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  • Sonetos e Sonetilhos

    Sonetos e Sonetilhos

    Luís Cebola

    10,00 

    Sonetos e Sonetilhos de Luís Cebola.
    Livraria Central Editora. Lisboa, 1932, 105 págs. B.

    “(…) É, pois, o meu livro — Sonetos e Sonetilhos — apenas um feixe de recordações, lançado agora à estampa, sem preocupação de escola literária.”

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  • Solução para Portugal de Diogo Freitas do Amaral

    Solução para Portugal, Uma

    Diogo Freitas do Amaral

    5,00 

    Solução para Portugal de Diogo Freitas do Amaral.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1985, 195 págs. B.

    «Nos séculos XIX e XX, Portugal tem oscilado entre períodos de governo fraco em democracia períodos de governo forte em ditadura. A solução para Portugal é um governo forte em democracia.» Nesta síntese, Diogo Freitas do Amaral descreve o que considera ser o problema português e propõe uma solução para Portugal. Apontando os bloqueios fundamentais, Diogo Freitas do Amaral anuncia as reformas necessárias. Para mudar um sistema político instável. Para simplificar uma Administração burocrática. Para libertar uma economia estatizada. Para investir na educação, atacando a fundo o atraso português. Em suma, para indicar um caminho de mudança. Neste livro, Diogo Freitas do Amaral convida Portugal inteiro a pensar antes de decidir. Porque ele próprio reflectiu, antes de agir.

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  • Sacerdotisa de Avalon de Marion Zimmer Bradley

    Sacerdotisa de Avalon, A

    Marion Zimmer Bradley

    7,00 

    Sacerdotisa de Avalon de Marion Zimmer Bradley.
    Rocco Editores. Lisboa, 2001, 328 págs. B.

    A Sacerdotisa de Avalon conta a história da princesa Eilan, a quem os Romanos chamaram Helena.
    A sua viagem começa em Avalon, quando se apaixona por um oficial a quem o destino reservou a grandeza imperial. Seguiremos o percurso da sua vida, de menina a mãe, e observá-la-emos efusiva com o nascimento do filho, que viria a ser o Imperador Constantino, e desesperada quando a política força o seu amado a optar entre si e o império.
    Helena protagoniza um momento crítico na História do Ocidente, procurando unir o mundo pagão e o novo império cristão. Enquanto mãe e imperatriz, aventurar-se-á numa peregrinação até à Terra Santa, na busca de uma verdade que transcende qualquer religião. Numa obra verdadeiramente apaixonante, a autora funde mito, magia e amor, revelando a importância de uma mulher na transformação da História e do espírito.

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  • Sete Virtudes de Odette de Saint-Maurice

    Sete Virtudes, As

    Odette de Saint-Maurice

    7,50 

    Sete Virtudes de Odette de Saint-Maurice.
    Livraria Figueirinhas. Porto, 1960, 121 págs. E.

    Odette de Saint-Maurice (Lisboa, criada no Porto) destacou-se como escritora, produtora e realizadora radiofónica. Estreou-se aos 10 anos com “O Anel da Princesa” e publicou “O Canto da Mocidade” (1938). Colaborou com o Rádio Clube Português e a Emissora Nacional, adaptando obras literárias premiadas. Escreveu dezenas de romances juvenis e discos infantis. Autora da primeira telenovela portuguesa, “Vila Faia”, viveu os últimos anos em Óbidos com o marido, frei Vicente do Nascimento.

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  • Saga de Erico Veríssimo

    Saga

    Erico Veríssimo

    6,00 

    Saga de Erico Veríssimo.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 294 págs. B.

    Vasco Bruno atravessa o oceano e luta na Guerra Civil Espanhola como voluntário da Brigada Internacional. Após a vitória do general fascista Francisco Franco, é enviado a um campo de concentração e deportado ao Brasil. De volta a Porto Alegre, Vasco se depara com novo campo de batalha: em vez de fuzilamentos e bombardeios, os golpes baixos da sociedade burguesa; em vez das vilanias da guerra, as pequenas torpezas do cotidiano, as traições que também podem terminar em tragédia. Ao mesmo tempo, o jovem sente renascer a antiga chama de seu amor pela prima Clarissa.
    O crítico Antonio Candido afirmou que um dos temas da obra de Erico era “o problema da barreira que a sociedade cria para a expansão e a realização do que há de mais honesto e puro no homem”. Publicado em 1940, no início da Segunda Guerra Mundial, Saga é um libelo humanista, um romance que denuncia a miséria social e ao mesmo tempo aponta uma luz de esperança em meio às nuvens escuras que chegam da Europa.
    Este romance fecha o ciclo urbano da obra de Erico Verissimo – composto de Clarissa, Caminhos cruzados, Música ao longe, Um lugar ao sol, Olhai os lírios do campo e Saga.

