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  • Santuário de William Faulkner

    Santuário

    William Faulkner

    6,00 

    Santuário de William Faulkner.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 277 págs. B.

    Psicologicamente astuto e maravilhosamente poético, Santuário é um romance poderoso que examina a natureza do verdadeiro mal, através dos prismas da mitologia, da tradição local e da ficção policial. Esta é a história sombria, por vezes brutal, do rapto da debutante do Mississippi, Temple Drake, que introduz a sua própria forma de venalidade no submundo de Memphis, onde está presa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Som e a Fúria de William Faulkner

    Som e a Fúria

    William Faulkner

    6,00 

    O Som e a Fúria é a tragédia da família Compson, apresentando algumas das personagens mais memoráveis da literatura: a bela e rebelde Caddy, Benjy, o filho varão, o assombrado e neurótico Quentin; Jason, o cínico brutal, e Dilsey, o criado negro. Com as suas vidas fragmentadas e atormentadas pela história e pela herança, as suas vozes e ações enredam-se para criar o que é, sem dúvida, a obra-prima de Faulkner e um dos maiores romances do século XX. William Faulkner afirmou muitas vezes que O Som e a Fúria era o romance mais próximo do seu coração porque era o que lhe tinha causado mais sofrimento e angústia a escrever. Neste magnífico romance, publicado pela primeira vez em 1929, Faulkner criou a «menina dos seus olhos», a bela e trágica Caddy Compson, cuja história nos conta através dos monólogos separados dos seus três irmãos: Benjy, o idiota; Quentin, o suicida neurótico; e o monstruoso Jason.

  • O Homem e o Rio de William Faulkner

    Homem e o Rio, O

    William Faulkner

    2,50 

    William Faulkner nasceu em New Albany, Mississípi, em 1897, e passou grande parte da sua vida em Oxford, também Mississípi, onde morreu em 1962.
    Descendente duma velha família do sul dos Estados Unidos, cresceu influenciado pelas recordações da Guerra da Secessão. Na primeira guerra mundial alistou-se como voluntário na Royal Air Force.

    Regressado ao seu país, teve diversas ocupações: universitário, carpinteiro, pintor de paredes e carteiro. A Guerra da Secessão foi matéria dos seus romances: Sartoris (1929), Absolom, Absolom! (1936) e The Unvanquished (1938), enquanto a Grande Guerra deu origem a Soldier’s Pay (1926) e Pylon (1935).

    É um dos primeiros autores a criticarem Hollywood. Com uma grande capacidade de observação, os seus livros têm sempre um conteúdo simbólico, são rodeados por uma atmosfera carregada de pessimismo, amargura e tragédia, a que não falta um clima épico. Não hesitando diante da descrição de nenhuma cena, Faulkner demonstrou uma tendência marcada para o macabro e para o horrível.


    Na sua obra, a fatalidade detém um papel primordial.

    Em 1949, Faulkner recebeu o Prémio Nobel da Literatura.



    Evocando as circunstâncias impressionantes da grande cheia do Mississípi, em 1927, Faulkner conta-nos em O Homem e o Rio uma parábola que tem como tema central a missão confiada a um dos presos duma colónia penal.

  • Aldeia de William Faulkner

    Aldeia

    William Faulkner

    5,00 

    Aldeia de William Faulkner.
    Editorial Arcádia. Lisboa, s.d., 456 págs. E

    Jody Varner, filho do grande proprietário do Velho Domínio do Francês, está a cortar corda no armazém quando vê chegar um homem baixo, de chapéu de abas largas e casaco demasiado grande. «O meu nome é Snopes. Ouvi dizer que tem uma quinta para alugar. » Sobre os Snopes correm histórias de um passado sombrio, com indícios criminosos que à primeira vista os tornam vítimas fáceis em jogos de poder. Mas rapidamente a enigmática família de jornaleiros dá provas de que a sua presença naquela aldeia do sul dos Estados Unidos será tudo menos passiva. Numa sucessão de incidentes assustadores contados com humor retorcido, A Aldeia marca o arranque da trilogia construída por William Faulkner em torno da família Snopes. Um romance surpreendente e um empolgante predecessor de A Cidade, o segundo momento da saga.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.