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  • Até à Vista de Mary Higgins Clark

    Até à Vista

    Mary Higgins Clark

    3,50 

    Até à Vista de Mary Higgins Clark.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 394 págs. E.

    Meghan Collins, repórter de televisão, encontra-se a fazer uma reportagem num grande hospital quando uma jovem mulher é transportada para as Urgências, vítima mortal de um

    esfaqueamento. Meghan olha fixamente a mulher. O que ela vê naquele terrível momento despoleta um encadear de descobertas que expõem as vidas secretas das pessoas que lhe são mais próximas.

    Dez meses antes, o seu pai desaparecera, presumivelmente num trágico acidente que envolvera diversos veículos. Mas não fora encontrado nenhum vestígio do corpo de Edwin

    Collins nem destroços do seu carro. A mãe de Meghan fica assim impossibilitada de receber o seguro de que necessita para manter a pousada de família. Antes do seu desaparecimento, Edwin Collins retirara todo o dinheiro das suas apólices de seguro. Agora, ausente, torna-se o principal suspeito de um assassinato violento.

    Meghan decide procurar a identidade da rapariga morta, encontrar o seu assassino e limpar o nome do seu próprio pai. A sua busca é inexoravelmente entrelaçada com uma reportagem que tem de realizar na Clínica Manning, um centro de fertilização in vitro.

    Esta noite fatídica coloca Meghan num caminho de decepção e morte, envolvendo o seu desaparecido pai, a vítima esfaqueada e a Clínica Manning. Até à Vista conta uma fascinante história de assassínio e duplicidade, vidas secretas e segredos médicos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anos Perdidos

    Anos Perdidos

    Miguel Sousa Tavares

    5,00 

    Anos Perdidos (Crónicas 1995-2001) de Miguel Sousa Tavares.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2001, 358 págs. B.

    No final de 1995, o PS, pela mão de António Guterres, formava o XIII Governo Constitucional. O que é que se podia esperar de um governo socialista? Um maior sentimento social? A moralização das funções do Estado? Coragem para contrariar os interesses instituídos? Durante os últimos 6 anos, Miguel Sousa Tavares seguiu os destinos do país nas páginas do “Público”, procurando respostas para as questões que se colocavam. Mas ao rever o que escreveu, diz-nos que desistiu muito cedo de se interessar pela gestão corrente da política, preferindo coisas que lhe pareceram menos inúteis. O período socialista poderá não ter acabado, mas a desilusão está definitivamente instalada. e organizou os textos deste livro, optando por seguir uma ordem cronológica valorizada com algumas notas pessoais. Como diz na introdução, “…uma espécie de agenda dos anos passados, relembrando o essencial daquilo que nos ocupou…”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Almanaque de Santo António de 1969

    Almanaque de Santo António de 1969

    Manuel R. de Azevedo

    6,00 

    Almanaque de Santo António de 1969 de Manuel R. de Azevedo.
    Editorial Franciscana. Braga, 1968, 292 págs. B.

    Os Almanaques, sobretudo a partir do século XIX, foram os livros de primeira e quase única leitura na maioria dos nossos lares.

    O ALMANAQUE DE SANTO ANTÓNIO, editado anualmente pela Editorial Franciscana, há muitos anos que vem cumprido essa missão.

    Este Almanaque tem sido obra de grande perseverança ao longo dos tempos, com as necessárias inovações de textos e grafismo.

    Na sua elaboração, recorre-se a contos, poemas, curiosidades, calendários, textos antonianos e franciscanos, provérbios e tradições populares, humor e factos históricos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Vale do Terror de Arthur Conan DoyleO Vale do Terror de Arthur Conan Doyle

    Vale do Terror, O

    Arthur Conan Doyle

    2,50 

    Sherlock Holmes e o Dr. Watson recebem uma carta encriptada, remetida por um indivíduo cujo pseudónimo é Fred Porlock, um informador que faz parte da rede criminosa do Professor Moriarty, o maior inimigo de Holmes. Holmes apressa-se a decifrar a carta e faz uma descoberta inquietante: a missiva serve para avisá-lo que John Douglas, o…

  • Sou um Escritor Frustado de José Angel MañasSou um Escritor Frustado de José Angel Mañas

