ERGON OU ENERGUEIA: FILOSOFIA DA LINGUAGEM NA ALEMANHA SÉCS. XVIII E XIX DE JOSÉ M. JUSTO Apaginatantas. Lisboa, 1986, 160 págs. B. 🗂️ Colecção: Materiais Críticos | 7
Antologia organizada por José M. Justo sobre filosofia da linguagem na Alemanha dos séculos XVIII e XIX. Reúne textos fundamentais de J.G. Hamann (Metacrítica sobre o purismo da razão), J.G. Herder (sobre entendimento, experiência, pensamento e linguagem), Wilhelm von Humboldt (sobre a diversidade da estruturação das línguas humanas e a sua influência no desenvolvimento espiritual do género humano) e A.W. Schlegel (extractos de A Estética), num percurso pelo período fundador da filosofia da linguagem moderna.
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Peso: 220g ──────────────────
A Semiologia de Pierre Guiraud Editorial Presença. Lisboa, 1973, 147 págs. B. Colecção: Biblioteca de Ciências Humanas | 24
Num mundo onde a comunicação se tornou aspecto dominante e tende a ganhar cada vez maior importância, é vital conhecer os modos de funcionamento dos códigos que nos permitem comunicar. Este livro destina-se a pôr ao alcance do leitor uma síntese dos saberes que convergiram para a constituição deste domínio do conhecimento. Os capítulos principais abordam aspectos fundamentais como: as funções do signo e os diferentes meios de comunicação; a forma e a substância do signo; os códigos lógicos; os códigos estéticos; os códigos sociais. Em conclusão é apresentada uma interessante reflexão sobre as mitologias do nosso tempo, além de uma breve bibliografia de grande utilidade para quem quiser ir mais longe. Nomes inevitáveis e bem conhecidos como Saussure, McLuhan, Jakobson, Barthes, Peirce, Greimas e tantos outros são aqui uma referência constante.
Ciências da Linguagem e Ciências Humanas de Emile Bottigelli [et al.]
Editorial Presença. Lisboa, s.d., 165 págs. B.
Abundam já as obras que tratam do estruturalismo. A originalidade desta obra reside no facto de familiarizar o leitor com o debate científico e filosófico que esse movimento suscitou, confrontando-o com a racionalidade marxista história e dialéctica, num momento em que é divulgada uma versão estruturalista do marxismo.”
Alice no País da Linguagem: para compreender a linguística de Marina Yaguello
Editorial Estampa. Lisboa, 1991, 185 págs. B. Colecção: Imprensa Universitária | 84
Partindo da obra de Lewis Carroll, e dessa personagem fascinante que é Alice, Marina Yaguello apresenta-nos em Alice no País da Linguagem uma introdução aos problemas de linguagem de um modo simples e descomplexado ¿ mas nem por isso menos sério -, numa demonstração em que não faltam o humor, a poesia, os exemplos retirados do nosso quotidiano. Através deste livro podemos ver-nos frente ao espelho, que é a nossa competência linguística, e redescobrir o encanto desse sistema inesgotável que é a língua.
A Gramática Generativa de Nicolas Ruwet
Edições 70. Lisboa, 1979, 189 págs. B. Colecção Signos | 24
Formada por importantes textos teóricos de Chomsky e de Ruwet esta obra aborda algumas das questões centrais relativas à constituição de uma gramática generativa.
Reflexões sobre a Linguagem de Noam Chomsky. Edições 70. Lisboa, 1977, 283 págs. B. Colecção: Signos | 12
«Não vou tentar sintetizar o estado actual do conhecimento no campo do estudo linguístico que conheço melhor, ou mesmo discutir em profundidade a investigação em curso. Pelo contrário, prefiro analisar as características e os objectivos desse estudo, perguntar – e, segundo espero, explicar até que ponto os resultados obtidos na linguística técnica podem interessar alguém que não se sinta a priori atraído pela relação que existe entre a formação da interrogativa e a anáfora, os princípios de prioridade em fonologia, a importância da entoação no âmbito da negação, etc.»
NOAM CHOMSKY
Mitologias de Roland Barthes.
Edições 70. Lisboa, 1988, 223 págs. B.
O leitor encontrará aqui duas determinações: por um lado, uma crítica ideológica que incide sobre a linguagem da chamada cultura de massa: por outro, uma primeira desmontagem semiológica desta linguagem: eu acabava de ler Sausurre e daí tirei a convicção de que tratando as “representações colectivas” como sistemas de signos era possível esperar sair da denúncia piedosa e das conta nas suas minúcias da manifestação que transforma a cultura pequeno-burguesa numa natureza universal.
Eufemismo e o Disfemisno no Português Moderno de Heinz Kroll. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1984, 170 págs. B.
O propósito básico deste livro é apresentar um <«corpus» de material linguístico adequadamente classificado que possa documentar as tendências eufemísticas no português moderno.
Não se pôde desenvolver aqui uma descrição exaustiva.
Mas não foram eliminados os disfemismos, por não haver entre estes e os eufemismos, em numerosos casos, uma separação nítida e evidente, bem como muitas palavras e expressões paralelas provincianas e brasileiras abonadas em autores qualificados.
Curso de Linguística Geral de Ferdinand de Saussure. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1978, 388 págs. Mole.
Curso de linguística Geral (em francês: Cours de linguistique générale) é uma obra póstuma de Ferdinand de Saussure publicada em 1916. Nela, Saussure elege a língua, em oposição à fala, como objecto central da Linguística. Introduz os termos diacronia – estudo da história da língua – e sincronia – estado da língua. Além disso, Saussure caracterizou a linguagem como um sistema de signos. O Curso de linguística Geral não foi um livro escrito por Ferdinand de Saussure, mas, na verdade, uma obra editada após sua morte por Charles Bally e Albert Sechehaye, com base em anotações feitas ao longo de cursos oferecidos pelo linguista na Universidade de Genebra entre os anos 1906-1907, 1908-1909 e 1910-1911. Bally e Sechehaye contaram com as anotações de mais um dos alunos de Saussure, que colaborou na edição do texto, Albert Riedlinger.
Linguística e História Literária de Leo Spitzer. Editorial Gredos. Madrid, 1961, 306 págs. B.
El título de este libro quiere sugerir la unidad esencial de la lingüística y de la historia de la literatura. Puesto que mi actividad a lo largo de mi vida de profesional de las letras ha estado consa-grada en amplia medida al acercamiento de estas dos disciplinas, se me perdonará, creo yo, que inicie mis observaciones con un esbozo autobiográfico de mis primeras experiencias académicas.
Fragmentation Linguistique de la Romania de Walther von Wartburg. Livrarie C. Klincksieck. Paris, 1967, 148 págs. B.
Mais je n’aurais pas écrit cet ouvrage, si je n’avais pas eu la conviction que l’essentiel de l’exposé et des perspectives qu’il contient est tout au moins conforme à la réalité historique. On peut le considérer comme une esquisse préparatoire de cette Grammaire du proto-roman» ou de cette « Proto-histoire linguistique de la Romania » dont l’élaboration devra être une des principales tâches de notre science dans les années à venir.
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