• A Rainha Inglesa de Portugal de Manuela Santos Silva

    Rainha Inglesa de Portugal, A

    Manuela Santos Silva

    7,50 

    A Rainha Inglesa de Portugal: Filipa de Lencastre de Manuela Santos Silva
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 319 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | VI

    Quem foi afinal Filipa de Lencastre? Parece ter sido uma mulher de profundas e esclarecidas convicções religiosas, apreciadora do despojamento mendicante e com uma fé inabalável nos desígnios divinos. Uma mulher de cultura livresca abrangente, como a sua educação heterodoxa faz sugerir. Uma mulher que não gostava de futilidades. Uma mulher pouco dada ao sentimentalismo e capaz de agir com uma certa rispidez. Uma mulher perfecionista, talvez mesmo um tanto intolerante em termos religiosos.
    Uma mulher que, porém, parece saber dar a mão à palmatória. Pronta a auxiliar quem lhe pedia ajuda usando sobretudo a sua capacidade de influência.
    Uma mulher com apego à sua linhagem, levando a que os filhos tivessem claramente a noção de que faziam parte da família real dos Plantagenetas de Inglaterra. Filipa foi, assim, também por isso, uma mulher que deixou a sua marca na educação dos filhos, criados numa corte que, do ponto de vista cultural, pode ter aceitado sem grande renitência as suas opiniões, interesses e gostos.
    E quanto ao aspeto físico e disposição ficou-nos o facto indiscutível de ter inspirado pelo menos uma balada de um poeta francês de grande divulgação na época, que, entre outras qualidades, lhe atribui «um corpo delgado, lindos olhos e face suave».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Discreta de Paulo Drummond Braga

    Rainha Discreta, A

    Paulo Drummond Braga

    7,50 

    A Rainha Discreta: Mariana Vitória de Bourbon de Paulo Drummond Braga
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2014, 368 págs. E. Il.

    D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França.

    Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I.

    Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Colecionadora de Annemarie Jordan

    Rainha Colecionadora, A

    Annemarie Jordan

    7,50 

    A Rainha Colecionadora: Catarina de Aústria de Annemarie Jordan
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 280 págs. E. Il
    Colecção: Rainhas de Portugal | X

    Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI.

    A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Arquiduquesa de Susana Munch Miranda

    Rainha Arquiduquesa, A

    Susana Munch Miranda

    7,50 

    A Rainha Arquiduquesa: Maria Ana de Áustria de Susana Munch Miranda.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 392 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIV

    ” Nenhuma outra rainha teve mais tempo a condição de consorte de um rei português do que Maria Ana de Áustria (1683-1754), filha de Leopoldo I (1649-1705). A sua união com D. pedro V sedimentou o realinhamento do reino no quadro continental e ajudou a garantir a integridade de novos e velhos domínios ultramarinos. No mundo da corte, promoveu devoções imperiais e contribuiu para o refinamento de práticas sociais e artiticas. A ela recuam as circunstâncias do enlace de várias famílias da nobreza local com Casas alemãs e Austriacas. E dela nasceram uma rainha e dois reis portugueses que asseguraram a continuidade da Casa Real de Bragança até ao Vintismo”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Princesa Rainha de Isabel dos Guimães Sá

    Princesa Rainha

    Isabel dos Guimães Sá

    6,00 

    Princesa Rainha-Velha: Leonor de Lencastre de Isabel dos Guimães Sá
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 327 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | 8

    No seguimento da morte trágica do único filho, viria a ser opositora do marido, quando este pretendia legitimar o seu bastardo para o colocar no trono; em vez deste, conseguiu que o sucessor de D. João II fosse Manuel, duque de Beja, seu irmão mais novo. Culta e devota, Leonor deixou a sua memória viva nos séculos seguintes pelas obras que patrocinou, todas indissociáveis da sua religiosidade: o hospital das Caldas, o Convento da Madre de Deus, a criação da Misericórdia de Lisboa, a impressão de livros e a encomenda de obras de arte.

    Sempre atenta aos seus interesses, quer políticos quer económicos (era detentora de uma vasta fortuna, que foi aumentando com o tempo), a «rainha-velha» conservou a sua influência quase até ao final da vida, apesar de cronicamente doente e muitas vezes confinada a uma cama.

    ❗Sem sobrecapa.

