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  • Filhos da Droga de Christiane F

    Filhos da Droga

    Christiane F

    6,00 

    Filhos da Droga de Christiane F.
    Livros do Brasil. Lisboa, 1995, 339 págs. B.

    Este testemunho impressionante tem tido um impacto imenso por todo o mundo desde que foi publicado pela primeira vez. O relato desta adolescente sensível e inteligente, que menos de dois anos após ter fumado o seu primeiro «charro» se prostitui depois das aulas para pagar a sua dose diária de heroína, e o pungente testemunho da sua mãe fazem de Os Filhos da Droga um livro sem paralelo. Estas páginas ensinam-nos muito, não apenas sobre a droga e o desespero, mas também sobre a deterioração do mundo de hoje.

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  • Férias de Natal

    Férias de Natal

    Somerset Maugham

    5,00 

    Férias de Natal de Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 301 págs. B.

    Um dos maiores êxitos da carreira literária de Somerset Maugham. Livro profundo, palpitante de interesse e dessa humanidade tão característica das obras do grande romancista inglês, conta-nos uma história onde palpitam, por momentos, o amor e o crime, o luxo e a miséria não em duros contrastes, mas, naturalmente, ao cego embate da onda eterna, na infinita maré da vida. Férias de Natal inclui-se entre as obras de maior valor do imortal escritor britânico, que soube encarar a vida com a tranquila bonomia de um céptico e exprimi-la num estilo fluente e incisivo que escraviza a atenção do leitores a domina.

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  • Febre

    Febre

    Nick Louth

    7,00 

    Febre de Nick Louth.
    Jacarandá. Lisboa, 2015, 374 págs. B.

    Amanhã devia ser o maior dia da vida de Erica Stroud-Jones. Daqui a 24 horas, esta brilhante jovem cientista irá apresentar o seu trabalho secreto numa conferência em Amesterdão – os resultados de uma investigação que promete revolucionar a luta contra uma doença tropical mortífera. Milhões de vidas poderão ser salvas; o Prémio Nobel adivinha-se.
    À espera de a ver estão céticos e rivais, admiradores e inimigos. A atenção de Erica estará voltada para o escultor Max Carver, o seu novo namorado, a quem irá dedicar o seu êxito.
    Mas o amanhã não chega a acontecer.
    Erica desaparece durante a noite. Max, desesperado e assustado, começa a procurá-la, entrando num submundo repleto de crueldade e enganos. Mas até ele fica chocado com o terror que encontra no coração da mulher que tenta salvar.

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  • Fausto de Goethe

    Fausto

    Goethe

    7,00 

    Fausto de Goethe.
    Ediclube. Lisboa, 1991, 317 págs. E.

    «A partir de Marlowe dá-se realmente a transformação das histórias de cordel do Doutor Fausto na história trágica do homem, ainda explicitamente historizado, do Renascimento, frente às limitações que quer e vai superar. O preço da “vontade de poder” desse primeiro Fausto literário é ainda o Inferno; mas a importância de Marlowe vem-lhe do facto de ele ter realizado uma obra de rotura. Com Goethe, dois séculos mais tarde, é a grande obra de síntese que surge: a história tradicional sofre uma inflexão e uma elaboração que a faz ascender ao lugar de “tragédia” do género humano (e com isso lhe retira desde logo a possibilidade de ser uma tragédia de carácter, como mandam as leis do género na sua forma moderna). Em Goethe, Fausto assume um recorte universal, alargam-se imenso as suas potencialidades significativas e ele passa a ter, na consciência colectiva ocidental (metonímica, e talvez abusivamente, tomada por universal), a dimensão simbólica própria dos mitos.»

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  • Fanga

    Fanga

    Alves Redol

    6,00 

    Fanga de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 257 págs. B.