    Sou um Escritor Frustado

    José Angel Mañas

    3,50 

    J., um patético professor universitário, crítico literário e eterno candidato a escritor, vive mergulhado no vício do álcool e numa angustiante esterilidade criativa. Mas se o seu dia-a-dia é marcado pela mediocridade, o sonho da sua vida – ver reconhecido o seu autoproclamado génio literário – assume contornos de assustadora grandiosidade. Estimulado pelo ódio e…

  • Sombra Habitada de Alberto OngaroSombra Habitada de Alberto Ongaro

    Sombra Habitada, A

    Alberto Ongaro

    6,00 

    Há neste livro um constante entrecruzar dos tempos passado e presente, do tempo da aventura e da solidão. Foi numa exposição, uma fotografia que despertou um passado esquecido, mas não resolvido. Uma história de amor, uma paixão que leva o protagonista a perseguir um vulto de mulher que se esfuma sempre que está prestes a…

  • Simbolismo, Modernismo e Vanguardas de Fernando GuimarãesSimbolismo, Modernismo e Vanguardas de Fernando Guimarães

    Simbolismo, Modernismo e Vanguardas

    Fernando Guimarães

    7,50 

    «Hoje temos a percepção de que o desenvolvimento do Modernismo corresponde a um processo que encontrou as suas raízes em certas derivas do Romantismo e, mais directamente, do Simbolismo, para, de certo modo, se autonomizar com as Vanguardas. Por sua vez, a criação literária dos nossos dias oscila entre dois pólos. Um representa o reencontro…

  • Senhor Ventura de Miguel TorgaSenhor Ventura de Miguel Torga

    Senhor Ventura, O

    Miguel Torga

    6,00 

    «E que história a sua! – pícara, ingénua, maliciosa, safada, trágica, ao fim, porque em tragédia sempre morrem os mitos. […] E, no entanto, que mais português que o Ventura, na sua peregrinação, entre mortos e feridos, miséria e grandeza, amores e traições, fomes e febres, e alegrias – entre o Oriente, Tatiana e Penedono?…

  • Salomé de Richard StraussSalomé de Richard Strauss

    Salomé

    Richard Strauss

    5,00 

    Salomé é uma ópera em um acto de Richard Strauss, com libreto do mesmo compositor, baseado na tradução alemã de Hedwig Lachmann da peça de mesmo nome em francês de Oscar Wilde. Estreou a 9 de dezembro de 1905 no Königliches Opernhaus de Dresden.

  • Rum de Blaise CendrarsRum de Blaise Cendrars

    Rum

    Blaise Cendrars

    2,50 

    Poeta, romancista e ensaista suisso de expressão francesa, Blaise Cendrars repudiou, desde a primeira hora, a carte pela-arte»; escrever, para ele, representava comunicar aos outros homens experiências fundamente vividas. Mas vividas no risco e na aventura: aos dezassete anos, Cendrars atravessava a Rússia, a India, a China, a Pérsia, a América, ligado a um traficante,…

  • Reino de Caliban III de Manuel Ferreira

    Reino de Caliban III

    Manuel Ferreira

    10,00 

    Reino de Caliban III de Manuel Ferreira.
    Plátano Editores. Lisboa, 1997, 506 págs. B.

    Antologia Panorâmica da Poesia Africana de Expressão Portuguesa

    3º Volume – Moçambique

     

    Raras vezes um autor e uma obra terão estado desde o início e por definição destinados a tão íntima e lógica associação como, neste caso, Manuel Ferreira e No reino de Caliban.

    Autor desde sempre profunda e exemplarmente vinculado ao estudo e divulgação da problemática cultural africana de expressão portuguesa; ele próprio favorecido por uma vivência pessoal africana de doze anos, responsável por algumas das melhores páginas da novelística cabo-verdiana (Hora di Bai, Terra trazida, Voz de prisão, aos quais haverá que acrescer o ensaio A aventura crioula), acreditamos não ser talvez errado, e muito menos audacioso, avançar que em Portugal e hoje, somente Manuel Ferreira seria capaz de cumprir a tarefa de organizar e apresentar um instrumento de cultura como este No reino de Caliban: Não será por acaso ter sido o autor, depois de 25 de Abril, convidado para reger, na Faculdade de letras de Lisboa, a recém criada disciplina de literatura africana de expressão portuguesa.

