• D. Pedro I de Cristina Pimenta

    D. Pedro I

    Cristina Pimenta

    7,50 

    D. Pedro I de Cristina Pimenta
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 310 págs. E. Il.

    Rei de Portugal em 28 de Maio de 1357. D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos.

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  • Paixões Reais

    Paixões Reais

    Eduardo Nobre

    7,50 

    Paixões Reais de Eduardo Nobre
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2004, 247 págs. E. Il.

    Centrando-se num período histórico que medeia do início de Oitocentos às duas primeiras décadas do século XX, abordam-se dez diferentes temas com um denominador comum – referirem ligações amorosas de pessoas da Família Real portuguesa que pela sua polémica e/ou envolvimento, tivessem constituído factos relevantes na vida nacional, na sociedade da época ou, no mínimo, no percurso humano dos intervenientes. Mais que espreitar para dentro da vida privada desta ou daquela personalidade histórica, tentou o autor fazer um certo retrato de cada um dos factos e da sua época

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  • D. Henrique de Amélia Polónia

    D. Henrique

    Amélia Polónia

    7,50 

    D. Henrique de Amélia Polónia.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 317 págs. E. Il.
    Colecção: Reis de Portugal | 27

    D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, «que deixou em testamento Portugal aos castelhanos», ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade?
    Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise.
    Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.

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  • D. Fernando de Rita Costa Gomes

    D. Fernando

    Rita Costa Gomes

    7,50 

    D. Fernando de Rita Costa Gomes
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 304 págs. E. Il.
    Colecção: Reis de Portugal | 9

    Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.

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  • Afonso II: Um Rei Sem Tempo de Hermínia Vasconcelos Vilar

    D. Afonso II: Um Rei Sem Tempo

    Hermínia Vasconcelos Vilar

    7,50 

    Afonso II: Um Rei Sem Tempo de Hermínia Vasconcelos Vilar
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 312 págs. E. Il.

    Filho de D. Sancho I e de Dulce de Aragão, D. Afonso II nasceu no dia de São Jorge de 1186, facto que deverá ter sido interpretado como um bom augurio para uma dinastia que tinha no desempenho guerreiro uma das bases da sua legitimidade. Contudo, Afonso não se viria a destacar pela sua capacidade guerreira, nem mesmo pelos seus feitos no campo de batalha. A cronistica lembrá-lo-á pela sua corpulência, visível no cognome com que a História o fixou, pela guerra que travou com as suas irmãs, pelos conflitos que o separaram de uma grande parte do episcopado português, nos últimos anos de vida, mas não pela sua acção de governante, nem pelas medidas que promulgou.
    Falecido com 36 anos, após um curto reinado de 12 anos, Afonso deixou, porém, atrás de si um governo inovador, marcado por um conjunto de medidas que deixam entrever um rei e um círculo de colaboradores atentos e conhecedores dos meandros do ambiente político e intelectual da Europa dos reinos da primeira metade de Duzentos.
    Mas o seu falecimento deixou também para trás um reinado marcado por sucessivos conflitos e, sobretudo, pela incapacidade de fazer face ao tempo que se escoava. A sua morte precoce, a curta duração do seu reinado e da sua vida, terão impedido a concretização plena de muitas das medidas promulgadas ou tão-só desenhadas, bem como a resolução plena dos conflitos suscitados pela sua governação e que transitarão, de forma inexorável, para o reinado do seu filho, Sancho.
    Para Afonso, o tempo foi, sem dúvida, um inimigo incontornável.

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  • Cronologia da Monarquia Portuguesa de Artur Teodoro de Matos

    Cronologia da Monarquia Portuguesa

    Artur Teodoro de Matos

    6,00 

    Cronologia da Monarquia Portuguesa de Artur Teodoro de Matos
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 494 págs. E.

    Uma das bases essenciais para a construção e compreensão da História é a cronologia, que dá a conhecer o passado pela sucessão de factos que conferem ao Tempo um imenso dinamismo. Artur Teodoro de Matos, João Paulo Oliveira e Costa e Roberto Carneiro reuniram, num único volume – como se pode ler na introdução à “Cronologia da Monarquia Portuguesa” -, «as grandes linhas da formação e do devir da nação portuguesa, desde as suas origens até à implantação da República.»

