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  • Lobo Branco de Paul Féval

    Lobo Branco

    Paul Féval

    2,50 

    Paul Féval, filho (1860-1933), destacou-se como romancista francês ao continuar o legado do pai com histórias de aventuras. Escreveu prequelas e sequências de “Le Bossu” e expandiu o universo dos mosqueteiros de Dumas. Entre suas obras, destacam-se as séries “d’Artagnan contre Cyrano”, que preenchem lacunas nas histórias de “Os Três Mosqueteiros”, e “d’Artagnan et Cyrano réconciliés”, explorando a amizade entre os dois heróis. Suas narrativas misturam política, intriga e lealdade.

  • Livros de Viagens em Portugal no Século XVIII e a sua Projecção Europeia de Castelo Branco Chaves

    Livros de Viagens em Portugal no Século XVIII e a sua Projecção Europeia

    Castelo Branco Chaves

    6,00 

    Livros de Viagens em Portugal no Século XVIII e a sua Projecção Europeia de Castelo Branco Chaves.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1977, 95 págs. B.

    Nos livros de viagens de estrangeiros em Portugal no século XVIII o conceito anterior à observação, as ideias preconcebidas, a curta permanência e a ignorância da língua, falsearam em muitos casos a fisionomia social do português dessa época.

    Mas, no conjunto, constituem certamente um elemento para a caracterização da terra e do povo, depois de criticamente expurgados do que neles ficou de tendencioso e improvisado, quando não propositadamente mentido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Kama Sutra de VatsyayanaKama Sutra de Vatsyayana

    Kama Sutra

    Vatsyayana

    2,50 

    O Kama Sutra é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado como o mais importante trabalho sobre o amor na literatura sânscrita. O livro foi escrito por Vatsyayana e o seu título completo é Vatsyayana Kama Sutra («Aforismos sobre o Amor, de Vatsyayana»). Acredita-se que o autor viveu numa época entre…

  • Jesus de Nazaré: Infância de Jesus

    Jesus de Nazaré: Infância de Jesus

    Joseph Ratzinger

    6,00 

    Jesus de Nazaré: Infância de Jesus de Joseph Ratzinger.
    Principia. Parede, 2012, 112 págs. B.

    Jesus de Nazaré – A Infância de Jesus completa a obra fundamental em três volumes de Joseph Ratzinger/Bento XVI sobre a vida e a pessoa de Jesus Cristo. Este último volume corresponde ao prólogo dessa obra tripartida e é apresentado pelo próprio Papa Bento XVI como uma «”antecâmara” dos dois volumes anteriores sobre a figura e a mensagem de Jesus de Nazaré». Na proximidade do Natal, este livro dá conta da alegria que, com o Nascimento de Jesus, se revela na pobreza de uma gruta. Ele é, para quem crê, um incentivo para conhecer em profundidade as razões da fé; mas Bento XVI dirige-se também com amizade a todos aqueles que, como os Magos, vivem na inquietude da procura e colocam também hoje a pergunta de Pilatos: «Jesus, donde és Tu?».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ilha de Verão de Erskine Caldwell

    Ilha de Verão

    Erskine Caldwell

    3,00 

    Erskine Caldwell é, por natureza, um viajante. Muito novo se entregou àquilo mesmo que mais o interessa: a descoberta do mundo. E, naturalmente, a descoberta do mundo dos homens. Aos catorze anos, saiu de casa e percorreu todo o velho Sul dos Estados-Unidos. Depois, empolgaram-no o México, a América Central. Erskine Caldwell é um contador de histórias e, para falar dos homens, quis-se junto dos homens. Assim, soube compreender as contradições de um tempo difícil. E compreendeu-as num país em que os problemas esboçados representam matizes significativas de alma moderna. «Ilha de Verão», obra superior da novelística contemporânea, constitui, no fim e ao cabo, um microcosmos convulso e dramático: a luta de classes, a questão racial, a alegria de viver, que a tecnocracia ameaça – eis as linhas de um mundo a que não somos alheios.

  • O Homem e o Rio de William Faulkner

    Homem e o Rio, O

    William Faulkner

    2,50 

    William Faulkner nasceu em New Albany, Mississípi, em 1897, e passou grande parte da sua vida em Oxford, também Mississípi, onde morreu em 1962.
    Descendente duma velha família do sul dos Estados Unidos, cresceu influenciado pelas recordações da Guerra da Secessão. Na primeira guerra mundial alistou-se como voluntário na Royal Air Force.

