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  • D. Carlos: Lisboa 1908 de Marina Tavares DiasD. Carlos

    D. Carlos: Lisboa 1908

    Marina Tavares Dias

    15,00 

    D. Carlos: Lisboa 1908 de Marina Tavares Dias.
    Quimera. Lisboa, 2007, 175 págs. E. Il.

    Dia 1 de Fevereiro de 2008 assinalam-se 100 anos sobre a data em que, no regresso de Vila Viçosa, D. Carlos foi assassinado em pleno Terreiro do Paço. Com a qualidade e rigor a que Marina Tavares Dias habituou os seus leitores, este livro apresenta uma visão apaixonada e apaixonante sobre a vida e a época daquele que foi o primeiro chefe de Estado português do século XX.

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  • Promessa a Nadia de Zana Muhsen

    Promessa a Nadia

    Zana Muhsen

    15,00 

    Promessa a Nadia de Zana Muhsen.
    Edições ASA. Porto, 2001, 154 págs. B.

    Zana Muhsen conseguiu deixar para trás a vida de escravatura a que fora obrigada pelo pai quando era apenas uma adolescente. Juntamente com a irmã mais nova, Nadia, Zana fora vendida, levada para o Iémen e obrigada a casar com um desconhecido. Incapaz de aceitar as condições sub-humanas em que vivia, Zana conseguiu regressar a Inglaterra, mas teve de deixar para trás o filho e a irmã, entretanto mãe de duas crianças. No momento em que deixou Nadia, Zana fez uma promessa solene: não descansaria enquanto não conseguisse libertá-los. E, à medida que o apoio do público e dos media aumentava, Zana convenceu-se de que os homens da sua família e os governos de ambos os países seriam forçados a tomar uma atitude. O tempo provaria que ela estava enganada.

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  • Nádia: Uma Mulher No Terror da Argélia

    Nádia: Uma Mulher No Terror da Argélia

    Baya Gacemi

    5,00 

    Nádia: Uma Mulher No Terror da Argélia de Baya Gacemi.
    Edições ASA. Porto, 2000, 121 págs. B.

    Baya Gacemi conheceu aquela que, neste livro, se dissimula sob o nome de Nádia quando, para efeitos de uma reportagem, procurava mulheres vítimas do terrorismo. A jovem mulher, então com vinte e dois anos, aceitou descrever a sua história espontaneamente, sem floreados nem disfarces, contando mesmo certos pormenores relativos à sua família e à sua vida íntima. E fê-lo porque desejava que o seu exemplo servisse de lição a outras raparigas.
    Nádia apaixona-se e casa com um membro importante do GIA, a organização islamista radical responsável por muitos dos massacres que cobrem de sangue a Argélia. O que ela nos conta é a sua vida repleta de sofrimentos, reduzida como foi à condição de “escrava” de um grupo terrorista permanentemente em fuga. E também o dia-a-dia de uma aldeia dos arredores de Argel, cuja população, ao princípio favorável aos terroristas, acaba por se revoltar contra eles face à sua implacável selvajaria.

    Retrato de um mundo que nos está próximo, mas que teimosamente ignoramos, Nádia – Uma mulher no terror da Argélia constitui um documento de grande valor humano, imprescindível numa colecção que publicou já títulos como Vendidas, Sultana – A vida de uma princesa árabe ou Meu Amo e Senhor, que, no seu género, constituíram marcos da edição internacional.

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  • João Paulo II de Gianni Giansanti

    João Paulo II

    Gianni Giansanti

    20,00 

    João Paulo II: Retrato de um Pontífice de Gianni Giansanti.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1996, 176 págs. E.

    Durante dezassete anos, Gianni Giansanti seguiu o Santo Padre com uma presença discreta mas constante, fixando através da sua objectiva os momentos cru- ciais do pontificado de João Paulo II, assim como os instantes de intimidade, os momentos de repouso e de recolhimento do homem Karol Wojtyla. Este livro é o fruto de uma extraordinária reportagem, rica em imagens rigorosamente inéditas, do qual emerge o retrato completo de um Papa cuja figura assinalou de maneira indelével o nosso tempo.

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  • Florbela Espanca de Carlos Sombrio

    Florbela Espanca

    Carlos Sombrio

    10,00 

    Florbela Espanca de Carlos Sombrio.
    Ediçóes Homo. Figueira da Foz, 1947, 163 págs. B. Il.

    “(…) a simples leitura de meia dúzia dos sonetos de Florbela Espanca basta a impô-la como excepcional.” José Régio

    📝 Assinatura de posse.

  • Condenado em Nome da Lei

    Condenado em Nome da Lei

    Caryl Chessman

    6,00 

    Condenado em Nome da Lei de Caryl Chessman.
    Publicações Europa-América. Lisboa, s.d., 338 págs. B.