    O livro parte das biografias dos monarcas portugueses, mostrando a sua vida familiar e os acontecimentos mais importantes ocorridos em cada um dos períodos de governação, ao mesmo tempo que complementa o cenário português com o que, em paralelo, ia acontecendo lá fora.

    Monarquias à parte, “Cronologia da Monarquia Portuguesa” é um livro que irá tornar mais rica qualquer estante ou biblioteca. Bem estruturado, sucinto e de fácil consulta, será uma mais-valia para estudantes, um aperitivo para curiosos e um repasto para amantes da História escrita por Reis e Rainhas.

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  • Vida na Corte Portuguesa de José Barata

    Vida na Corte Portuguesa

    José Barata

    7,00 

    Vida na Corte Portuguesa de José Barata.
    Verso da Kapa. Lisboa, 2013, 150 págs. B.

    A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga.
    O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do “ciclo humano da família real” proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte.
    Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos.

    Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.

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  • As Tristes Rainhas de Ana Maria S. A. Rodrigues.

    Tristes Rainhas, As

    Ana Maria S. A. Rodrigues.

    7,50 

    As Tristes Rainhas: Leonor de Aragão, Isabel de Coimbra de Ana Maria S. A. Rodrigues.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 455 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | 7

    Leonor de Aragão intitulava-se «a triste rainha» ao assinar as suas cartas após a morte de D. Duarte, em 1438. Se até essa data ela havia gozado uma felicidade algo atribulada ao lado do esposo, a sua vida tornou-se a partir de então bastante triste. Morto que estava o companheiro de tantos anos, teve de suportar a pressão crescente dos cunhados, ávidos do poder que ele lhe havia transmitido, a hostilidade aberta de muitos cortesãos e a aversão dos burgueses e mesteirais de Lisboa, que viam nela uma mulher ambiciosa e estrangeira, capaz de precipitar o reino numa nova guerra com Castela. Escolhendo o caminho do exílio para obter ajuda da família de origem e regressar em força, perdeu os filhos, os bens e a dignidade régia, acabando os seus dias em Toledo, mais pobre e mais só do que quando partira.

    Já D. Isabel de Coimbra, mal saída da infância, assistiu à queda em desgraça do pai, à morte deste em batalha contra o rei seu esposo, ao confisco dos bens e títulos familiares e à expatriação dos irmãos. Embora tenha conseguido, pela sua lealdade e obstinação, obter de D. Afonso V a integração do infante D. Pedro no panteão de Avis e a reabilitação da sua linhagem, não pôde gozar por muito tempo da tranquilidade reencontrada, pois faleceu pouco depois, aos 23 anos de idade, talvez das sequelas do difícil parto do futuro monarca.

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  • D. Sebastião de Maria Augusta Lima Cruz

    D. Sebastião

    Maria Augusta Lima Cruz

    7,50 

    D. Sebastião de Maria Augusta Lima Cruz
    Temas e Debates. Lisboa, 2009, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    O dramático contexto político em que nasceu valeu-lhe o cognome de o Desejado, uma vez que, antes mesmo de vir ao mundo, representava já a última esperança de quantos temiam ver Portugal governado, a breve prazo, por um rei castelhano.

    D. Sebastião foi o décimo sexto monarca português e o sétimo e penúltimo da dinastia de Avis. Nasceu em Lisboa, a 20 de Janeiro de 1554, poucos dias depois da prematura morte de seu pai, o príncipe D. João, último sobrevivente dos nove filhos de D. João III e de D. Catarina de Áustria. Ainda não completara quatro meses de vida, quando sua mãe, D. Joana de Áustria, chamada à regência de Castela, de onde era natural, se viu obrigada a deixá-lo ao cuidado dos avós paternos. Aclamado rei aos 3 anos de idade, após a morte de D. João III, D. Sebastião só viria a governar efectivamente a partir dos 14 anos. Até lá, a regência do reino foi assegurada, primeiro, pela sua avó, a rainha viúva D. Catarina, e mais tarde pelo seu tio-avô, o cardeal D. Henrique, avesso a uma sujeição aos ditames de Filipe II de Espanha. O seu reinado cessou brutalmente a 4 de Agosto de 1578 com a Batalha de Alcácer Quibir.