    Regressado ao seu país, teve diversas ocupações: universitário, carpinteiro, pintor de paredes e carteiro. A Guerra da Secessão foi matéria dos seus romances: Sartoris (1929), Absolom, Absolom! (1936) e The Unvanquished (1938), enquanto a Grande Guerra deu origem a Soldier’s Pay (1926) e Pylon (1935).

    É um dos primeiros autores a criticarem Hollywood. Com uma grande capacidade de observação, os seus livros têm sempre um conteúdo simbólico, são rodeados por uma atmosfera carregada de pessimismo, amargura e tragédia, a que não falta um clima épico. Não hesitando diante da descrição de nenhuma cena, Faulkner demonstrou uma tendência marcada para o macabro e para o horrível.


    Na sua obra, a fatalidade detém um papel primordial.

    Em 1949, Faulkner recebeu o Prémio Nobel da Literatura.



    Evocando as circunstâncias impressionantes da grande cheia do Mississípi, em 1927, Faulkner conta-nos em O Homem e o Rio uma parábola que tem como tema central a missão confiada a um dos presos duma colónia penal.

  • Gold Gotha

    Gold Gotha

    José-Luís de Vilallonga

    6,00 

    Gold Gotha de José-Luís de Vilallonga.
    Moraes Editores. Lisboa, 1974, 341 págs. B.

    As recordações que prefiro são as dos outros – quando sou eu a contá-las. Nesta perspectiva, José-Luis Vilallonga, com todo o seu sentido de humor, e o conhecimento que possui da chamada “café society”, faz-nos penetrar, uma a uma, em personalidades como as de Onassis, Patiño, Ira de Furstenberg, Humberto de Itália, Charlot, Karajan e Brigitte Bardot, além de muitas outras igualmente célebres. Desencanto, observação crítica, malícia e, por vezes, ternura alternam nesta obra, best-seller em muitos países durante o ano de 1972.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Leituras nº 11: Gil Vicente

    Leituras nº 11: Gil Vicente

    Carlos Reis

    7,50 

    Leituras nº 11: Gil Vicente de Carlos Reis [Dir.].
    Biblioteca Nacional, 2002, 223 págs. B.

    500 anos de Gil Vicente por José Augusto Cardoso Bernardes

    «Gil Terrón lletrudo está» por Stephen Reckert;

    El substrato oral en la lírica de Gil Vicente por Armando López Castro;

    O Triunfo do Príncipe no Triunfo do Inverno de Gil Vicente por
    Luciana Stegagno Picchio;

    Cananea e outros domingos por José Cambes;

    Danças da Vida e da Morte nas Barcas de Gil Vicente por José Augusto Cardoso Bernardes;

    Um adeus com muitos sorrisos por Maria Idalina Resina Rodrigues;

    Algumas notas sobre a feitiçaria na obra de Gil Vicente, no contexto das práticas mágicas europeias por Andrés José Pociña López;

    Seis personagens em busca do amor por Ugo Serani;

    «Pera tão longo amor, tão curta a vida» por Cleonice Berardinelli;

    Le vocabulaire des sièges, des repas, et des quatre saisonspor Paul Teyssier.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão

    Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão

    Luís Filipe B. Teixeira

    15,00 

    Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão: Subsídios para uma Edição Crítica de Luís Filipe B. Teixeira.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1996, 142 págs. B.

    Esta obra foi editada para comemorar os 60 anos da sua morte e um dos seus méritos, se me é permitida a ousadia, está no facto da organização dos textos respeitar os projectos existentes no espólio, os quais são transcritos a abrir cada uma das secções que constituem o livro, para além de, seguindo essa metodologia, se possibilitar a leitura (“arrumada”) dos documentos pertencentes a cada um dos projectos.

