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  • Noiva Italiana de Nicky Pellegrino

    Noiva Italiana, A

    Nicky Pellegrino

    7,00 

    Noiva Italiana de Nicky Pellegrino
    Edições ASA. Alfragide, 2009, 284 págs. B.

    Apesar de viverem em Londres, os Martinelli continuam a ser uma típica família italiana: sempre a discutir, a comer e a amar. Pieta, a filha mais velha, tem 30 anos e é solteira, facto que a coloca sob a mira dos pais, principalmente agora que Addolorata – a sua irmã mais nova – vai casar. Uma vez que desenha vestidos de noiva, Pieta foi encarregada de fazer o vestido mais importante da cerimónia, mas uma série de segredos de família atrai a sua atenção. Porque é que o pai está sempre a discutir com um vizinho italiano? Qual será a causa da tristeza da mãe? E será possível que o homem por quem ela sempre alimentou uma paixão secreta esteja prestes a casar-se com outra pessoa? Decidida a ajudar a irmã, Addolorata planeia dar um empurrãozinho ao destino no dia do seu casamento. Mas o resultado vai ser surpreendente e nada vai acontecer conforme o planeado…

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  • Momento Inesquecível de Nicholas Sparks

    Momento Inesquecível

    Nicholas Sparks

    6,00 

    Momento Inesquecível de Nicholas Sparks
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 155 págs. B.

    Em abril, quando o vento sopra do mar e traz consigo o aroma dos lilases, a memória de Landon Carter desperta para os momentos agridoces que viveu em 1958. Foi nesse ano que conheceu a bela Jamie Sullivan. Ao contrário dele, que era o rapaz mais popular da escola, Jamie era recatada e tímida, preferindo viver no seu próprio mundo, longe das aventuras e dramatismos da adolescência.

    O jovem e estouvado Landon nunca teria olhado duas vezes para a insípida jovem, não fosse o Destino juntá-los da forma mais inesperada. E aquela rapariga que parece tão banal tem tanto para lhe ensinar… Com Jamie, Landon vai conhecer os recantos mais profundos do coração humano, e embarcar numa viagem de alegria, amor e perda.

    Foi nesse momento que Landon se tornou homem.
    Esse será, para sempre, um momento inesquecível.

    Inspirado pela vida e a coragem da irmã de Nicholas Sparks, Um Momento Inesquecível foi, até à data, o livro que o autor mais gostou de escrever. Foi também o único que o fez chorar enquanto o fazia.

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  • A Mãe de Gorky

    Mãe, A

    Gorky

    5,00 

    A Mãe de Gorky
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 413 págs. E. Il.

    A Mãe é uma obra-prima da literatura mundial, da autoria de Maksim Gorki, e que foi publicada pela primeira vez em 1907. Baseada em factos reais, retrata lutas operárias do início do século XX e particularmente o processo de tomada de consciência.

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  • Irmãos Karamazov de Dostoievski

    Irmãos Karamazov

    Dostoievski

    15,00 

    Irmãos Karamazov de Dostoievski
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 390 págs. E. Il.

    Este é o último grande romance de Dostoiévski, terminado pouco tempo antes da sua morte. Faz parte das suas obras maiores, escritas na última e mais produtiva fase da sua vida, e muitos consideram-na mesmo a sua obra-prima.

    Os Irmãos Karamázov é indiscutivelmente uma das mais lidas e admiradas criações literárias de todos os tempos. Na complexidade da intriga, Dostoiévski deixa transparecer a sua própria culpabilidade pelo assassínio do pai, um homem tirânico e brutal, provavelmente morto por mujiques.

    Mas o alcance da filosofia subjacente a este enredo vai muito além. o escritor debate de forma sublime o problema do bem e do mal, da abjecção humana e daquilo que a redime, das contradições entre razão e emoção, além de temas como a dignidade humana e o livre-arbítrio.

    A sua intrínseca religiosidade é aqui mais explícita do que em obras anteriores, e a inquietação que transparece destas páginas reflecte já inteiramente a subjectividade do homem moderno.

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  • A Independência de uma Mulher de Colleen McCullough.

    Independência de uma Mulher, A

    Colleen McCullough.

    8,00 

    A Independência de uma Mulher de Colleen McCullough
    Bertrand Editora. Lisboa, 2019, 381 págs. B.

