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  • Myron de Gore Vidal

    Myron

    Gore Vidal

    6,00 

    Myron de Gore Vidal.
    Vega. Lisboa, 1995, 205 págs. B.

    O sexo é um dos tópicos supremos da obra de romancista de Gore Vidal. Intuindo já na década de setenta o pano de fundo do Terceiro Milénio (tempo multifacetado de incógnitas e surpresas), Gore Vidal deu-se à criação de dois tipos extremos no âmbito do relacionamento amoroso, erótico e sexual.

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  • A Morte de um Herói de Frank Ronan

    Morte de um Herói

    Frank Ronan

    5,00 

    A Morte de um Herói de Frank Ronan.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1997, 175 págs. B.

    Quando Helen recebeu a notícia da morte do marido, a primeira pergunta que fez foi se já se sabia quem o assassinara. Tanto a família como os amigos insistiram, porém, em que se tratara de um acidente: quem poderia querer matar um homem tão adorado por toda a gente? No entanto, Deus estava lá, viu tudo e, prestando homenagem a uma das suas criaturas favoritas, revela a história de Rory Dixon, um homem de múltiplas facetas e inúmeros segredos.

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  • Amor Curiosidade Prozac e Dúvidas

    Amor Curiosidade Prozac e Dúvidas

    Lucia Etxevarria

    5,00 

    Amor Curiosidade Prozac e Dúvidas de Lucia Etxevarria.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 245 págs. B.

    Amor: uma possibilidade remota para Rosa, uma memória triste para Cristina, uma recordação dolorosa para Ana.

    Curiosidade: haverá outra vida para além das fronteiras do quotidiano, dos espaços fechados do escritório, do lar ou do mais recente bar na moda ?

    Prozac: vinte miligramas diárias de paz química comprimidas numa pastilha verde e branca que bloqueiam os pontos do cérebro que ligam as ideias e os sentimentos.

    Dúvidas: famílias desfeitas, empregos precários, relações efémeras, sexo infectado – é possível sobreviver ao naufrágio ?

    Com um estilo pessoalíssimo, pleno de ambivalências na linguagem do quotidiano, Amor, Curiosidade, Prozac e Dúvidas fala sobre as mulheres dos anos 90, narrando na primeira pessoa, de A a Z, as vidas de três irmãs, Ana, Rosa e Cristina Gaena. As suas histórias reflectem os problemas e os conflitos de três diferentes tipos de mulher que, por mais estranho que possa parecer, representam uma só coisa: vidas incompletas. Os seus fracassos são também os mesmos: o da mulher numa sociedade dominada pelo homem, num final de século sem valores, iludido pelo seu próprio progresso material.

    Lucía Etxebarria concebeu um romance sobre a dura busca da identidade feminina à margem das convenções, assumindo-se como uma crítica aberta contra os estereótipos femininos. Foi originalmente escrito para ser publicado na Internet de modo a que cada utilizador pudesse alterá-lo segundo a sua perspectiva pessoal.

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  • Acerto de Contas

    Acerto de Contas

    George Pellecanos

    6,00 

    Acerto de Contas de George Pellecanos.
    Editorial Presença. Lisboa, 2010, 235 págs. B.

    Mestre na arte de captar os ritmos da vida das comunidades de imigrantes e dos guetos da cidade de Washington, George Pelecanos apresenta-nos um thriller que põe em jogo uma excepcional complexidade de sentimentos e situações. Numa tarde quente do Verão de 1972, três adolescentes de raça branca, aborrecidos e bastante bêbedos, metem-se num carro roubado e vão à procura de sarilhos num bairro de negros. Nesse bairro cruzam-se com outros três adolescentes e gritam insultos racistas… A rua por onde seguem não tem saída e a protecção que o carro lhes conferia, termina num violento confronto. Trinta e cinco anos depois, dois dos sobreviventes reencontram-se retomando o tema essencial da obra, que se situa entre a compreensão redentora e a sede de vingança.

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  • A Pianista de Elfriede Jelinek

    Pianista

    Elfriede Jelinek

    6,00 

    «Todos os senhores deixaram Erika pouco tempo depois e agora ela não quer ter mais nenhum senhor em cima de si. São fracos os atractivos do homem, que aliás também não se esforça nada. Nõa se dão ao mínimo trabalho, nem por uma mulher tão extraordinária como Erika.»