    Condenado em Nome da Lei é a história da sua vida após ter sido condenado à morte, dos anos passados na mais trágica expectativa, corajosamente vividos a combater por todos os processos legais a sentença que o condenou à pena capital.

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  • Biografia Política e o In-Memoriam de Henrique Paiva Couceiro

    Biografia Política e o In-Memoriam de Henrique Paiva Couceiro

    Francisco Manso Preto Cruz

    20,00 

    Biografia Política e o In-Memoriam de Henrique Paiva Couceiro de Francisco Manso Preto Cruz.
    Ed. Autor. Lisboa, 1946, 248 págs. B. Il.

    Henrique Mitchell de Paiva Couceiro (1861–1944), militar português, destacou-se nas campanhas em África, especialmente contra Gungunhana, recebendo várias condecorações e o título de Benemérito da Pátria. Governador-Geral de Angola em 1907, defendeu a monarquia após a implantação da República, proclamando-a no Porto em 1919. Derrotado, exilou-se nas Canárias e regressou a Portugal anos depois, já sob o regime de Salazar.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    ❗Lombada danificada. Marcas de antigas de humanidade.

  • Acusada de Traição de Zarah Ghahramani.

    Acusada de Traição

    Zarah Ghahramani

    5,00 

    Acusada de Traição de Zarah Ghahramani.
    Quidnovi. Matosinhos, 2008, 238 págs. B.

    Zarah Ghahramani cresceu num agradável subúrbio de Teerão. Educada no seio de uma família liberal, desde sempre lhe foi incutida a noção de que a educação era tão importante para os rapazes como para as raparigas e, tal como as jovens adolescentes de todo o mundo – mesmo sendo obrigada a cumprir as regras severas do regime de Khomeini, como vestir-se com cores discretas e cobrir o cabelo -, tinha ambições e projectos.

    Foi com um entusiasmo juvenil e motivada por uma paixoneta que Zarah se juntou ao movimento estudantil: como toda a gente, sentia uma enorme adoração e respeito por Arash, o estudante activista que liderava os protestos. No entanto, o seu envolvimento teve graves consequências e foi apanhada um dia no meio da rua, atirada para dentro de um carro e levada para a prisão mais famosa de Teerão: Evin. O seu lar passou a ser uma cela exígua e sem janelas, mas era o único refúgio contra os seus dois interrogadores: um deles desprezível e rude, o outro mais brando, aparentemente mais civilizado, mas igualmente implacável. Dia após dia foi humilhada, espancada e até os longos cabelos lhe foram rapados. Sem qualquer espécie de ânimo ou coragem, a única coisa que queria era morrer.

    Em Acusada de Traição, Zarah conta-nos a sua terrível experiência e as provações por que passou. Descreve o modo como este encarceramento destruiu a jovem ingénua de dezanove anos, dando lugar a uma mulher de coragem e determinação. Um testemunho poderoso que nos permite perceber o que é viver sob um regime opressivo.

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  • Afonso Henriques

    Afonso Henriques

    Diogo Freitas do Amaral

    6,00 

    Afonso Henriques de Diogo Freitas do Amaral.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2000, 210 págs. B.

    «Este livro não é uma obra de investigação, mas de reflexão e divulgação. Não tem autoria de historiador, mas de cidadão. Não tem aspirações científicas, mas cívicas. E não pretende defender nenhuma tese sobre o magno problema dos fatores da formação de Portugal, nem tão-pouco retratar a história integral do País no século XII – mas apenas compreender, e dar a conhecer melhor, a ação do principal protagonista da nossa independência. Por isso tem o caráter de biografia.»

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  • Albert Schweitzer

    Albert Schweitzer

    Jo Manton

    5,00 

    Albert Schweitzer de Jo Manton.
    Livraria Civilização. Porto, 1960, 238 págs. E.

    Escrito para marcar o octogésimo aniversário de um dos grandes homens do mundo. A intenção principal desta biografia lúcida e digna é explicar o cientista, músico e humanitário aos jovens.

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  • Walt Whitman - Vida e Pensamento de Luís Eugénio Ferreira

    Walt Whitman – Vida e Pensamento

    Luís Eugénio Ferreira

    6,00 

    Walt Whitman – Vida e Pensamento de Luís Eugénio Ferreira.
    Galeria Panorama. Lisboa, s.d., 243 págs. B.

    Whitman surge-nos, com efeito, como um complexo de dois pólos opostos, o santo, o messiânico, e o antípoda, o pervertor de consciências, o crápula.

    Jamais uma obra poética inflamou de tal forma as paixões terrenas. Sucederam-se os cataclismos, palmas e espinhos foram colocados sucessivamente sobre a fronte expressiva do bardo.

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  • Florbela Espanca de Carlos Sombrio

    Florbela Espanca

    Carlos Sombrio

    10,00 

    Florbela Espanca de Carlos Sombrio.
    Ediçóes Homo. Figueira da Foz, 1947, 163 págs. B. Il.

