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  • Rainhas Consortes de D. Manuel I de Isabel dos Guimarães Sá

    Rainhas Consortes de D. Manuel I

    Isabel dos Guimarães Sá

    7,50 

    Rainhas Consortes de D. Manuel I: Isabel de Castela, Maria de Castela, Leonor de Áustria de Isabel dos Guimarães Sá [et al.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 341 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | IX

    “ Isabel e Maria de Castela eram filhas dos Reis Católicos mas as suas trajetórias seriam bem diferentes. Isabel foi casada duas vezes, a primeira com o infeliz Afonso, príncipe herdeiro de Portugal, morto num acidente de cavalo. Viúva inconsolável, resistiu o mais que pôde à ideia de casar novamente, e só acedeu depois de o noivo, D. Manuel I, ter expulsado de Portugal mouros e judeus por imposição sua. O seu segundo casamento foi breve, morrendo aos 28 anos, ao dar à luz o único filho, mas teria herdado o trono de Castela e Aragão se tivesse vivido.

    Voluntariosa e decidida, é a imagem oposta de sua irmã, com quem o seu viúvo casaria depois de cumpridos dois anos de luto. Maria foi a tranquila mãe de oito filhos. Dedicada a trabalhos de agulha, era também uma mulher com opiniões próprias e não hesitou em tentar influenciar a ação do marido. Em comum com a irmã mais velha, a morte nas sequelas de um parto.

    Para lá das suas vicissitudes singulares, as vidas destas irmãs têm como pano de fundo a complexa e volátil teia de relações políticas no cenário internacional do primeiro vinténio do século XVI. Tal como a da sua sobrinha Leonor, que se lhes seguiria no leito de seu marido…

    Leonor de Áustria era irmã de Carlos V. Seria a terceira mulher de D. Manuel depois de ter estado prometida ao filho do rei, o futuro D. João III. Foi rainha de Portugal por apenas quatro anos. Ao enviuvar abandonou o reino mas teve de deixar para trás a sua única filha, a infanta D. Maria. Por isso, Leonor sempre manteve estreitos laços com Portugal, mesmo quando se tornou rainha de França ao casar com Francisco I.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha, as Infantas e a Aia de Vanda Lourenço Menino

    Rainha, as Infantas e a Aia, A

    Vanda Lourenço Menino

    7,50 

    A Rainha, as Infantas e a Aia: Beatriz de Castela, Branca de Castela, Constança Manuel, Inês de Castro de Vanda Lourenço Menino.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 503 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | IV

    “Beatriz de Castela (1293-1359), filha mais nova dos reis Sancho IV de Castela e Maria de Molina, veio para Portugal com apenas 4 anos. Casou-se em 1309 com o futuro D. Afonso IV, que subiu ao trono em 1325. Apesar de ter vindo muito jovem para o reino, é, talvez, uma das consortes menos conhecidas da primeira dinastia.

    Ao longo da sua vida várias vezes desempenhou o papel de mediadora da paz em conflitos externos e internos. Como rainha administrou um vasto conjunto de terras e seus oficiais. Como mãe procurou sempre defender os interesses dos seus filhos sem nunca afrontar o seu marido.

    O destino truncado constitui o traço comum às três mulheres a quem foi reconhecido o estatuto de «esposas» de D. Pedro I.

    Branca de Castela, «a prima louca de Alfonso XI», da qual não há retrato conhecido, viveu cerca de dez anos na corte portuguesa até ser reenviada à procedência, sob a alegação de debilidade mental. Sobre ela apenas se levantaram suspeitas politicamente comprometidas de se ter «maridado» com D. Pedro.

    Constança Manuel, «a da triste sorte», é rainha de Castela aos 7 anos, mas acaba sendo repudiada pelo marido, Alfonso XI de Castela. A sua vida ficaria suspensa até aos 22 anos, quando se casou com o infante português. Ainda que tenha assegurado a descendência dando à luz o «formoso» D. Fernando, é desprezada pelo marido em prol de uma jovem galega.

