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  • Dia Marcado, O

    Dia Marcado, O

    Domingos Monteiro

    15,00 

    Dia Marcado de Domingos Monteiro.
    Sociedade de Expansão Cultural. Lisboa, 1963, 172 págs. B.

    Domingos Monteiro (1903–1980) estreou-se aos 15 anos com um livro de poemas elogiado por Pascoaes. Licenciado em Direito, foi advogado e publicou obras censuradas pelo regime. Fundou a Sociedade de Expansão Cultural e dirigiu as bibliotecas itinerantes da Gulbenkian. Romancista próximo da Presença, uniu psicologia e crítica social, revelando também talento teatral com A Traição Inverosímil, levada à cena em 1964. Destacou-se pela vivacidade narrativa e vocação cinematográfica.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Currito de la Cruz de P. Lugin

    Currito de la Cruz

    P. Lugin

    15,00 

    Currito de la Cruz de P. Lugin.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 2 vols. B.

    Currito é um jovem órfão que sonha tornar-se toureiro — e consegue. Inspirado pelo lendário Manuel Carmona, acaba por se apaixonar por Rocío, a filha do seu ídolo. Mas o amor não é correspondido: Rocío entrega-se ao charme do seu rival, o famoso toureiro Romerita. Desiludido, Currito vê a sua vida e carreira entrarem em declínio. Tudo muda quando decide ajudar Rocío, agora mãe solteira, abandonada por Romerita. Ao recuperar a coragem e o amor, Currito reencontra o sucesso nas arenas e conquista finalmente o coração da mulher que sempre amou.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conversas com Agostinho da Silva

    Conversas com Agostinho da Silva

    Victor Mendonça

    10,00 

    Conversas com Agostinho da Silva de Victor Mendonça.
    Pergaminho. Lisboa, 1994, 123 págs. B.

    Não sei se Portugal teve uma missão, porque isso já teria de meter Metafisica, para saber quem é que entrega a missão e quem é que toma a missão. Mas que que teve uma acção, teve seguramente. E a acção fundamental de Portugal foi, por um lado, levar ao Mundo aquela Europa de que esse Mundo precisava para afrontar o futuro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conversas com Adelino da Palma Carlos

    Conversas com Adelino da Palma Carlos

    Helena Sanches Osório

    10,00 

    Conversas com Adelino da Palma Carlos de Helena Sanches Osório.
    Edições Referendo. Amadora, 1988, 255 págs. B.

    Foi há catorze anos. Em Julho de 1974, menos de três meses após a Revolução do “25 de Abril”, o Primeiro-Ministro do I Governo Provisório demitiu-se. Foi o choque que ficou conhecido como “a crise Palma Carlos”.

    Os jornalistas “assaltaram” o Palácio de Belém para saber o “porquê”. Sabiam o quem, o onde, o quando, o como … mas não sabiam o porquê. O Prof. Palma Carlos respondeu-lhes: “Vão à bruxa”.

    Catorze anos depois, a Jornalista Helena Sanches Osório conseguiu o que ninguém pensava ser possível saber-se em vida dos protagonistas da História. Da nossa História recente: o Prof. Doutor Adelino da Palma Carlos, Primeiro-Ministro do primeiro Governo saído da Revolução, demitiu-se por “não querer morrer como traidor à Pátria”.

    A descolonização tal qual foi feita significou, para Palma Carlos, uma traição. Com ele solidarizaram-se Sá Carneiro, Firmino Miguel, Vieira de Almeida e Magalhães Mota. Os outros não.

    📝 Assinatura de posse.

    A descolonização tal qual foi feita significou, para Palma Carlos, uma traição. Com ele solidarizaram-se Sá Carneiro, Firmino Miguel, Vieira de Almeida e Magalhães Mota. Os outros não.

  • Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias

    Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias

    Augusto de Castro

    10,00 

    Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias de Augusto de Castro.
    Portugal-Brasileira Sociedade Editora. Lisboa, 1919, 200 págs. B.

    Augusto de Castro foi diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, tendo sido uma figura influente na vida intelectual portuguesa, sobretudo como diretor do Diário de Notícias durante mais de 30 anos. Licenciado em Direito, destacou-se cedo como cronista em jornais do Porto e Lisboa, com um estilo culto, ritmado e envolvente. Como diplomata, representou Portugal em várias capitais europeias, concluindo em 1928 os acordos sobre o Padroado com a Santa Sé. Escritor de prosa viva e sensível, foi elogiado por Fernando Namora como alguém para quem agir e criar eram uma só coisa. Hoje, a sua memória está injustamente esquecida.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse

  • Condenação à Morte

    Condenação à Morte

    Aragon

    7,50 

    Condenação à Morte de Aragon.
    Portugália Editora. Lisboa, 1966, 492 págs. B.