    Toda a gente conhece a história de Elizabeth Bennet, que se casou com o senhor Darcy em Orgulho e Preconceito. Mas o que aconteceu a Mary, a sua irmã do meio? Todas as irmãs Bennet conquistaram o seu destino: Jane tem um casamento feliz e uma grande família; Lizzie e o senhor Darcy ganharam uma extraordinária reputação social; Lydia conquistou uma reputação bem diferente; e Kitty é requisitada pelos salões mais luxuosos de Londres. Mary, por outro lado, é uma mulher transformada, agora independente de obrigações familiares. Inspirada pela prosa inflamada de Argos, do qual ninguém conhece a verdadeira identidade, Mary decide escrever um livro onde põe a nu os males do seu país e o drama dos pobres. Mas as suas viagens de pesquisa irão colocar em risco a sua própria vida – e acabarão por lançá-la nos braços do homem que a inspirou.

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  • Heidi de Joanna Spyri

    Heidi

    Joanna Spyri

    10,00 

    Heidi de Joanna Spyri
    Livraria Civilização Editora. Porto, 1976, 319 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Maria Helena Abreu

    Heidi, uma orfã, gosta de viver no alto das montanhas com o avô e as suas cabras. Certo dia a tia vai buscá-la, a fim de levá-la para a grande cidade, e a vida de Heidi muda para sempre. Irá ela algum dia voltar para junto do avô e para as montanhas de que tanto gosta?

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  • A Freira no Subterrâneo de Camilo Castelo Branco

    Freira no Subterrâneo, A

    Camilo Castelo Branco

    5,00 

    A Freira no Subterrâneo de Camilo Castelo Branco [Trad.]
    Publicações Anagrama. Porto, s.d., 158 págs. B.

    «Quem escreveu este livro?

    Não o dizem as apreciações dos periódicos, nem os catálogos das livrarias. O livro é lido com espanto e talvez com lágrimas; ao passo que o autor, que tão cuidadosamente se ocultou, deve ter tido misteriosas e fortíssimas razões para esquivar-se à glória de haver escrito um livro tão precioso na forma quanto virtualmente útil. Transpira a verdade do contexto do romance, posto que a espaços a simpleza natural das coisas é estofada em pompas demasiadas da linguagem.
    Isso, porém, não desdoura, antes redobra o quilate da obra para quem se deixa de bom grado cativar e levar nas asas da dolorosa poesia que voeja por alto. O que os bons espíritos hão-de ver nesta pungente narrativa é a substância de tal e tamanho flagício praticado entre 1841 e 1868, neste tempo, em nossos dias! A crítica ilustrada estremará da religião divina, que ensinou Jesus, a protérvia dos sacrílegos que se abonam com ela, e lhe vão apagando as luzes para que as trevas da Idade Média se condensem e envolvam as instituições não carimbadas pela chancela pontifical.
    […]
    O tradutor abstém-se de indicar as passagens realçadas de maiores belezas, porque lá está o claro entendimento de quem lê para as distinguir; e seria também desacordo antecipá-las, prejudicando o tal qual prazer do imprevisto.»

    📌 Carimbo: Figueirinhas Limitada

  • Folhas Caídas de Adeline Yen Mah

    Folhas Caídas

    Adeline Yen Mah

    5,00 

    Folhas Caídas de Adeline Yen Mah
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 280 págs. B.

    «Esta é uma história verídica. Em grande parte foi dolorosa e difícil de escrever, mas senti-me compelida a fazê-lo. Para poder compreender tenho de recuar ao princípio de tudo. Há um provérbio chinês que diz: As folhas caídas regressam às suas raízes.»

    Assim começa esta extraordinária autobiografia de uma mulher corajosa que triunfa sobre o desespero na sua longa procura de aceitação, amor e compreensão. Obra de comovente intimismo, Folhas Caídas desenrola-se no turbulento cenário de tumultos sociais, políticos e culturais da China do nosso século.

    Folhas Caídas é a história inesquecível de uma mulher apanhada num turbilhão de eventos históricos e sociais dramáticos, da sua resistência e vitória, numa manifestação exemplar do carácter indómito do espirito humano.

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  • Os Filhos de Anansi de Neil Gaiman

    Filhos de Anansi, Os

    Neil Gaiman

    6,00 

    Os Filhos de Anansi de Neil Gaiman
    Editorial Presença. Lisboa, 2006, 319 págs. B.
    Colecção: Via Láctea | 43

    Muito conhecido pela sua faceta de argumentista de banda desenhada, Neil Gaiman é um nome célebre da literatura que conta já com um legado invejável de títulos e uma carreira célebre em muitos países. Quase todos os seus livros foram alvo de adaptações cinematográficas e o número de prémios que já lhe atribuíram apenas veio confirmar a sua mestria enquanto contador de histórias. A versatilidade que lhe é reconhecida permite-lhe conjugar nesta obra uma variedade de géneros que vão desde o épico mágico, ao fantástico, à comédia romântica, ao thriller e ao drama.
    Em Os Filhos de Anansi conta a história de dois irmãos radicalmente diferentes que se conhecem por ocasião da morte do pai: Charlie, inseguro e banal; e Spider, herdeiro dos poderes mágicos paternos. O confronto entre os dois vai mudar para sempre os seus destinos e o facto do pai não ser humano, mas antes Anansi, um deus africano caótico e endiabrado, vai revestir a narrativa de um carácter fantástico como só Gaiman sabe conceber, fruto da sua prodigiosa imaginação.