  • As Primeiras Rainha de Maria Alegria Fernandes Marques

    Primeiras Rainha, As

    Maria Alegria Fernandes Marques

    7,50 

    As Primeiras Rainhas: Mafalda de Mouriana, Dulce de Barcelona e Aragão, Urraca de Castela, Mecia Lopes de Haro e Beatriz Afonso de Maria Alegria Fernandes Marques [et al.].
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 480 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | II

    “Mafalda de Mouriana veio de muito longe para ser a primeira rainha de Portugal. A sua escolha para mulher de D. Afonso Henriques reflete o lugar que este já havia alcançado entre os príncipes da cristandade, ainda antes de a Santa Sé o ter reconhecido por rei. A rainha morreu jovem, sem deixar lembranças expressivas. Atribuem-se-lhe algumas obras de proteção a instituições eclesiásticas e de assistência.

    Dulce de Barcelona e Aragão, filha de Raimundo Berenguer IV de Barcelona e de Petronila de Aragão, casou com D. Sancho I. Tal como a personagem de Saramago, que se motiva a indagar a existência de uma mulher ao encontrar o seu nome num verbete, movimentamo-nos em espaços escassamente iluminados. À semelhança do escritor, devemos nós também privilegiar a descrição dos grandes espaços do ciclo da vida para neles desvelar esta desconhecida rainha.

    Urraca de Castela, filha dos reis Afonso VIII e Leonor, casou-se em 1208 com Afonso II reinando entre 1211 (princípio do reinado) e 1220 (morte da rainha). Este casamento de um rei português em Castela, gerador de cisões na corte portuguesa, iniciou aquela que seria a principal tendência matrimonial dos reis portugueses até finais da primeira dinastia.

    Mecia Lopes de Haro, dama da rainha de Castela, D. Berengária, e mulher de D. Sancho II, é apresentada em crónicas e noutros textos como uma das causas diretas da deposição do rei. O clero português, que lhe era particularmente adverso, exacerbou nela a supremacia da intriga feminina, destacando-lhe eventuais capacidades sobrenaturais.

    Beatriz Afonso, filha de D. Afonso X, casa com D. Afonso III no quadro da solução do problema algarvio. Nesta biografia, que a acompanha desde a chegada a Portugal, sobressaem diferentes aspetos da sua importância política e da sua ação: o seu papel no relacionamento com Castela e no alargamento do território, a estreita ligação ao pai, a gestão do seu senhorio enquanto rainha viúva, entre outros.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Fernando II de Maria Antónia Lopes

    D. Fernando II

    Maria Antónia Lopes

    7,50 

    D. Fernando II: um Rei avesso à política de Maria Antónia Lopes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 463 págs. E. Il.
    Colecção: Reis Consortes de Portugal

    “D. Fernando II tem sido estudado como artista ou mecenas ou o construtor do Palácio da Pena”, começa por dizer Maria Antónia Lopes, autora da biografia D. Fernando II, um Rei Avesso à Política. “A minha biografia tem outra abordagem, mais íntima”, continua. “A partir de documentação inédita, a que ninguém tocou, que está nos arquivos Saxe-Coburgo na Alemanha”. (…). “Valorizei aspetos da vida privada dele e o facto de se inserir numa rede familiar extraordinária”, diz a historiadora ao DN.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Eu Maria Pia

    Eu Maria Pia

    Diana de Cadaval

    8,00 

    Eu Maria Pia de Diana de Cadaval.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2010, 206 págs. E. Il.

    Rainha aos catorze anos, a princesa italiana Maria Pia foi recebida em Portugal num clima de grande euforia, entre gritos e vivas.

    Era expulsa do país que tanto amava e a quem havia dedicado toda a sua vida 48 anos depois. Chamaram-lhe fútil e gastadora. As suas festas, os tecidos ricos e joias extravagantes eram comentados por todos. E, mesmo os seus gestos caridosos, eram olhados com repúdio e como atos de pura vaidade. Amada e odiada.

    Diana de Cadaval leva-nos pela história de Maria Pia, entre finais do século XIX e o princípio do século XX. Escrito na primeira pessoa, como um relato confessional e íntimo, neste romance acompanhamos os momentos faustosos e os instantes mais solitários e trágicos da rainha, até à chegada da sua morte, em que se vê apenas como uma pobre mulher a quem a vida lhe deu tudo e tudo lhe tirou. Uma mulher com um único desejo: que o seu corpo seja enterrado na direção de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus de Ana Maria de S. A. Rodrigues

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus

    Ana Maria de S. A. Rodrigues

    6,00 

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia, Maria Sofia Isabel de Neuburg de Ana Maria de S. A. Rodrigues
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIII

    D. Maria Francisca Isabel de Saboia (1646-1683) foi uma rainha para dois reis, ao casar-se em 1666 com D. Afonso VI e em 1668 com o regente D. Pedro, futuro D. Pedro II, após ter conseguido a anulação do primeiro matrimónio, supostamente nunca consumado. Depois de tempos iniciais muito turbulentos quer do ponto de vista político quer do ponto de vista emocional, encontrou a estabilidade familiar com o segundo marido, de quem teve uma única filha, D. Isabel Luísa Josefa. Ao longo dos dezassete anos que viveu em Portugal, a rainha manteve estreitas relações com a França de Luís XIV e preocupou-se sobretudo com a educação e o casamento da filha, a coroação do segundo marido (o que se articula diretamente com a posição de herdeira da Coroa por parte da filha do casal) e todos os atos típicos das consortes régias, tais como a obtenção de mercês para os seus apaniguados. D. Maria Francisca Isabel morreu aos 37 anos e foi rainha-consorte durante menos de dois, uma vez que após o segundo casamento passou a princesa, embora quase todos continuassem a dar-lhe a antiga dignidade. Tal situação só se inverteu com a morte de D. Afonso VI, três meses antes do seu próprio falecimento.
    D. Maria Sofia Isabel de Neuburg (1666-1699) foi rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro II, ocorrido em 1687. O enlace, que significou o fim da hegemonia francesa em Portugal,
    anunciando novas alianças, garantiu a continuidade dinástica e saldou-se pelo nascimento de sete filhos. Devota, esmoler, pouco amada pelo marido, sentiu-se defraudada em muitas das suas expetativas e não é impossível que se tenha refugiado em prazeres algo inesperados, como a bebida e o jogo. Em termos políticos, as suas prioridades foram a aliança de Portugal com o Sacro Império Romano-Germânico e a proteção à sua família de origem. Se não conseguiu tudo o que queria, logrou pelo menos assistir ao envio do primeiro embaixador português a Viena, que, aliás, foi em parte escolhido por influência sua. D. Maria Sofia Isabel morreu a poucos dias de completar 33 anos de idade, ao fim de pouco menos de doze anos de presença em Portugal.

    ❗Sem sobrecapa.

  • Dom Duarte e a Democracia de Mendo Castro Henriques

    Dom Duarte e a Democracia

    Mendo Castro Henriques

    20,00 

    Dom Duarte e a Democracia: uma biografia portuguesa de Mendo Castro Henriques.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2006, 470 págs. E. Il.

    Transcendendo o conceito de biografia, no sentido estreito do termo, este livro proporciona uma visão do homem e da figura institucional muito mais lata e humana, que permite ao seu leitor descobrir as facetas mais desconhecidas e não menos importantes desta personalidade, bem como revisitar as que têm merecido a habitual cobertura mediática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    ✍🏻 Edição autografada pelo biografado.
    🟡 Sobrecapa danificada.

  • Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    D. Dinis

    José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    7,50 

    Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    Filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, D. Dinis foi o sexto monarca português. Nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325.
    Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio.

    Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade.

    Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Condessa-Rainha de Luís Carlos Amaral

    Condessa-Rainha, A

    Luís Carlos Amaral

    7,50 

    A Condessa-Rainha: Teresa de Luís Carlos Amaral
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | I

    Filha do poderoso Afonso VI, rei de Leão e Castela, e de D. Ximena Moniz, e irmã da rainha D. Urraca, a infanta D. Teresa assistiu de muito perto e interveio, por vezes de forma enérgica, nas sucessivas e complexas conjunturas que moldaram o processo histórico peninsular, entre o derradeiro quartel do século XI e as primeiras décadas da centúria seguinte.

    Tendo ficado viúva de D. Henrique de Borgonha em 1112, D. Teresa logo assumiu as tarefas governativas do condado, procurando dar continuidade ao essencial das políticas de seu marido. Neste contexto, não deixou também de cultivar ambições régias, muito provavelmente relacionadas com uma eventual restauração do antigo reino da Galiza.

    A história posterior, em razão sobretudo da fundação da monarquia portuguesa, levou a que o seu governo fosse tradicionalmente interpretado como uma espécie de período intermédio entre dois tempos grandes, o de D. Henrique e, muito em particular, o de seu filho, D. Afonso Henriques.

    Esta biografia revela-nos D. Teresa, a condessa-rainha, como uma personagem política fascinante, dotada de características singulares, que viveu e influenciou os momentos mais decisivos da formação do reino de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Isabel II de Marc Roche

    Isabel II

    Marc Roche

    7,50 

    Isabel II de Marc Roche.
    Editorial Presença. Barcarena, 2022, 199 págs. B. Il.