    Inês de Castro, a «colo de garça», integrava o séquito de Constança, deu as bênçãos ao seu filho, o infante D. Luís, e foi compulsivamente exilada em Albuquerque. Regressada ao reino e à vida de D. Pedro, viveu tempos idílicos abruptamente interrompidos pelo seu assassinato. O que haverá de mito nesta história?”

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  • Rainha Santa, Mãe Exemplar

    Rainha Santa, Mãe Exemplar

    Maria Filomena de Andrade

    7,50 

    Rainha Santa, Mãe Exemplar de Maria Filomena de Andrade
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 328 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | III

    Isabel de Aragão ([1269/1270]-1336), rainha consorte de D. Dinis, destaca-se entre as soberanas portuguesas pelo facto de a sua vida se ter tornado exemplo para a posteridade, como rainha, mãe e santa.
    Personagem multifacetada, sobre a sua figura a lenda teceu um manto e uma aura de santidade que tem sido sempre apresentada como a sua única matriz. Porém, a sua imagem física, loura, alta e forte, não parece estar de acordo com a fragilidade que lhe atribuem. Na verdade, revela ao longo da vida uma solidez e uma força plenas de carácter.
    Ao lado de Dinis, Isabel tem uma presença marcante, surgindo em primeiro plano sobretudo nos contextos religiosos e de assistência, espelhando um rosto de rainha consorte que valoriza e cuida do seu povo.
    Simultaneamente, em épocas de conflito, Isabel serve-se dos canais institucionais de que dispõe na teia política do seu tempo, e umas vezes apoia o marido, outras não. Assim, quando D. Dinis enfrenta o príncipe D. Afonso, Isabel está do lado do filho, sofrendo por isso as consequências dos seus atos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Restauradora de Monique Vallance

    Rainha Restauradora, A

    Monique Vallance

    7,50 

    A Rainha Restauradora: Luísa de Gusmão de Monique Vallance
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 294 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XII

    Quando um grupo de nobres portugueses se revoltou contra o governo de Madrid em dezembro de 1640, consta que D. Luísa terá dito: «Antes morrer reinando do que acabar servindo.» Segundo reza a lenda, esta frase convenceu o seu marido, o futuro rei D. João IV, a juntar-se à conspiração e a tornar-se o primeiro rei da dinastia de Bragança. Quer tenha ou não proferido aquela frase, D. Luísa foi sem dúvida uma força por trás do trono, uma força que perduraria até à sua regência, em 1656, após a morte de D. João IV e enquanto o seu filho D. Afonso VI não assumia o controlo do governo.

    Durante os seis anos em que serviu como regente, D. Luísa conseguiu alcançar algumas vitórias na guerra com Espanha, controlou os nobres que lutavam entre si na corte e negociou um importante tratado com Carlos II de Inglaterra, com quem casou a sua filha Catarina. Embora se tenha afastado em 1662, o seu contributo nestes domínios ajudou Portugal a assegurar a sua independência para sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Rainha Mal-Amada de Margarida Durães

    Rainha Mal-Amada

    Margarida Durães

    7,50 

    Rainha Mal-Amada: Amélia de Orleães de Margarida Durães
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 376 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XVIII

    Amélia de Orleães foi a última rainha de Portugal. Entre o seu nascimento e a morte no exílio viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Por­tugal e da Europa.

    Elegante, amável e culta, D. Amélia parecia ser a esposa ideal do rei D. Carlos. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Porém, o «ofício» de rainha consorte foi mais além. Graças à sua iniciativa modernizaram-se os setores da saúde pública e da assistência social em Portugal. No ramo das artes, devemos-lhe sobretudo a criação do Museu dos Coches (1905).