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  • Fausto de Goethe

    Fausto

    Goethe

    6,00 

    Fausto de Goethe
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 330 págs. E. Il.

    Em Fausto, Johann Wolfgang von Goethe narra a história de Heinrich Fausto, um estudioso insatisfeito com os limites do conhecimento humano e com o propósito da existência. Movido pelo anseio de experiências completas e pelo desejo de compreender a vida em todas as suas dimensões, Fausto faz um pacto com Mefistófeles, entregando-lhe a alma em troca de prazer, poder e sabedoria. Ao longo da narrativa, enfrenta dilemas morais, paixões, ilusões e as consequências das suas escolhas, refletindo sobre a ambição, a ética e a possibilidade de redenção.

    Com poesia profunda, simbolismo intenso e reflexão filosófica, Goethe combina drama, tragédia e elementos épicos, criando uma obra monumental em duas partes que explora a condição humana e a tensão entre desejo e moralidade. Fausto é um marco da literatura alemã e da tradição literária europeia, influenciando profundamente escritores e pensadores posteriores.

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  • Febre das Tulipas, A

    Febre das Tulipas, A

    Deborah Moggach

    6,00 

    A Febre das Tulipas de Deborah Moggach
    Edições ASA. Lisboa, 2000, 218 págs. B.

    Amesterdão, início do século XVII.
    Sophia tem 24 anos e está casada com o velho Cornelis Sandvoort, que espera que ela lhe dê o herdeiro por que tanto anseia desde que perdeu a primeira mulher e os dois filhos. Mas a bela Sophia não o ama nem é feliz, e só aceitou casar com ele para salvar a família da miséria. Sente-se aprisionada naquela casa enorme, rodeada de riquezas provenientes do comércio de especiarias a que o marido se dedica, e tendo como única companheira e confidente a criada, Maria.

    Porém, tudo muda quando Cornelis decide contratar o jovem e talentoso Jan Van Loos para lhes pintar o retrato. Sophia e o pintor apaixonam-se desesperadamente um pelo outro e decidem pôr em prática um plano para enganar Cornelis. Mas o seu primeiro obstáculo é a falta de dinheiro – e é assim que também eles se veem contagiados pela febre das tulipas, um negócio muito rentável recentemente descoberto pelos Holandeses.

    À medida que o quadro progride, também a ambição, o desejo e os sonhos do jovem casal se intensificam. E a traição rapidamente se transforma num perigoso jogo impossível de parar…

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  • Fala-me de um Dia Perfeito de Jennifer Niven

    Fala-me de um Dia Perfeito

    Jennifer Niven

    7,50 

    Fala-me de um Dia Perfeito de Jennifer Niven
    Nuvem de Tinta. Lisboa, 2015, 359 págs. B.

    Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Todos os dias pensa em suicidar-se. E todos os dias algo de bom o impede de o fazer. No topo da torre da escola, a um passo de saltar, Finch vê Violet, prestes a fazer o mesmo. E salvam-se um ao outro. Com Violet, Finch consegue finalmente ser ele próprio. Com Finch, Violet deixa de contar os dias para passar a vivê-los, um a um, em pleno. Mas, à medida que Violet se vai abrindo ao mundo e à vida, Finch vai-se fechando e afastando. Agora é a vez de Violet impedir uma tragédia. Será que o amor pode salvar Finch?

    Através de uma história de amor inesquecível, Jennifer Niven mostra-nos como a vida pode ser simultaneamente tão dura e tão frágil, tão doce e tão amarga. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.

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  • O Espião da Sibéria de Lionel Davidson

    Espião da Sibéria, O

    Lionel Davidson

    8,00 

    O Espião da Sibéria de Lionel Davidson
    Lua de Papel. Alfragide, 2016, 493 págs. B.

    MONTES KOLIMÁ, SIBÉRIA. Enterrada nos gelos eternos esconde-se uma estação científica tão secreta que nem sequer existe oficialmente. Quem lá entra, nunca mais sai. Mas Efraim Rogachev tem um plano.
    UNIVERSIDADE DE OXFORD. O pacato professor Lazenby recebe uma mensagem encriptada. O autor é um brilhante cientista soviético desaparecido há décadas sem deixar rasto.
    LANGLEY, SEDE DA CIA. Os satélites americanos captam uma explosão num bunker siberiano até ali desconhecido; as imagens são aterradoras.