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  • Revista dos Tabelliães de Francisco Vieira da Silva Barradas

    Revista dos Tabelliães

    Francisco Vieira da Silva Barradas

    15,00 

    Revista dos Tabelliães contendo a Legislação Artigos Doutrinaes, Formulário e Noticias Concernentes ao Exercício do Tabelliado de Francisco Vieira da Silva Barradas.
    Livraria A. M. Pereira. Lisboa, 1873, 196 págs. E.

    Revista do 7º Anno de 1873 – dos tabeliães – oficial público que faz e conserva as notas ou traslados de escrituras e outros documentos autênticos.

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  • Resto é Silêncio de Erico Veríssimo

    Resto é Silêncio

    Erico Veríssimo

    6,00 

    Resto é Silêncio de Erico Veríssimo.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 329 págs. B.

    O Resto É Silêncio é um romance escrito por Erico Veríssimo e publicado em 1943. O livro narra o suicídio de uma moça, que cai do décimo andar de um edifício em Porto Alegre. Vários personagens passam pelo local: Doutor Lustosa, um desembargador aposentado; Norival, um homem de negócios à beira da falência; Tônio Santiago, um romancista; Aristides Barreiro, um ex-deputado e rico advogado; “Sete”, um vendedor de jornais; “Chicharro”, um boêmio; e Marina, uma mulher angustiada. Descrevendo as reacções dessas pessoas antes e após o suicídio, Érico Veríssimo analisa o comportamento humano, ao mesmo tempo que traça o perfil de uma época.

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  • Rapariga do Tambor, A

    Rapariga do Tambor, A

    John Le Carré

    6,00 

    Rapariga do Tambor de John Le Carré.
    Editorial Presença. Lisboa, s.d., 371 págs. B.

    Charlie, uma jovem atriz inglesa, está habituada a desempenhar diversos papéis. Mas quando o misterioso Joseph, com as suas cicatrizes de batalha, a recruta para os serviços secretos israelitas, ela entra no perigoso teatro do real. Ao desempenhar o seu papel num intrincado plano de alto risco para prender e matar um terrorista palestino, este seu novo desempenho ameaça consumi-la.

     

    Situado na trágica arena do conflito do Médio Oriente, esta emocionante história de amor e lealdades traídas desenrola-se com uma guerra impossível de vencer em pano de fundo.

     

    Um emocionante romance de espionagem e traição ambientado no Médio Oriente, adaptado a série de televisão, com Florence Pugh, Alexander Skarsgård e Michael Shannon nos principais papéis.

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  • Publicamente de Luís Campos e Cunha (95)

    Publicamente

    Luís Campos e Cunha

    7,50 

    PUBLICAMENTE DE LUÍS CAMPOS E CUNHA
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2010. 407 págs. B.
    📃 Com prefácio de João Salgueiro e posfácio de José Manuel Fernandes

    Compilação de crónicas e ensaios de opinião com foco na análise crítica da realidade política, económica e social portuguesa. O autor, economista e antigo Ministro das Finanças, examina os desafios nacionais nas vertentes fiscal e orçamental, bem como as dinâmicas associadas ao sistema partidário, à Administração Pública, à justiça, ao ensino e aos projetos estratégicos do país. O volume reúne textos estruturados para o debate e intervenção no espaço público.

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    Características do Exemplar
    ✍️ Exemplar autografado pelo autor.
    Peso: 550g
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  • Problemas da Filosofia (95)

    Problemas da Filosofia, Os

    Bertrand Russel

    6,00 

    PROBLEMAS DA FILOSOFIA DE BERTRAND RUSSELL
    Arménio Amado Editor. Coimbra, s.d. 247 págs. B.
    📃 Prefácio de António Sérgio

    Obra de introdução ao pensamento filosófico, originalmente publicada em 1912, com foco central na teoria do conhecimento (epistemologia). O autor examina a distinção entre aparência e realidade, a validade do conhecimento por contacto (acquaintance) e por descrição, a natureza dos universais e os limites da indução, concluindo com uma análise sobre o valor da filosofia para o desenvolvimento intelectual. Esta edição em língua portuguesa conta com tradução e um prefácio explicativo da autoria do pensador e pedagogo António Sérgio

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    Características do Exemplar
    📌 Carimbo de posse.
    ✏️ Sublinhados e apontamentos a lápis.
    Peso: 200g
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  • Princesa de Clèves

    Princesa de Clèves

    Madame Lafayette

    6,00 

    Princesa de Clèves de Madame Lafayette.
    Bico de Pena. Lisboa, 2009, 156 págs. B.

