Ensino Laico: Educação Racionalista e Acção Confessional de Tomás da Fonseca.
Empresa Internacional Editora. Lisboa, 1923, 187 pág. B.
Tomás da Fonseca (1877–1968), natural de Mortágua, foi poeta, ficcionista, jornalista, professor e deputado republicano. Conhecido pelo seu anticlericalismo, dedicou-se também à educação e à cultura, promovendo escolas móveis, reformas do ensino e a alfabetização popular. Fundou a Universidade Livre de Coimbra e dirigiu escolas normais. Preso por razões políticas, manteve sempre o ideal de liberdade, instrução e progresso do povo português.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Tomás da Fonseca (n. Mortágua) foi poeta, jornalista, ficcionista, historiador, deputado e professor. É sobretudo conhecido pelo seu anticlericalismo, embora tenha tido um papel central na luta pela instrução popular em Portugal. Iniciou formação eclesiástica mas abandonou o seminário, optando por se juntar às causas republicanas. Participou ativamente na queda da Monarquia, combateu o sidonismo e o Estado Novo. Defensor da alfabetização e do ensino laico, dinamizou as escolas móveis, propôs reformas e fundou a Universidade Livre de Coimbra. Colaborou em inúmeros jornais e revistas, deixando uma vasta obra dispersa.
Filha de Labão de Tomás da Fonseca. Edições Maranus. Porto, 1962, 289 págs. B.
Tomás da Fonseca (n. Mortágua) foi poeta, jornalista, ficcionista, historiador, deputado e professor. É sobretudo conhecido pelo seu anticlericalismo, embora tenha tido um papel central na luta pela instrução popular em Portugal. Iniciou formação eclesiástica mas abandonou o seminário, optando por se juntar às causas republicanas. Participou ativamente na queda da Monarquia, combateu o sidonismo e o Estado Novo. Defensor da alfabetização e do ensino laico, dinamizou as escolas móveis, propôs reformas e fundou a Universidade Livre de Coimbra. Colaborou em inúmeros jornais e revistas, deixando uma vasta obra dispersa.
Edição comemorativa dos 50 anos da primeira edição do mais célebre e polémico livro de Tomás da Fonseca, pela primeira vez publicado em Portugal em 1909 e mais tarde proibido de circular. Edição destinada ao Brasil, ilustrada com um retrato do autor.
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