    A rainha Isabel II é uma das figuras mais emblemáticas da atualidade. No entanto, na altura em que se celebra o seu nonagésimo aniversário, pouco conhecemos para além da sua faceta pública. Marc Roche, correspondente do Le Monde , escreveu este livro com base nos encontros que teve com a rainha e com altos funcionários do Palácio de Buckingham, no contexto de uma investigação profunda. Nele, mostra-nos como uma jovem frágil e tímida, que subiu ao trono em 1952 quase sem preparação, conseguiu, ao longo do mais extenso reinado britânico, manter o seu prestígio pessoal e afirmar, como poucos monarcas, a solidez da coroa britânica, constituindo-a como um garante da democracia. Uma das raras oportunidades de conhecermos mais de perto a vida, sempre tão protegida do olhar público, da rainha Isabel II.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inês de Castro de María Pilar Queralt del Hierro

    Inês de Castro

    María Pilar Queralt del Hierro

    6,00 

    Inês de Castro de María Pilar Queralt del Hierro.
    Editorial Presença. Lisboa, 2005, 147 págs. B.

    Inês, com apenas dez anos contempla o cenário onde terá início o primeiro acto de uma tragédia que ficará para a história como uma das mais belas histórias de amor de sempre. A sua ama, pronuncia as palavras que o destino se encarregará de cumprir – «um príncipe amar-te-á pelo teu colo de garça e pelos teus cabelos loiros e as tuas fontes virão a ser cingidas por uma coroa real». No castelo de Peñafiel, Inês e Constança tornar-se-ão irmãs de alma, unidas pelo mesmo amor – D. Pedro. E se um dia mais tarde o príncipe português casar-se-á com Constança respeitando-a pela sua serenidade é a Inês que amará perdidamente – «Inês era a força da cascata, o rumor do mar enraivecido, o roçar do vento quando o cavalo se lança a galope». A morte de D. Constança afasta momentaneamente os dois amantes, mas será então que Pedro e Inês irão viver, na idílica Quinta das Lágrimas, as horas mais felizes do seu infortunado amor. Mas o destino lança nos corações de alguma nobreza as facas da ambição que irão atraiçoar e manchar de sangue o esbelto pescoço de Inês. A beleza lendária de Inês de Castro foi captada na perfeição por esta autora, numa obra que ficará certamente na memória do leitor.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Família Real: Álbum de Fotografias de Eduardo Nobre

    Família Real: Álbum de Fotografias

    Eduardo Nobre

    35,00 

    Família Real: Álbum de Fotografias de Eduardo Nobre.
    Quimera Editores. Lisboa, 2002, 245 págs. E. Il.

     

    Pela primeira vez num mesmo livro reúnem-se imagens fotográficas da vida publica e privada da Família Real portuguesa, cobrindo os últimos quatro reinados da Dinastia de Bragança e os seus longuíssimos exílios.

    Mais de quatro centenas de fotografias, alinhadas cronologicamente, dezenas delas totalmente inéditas, retratam sucessivas gerações de uma família, cujos percursos se fundem com a própria história de Portugal e da Europa.

    Este álbum testemunha um século de historia vista através das objectivas de nomes de referência da fotografia portuguesa, a que se juntam dezenas de imagens captadas por pessoas da própria Família Real.

    A exactidão e o realismo da fotografia transportam-nos numa fascinante viagem pelo tempo – para nos colocar na primeira fila de cada acontecimento.

    As legendas avisam-nos os factos, apresentam-nos personagens e pormenores curiosos, colocando-nos face a face com momentos e pessoas que, graças à magia da fotografia, deixam de ser referencias distantes para nos olharem nos olhos e se tornarem íntimas e familiares.

    Folhear este álbum de fotografias da Família Real portuguesa é, mais que um fascinante encontro com o passado, um reviver das nossas próprias raízes como Nação e como Pátria.

     Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Carlos: Lisboa 1908

    D. Carlos: Lisboa 1908

    Marina Tavares Dias

    15,00 

    D. Carlos: Lisboa 1908 de Marina Tavares Dias.
    Quimera. Lisboa, 2007, 175 págs. E. Il.

    Dia 1 de Fevereiro de 2008 assinalam-se 100 anos sobre a data em que, no regresso de Vila Viçosa, D. Carlos foi assassinado em pleno Terreiro do Paço. Com a qualidade e rigor a que Marina Tavares Dias habituou os seus leitores, este livro apresenta uma visão apaixonada e apaixonante sobre a vida e a época daquele que foi o primeiro chefe de Estado português do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.