    Publicado anonimamente em 1678, A Princesa de Clèves tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem A Princesa de Clèves na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.

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  • Porque é que os Homens Nunca Ouvem Nada

    Porque é que os Homens Nunca Ouvem Nada

    Allan Pease

    6,00 

    Porque é que os Homens Nunca Ouvem Nada e as Mulheres Não Sabem Ler Mapas da Estrada de Allan Pease.
    Editorial Bizâncio. Lisboa, 2000, 317 págs. B.

    Sabe qual o motivo por que os homens só são capazes de fazer uma coisa de cada vez? E porque é que as mulheres têm tanta dificuldade em fazer marcha atrás? Por que é que os homens nunca encontram manteiga no frigorífico? E por que será que os homens e as mulheres nunca pensam a mesma coisa, no mesmo momento? E por que não deveriam os homens mentir às mulheres?

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  • Perguntem a Sarah Gross de João Pinto Coelho

    Perguntem a Sarah Gross

    João Pinto Coelho

    7,50 

    Perguntem a Sarah Gross de João Pinto Coelho.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 447 págs. B.

    Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador.
    Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
    Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio LeYa em 2014.

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  • Novelas Exemplares de Miguel de Cervantes

    Novelas Exemplares

    Miguel de Cervantes

    5,00 

    Novelas Exemplares de Miguel de Cervantes.
    Ediclube. Lisboa, 1991, 283 págs. E.

    As Novelas Exemplares foram escritas por Miguel de Cervantes na sequência do sucesso obtido com a publicação da primeira parte do seu romance D. Quixote de la Mancha. São doze novelas curtas que seguem o modelo italiano e que também cativaram Aquilino na sequência da tradução que também já tinha feito do D. Quixote

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  • Nascer nos Anos Trinta Quotidiano de M. Manuela de Mendonça

    Nascer nos Anos Trinta

    M. Manuela de Mendonça

    7,00 

    Nascer nos Anos Trinta: Memórias de um Quotidiano de M. Manuela de Mendonça.
    Ed. Autor. Coimbra, 2009, 213 págs. B. Il.

    Estamos, pois, perante uma obra de grande interesse para os diferentes domínios da investigação histórica (a vida privada e quotidiana, a criança, a família, a mulher, a doença, a relação pais-filhos, entre outros temas) ou, tão-só, para aqueles que se interessam pelo tempo passado. Sem dúvida que a redacção deste livro terá sído extremamente importante para a sua autora, ao trazer de volta a família Mendonça aos caminhos outrora percorridos e ao devolver–lhe o aconchego dos afectos familiares e as Imagens profundas da memória identitária. Porém, ainda o é mais para os leitores, ao reconstituir momentos de uma vida privada que não são apenas autobiográficos mas que fazem parte de um passado colectivo de grande parte de portugueses. Aos historiadores, deixa um precioso documento histórico sobre um período ainda mal conhecido da história portuguesa.



    Características do Exemplar
    Exemplar limpo de anotações e marcas de posse.

  • Nádia: Uma Mulher No Terror da Argélia

    Nádia: Uma Mulher No Terror da Argélia

    Baya Gacemi

    5,00 

    Nádia: Uma Mulher No Terror da Argélia de Baya Gacemi.
    Edições ASA. Porto, 2000, 121 págs. B.

    Baya Gacemi conheceu aquela que, neste livro, se dissimula sob o nome de Nádia quando, para efeitos de uma reportagem, procurava mulheres vítimas do terrorismo. A jovem mulher, então com vinte e dois anos, aceitou descrever a sua história espontaneamente, sem floreados nem disfarces, contando mesmo certos pormenores relativos à sua família e à sua vida íntima. E fê-lo porque desejava que o seu exemplo servisse de lição a outras raparigas.
    Nádia apaixona-se e casa com um membro importante do GIA, a organização islamista radical responsável por muitos dos massacres que cobrem de sangue a Argélia. O que ela nos conta é a sua vida repleta de sofrimentos, reduzida como foi à condição de “escrava” de um grupo terrorista permanentemente em fuga. E também o dia-a-dia de uma aldeia dos arredores de Argel, cuja população, ao princípio favorável aos terroristas, acaba por se revoltar contra eles face à sua implacável selvajaria.

    Retrato de um mundo que nos está próximo, mas que teimosamente ignoramos, Nádia – Uma mulher no terror da Argélia constitui um documento de grande valor humano, imprescindível numa colecção que publicou já títulos como Vendidas, Sultana – A vida de uma princesa árabe ou Meu Amo e Senhor, que, no seu género, constituíram marcos da edição internacional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.