    “Fanga (1943) espécie de primeira síntese na minha obra, nela se investiu e remoçou a experiência iniciada em 1938, que até aí (e ainda hoje) não passara de combate ou diálogo, quantas vezes dramático, entre um homem emotivo, a viver no sangue as evidências mais cruéis do seu tempo, e um escritor insatisfeito que procurava dar àquele a lúcida voz de razões clarificadas num meio danado pelas trevas.
    Fanga – sombra da Idade Média projectada nos nossos dias.
    Senhores vivendo da terra sem nada lhe darem. Servos fecundando a terra sem nada receberem.”

    📕 4ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Eterno Efémero, O

    Eterno Efémero, O

    Urbano Tavares Rodrigues

    6,00 

    Eterno Efémero de Urbano Tavares Rodrigues.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2005, 140 págs. B.

    Visitação de uma vida escondida, que existe na tranquila, burguesa cidade de Lisboa, um inquérito à volta de um crime, romance psicológico e romance policial, com mistérios por esclarecer e com janelas abertas para o mundo da pobreza e da violência, de ocultas e expostas dores em que vivemos, O Eterno Efémero é um dos livros mais envolventes de Urbano Tavares Rodrigues, em que se misturam o conhecimento dos abismos humanos, um erotismo aberto ou dissimulado, o amor que se procura, se recusa ou se desdenha. Tudo isto na escrita plástica, rica, sensual e por vezes poética de Urbano Tavares Rodrigues.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Era uma Vez um Rapaz

    Era uma Vez um Rapaz

    Nich Hornby

    6,00 

    Era uma Vez um Rapaz de Nich Hornby.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2009, 293 págs. B.

    Will Freeman, de 36 anos de idade, não quer ter filhos e não percebe porque é que toda a gente lhos recomenda com tanto entusiasmo. Vive num confortável e moderno apartamento, livre de Legos e cheio de CD’s, em Islington. Will tem todo o seu tempo livre, graças aos royalties que recebe, anualmente, por uma pirosa canção de Natal que o seu pai escreveu em 1938. O nosso herói compreende, porém, o ponto de vista das mães sozinhas, especialmente quando elas se parecem com Julie Christie. Assim, acaba por se envolver com um grupo de pais sozinhos e inventar um filho de dois anos, cujas ausências requerem constantes explicações.
    Entra em cena Marcus, cujos pais se separaram; as lágrimas da sua mãe sobre os flocos do pequeno-almoço começam a tornar-se assutadoras. Os progressos de Marcus, na sua nova escola de Londres, são ameaçados pelas suas roupas desapropriadas, pelo seu horrível corte de cabelo e pela sua preferência herdada pela música de Joni Mitchell. Uma vez que as circunstâncias puseram Will no seu caminho e uma vez que este sabe, pelo menos, como é que os miúdos se devem vestir e que o Kurt Cobain não jogava no Manchester United, porque é que Marcus não há-de servir-se dele, tanto quanto possível?

    Neste segundo romance, Nick Hornby explora as relações que as pessoas estabelecem entre si, neste mundo em que o chamado modelo ideal de família pura e simplesmente já não se aplica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Epopeia na Rússia de Konstantin Simonov.

    Epopeia na Rússia

    Konstantin Simonov

    6,00 

    Epopeia na Rússia de Konstantin Simonov.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d, 449 págs. E.

    Este vasto romance traça-nos, através da aventura de alguns indivíduos, o quadro do sofrimento do povo russo durante a invasão alemã de 1941-1942. Aquela reconhecida espécie de génio, que os romancistas russos possuem, de fazer falar o povo, de delinear as grandes cenas de batalha, de libertar as emoções que nascem dos factos violentos e patéticos, está aqui plenamente presente. Simonov consegue levar o leitor a compartilhar dos sentimentos de cólera, de coragem ou de desânimo das suas personagens, e ao mesmo tempo exprimir toda a epopeia dum povo no meio da inútil brutalidade duma guerra selvagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Engrenagem de Soeiro Pereira Gomes

    Engrenagem

    Soeiro Pereira Gomes

    6,00 

    Engrenagem de Soeiro Pereira Gomes.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1961, 169 págs. B.