    «Uma carta de amor de quinhentas páginas? É isso, enfim, Condenação à Morte? A carta à mulher de toda a sua vida de um homem eternamente apaixonado? Uma carta de amor… Um роеtа escrito na mais bela linguagem… Um romance sobre o ciúme… Tudo isto é fantástico, musical, humano, sublime. Romance? Poema? Ensaio? Carta de amor? Que importa, uma vez que é belo!» – André Maurois

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Colheita da Tarde

    Colheita da Tarde

    José Régio

    10,00 

    Colheita da Tarde de José Régio.
    Brasília Editora. Lisboa, 1971, 173 págs. B.

    Obra prefaciada pelo amigo e também poeta Alberto de Serpa. Primeira edição, integrada nas «Obras Completas».

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Codex 632 de José Rodrigues dos Santos.

    Codex 632

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    Codex 632 de José Rodrigues dos Santos.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2006, 550 págs. B.

    Baseado em documentos históricos genuínos, o novo romance de José Rodrigues dos Santos transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade. Uma obra admirável que não se consegue parar de ler!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cidadão Lusitano D. Julio de Innocencio Antonio de Miranda

    Cidadão Lusitano

    Julio de Innocencio Antonio de Miranda

    40,00 

    Apezar das criticas, o Cidadão Lusitano continuou a ter grande voga, esgotando- se em brevissimos dias a primeira edição, e acontecendo quasi outro tanto à segunda, mais numerosa que se fez em seguida. (…) Sobrevindo a queda da Constituição, o cardeal patriarcha D. Carlos da Cunha, apenas recolheu a Lisboa em Junho de 1823, publicou logo uma pastoral em que, de mistura com algumas outras obras, prohibiu sob pena de excommunhão a leitura do Cidadão Lusitano.

  • Bibliotecas, o Público e a Cultura

    Bibliotecas, o Público e a Cultura

    Victor de Sá

    7,50 

    Bibliotecas, o Público e a Cultura: um Inquérito Necessário de Victor de Sá.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1983, 227 págs. B.

    O presente trabalho ultrapassou rapidamente o âmbito regional, inicialmente previsto, para alcançar repercussão nacional. Pode considerar-se hoje uma obra de sociologia cultural. As suas crónicas revestem-se de grande autenticidade. É um trabalho vivo, directo nas intervenções, pleno de calor humano e de fogo criador. Lê-se com a sofreguidão de um romance de acção. E pela variedade de situações que se surpreendem, resulta num manual sugestivo para os animadores culturais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Barca dos Sete Lemes, A

    Barca dos Sete Lemes, A

    Alves Redol

    20,00 

    Barca dos Sete Lemes de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 515 págs. B.

    A tragédia singular de um homem, os problemas dos homens e da sociedade, são-nos patenteados, em páginas enpolgantes de grande tensão dramática, por Alves Redol, em a Barca dos Sete Lemes, um grande romance que assinala uma fase culminante da criação romanesca na obra do grande escritor neo-realista português.

    📕 1ª Edição.
    🖊️Dedicatória de oferta

  • Amor do Soldado

    Amor do Soldado

    Jorge Amado

    35,00 

    Amor do Soldado de Jorge Amado.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1965, 176 págs. E.

    O Amor do Soldado é uma peça de teatro que Jorge Amado Escreveu em 1944 a pedido da actriz Bibi Ferreira. Nela se conta a vida de Castro Alves, o poeta, o construtor da democracia, o militante da liberdade.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Antiga Vila de Sortelha de Vitor Manuel Leal Pereira Neves

    Antiga Vila de Sortelha

    Vitor Manuel Leal Pereira Neves

    10,00 

    Antiga Vila de Sortelha de Vitor Manuel Leal Pereira Neves.
    Ed. Autor. Lisboa, 1991, 101 págs. B.

    Monografia sobre Sortelha, ilustrada ao longo do texto com várias fotografias a negro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • 20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

    20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

    Pablo Neruda

    7,50 

    20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada de Pablo Neruda.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1971, 111 págs. B.

    «Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»

    Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trinta e Seis Poemas e uma Aleluia Erótica de Federico Garcia Lorca

    Trinta e Seis Poemas e uma Aleluia Erótica

    Federico Garcia Lorca

    20,00 

    Cuidada antologia traduzida por Eugénio de Andrade, volume inaugural da excelente colecção «As mãos e os frutos». Segunda edição, acrescentada com uma «Ode a Frederico Garcia Lorca», por Pablo Neruda.

  • Tradição da Liberdade de João Carlos Espada

    Tradição da Liberdade, A

    João Carlos Espada

    8,00 

    Obra marcada pela atenção aos novos problemas com que a filosofia e a sociologia política actualmente se defrontam, A Tradição da Liberdade opõe o radicalismo libertário e a «deriva niilista» ao pensamento liberal clássico, humanista e social, proporcionando, no dizer do seu prefaciador, uma «docência aberta à sociedade civil portuguesa.