    “(…) a simples leitura de meia dúzia dos sonetos de Florbela Espanca basta a impô-la como excepcional.” José Régio

    📝 Assinatura de posse.

  • António Nobre (1867-1900) de Mário Claúdio

    António Nobre (1867-1900)

    Mário Claúdio

    15,00 

    António Nobre (1867-1900) de Mário Claúdio.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2001, E

    A fotobiografia que faltava, de um dos maiores poetas portugueses, cujo contributo para a renovação da linguagem poética em Portugal ainda hoje se faz sentir. António Nobre. “O poeta nato, o lua, o santo, a cobra”. A sua curta vida (n. 1867; m. 1900, com apenas 32 anos, de tuberculose) não impediu a criação de uma das obras mais criativas e pungentes da nossa literatura. O seu livro de poemas “Só”, um retrato do país em fins do séc. XIX, em especial do Norte ( Douro e Minho), feito com grande ironia, está entre os maiores da nossa literatura.

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  • Queimada Viva de Souad

    Queimada Viva

    Souad

    5,00 

    Queimada Viva de Souad.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 204 págs. E.

    Quando o amor antes do casamento é sinónimo de morte.

    Souad tinha dezassete anos e estava apaixonada. Na sua aldeia da Cisjordânia, como em tantas outras, o amor antes do casamento era sinónimo de morte. Tendo ficado grávida, um cunhado é encarregado de executar a sentença: regá-la com gasolina e chegar-lhe fogo. Terrivelmente queimada, Souad sobrevive por milagre. No hospital, para onde a levam e onde se recusam a tratá-la, a própria mãe tenta assassiná-la.

    Hoje, muitos anos depois, Souad decide falar em nome das mulheres que, por motivos idênticos aos seus, ainda arriscam a vida. Para o fazer, para contar ao mundo a barbaridade desta prática, ela corre diariamente sérios perigos, uma vez que o “atentado” à honra da sua família é um “crime” que ainda não prescreveu.

    Um testemunho comovente e aterrador, mas também um apelo contra o silêncio que cobre o sofrimento e a morte de milhares de mulheres.

    Com mais de 350 mil exemplares já vendidos em França, Queimada Viva encontra-se traduzido em 24 línguas e é presença assídua nas listas de best-sellers um pouco por todo o mundo. Nos Estados Unidos, a Warner Books prepara-se para editar a versão americana.

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  • Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões

    Eça de Queirós: a obra e o homem

    João Gaspar Simões

    7,00 

    Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 163 págs. B.

    João Gaspar Simões (1903 a 1987), grande crítico literário português, e também romancista, dramaturgo, historiador da literatura, tradutor, foi sem dúvida uma figura ímpar na literatura e na cultura portuguesa. Muito do conhecimento e da compreensão que hoje se têm sobre o que foram, no passado recente e não só, as letras portuguesas, o papel que desempenharam na sociedade, o seu lugar no mundo e o legado que nos deixaram, têm uma grande dívida para com ele. È geral o reconhecimento do seu mérito, mesmo por quem não concorda com ideias que exprimiu. Na sua obra são de referir os livros em que aborda a vida e obra de Eça de Queirós. Um deles, o segundo, intitulado Eça de Queirós, foi publicado em 1961 pela Editora Arcádia Limitada, na colecção A Obra e o Homem. É um livro de 217 páginas, em duas partes, com muitas citações, algumas não referenciadas, mas que denotam o estudo intenso da obra e da vida do biografado

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  • Ernest HemingwayHemingway

    Ernest Hemingway

    Stewart Sanderson

    7,00 

    Ernest Hemingway de Stewart Sanderson.
    Editorial Presença. Lisboa, 1963, 222 págs. B.

    Ernest Hemingway é um dos grandes nomes da ficção contemporânea e, simultâneamente, um dos mais populares escritores norte–americanos de todos os tempos. Para esta popularidade muito contribuiu, à parte a indiscutível qualidade intrínseca da sua obra que mereceu o Prémio Nobel, a vida acidentada que levou. Basta referir que, para além de toda a crónica que se fex em torno das suas predilecções o pugilismo, o toureiro, a caça grossa, a pesca no mar alto, Hemingway esteve presente nas duas guerras mundiais bem como na Guerra Civil espanhola, e em todas elas como participante, muito embora o seu papel no conflito de 1939-45 (fosse o de correspondente de guerra. Tudo isto fez de Hemingway uma figura legendária, que veio a ser reforçada com o seu dramático final. Stewart Sanderson, o autor deste volume, acompanha fielmente a evolução da personalidade de Hemingway nas fases mais importantes da sua vida acidentada, ao mesmo tempo que se debruça atentamente sobre a sua vasta e admirável produção no campo da literatura.

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