Paisagem Urbano Moderna de Edward Relph.
Edições 70. Lisboa, 1990, 245 págs. B. Il. Colecção: Arquitectura & Urbanismo | 4
Paisagens urbanas modernas são aquelas que foram construídas desde o início do século. Diferem dramaticamente das suas predecessoras na sua escala, no seu estilo, nos seus detalhes e nos seus significados. Caracterizam-se por arranha-céus, sinais de trânsito, centros de convenções, auto-estradas, passagens de peões, cadeias internacionais de pronto-a-comer, ruas iluminadas à noite por luzes eléctricas, aeroportos, subúrbios dependentes de automóveis e pelos fantásticos interiores de lojas. Este livro fornece um ponto de vista alargado de como as cidades modernas adquiriram o aspecto que têm. Através de inúmeras ilustrações e exemplos são explicadas as origens e desenvolvimento das componentes específicas da paisagem. O autor traça uma história da arquitectura urbana desde 1880, analisando a relação existente entre o aparecimento das novas características da paisagem urbana moderna e as mudanças sócio-económicas, arquitectónicas, estéticas e de planeamento.
O Revolucionário Discreto: Nuno Teotónio Pereira Arquitectura (1958-1999) de Pedro Carrilho [Coord.]
Oeiras Valley. Oeiras, 2020, 61 págs. B.
O que mais impressiona em Nuno Teotónio Pereira é a sua intrínseca honestidade e a sua busca incessante de verdade. Na arquitectura e na vida. Porque são os conceitos e não as formas que sustentam a sua reflexão e a sua prática.
Ética das Coisas: Bartolomeu Costa Cabral (1953-2012) de Pedro Carrilho [Coord.]
Oeiras Valley. Oeiras, 2020, 59 págs. B.
A Arquitectura, ou a Arte de construir, como qualquer Arte, não fica confinada ao campo do racional ou do utilitário, mas abrange o mundo da imaginação, da beleza e da poesia. Alvar Aalto diz que a forma é um mistério que escapa a uma definição, mas faz o Homem sentir-se bem de um modo absolutamente próprio.
Discurso da Cidade de Tomás Taveira. Ed. Autor. 235 págs. Dura.
«Dissertação expressamente elaborada para o concurso de provas públicas para o provimento de um lugar de professor do 1.º grupo da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa»
Arquitectura Paisagista: Morfologia e Complexidade de Manuela Raposo Magalhães.
Editorial Estampa. Lisboa, 2001, 525 págs. B.
A intervenção do Arquitecto Paisagista está directamente relacionada com a Forma, considerando-a numa base ecológica e cultural. Este livro analisa como essa abordagem foi encarada no período moderno e as tendências observadas desde que a contestação pós-moderna teve início. Manuela Raposo Magalhães, Arquitecta Paisagista, Professora no ISA e no Instituto Superior de Agronomia, revela a complexidade e as profundas implicações de um desenho ambiental que traz em si um universo fortemente transdisciplinar.
Arquitectura Gótica em Portugal de Mário Tavares Chicó. Livros Horizonte. Lisboa, 1968, 237 págs. E.
A época da expansão da arquitectura gótica é uma das mais brilhantes da arte europeia. É a época em que em França e em Inglaterra, nos países escandinavos e na Península aparece um estilo que é novo sob os aspectos da estrutura e da decoração e que constitui uma das manifestações mais originais da civilização ocidental. A essa época pertencem em França as catedrais de Paris, Laon, Bourges, Chartres e Amiens e em Portugal os grandes conventos de Alcobaça, Batalha e Santa Maria de Belém, as catedrais de Évora, Viseu, Silves e Guarda e numerosos mosteiros e castelos edificados no centro e no sul do país. Depois de descrever os monumentos que representam a fase inicial da Arte Gótica no nosso país, o Professor Mário T. Chicó estuda as igrejas das ordens mendicantes e a sua influência no Mosteiro da Batalha e em numerosas igrejas manuelinas. Analisa ainda as construções renascentistas em que se mantêm vestígios estruturais e decorativos do novo estilo e a escultura que aparece nos princípios do século XIII e adquire considerável importância no fim da Idade Média e no reinado de D. Manuel.
Arquitectura Legal de José Ortega García. Ediciones CEAC. Espanha, 1971, 213 págs. E.
I – Personas que intervienen en la construccion sus atribuciones
II – Responsabilidad en la construccion
III – Organismo que reglamentan la construccion
IV – Legislacion vigente en la construccion
V – Casos Especiales
VI – Servidumbres generales
VII – Servidumbres particulares
VIII – Servidumbres varias
IX – Derecho foral
X – Supuesto practicos resueltos
XI – Ejecucion de las obras. Diversos sistemas.
Richard Neutra (1892-1970) de Barbara Lamprecht. Taschen. Alemanha, 2006, 95 págs. B.
Originalmente de Viena, Richard Neutra chegou à América no início de sua carreira, instalando-se na Califórnia, influenciando a arquitetura pós-guerra de uma forma incontestável.
Jean Prouvé: A Dinâmica da Criação (1901-1984) de Nils Peters. Taschen. Alemanha, 2007, 96 págs. B.
Uma figura cuja obra diluiu a fronteira entre a matemática e a estética, o arquitecto, designer e engenheiro francês Jean Prouvé (8 de abril de 1901 – 23 de março de 1984) talvez seja mais lembrado pelos seus projetos de móveis sólidos e esbeltos e também pelo seu papel nos primórdios da pré-fabricação de habitações.
Portugal Arquitectura e Sociedade de Carlos de Almeida. Terra Livre. Lisboa, 1978, 116 págs. B.
Os dólmenes e as construções palafitas representam criações eminentemente populares, tanto como o Partenon e a Catedral de Reims se mostram eruditas. “Ao contemplar estas, é compreensível que os olhos e a alma de quem é permeável ao fenómeno arquitectónico se extasiem, se comovam e orgulhem da sua natureza humana. “Mas a quem olha um pano de parede rusticada de um casebre do Marão, por completo despercebido da humildade, da grandeza de ânimo e da ternura com que cada pedra ali foi amorosamente disposta, a quem assim se confessa alheio ao mistério de quase espontânea génese da arte, nada a Arquitectura poderá dizer”. Muito ilustrado.
A actual dinâmica de expansão da rede do metropolitano de Lisboa, assumida em nome do progresso e da modernização da cidade, à luz dos anseios dos seus cidadãos quanto a mlehores níveis de acessibilidade e de mobilidade, é, sem dúvida um dos mais complexos empreendimentos jamais levados a cabo no nosso País. (…) Para cumprir o desideratum que nos propomos, com empenho e sentido de responsabilidade, somos obrigados a esventrar o tecido vivo da Cidade e conflituar múltiplos e legítimos interesses. (…) Daí as inúmeras acções de cartiz estético que temos vindo a assumir, no âmbito de uma política de empresa cuja rede de metropolitano é parte integrante da cidade. Daí também, em decorrência, o convite feito a alguns talentosos artistas plásticos portugueses, de perfis, idades e níves de projecção bem diferenciados, para intervir em múltiplos tapumes das nossas obras.
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informações do dispositivo. Consentir com essas tecnologias nos permitirá processar dados, como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamante certos recursos e funções.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o fim legítimo de permitir a utilização de um determinado serviço expressamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para o fim exclusivo de efetuar a transmissão de uma comunicação numa rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenamento de preferências não solicitadas pelo assinante ou utilizador.
Estatísticas
O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte do seu Fornecedor de Serviços de Internet ou registos adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de utilizador para enviar publicidade ou para rastrear o utilizador num site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.