    Em 1908 presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho, e, no dia 5 de outubro de 1910, foi obrigada a partir de Portugal. Faleceu em outubro de 1951, em Versalhes. Os seus restos mortais foram trasladados para Portugal e repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Inglesa de Portugal de Manuela Santos Silva

    Rainha Inglesa de Portugal, A

    Manuela Santos Silva

    7,50 

    A Rainha Inglesa de Portugal: Filipa de Lencastre de Manuela Santos Silva
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 319 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | VI

    Quem foi afinal Filipa de Lencastre? Parece ter sido uma mulher de profundas e esclarecidas convicções religiosas, apreciadora do despojamento mendicante e com uma fé inabalável nos desígnios divinos. Uma mulher de cultura livresca abrangente, como a sua educação heterodoxa faz sugerir. Uma mulher que não gostava de futilidades. Uma mulher pouco dada ao sentimentalismo e capaz de agir com uma certa rispidez. Uma mulher perfecionista, talvez mesmo um tanto intolerante em termos religiosos.
    Uma mulher que, porém, parece saber dar a mão à palmatória. Pronta a auxiliar quem lhe pedia ajuda usando sobretudo a sua capacidade de influência.
    Uma mulher com apego à sua linhagem, levando a que os filhos tivessem claramente a noção de que faziam parte da família real dos Plantagenetas de Inglaterra. Filipa foi, assim, também por isso, uma mulher que deixou a sua marca na educação dos filhos, criados numa corte que, do ponto de vista cultural, pode ter aceitado sem grande renitência as suas opiniões, interesses e gostos.
    E quanto ao aspeto físico e disposição ficou-nos o facto indiscutível de ter inspirado pelo menos uma balada de um poeta francês de grande divulgação na época, que, entre outras qualidades, lhe atribui «um corpo delgado, lindos olhos e face suave».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Discreta de Paulo Drummond Braga

    Rainha Discreta, A

    Paulo Drummond Braga

    7,50 

    A Rainha Discreta: Mariana Vitória de Bourbon de Paulo Drummond Braga
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2014, 368 págs. E. Il.

    D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França.

    Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I.

    Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Colecionadora de Annemarie Jordan

    Rainha Colecionadora, A

    Annemarie Jordan

    7,50 

    A Rainha Colecionadora: Catarina de Aústria de Annemarie Jordan
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 280 págs. E. Il
    Colecção: Rainhas de Portugal | X

    Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI.

    A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Arquiduquesa de Susana Munch Miranda

    Rainha Arquiduquesa, A

    Susana Munch Miranda

    7,50 

    A Rainha Arquiduquesa: Maria Ana de Áustria de Susana Munch Miranda.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 392 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIV

    ” Nenhuma outra rainha teve mais tempo a condição de consorte de um rei português do que Maria Ana de Áustria (1683-1754), filha de Leopoldo I (1649-1705). A sua união com D. pedro V sedimentou o realinhamento do reino no quadro continental e ajudou a garantir a integridade de novos e velhos domínios ultramarinos. No mundo da corte, promoveu devoções imperiais e contribuiu para o refinamento de práticas sociais e artiticas. A ela recuam as circunstâncias do enlace de várias famílias da nobreza local com Casas alemãs e Austriacas. E dela nasceram uma rainha e dois reis portugueses que asseguraram a continuidade da Casa Real de Bragança até ao Vintismo”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Princesa Rainha de Isabel dos Guimães Sá

    Princesa Rainha

    Isabel dos Guimães Sá

    6,00 

    Princesa Rainha-Velha: Leonor de Lencastre de Isabel dos Guimães Sá
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 327 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | 8

    No seguimento da morte trágica do único filho, viria a ser opositora do marido, quando este pretendia legitimar o seu bastardo para o colocar no trono; em vez deste, conseguiu que o sucessor de D. João II fosse Manuel, duque de Beja, seu irmão mais novo. Culta e devota, Leonor deixou a sua memória viva nos séculos seguintes pelas obras que patrocinou, todas indissociáveis da sua religiosidade: o hospital das Caldas, o Convento da Madre de Deus, a criação da Misericórdia de Lisboa, a impressão de livros e a encomenda de obras de arte.