    É em Engrenagem que o estudo da evolução da consciência social dentro das condições determinadas de trabalho, de relações de produção e de luta de classes, adquire proporções e uma profundidade nunca atingidas na literatura portuguesa. Aí a obra de Pereira Gomes é radicalmente revolucionária, veio abrir novos caminhos. É como se um laboratório (mas laboratório da vida) submetesse à experiência a consciência social de pessoas que, de súbito, entram num ambiente de trabalho que inteiramente desconheciam – o das relações de produção industriais.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Egypto, O

    Egypto, O

    Eça de Queiroz

    7,50 

    Egypto de Eça de Queiroz.
    Livraria Lello & Irmão Editores. Porto, 1945, 352 págs. B.

    Nesta viagem inaugural da abertura do Canal do Suez – Eça de Queiroz com o poderoso sentido de observação que o caracterizou, aguçado pela novidade mítica do Oriente (…) iniciou na sua carreira literária uma imediata revolução que o faz passar da prosa lírica dos primeiros folhetins, (…) para uma visão mais concreta da realidade. Esta viagem inclui além do Egipto e Terra Santa, o Líbano e a Síria (…) matéria com particular incidência para as suas obras futuras, de que destacamos A Relíquia e Correspondência de Fradique Mendes.

    As primeiras XXVII págs. são ocupadas com a introdução de José Maria d’Eça de Queiroz, filho do autor. Inclui retrato de Eça impresso à parte.

    📕 4ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.
    Lombada cansada.

  • Diálogo de Violência

    Diálogo de Violência

    Ch. Baudoin

    7,50 

    Diálogo de Violência de Ch. Baudoin [et al.]
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1965, 365 págs. B.

    «Renunciar a um diálogo, a um esforço orientado no sentido de uma verdade mais compreensiva, seria o mesmo que resignarmo-nos a um mundo de violência em que os homens não poderiam coexistir em paz. Pelo contrário, é falando mais e falando melhor, esforçando-nos incessantemente por procurar em comum a verdade dessa coexistência dos homens, que progressivamente tenderemos para esse estado de paz em que, como dizia Louis Guilloux, o homem defronta o homem sem armas. Eis porque tenho o prazer de exprimir aqui aos Encontros Internacionais de Genebra os melhores votos e saudações da U. N. E. S. C. O.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Devir das Artes, O

    Devir das Artes, O

    Gillo Dorfles

    6,00 

    Devir das Artes de Gillo Dorfles.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1979, 273 págs. B. Il.

    “O homem vive hoje sob o fogo cruzado das mais diversas e desconcertantes manifestações artísticas – da pintura abstracta à música electrónica – e das mais contrastantes teorizações estéticas. Este livro pretende responder a uma necessidade de actualização e orientação amplamente sentida e constitui um balanço da situação estética configurada na cultura mundial durante a última metade do século.”

    📝 Assinatura de posse.
    ✒️ Sublinhados e apontamentos a tinta na margem.

  • Arte Visual Futurista em Fernando Pessoa

    Arte Visual Futurista em Fernando Pessoa

    Fernando Alvarenga

    7,50 

    Arte Visual Futurista em Fernando Pessoa de Fernando Alvarenga.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1984, 130 págs. B.

    O presente ensaio começa por situar Fernando Pessoa num contexto em que as artes visuais vanguardistas coexistem com as literárias, a incrustar-lhes dialogicamente os aspectos que mais peculiarmente as definem. Trata-se, neste caso, do Futurismo e, necessariamente, do Cubismo, expressões que de Paris chegam e se introduzem nas de Pessoa, embora a partir de condições entretanto criadas e desenvolvidas na original «plasticidade» paulica.

    📝 Assinatura de posse.