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  • Rainhas que o Povo Amou de Saboia de Maria António Lopes

    Rainhas que o Povo Amou de Saboia

    Maria António Lopes

    7,50 

    Rainhas que o Povo Amou: Estefânia de Hohenzollern, Maria Pia de Saboia de Maria António Lopes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 463 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XVII

    Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum.

    Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.
    A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.
    Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo «reinou» e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rainhas de Portugal e Espanha de Pilar Pérez Cantó

    Rainhas de Portugal e Espanha

    Pilar Pérez Cantó

    7,50 

    Rainhas de Portugal e Espanha de Pilar Pérez Cantó
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 350 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XI

    Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu «poder» para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611.

    Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido «embaixadora» da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.

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  • Rainhas Consortes de D. Manuel I de Isabel dos Guimarães Sá

    Rainhas Consortes de D. Manuel I

    Isabel dos Guimarães Sá

    7,50 

    Rainhas Consortes de D. Manuel I: Isabel de Castela, Maria de Castela, Leonor de Áustria de Isabel dos Guimarães Sá [et al.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 341 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | IX

    “ Isabel e Maria de Castela eram filhas dos Reis Católicos mas as suas trajetórias seriam bem diferentes. Isabel foi casada duas vezes, a primeira com o infeliz Afonso, príncipe herdeiro de Portugal, morto num acidente de cavalo. Viúva inconsolável, resistiu o mais que pôde à ideia de casar novamente, e só acedeu depois de o noivo, D. Manuel I, ter expulsado de Portugal mouros e judeus por imposição sua. O seu segundo casamento foi breve, morrendo aos 28 anos, ao dar à luz o único filho, mas teria herdado o trono de Castela e Aragão se tivesse vivido.

    Voluntariosa e decidida, é a imagem oposta de sua irmã, com quem o seu viúvo casaria depois de cumpridos dois anos de luto. Maria foi a tranquila mãe de oito filhos. Dedicada a trabalhos de agulha, era também uma mulher com opiniões próprias e não hesitou em tentar influenciar a ação do marido. Em comum com a irmã mais velha, a morte nas sequelas de um parto.

    Para lá das suas vicissitudes singulares, as vidas destas irmãs têm como pano de fundo a complexa e volátil teia de relações políticas no cenário internacional do primeiro vinténio do século XVI. Tal como a da sua sobrinha Leonor, que se lhes seguiria no leito de seu marido…

    Leonor de Áustria era irmã de Carlos V. Seria a terceira mulher de D. Manuel depois de ter estado prometida ao filho do rei, o futuro D. João III. Foi rainha de Portugal por apenas quatro anos. Ao enviuvar abandonou o reino mas teve de deixar para trás a sua única filha, a infanta D. Maria. Por isso, Leonor sempre manteve estreitos laços com Portugal, mesmo quando se tornou rainha de França ao casar com Francisco I.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha, as Infantas e a Aia de Vanda Lourenço Menino

    Rainha, as Infantas e a Aia, A

    Vanda Lourenço Menino

    7,50 

    A Rainha, as Infantas e a Aia: Beatriz de Castela, Branca de Castela, Constança Manuel, Inês de Castro de Vanda Lourenço Menino.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 503 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | IV

    “Beatriz de Castela (1293-1359), filha mais nova dos reis Sancho IV de Castela e Maria de Molina, veio para Portugal com apenas 4 anos. Casou-se em 1309 com o futuro D. Afonso IV, que subiu ao trono em 1325. Apesar de ter vindo muito jovem para o reino, é, talvez, uma das consortes menos conhecidas da primeira dinastia.

    Ao longo da sua vida várias vezes desempenhou o papel de mediadora da paz em conflitos externos e internos. Como rainha administrou um vasto conjunto de terras e seus oficiais. Como mãe procurou sempre defender os interesses dos seus filhos sem nunca afrontar o seu marido.

    O destino truncado constitui o traço comum às três mulheres a quem foi reconhecido o estatuto de «esposas» de D. Pedro I.

    Branca de Castela, «a prima louca de Alfonso XI», da qual não há retrato conhecido, viveu cerca de dez anos na corte portuguesa até ser reenviada à procedência, sob a alegação de debilidade mental. Sobre ela apenas se levantaram suspeitas politicamente comprometidas de se ter «maridado» com D. Pedro.