  • Revelação de Michael Crichton

    Revelação

    Michael Crichton

    6,00 

    Revelação de Michael Crichton.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1994, 430 págs. B.

    Tom Sanders dava aquela promoção como certa e. obviamente, ficou surpreendido quando o lugar foi ocupado por Meredith Johnson, com quem vivera dez anos atrás. Mas as suas surpresas não se ficava por aqui: Meredith convida-o a reviverem os bons tempos e embarcam numa nova aventura. Perante a recusa de Tom, a nova directora acuso-o de a assediar sexualmente. O pesadelo de Tom Sanders estava prestes a começar. Resumir este romance a um bem contado caso de assédio sexual significaria esquecer todos os outros importantes ingredientes que o autor reuniu para construir a intriga deste seu novo thriller. Mais do que uma história de relações entre sexos, é uma cativante reflexão sobre as relações de poder nos locais de trabalho, sobre os obscuros interesses que levam à fusão de empresas e, como não podia deixar de ser, sobre os incríveis progressos da tecnologia, nomeadamente no domínio da realidade virtual. Partindo de uma inversão de papéis num caso de assédio sexual e tendo como pano de fundo uma complexa maquinação jurídica e financeira, esta é a “Revelação” de Michael Crichton no seu melhor estilo.

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  • Pai de Filme

    Pai de Filme

    António Skármeta

    5,00 

    Pai de Filme de António Skármeta.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2010, 83 págs. B.

    Numa aldeia decadente e remota do Chile, onde uma simples ida ao cinema ou ao bordel implica uma viagem num velho comboio, também ele em vias de extinção, vive, com a sua mãe, um jovem professor primário cheio de sonhos literários e o natural desejo de encontrar o amor e descobrir o sexo.

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  • Como Ser Bom

    Como Ser Bom

    Nick Hornby

    6,00 

    Como Ser Bom de Nick Hornby.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2002, 315 págs. B.

    Movendo-se no universo a que já nos habituou, da classe média a viver, como ele, no norte de Londres, Hornby faz neste seu novo romance uma análise à sobrevivência de um casamento moderno. A personagem principal, um jornalista que assina uma crónica corrosiva onde diz mal de tudo e de todos e que tem por sugestivo título “O Homem Mais Furibundo de Holloway”, transforma-se da noite para o dia quando a sua mulher ameaça separar-se dele. A partir daí, David deixa para trás o seu cinismo e torna-se um homem diferente, bom e carinhoso. Essa transformação, relatada no livro pela mulher, é o centro desta “boa” história.

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  • Raposas de Fogo de Joyce Carol Oates

    Raposas de Fogo

    Joyce Carol Oates

    7,00 
  • Nascimento de Venus de Sarah Dunant

    Nascimento de Venus

    Sarah Dunant

    6,00 
  • Até Onde Se Pode Ir de David Lodge

    Até Onde Se Pode Ir

    David Lodge

    6,00 

    Até Onde Se Pode Ir de David Lodge.
    Edições ASA. Porto, 2006, 266 págs. B.

    Os encontros e desencontros de um grupo de católicos ingleses, desde os seus tempos de universidade, no início da década de 50, até ao final dos anos 70, servem de cenário a esta sátira – simultaneamente divertida e amarga – que consegue a proeza de descrever as questões morais vividas pela grande maioria dos cristãos.

    Dennis, Michael, Ruth, Polly, entre outros, são confrontados com as inevitáveis atribulações da vida: do casamento ao adultério, passando pela doença e a perda, e, como uma sombra, o Concílio Vaticano II e a encíclica papal Humanae Vitae contra a concepção. Ou seja, de um lado, a tradicionalista Igreja Católica, e, no extremo oposto, o canto da sereia da sociedade permissiva. E com a invenção da pílula e a extinção do Inferno, será difícil a este grupo de amigos manter intacta a sua virgindade espiritual e não desapontar Cristo.

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  • Virgens Suicidas

    Virgens Suicidas

    Jeffrey Eugenides

    7,00 

    As Virgens Suicidas de Jeffrey Eugenides.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 245 págs. B.

    Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, com Kirsten Dunst num dos principais papéis, esta é a história assombrosa e terna das breves vidas das cinco irmãs Lisbon – belas, excêntricas e obsessivamente vigiadas por todo o bairro -, que se suicidam uma a uma no espaço de um ano.