    Com uma etiqueta branca na lombada

  • Reino de Caliban II de Manuel Ferreira

    Reino de Caliban II

    Manuel Ferreira

    10,00 

    Reino de Caliban II de Manuel Ferreira.
    Plátano Editores. Lisboa, 1997, 506 págs. B.

    Antologia Panorâmica da Poesia Africana de Expressão Portuguesa

    2º Volume – Angola e São Tomé e Príncipe.

     

    Raras vezes um autor e uma obra terão estado desde o início e por definição destinados a tão íntima e lógica associação como, neste caso, Manuel Ferreira e No reino de Caliban.

    Autor desde sempre profunda e exemplarmente vinculado ao estudo e divulgação da problemática cultural africana de expressão portuguesa; ele próprio favorecido por uma vivência pessoal africana de doze anos, responsável por algumas das melhores páginas da novelística cabo-verdiana (Hora di Bai, Terra trazida, Voz de prisão, aos quais haverá que acrescer o ensaio A aventura crioula), acreditamos não ser talvez errado, e muito menos audacioso, avançar que em Portugal e hoje, somente Manuel Ferreira seria capaz de cumprir a tarefa de organizar e apresentar um instrumento de cultura como este No reino de Caliban: Não será por acaso ter sido o autor, depois de 25 de Abril, convidado para reger, na Faculdade de letras de Lisboa, a recém criada disciplina de literatura africana de expressão portuguesa.

    Com uma etiqueta branca na lombada

  • Primeira Volta ao Mundo: de Adolfo Simões MullerPrimeira Volta ao Mundo: de Adolfo Simões Muller

    Primeira Volta ao Mundo

    Adolfo Simões Muller

    6,00 

    A história do mundo na palma da mão. A aventura maravilhosa da vida. O romance dos que, pelo coração ou pela inteligência, pelo sonbo ou pela acção, contribuiram para o bem da bumanidade e para tornar a Terra maior.

  • O País do Carnaval de Jorge AmadoO País do Carnaval de Jorge Amado

    País do Carnaval, O

    Jorge Amado

    2,50 

    Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica.

  • Nova Renascença: Volume IX de José Augusto Seabra

    Nova Renascença: Volume IX

    José Augusto Seabra

    10,00 

    Nova Renascença: Volume IX de José Augusto Seabra.
    Associação Cultura «Nova Renascença». Póvoa de Varzim, 1987, 595 págs. B.

    O SIMBOLISMO EM PORTUGAL
    José Carlos Seabra Pereira:
    A Condição do Simbolismo em Portugal e o Litígio das Modernidades

    Fernando Guimarães:
    O Simbolismo Português voltado para a Pintura e a Música

    Óscar Lopes:
    O Simbolismo no Porto

    Pierre Rivas:
    Eugénio de Castro en Français: Textes Retrouvés

    José Augusto Seabra:
    Entre Dois Exílios: de António Nobre a Mário de Sá-Carneiro

    António Salgado Júnior:
    Sobre as Apreciações à Saída do Primeiro Só e as Circunstâncias que presidiram à Reorganização do Segundo

    Josué Montello:
    A Fonte Shakespeariana de António Nobre

    Teresa Ribeiro da Silva:
    Dois Poetas nos Arredores do Simbolismo: Tristan Corbière e António Nobre

    Fernando Cabral Martins:
    Camilo Pessanha em 1920

    Barbara Spaggiari:
    I Capelli di Venere.
    Alle Origini del Simbolismo di Camilo Pessanha

    Alfredo Margarido:
    Os Sentidos Simbólicos da Poesia de Camilo Pessanha: Visão, Ouvido, Olfacto

    Afonso Botelho:
    António Patrício, «Mal Conhecido e Mal Amado»

    Nuno Júdice:
    Veios Finisseculares na Linguagem Poética do Modernismo

    Maria Aliete Galhoz:
    Breve Nota à Sequência «Abdicação» Sete Sonetos Post-Simbolistas de Fernando Pessoa

