Azulejaria do Convento de Nossa Senhora da Conceição de Beja de Florival Baiôa Monteiro. Região de Turismo Planície Dourada. Beja, 2001, 198 págs. E. Il.
O livro incide as suas atenções de análise crítica e pesquisa histórica-artística sobre os dois grandes acervos de Azulejaria do Convento-Museu, a saber:
o núcleo quatrocentista de azulejo de fabrico sevilhano (de corda-seca e de aresta), um dos melhores conjuntos subsistentes a nível nacional, em que se documenta a intervenção do famoso mestre andaluz Fernán Martínez Guijarro (…)
e o conjunto de cerâmica figurativa azul e branca, da época barroca-joanina, datada da campanha de decorações monacais de 1741 e tributável à oficina lisboeta do pintor de azulejos Valentim de Almeida.
Esta obra (…) constitui um projeto científico de evidente qualidade, que nos vem revelar um acervo artístico ainda maioritariamente desconhecido e, através dele, chamar a atenção para algumas esquecidas mais-valias patrimoniais da cidade de Tavira, contribuindo para a sua salvaguarda, em termos de conservação, e para o seu reconhecimento, em termos de análise histórico-artística. A linha metodológica seguida, que se alargou às pesquisas de arquivo e a obras entretanto desaparecidas, é coerente e pluridisciplinar, o que permitiu revelar algumas peças de alto merecimento artístico, assim comprovando que Tavira – cidade desde 1520 e, em vários momentos históricos, o mais importante centro urbano do Algarve – foi um mercado empreendedor em largas fases da sua existência (Vítor Serrão).
Há muito que se me apresenta estranho ainda ninguém ter escrito um conjunto de poesias sobre motivos do Alentejo; de como é o camponés no seu romântico-politico-social e sua lida; o estratificado numa indole que lhe dá subconscientemente um sentido de pátria para com sua Provincia, acentuada independência pessoal, um tanto ou quanto de reservado…
Foram as alcomonias que nos motivaram à escrita deste livro. Publicado o artigo, surgiu a ideia de um alargamento deste a outras matérias, para além das influências e reminiscências árabes. O fascínio dos primeiros tempos com Vataça e o seu séquito. Vataça, a filha da princesa grega, a bisneta de imperadores bizantinos, a aia da…
Castelo em Imagens de Norberto Patinho [et al.]. Câmara Municipal de Portel. Portel, 2003, 142 págs. B.
V Festival de Cinema e Vídeo.
IV Concurso Nacional Escolar
07 a 12 de Maio de 2007
O “Castelo em Imagens” resulta de uma associação entre cinema e património e pretende estimular o despertar das consciências para uma realidade que a todos diz respeito.
O Festival de Cinema e o Concurso Nacional Escolar surgem no contexto de uma politica cultural integrada desenvolvida pela Câmara Municipal de Portel e vêm-se, ano após ano, afirmando como uma importante referência cultural do concelho e da região.
Revendo as Antas de Reguengos de Monsaraz de Victor S. Gonçalves. Instituto Nacional de Investigação Científica. Lisboa, 1992, 238 págs. B.
Fala-se aqui de coisas velhas e novas, de protagonistas e de acções, de tempos perdidos e da arte de os recuperar. E ainda que tendo presentes as terríveis limitações que se levantam ao trabalho do arqueólogo, decorrentes da distância temporal ao objecto de estudo e das dificuldades de releitura dos registos, a mensagem global é de esperança e orgulho. Esperança em tempos de melhor Arqueologia, orgulho num trabalho compar- tilhado com muitos outros investigadores das Ciências do Homem, o da reconstrução do passado.
Os Roteiros da Costa de Portugal contêm informação complementar às Cartas Náuticas, com a finalidade de fornecer aos navegantes informação detalhada e actualizada para o planeamento de uma viagem e para a condução da navegação. Em Português, Inglês e Francês.
Apontamento Histórico sobre Vila Nova de Mil Fontes de António Martins Quaresma.
Ramos, Afonso & Moita. Vila Nova de Mil Fontes, 1988, 150 págs. B. Il.
“Na parte sudoeste dos domínios da Ordem de Santiago de Espada, a povoação mais importante era Santiago de Cacém de cujo termo constavam designadamente a aldeia de Sines, a terra do Cercal e a foz do rio Mira.
Não tem consistência a afirmação do abade de Miragaia de que à data da Reconquista já na foz do Mira existiria, fortificada, a vila de Milfontes tomada então aos Mouros pelo bispo de Lisboa, D. Soeiro, com a ajuda de Cruzados norte europeus; igualmente incorrecta é a opinião de que D. Afonso III lhe concedeu o seu primeiro foral. (…) ”
Elvas-Caia de José António Rondão Almeida. Colibri. Lisboa, 2009, 407 págs. B.
Preparar o futuro, através da abordagem de questões significativas dedicadas à temática da Raia, é um dos objectivos desta publicação periódica, que já no seu sétimo número continua a ser uma das mais importantes publicações periódicas transfronteiriças. Através de um conjunto significativo de artigos – a cujos autores agradecemos a colaboração –, a reflexão sobre as questões referentes aos vários campos do saber é debatida e exposta nestas páginas, chegando ao grande público, sendo, desta forma, uma importante fonte de conhecimento e de consulta obrigatória para todos os interessados na região raiana. (…) O conhecimento, a preservação e valorização do património cultural continuam a pautar as decisões desta Câmara Municipal, (…), quer através da recuperação do seu património arquitectónico, quer através de acções de divulgação e valorização, âmbito em que se insere esta revista cultural, a qual continua a revelar aos seus leitores o que está por revelar e se assume como um espaço permanentemente aberto ao investigador a título individual.
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