    Assim, pela primeira vez é possível ler, sequencialmente, todos os documentos que constituem os “Prefacios do Dr. Ricardo Reis”, incluindo o que escreveu “Aos ‘Poemas Completos’ de Alberto Caeiro”, cuja divisão se encontra no documento (dactiloscrito) 21-9r, que, comparado com o de António Mora, dará para verificar as diferenças de perspectiva, embora convergentes na sua finalidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Felicidade Conjugal de Leão TolstoiFelicidade Conjugal de Leão Tolstoi

    Felicidade Conjugal, A

    Leão Tolstoi

    3,00 

    Serguei Mikailovitch é um homem marcado pela vida; Macha, uma jovem que desperta para os sentimentos e para as sensações. O amor acontece entre os dois. Mas, só o amor? Um amor firme, inabalável, absoluto? «A Felicidade Conjugal», extraordinário romance de Leão Tolstoi (que prefigura esse romance inesquecível, «Ana Karenina»), representa a história do casamento…

  • Estética Teatral - Antologia de Textos de José Oliveira Barata

    Estética Teatral – Antologia de Textos

    José Oliveira Barata

    7,50 

    Estética Teatral – Antologia de Textos de José Oliveira Barata.
    Moraes Editores. Lisboa, 1981, 214 págs. B.

    «… Procurando não entrar numa problemática que toca de perto a filosofia do espectáculo, mas tendo presente as pertinentes advertências que se levantam, procurámos seleccionar os textos desta antologia com um objectivo didáctico, pensando, como já anteriormente referimos, num destinatário com um perfil bem definido. A presente antologia não será o dicionário de todas as dúvidas; pretende apenas constituir um roteiro a necessitar por parte de quem o acompanhar de permanente actualização.»

    Textos antologiados por José Oliveira Barata, de dezenas de autores, entre os quais Zola, Goldoni, Nietzsche, Barrault, Pirandello, Brecht, Piscator, Grotowski, entre outros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ensaios de Interpretação Crítica de José RégioEnsaios de Interpretação Crítica de José Régio

    Ensaios de Interpretação Crítica

    José Régio

    7,50 

    Índice Discurso sobre Camões; Camilo, romancista português; Florbela; O fantástico na obra de Mário de Sá-Carneiro.

  • Enigma de Reigate de Arthur Conan DoyleEnigma de Reigate de Arthur Conan Doyle

    Enigma de Reigate, O

    Arthur Conan Doyle

    2,50 

    Memórias de Sherlock Holmes O Enigma de Reigate; O Corcunda; O Paciente Internado; O Intérprete Grego; O Tratado Naval; O Problema Final; A Casa Vazia; O Construtor de Norwoord; Os Dançarinos.

  • Elementos de Retórica Literária de Heinrich Lausberg

    Elementos de Retórica Literária

    Heinrich Lausberg

    10,00 

    Elementos de Retórica Literária de Heinrich Lausberg.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1972, 294 págs. B.

    Do texto prefacial de Rosado Fernandes: “(…) já tem o leitor português uma Retórica que talvez lhe pudesse fazer falta, pois desde os meados deste século [XX] não mais se tornou a publicar um manual sobre a matéria. Não quis, no entanto, ficar por qui e levado por certa ambição vou presentar também um breve conspecto dos estudos retóricos em Portugal, no qual se verificarão, por certo inúmeras deficiências, entre as quais a excessiva brevidade.  Esse estudo será complementado por uma bibliografia das principais obras de Retórica que digam respeito à cultura portuguesa (…)”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Diário para Eliza

    Diário para Eliza

    Laurence Sterne

    6,00 

    Diário para Eliza de Laurence Sterne.
    Antígona Editores. Lisboa, 2000, 185 págs. B.

    Esta edição reúne três textos de Laurence Sterne (1713-1718): Diário para Eliza, Um Romance Político e Fragmento Rabelaisiano. O Diário para Eliza, dirigido a Elizabeth Draper (1744-1778), foi escrito entre Abril e Agosto de 1767, quando Sterne compunha a Viagem Sentimental (1768). Apesar de o manuscrito do diário ser conhecido desde meados do século XIX, manteve-se inédito até 1904. Um Romance Político foi publicado originalmente em 1759, e o Fragmento Rabelaisiano, que veio a lume apenas postumamente, teria sido escrito nesse mesmo ano. Estes dois textos anunciam, na virulência satírica e no sarcasmo paródico, a obra magna de Sterne, A Vida e Opiniões de Tristram Shandy (1759-1767).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónicas

    Crónicas

    Fernão Lopes

    4,00 

    Crónicas de Fernão Lopes.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1993, 184 págs. B.

    «Fernão Lopes é a perfeição do estilo simples, directo e nervoso na prosa portuguesa […]. É pela adequação do instrumento de que se serve às mais variadas exigências do seu assunto que ouso reclamar para Fernão Lopes nada menos que a primazia da prosa portuguesa.» William J. Entwistle

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.