    Teresa Rita Lopes:
    O Sensacionismo Pessoano Alguns dos seus Órgãos e dos seus Militantes mais Obscuros

    O SIMBOLISMO NO BRASIL

    João Alves das Neves:
    A Influência de António Nobre na Poesia Brasileira

    Alphonsus de Guimaraens Filho:
    Como Vejo meu Pai

    Maria Helena Nery Garcez:
    A Magia de «Ismália»

    Eduardo Portella:
    Cruz e Sousa, a Identidade Aberta

    Itálico Marcon:
    Eduardo Guimaraens ou da Plenitude Poética

    Donaldo Schüler:
    A Reelaboração do Trágico em Eduardo Guimaraens

    Maria José de Queiroz:
    O Estigma da Fé: José Severiano de Resende ou a Tristeza de não ser Santo

    Cláudio Veiga:
    A Acolhida do Simbolismo Francês em Poetas Baianos

    O SIMBOLISMO FRANCÊS E BELGA

    Guy Michaud:
    Présence du Symbolisme

    Robert Bréchon:
    Le Moment Historique du Symbolisme

    Michel Autrand:
    La Ville dans le Théâtre Symboliste

    Michel Otten:
    Le Mouvement Symboliste en Belgique

    O SIMBOLISMO (MODERNISMO) EM LÍNGUA ESPANHOLA

    Raúl Silva-Cáceres:
    El Primer Rubén Darío en Chile y los Comienzos del Modernismo

    Eduardo Zepeda-Henriquez:
    Anotaciones sobre el Título y la Simbologia de «Azul…»

    Nicasio Perera San Martin:
    La Voz y los Cánones Poéticos de Julio Herrera y Reissig

    Saúl Yurkievich:
    Leopoldo Lugones: la Plenipotencia Literaria

    Bernard Sesé:
    Antonio Machado y la Cuestión del Nombre

    OUTROS SIMBOLISMOS

    José da Costa Miranda:
    Giovanni Pascoli: Acerca da sua Poesia, e acerca da sua Poesia em Portugal

    Graham Martin:
    The Later Poetry of W. B. Yeats

    Jorge de Sena:
    Rainer Maria Rilke, post-simbolista

    Dinu Flamand:
    Quesques Aspects du Symbolisme et du Modernisme aux Deux Extremités de la Romania: Portugal et Romanie

    Alexandre Blokh:
    Alexandre Blokh contre Alexandre Blok

    UM MITO SIMBOLISTA: SALOMÉ

    Eduardo Lourenço:
    Salomé Icône du Symbolisme

    Henrique Marini-Palmieri:
    Salomé Modernista, un Octavo Velo…

    Isabel Oliveira e Silva:
    Leopoldo Battistini no Simbolismo Português

    VARIAÇÕES SOBRE O SIMBOLISMO

    Norma Tasca:
    Símbolos, Simbolismos

    Miklós Szazolcsi:
    On the Spread of Symbolism

    Edwin Honig:
    Symbolism and Allegory

    Lima de Freitas:
    Natureza e Propriedades do Símbolo

    Pierre Luquet:
    Le Symbole et la Pensée

    Miguel León-Portilla:
    El Símbolo de «Flor y Canto» en la Poesía Azteca

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Miguel Torga Poeta Ibérico de Jesús Herrero

    Miguel Torga Poeta Ibérico

    Jesús Herrero

    7,50 

    Miguel Torga, Poeta Ibérico de Jesús Herrero.
    Editora Arcádia. Lisboa, 1979, 247 págs. B.

    Este livro propõe uma ponte cultural entre Portugal e Espanha, explorando a obra de Miguel Torga sob o olhar de um autor espanhol, acompanhado pelas reflexões de Unamuno e Ortega y Gasset. A análise centra-se na vida e poesia de Torga como expressão de uma identidade peninsular, marcada pela luta, tradição e sentimento trágico da existência. Através da razão vital e histórica, aborda-se o drama humano e o desespero religioso do poeta. A “portuguesia”, conceito de Ortega, traduz a filosofia pátria de Torga, vista como destino e tragédia. O estudo culmina na reflexão sobre o lugar do autor dos Poemas Ibéricos no contexto da poesia peninsular contemporânea.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.