    Constança Manuel, «a da triste sorte», é rainha de Castela aos 7 anos, mas acaba sendo repudiada pelo marido, Alfonso XI de Castela. A sua vida ficaria suspensa até aos 22 anos, quando se casou com o infante português. Ainda que tenha assegurado a descendência dando à luz o «formoso» D. Fernando, é desprezada pelo marido em prol de uma jovem galega.

    Inês de Castro, a «colo de garça», integrava o séquito de Constança, deu as bênçãos ao seu filho, o infante D. Luís, e foi compulsivamente exilada em Albuquerque. Regressada ao reino e à vida de D. Pedro, viveu tempos idílicos abruptamente interrompidos pelo seu assassinato. O que haverá de mito nesta história?”

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  • Rainha Santa, Mãe Exemplar

    Rainha Santa, Mãe Exemplar

    Maria Filomena de Andrade

    7,50 

    Rainha Santa, Mãe Exemplar de Maria Filomena de Andrade
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 328 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | III

    Isabel de Aragão ([1269/1270]-1336), rainha consorte de D. Dinis, destaca-se entre as soberanas portuguesas pelo facto de a sua vida se ter tornado exemplo para a posteridade, como rainha, mãe e santa.
    Personagem multifacetada, sobre a sua figura a lenda teceu um manto e uma aura de santidade que tem sido sempre apresentada como a sua única matriz. Porém, a sua imagem física, loura, alta e forte, não parece estar de acordo com a fragilidade que lhe atribuem. Na verdade, revela ao longo da vida uma solidez e uma força plenas de carácter.
    Ao lado de Dinis, Isabel tem uma presença marcante, surgindo em primeiro plano sobretudo nos contextos religiosos e de assistência, espelhando um rosto de rainha consorte que valoriza e cuida do seu povo.
    Simultaneamente, em épocas de conflito, Isabel serve-se dos canais institucionais de que dispõe na teia política do seu tempo, e umas vezes apoia o marido, outras não. Assim, quando D. Dinis enfrenta o príncipe D. Afonso, Isabel está do lado do filho, sofrendo por isso as consequências dos seus atos.

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  • A Rainha Restauradora de Monique Vallance

    Rainha Restauradora, A

    Monique Vallance

    7,50 

    A Rainha Restauradora: Luísa de Gusmão de Monique Vallance
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 294 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XII

    Quando um grupo de nobres portugueses se revoltou contra o governo de Madrid em dezembro de 1640, consta que D. Luísa terá dito: «Antes morrer reinando do que acabar servindo.» Segundo reza a lenda, esta frase convenceu o seu marido, o futuro rei D. João IV, a juntar-se à conspiração e a tornar-se o primeiro rei da dinastia de Bragança. Quer tenha ou não proferido aquela frase, D. Luísa foi sem dúvida uma força por trás do trono, uma força que perduraria até à sua regência, em 1656, após a morte de D. João IV e enquanto o seu filho D. Afonso VI não assumia o controlo do governo.

    Durante os seis anos em que serviu como regente, D. Luísa conseguiu alcançar algumas vitórias na guerra com Espanha, controlou os nobres que lutavam entre si na corte e negociou um importante tratado com Carlos II de Inglaterra, com quem casou a sua filha Catarina. Embora se tenha afastado em 1662, o seu contributo nestes domínios ajudou Portugal a assegurar a sua independência para sempre.

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    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Rainha Mal-Amada de Margarida Durães

    Rainha Mal-Amada

    Margarida Durães

    7,50 

    Rainha Mal-Amada: Amélia de Orleães de Margarida Durães
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 376 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XVIII

    Amélia de Orleães foi a última rainha de Portugal. Entre o seu nascimento e a morte no exílio viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Por­tugal e da Europa.

    Elegante, amável e culta, D. Amélia parecia ser a esposa ideal do rei D. Carlos. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Porém, o «ofício» de rainha consorte foi mais além. Graças à sua iniciativa modernizaram-se os setores da saúde pública e da assistência social em Portugal. No ramo das artes, devemos-lhe sobretudo a criação do Museu dos Coches (1905).

    Em 1908 presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho, e, no dia 5 de outubro de 1910, foi obrigada a partir de Portugal. Faleceu em outubro de 1951, em Versalhes. Os seus restos mortais foram trasladados para Portugal e repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.