polémico ao mesmo tempo, não há um sequer que não tenha sofrido retoques, mesmo profundos (veja-se, por exemplo, A chave da dialéctica histórica).” in Prefácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Literatura Política Ideológica de Claude Prévost

    Literatura Política Ideológica

    Claude Prévost

    7,50 

    Literatura Política Ideológica de Claude Prévost
    Moraes Editores. Lisboa, 1976, 224 págs. B.

    Claude Prévost, nas suas reflexões sobre «Literatura, Política e Ideologia, considera ser a função primordial do escritor enquanto utilizador privilegiado da palavra, essa matéria viva: transmitir um pensamento imbuído de acção, agir com o outro, dado que «o material que a literatura trabalha está carregado de história e de sentido.

    🖊️ Dedicatória de oferta