    Sempre atenta aos seus interesses, quer políticos quer económicos (era detentora de uma vasta fortuna, que foi aumentando com o tempo), a «rainha-velha» conservou a sua influência quase até ao final da vida, apesar de cronicamente doente e muitas vezes confinada a uma cama.

    ❗Sem sobrecapa.

  • As Primeiras Rainha de Maria Alegria Fernandes Marques

    Primeiras Rainha, As

    Maria Alegria Fernandes Marques

    7,50 

    As Primeiras Rainhas: Mafalda de Mouriana, Dulce de Barcelona e Aragão, Urraca de Castela, Mecia Lopes de Haro e Beatriz Afonso de Maria Alegria Fernandes Marques [et al.].
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 480 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | II

    “Mafalda de Mouriana veio de muito longe para ser a primeira rainha de Portugal. A sua escolha para mulher de D. Afonso Henriques reflete o lugar que este já havia alcançado entre os príncipes da cristandade, ainda antes de a Santa Sé o ter reconhecido por rei. A rainha morreu jovem, sem deixar lembranças expressivas. Atribuem-se-lhe algumas obras de proteção a instituições eclesiásticas e de assistência.

    Dulce de Barcelona e Aragão, filha de Raimundo Berenguer IV de Barcelona e de Petronila de Aragão, casou com D. Sancho I. Tal como a personagem de Saramago, que se motiva a indagar a existência de uma mulher ao encontrar o seu nome num verbete, movimentamo-nos em espaços escassamente iluminados. À semelhança do escritor, devemos nós também privilegiar a descrição dos grandes espaços do ciclo da vida para neles desvelar esta desconhecida rainha.

    Urraca de Castela, filha dos reis Afonso VIII e Leonor, casou-se em 1208 com Afonso II reinando entre 1211 (princípio do reinado) e 1220 (morte da rainha). Este casamento de um rei português em Castela, gerador de cisões na corte portuguesa, iniciou aquela que seria a principal tendência matrimonial dos reis portugueses até finais da primeira dinastia.

    Mecia Lopes de Haro, dama da rainha de Castela, D. Berengária, e mulher de D. Sancho II, é apresentada em crónicas e noutros textos como uma das causas diretas da deposição do rei. O clero português, que lhe era particularmente adverso, exacerbou nela a supremacia da intriga feminina, destacando-lhe eventuais capacidades sobrenaturais.

    Beatriz Afonso, filha de D. Afonso X, casa com D. Afonso III no quadro da solução do problema algarvio. Nesta biografia, que a acompanha desde a chegada a Portugal, sobressaem diferentes aspetos da sua importância política e da sua ação: o seu papel no relacionamento com Castela e no alargamento do território, a estreita ligação ao pai, a gestão do seu senhorio enquanto rainha viúva, entre outros.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Fernando II de Maria Antónia Lopes

    D. Fernando II

    Maria Antónia Lopes

    7,50 

    D. Fernando II: um Rei avesso à política de Maria Antónia Lopes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 463 págs. E. Il.
    Colecção: Reis Consortes de Portugal

    “D. Fernando II tem sido estudado como artista ou mecenas ou o construtor do Palácio da Pena”, começa por dizer Maria Antónia Lopes, autora da biografia D. Fernando II, um Rei Avesso à Política. “A minha biografia tem outra abordagem, mais íntima”, continua. “A partir de documentação inédita, a que ninguém tocou, que está nos arquivos Saxe-Coburgo na Alemanha”. (…). “Valorizei aspetos da vida privada dele e o facto de se inserir numa rede familiar extraordinária”, diz a historiadora ao DN.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Eu Maria Pia

    Eu Maria Pia

    Diana de Cadaval

    8,00 

    Eu Maria Pia de Diana de Cadaval.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2010, 206 págs. E. Il.

    Rainha aos catorze anos, a princesa italiana Maria Pia foi recebida em Portugal num clima de grande euforia, entre gritos e vivas.