    Este suicídio marca para sempre os jovens rapazes da vizinhança, que viveram e sofreram com elas… à distância. Vinte anos mais tarde, tentam reconstituir os acontecimentos, reféns ainda da fascinação e da obsessão provocadas pelas misteriosas irmãs: Therese, a intelectual; Mary, a coquete; Bonnie, a asceta; Lux, a libertina; e a pálida e mística Cecilia.

    Justapondo o comum e o gótico, o humor negro e a tragédia, Jeffrey Eugenides cria um vívido e comovente retrato das emoções da juventude e da perda da inocência. Aclamado de imediato pela crítica e pelo público, As Virgens Suicidas é uma terna e perversa história de amor e terror, sexo e suicídio, memória e imaginação.

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  • Uma Noite no Cinema de Robert Coover

    Noite no Cinema, Uma

    Robert Coover

    5,00 

    “Uma Noite no Cinema é uma colectânea, por vezes fantástica, de pedaços de ficção que se serve da linguagem do cinema. Coover não é apenas um escritor importante mas também excelente, com um profundo amor pelo som e a imagem”.

  • Diário da Madrasta

    Diário da Madrasta

    Fay Weldon

    5,00 

    Diário da Madrasta de Fay Weldon.
    Edições ASA. Porto, 2011, 226 págs. B.

    No outro dia, li os diários da minha filha. E deixem-me partilhar uma coisa convosco. Podem pensar que sabem o que se passa na vossa família. Mas, acreditem em mim, estão enganados.

    Sappho está apaixonada. O dia do seu casamento com Gavin marca o início de uma nova vida, na qual tudo parece finalmente fazer sentido. Mas a feliz noiva não tinha contado com Isobel, a filha de Gavin…

    Aos olhos de todos, Isobel é uma rapariga encantadora que acolhe a sua nova madrasta de braços abertos. Porém, há algo que as alegres fotografias de família e a fachada impecável da sua casa não revelam. Algo com consequências imprevisíveis.

    A madrasta malvada é uma figura clássica da literatura. De Cinderela a Hamlet, ela é retratada como uma manipuladora maquiavélica decidida a anular os filhos do marido. Mas a realidade nunca é assim tão simples.

    Com a ternura e a perspicácia que fizeram de Fay Weldon uma das mais queridas autoras do público inglês, O Diário da Madrasta é um romance perturbador e notável sobre a vida familiar contemporânea.

    Um verdadeiro conto de fadas dos tempos modernos.

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  • Música Aprisionada de Francis King

    Música Aprisionada

    Francis King

    5,00 

    Música Aprisionada de Francis King.
    Publicações Dom Quixoste. Lisboa, 1997, 122 págs. B.

    Vinte anos após terem abandonado a Índia, Rupert, o seu pai, Philip, e Kirsti, a jovem mulher deste último, regressam a esse país para se reconciliarem com o passado e visitarem o túmulo da mãe de Rupert, que ali morrera quando muito nova.

    A medida, porém, que o carro que os conduz atravessa misérrimas cidades que i nenhum deles reconhece já, o calor e a poeira, a pobreza dos camponeses e a hostilidade dos comerciantes vão criando no pequeno grupo um mal-estar que agrava a sensação de perda partilhada por pai e filho. E uma outra fonte de tensão ainda mais grave decorre do modo como Rupert mistura, com a incomodidade que lhe causam as circunstâncias que rodearam a morte da mãe, a crescente atracção sexual que sente pela madrasta…

    Através do estreito e obsessivo ponto de vista de Rupert, vislumbra- -se a figura do pai como um ser fisicamente débil e incapaz de paixão, até que surgem, de forma gradual e subtil, algumas revelações acerca do passado e do presente, e se descobre, no surpreendente e arrebatador final da narrativa, o verdadeiro rosto de Philip.

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  • Grande Mal, O

    Grande Mal, O

    Serge Filippini

    5,00 

    Grande Mal de Serge Filippini.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1995, 126 págs. B.

    Joseph Brentano queria ser escritor, mas tem que se contentar com o ofício de caixeiro viajante.

    Durante a morna errância a que se reduz a sua existência quotidiana, conhece Angéle, uma empregada de restaurante diplomada em psicologia, atraída pelos mistérios do amor físico.

    Para além do corpo, Angéle oferece ao seu amante a descrição de alguns episódios da sua vida amorosa e introdu-lo numa estranha sociedade, onde o desejo, a morte e a loucura parecem andar de mãos dadas.

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