  • Actas do 2º Congresso Internacional de Estudos Pessoanos

    Actas do 2º Congresso Internacional de Estudos Pessoanos

    Maria da Aparecida Santilli

    10,00 

    Actas do 2º Congresso Internacional de Estudos Pessoanos de Maria da Aparecida Santilli
    Brasília Editora. Porto, 1985, 687 págs. B.

    Os estudos e artigos presentes nestas atas deram a conhecer a obra e a figura do poeta, as inúmeras facetas da textualidade heteronímica, a partir de uma multiplicidade de perspetivas metodológicas, desde a poética à linguística, desde a psicanálise à antropologia, desde a história literária à filosofia, desde as visões míticas às esotéricas, entre outras tantas. Contaram com a participação/colaboração de autores de enorme relevo tais como: Adélia Silvestre, Alexandre Severino, Alfredo Margarido, Ana Hatherly, frd. Arnaldo Saraiva, E. M. de Melo e Castro, Eduardo Lourenço, Jacinto do Prado Coelho, João Camilo, Joel Serrão, Jorge de Sena, José-Augusto França, José Augusto Seabra, Maria Aliete Galhoz, Maria de Fátima Marinho, Óscar Lopes, Vasco Graça Moura, Y. K. Centeno, entre muitos outros portugueses e estrangeiros.

    📝 Assinatura de posse.

  • Colina das Bruxas

    Colina das Bruxas

    Marion Zimmer Bradley

    6,00 

    Colina das Bruxas de Marion Zimmer Bradley.
    DIFEL. Lisboa, 2003, 200 págs. B.

    Sara Latimer, uma jovem de vinte e poucos anos, perde toda a família de forma súbita e trágica. Quase simultaneamente descobre que herdou uma antiga casa na Nova Inglaterra, onde decide recomeçar a sua vida. Mas a casa é apenas a parte visível da sua herança, pois as tradições familiares incluem outras facetas bem mais misteriosas.
    Dividida entre a modernidade e a tradição da família, entre o jovem médico local por quem se apaixona e os mistérios da sua falecida tia-avó, a última habitante da casa Latimer, Sara viaja no tempo e no espaço, confrontada com a sua identidade e os seus múltiplos passados.
    A jovem transforma-se num campo de batalha onde as forças das trevas e do amor se confrontam, lutando pela supremacia e pela conquista da sua alma.

    A Colina das Bruxas é uma fabulosa viagem aos mitos do mundo rural americano, com o seu passado puritano, lendas de bruxas, feiticeiros e o seu encontro com a modernidade. É também a exploração de temores e receios atávicos, dos poderes ocultos, das pulsões eróticas e da demanda do poder.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poder Supremo: Círculo de Blackburn

    Poder Supremo: Círculo de Blackburn

    Marion Zimmer Bradley

    6,00 

    Poder Supremo: Círculo de Blackburn de Marion Zimmer Bradley.
    DIFEL. Lisboa, 1997, 371 págs. B.

    Nos dias irreflectidos dos anos sessenta, muitas pessoas buscavam a solução para os problemas da humanidade em religiões antigas e achavam que a sabedoria de então tinha lugar no mundo moderno. Entre elas encontravam-se os seguidores de Thorne Blackburn, que procuravam a “Verdade”.
    Durante a noite culminante da cerimónia mais poderosa da religião de Blackburn, o caos instalou-se. Thorne desaparece, a companheira de Thorne e mãe de um dos seus filhos pequenos morre.
    Truth Blackburn, filha de Thorne, passados trinta anos, ainda procura a verdade – a verdade sobre o que se passou naquela noite em Shadow’s Gate, sobre os poderes mágicos que o seu pai alegava ter, sobre o seu meio-irmão e a sua meia-irmã há muito desaparecidos.
    O Poder Supremo não é apenas uma história de uma mulher à procura de identidade. É também um romance poderoso sobre a realização do potencial humano e da procura de um sentido na vida, onde, tal como em As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley transmite, desta vez à ficção contemporânea e com a mesma imaginação poderosa, personagens excitantes e uma narrativa dramática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.