    Era expulsa do país que tanto amava e a quem havia dedicado toda a sua vida 48 anos depois. Chamaram-lhe fútil e gastadora. As suas festas, os tecidos ricos e joias extravagantes eram comentados por todos. E, mesmo os seus gestos caridosos, eram olhados com repúdio e como atos de pura vaidade. Amada e odiada.

    Diana de Cadaval leva-nos pela história de Maria Pia, entre finais do século XIX e o princípio do século XX. Escrito na primeira pessoa, como um relato confessional e íntimo, neste romance acompanhamos os momentos faustosos e os instantes mais solitários e trágicos da rainha, até à chegada da sua morte, em que se vê apenas como uma pobre mulher a quem a vida lhe deu tudo e tudo lhe tirou. Uma mulher com um único desejo: que o seu corpo seja enterrado na direção de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus de Ana Maria de S. A. Rodrigues

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus

    Ana Maria de S. A. Rodrigues

    6,00 

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia, Maria Sofia Isabel de Neuburg de Ana Maria de S. A. Rodrigues
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIII

    D. Maria Francisca Isabel de Saboia (1646-1683) foi uma rainha para dois reis, ao casar-se em 1666 com D. Afonso VI e em 1668 com o regente D. Pedro, futuro D. Pedro II, após ter conseguido a anulação do primeiro matrimónio, supostamente nunca consumado. Depois de tempos iniciais muito turbulentos quer do ponto de vista político quer do ponto de vista emocional, encontrou a estabilidade familiar com o segundo marido, de quem teve uma única filha, D. Isabel Luísa Josefa. Ao longo dos dezassete anos que viveu em Portugal, a rainha manteve estreitas relações com a França de Luís XIV e preocupou-se sobretudo com a educação e o casamento da filha, a coroação do segundo marido (o que se articula diretamente com a posição de herdeira da Coroa por parte da filha do casal) e todos os atos típicos das consortes régias, tais como a obtenção de mercês para os seus apaniguados. D. Maria Francisca Isabel morreu aos 37 anos e foi rainha-consorte durante menos de dois, uma vez que após o segundo casamento passou a princesa, embora quase todos continuassem a dar-lhe a antiga dignidade. Tal situação só se inverteu com a morte de D. Afonso VI, três meses antes do seu próprio falecimento.
    D. Maria Sofia Isabel de Neuburg (1666-1699) foi rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro II, ocorrido em 1687. O enlace, que significou o fim da hegemonia francesa em Portugal,
    anunciando novas alianças, garantiu a continuidade dinástica e saldou-se pelo nascimento de sete filhos. Devota, esmoler, pouco amada pelo marido, sentiu-se defraudada em muitas das suas expetativas e não é impossível que se tenha refugiado em prazeres algo inesperados, como a bebida e o jogo. Em termos políticos, as suas prioridades foram a aliança de Portugal com o Sacro Império Romano-Germânico e a proteção à sua família de origem. Se não conseguiu tudo o que queria, logrou pelo menos assistir ao envio do primeiro embaixador português a Viena, que, aliás, foi em parte escolhido por influência sua. D. Maria Sofia Isabel morreu a poucos dias de completar 33 anos de idade, ao fim de pouco menos de doze anos de presença em Portugal.

    ❗Sem sobrecapa.

  • Dom Duarte e a Democracia de Mendo Castro Henriques

    Dom Duarte e a Democracia

    Mendo Castro Henriques

    20,00 

    Dom Duarte e a Democracia: uma biografia portuguesa de Mendo Castro Henriques.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2006, 470 págs. E. Il.

    Transcendendo o conceito de biografia, no sentido estreito do termo, este livro proporciona uma visão do homem e da figura institucional muito mais lata e humana, que permite ao seu leitor descobrir as facetas mais desconhecidas e não menos importantes desta personalidade, bem como revisitar as que têm merecido a habitual cobertura mediática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    ✍🏻 Edição autografada pelo biografado.
    🟡 Sobrecapa danificada.

  • Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    D. Dinis

    José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    7,50 

    Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    Filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, D. Dinis foi o sexto monarca português. Nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325.
    Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio.

    Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade.

    Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.