    Nos serviços secretos soam os alarmes. É preciso infiltrar um agente nos Montes Kolimá, um inacessível inferno de glaciares onde a temperatura ronda os 50 ºC negativos. Só um homem parece apto para a missão: Johnny Porter, poliglota, antropólogo, professor universitário e da etnia Gitksan. Os gitksan partilham com os nativos siberianos a mesma língua, a mesma cor de pele, a mesma sobre-humana resistência ao frio. E só um nativo conseguirá atravessar quilómetros de gelo, fintar tribos hostis, chegar ao coração do mistério.

    O Espião da Sibéria, um dos mais trepidantes thrillers do século XX, esteve durante décadas “adormecido”. Mas um editor redescobriu-o e voltou a publicá-lo timidamente. O que se seguiu foi um regresso fulgurante às listas de livros mais vendidos e às listas de “melhores livros do ano”. Hoje assistimos ao renascimento crítico de um autor de culto – Lionel Davidson – e de toda uma obra onde se cruza o melhor de dois géneros: a grande aventura e o romance de espionagem.

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  • O Destino da Livraria de Kichijoji de Kei Aono

    Destino da Livraria de Kichijoji, O

    Kei Aono

    7,50 

    O Destino da Livraria de Kichijoji de Kei Aono
    Porto Editora. Porto, 2024, 269 págs. B.

    A emblemática Livraria Pégaso do histórico Bairro de Kichijoji atravessa tempos difíceis, e a relação entre Riko, uma livreira experiente, e Aki, a sua irreverente subordinada, não é a melhor.

    A atitude descontraída e as ideias arrojadas da jovem e bonita Aki contrastam com a rigorosa ética de trabalho de Riko, que, com 40 anos, recupera de uma desilusão amorosa.

    Perante a ameaça de encerramento da livraria, as duas mulheres terão de escolher entre o que as une e o que as separa. Numa história tão divertida quanto comovente, o amor pelos livros, o trabalho de equipa e o poder feminino são postos à prova.

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  • O Canhão da Fraternidade de Jean-Pierre Chabrol

    Canhão da Fraternidade, O

    Jean-Pierre Chabrol

    15,00 

    O Canhão da Fraternidade de Jean-Pierre Chabrol
    Editorial Futura. Lisboa, 1975, 4 vols. B.

    A Comuna de Paris inaugurou uma nova época na história universal. Foi a primeira revolução proletária, o primeiro ensaio de ditadura do proletariado. Abriu uma nova página na história, assestando o primeiro golpe no capitalismo. Com ela começou, disse Lenine, a época da decadència da burguesia.

    Neste romance a história não intervém senão na medida em que está presente na pequena história de cada personagem. Florent Rastel, com 17 anos, abandona com a família Rosny, perante o avanço dos invasores prussianos e vai viver em Paris o cerco à cidade e a Comuna. Lá encontra Marthe, a rapariga de todas as revoluções.

    Jean-Pierre Chabrol teve o grande mérito de iniciar o seu romance com a guerra de 1870. Não se pode compreender a Comuna se não se Conhece a verdade sobre a acção do pseudo-governo da defesa nacional, que se apoderou do poder à pressa, quando Napoleão III desapareceu na ratoeira de Sedan.

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  • Arquipélago Gulag (Vol. I) de Alexandre Soljenitsine

    Arquipélago Gulag (Vol. I)

    Alexandre Soljenitsine

    6,00 

    Arquipélago Gulag (Vol. I) de Alexandre Soljenitsine.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1975, 509 págs. B.

    Escrito clandestinamente de 1958 a 1967, o manuscrito de O arquipélago Gulag foi descoberto pelo KGB em 1973, na sequência da prisão de Elizabeth Voronskaïa, uma colaboradora de Soljenítsin que o dactilografava. Na sequência disso, Soljenítsin, que tinha sido galardoado com o Prémio Nobel em 1970, decide publicar o livro no exterior. Uma primeira edição em russo é publicada em Paris ainda em 1973 e depois finalmente a edição francesa, no verão de 1974. Soljenítsin fora entretanto preso, acusado de traição, despojado da nacionalidade soviética e enviado para o exílio, onde estará vinte anos, até ao seu regresso à Rússia em 1994.

    Para realizar este extraordinário livro, Soljenítsin foi ajudado pelo testemunho de 227 sobreviventes dos campos do Gulag. O livro agora publicado pela Sextante, no âmbito do projeto de edição em língua portuguesa das principais obras do autor, é a versão abreviada, num só volume, preparada por Soljenítsin e por sua mulher, Natália, com o objetivo de tornar mais acessível este livro aos leitores estrangeiros e a novos leitores. Traduzida diretamente do russo por António Pescada, eis pois uma obra excecional, um livro de combate contra o totalitarismo de face estalinista, um livro que ainda hoje nos queima as mãos.

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