• Doença como Metáfora de Susan Sontag

    Doença como Metáfora

    Susan Sontag

    7,50 

    Doença como Metáfora de Susan Sontag
    Quetzal Editores. Lisboa, 2010, 188 págs. B.

    Em 1978, quando convalescia de cancro, Susan Sontag escreveu A Doença como Metáfora, um notável ensaio sobre a utilização alegórica, e frequentemente culpabilizante, da doença na nossa cultura. Tornou-se num clássico que a revista Newsweek considerou “Um dos livros mais libertadores do seu tempo”. O objectivo da autora consiste em retirar ao cancro o estigma alegórico que sobre ele pesa e mostrar que é apenas uma doença. Neste livro, Susan Sontag defende que a maneira mais autêntica de enfrentar a doença – e a maneira mais saudável de estar doente – é resistir a esse pensamento metafórico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contra a Interpretação e Outros Ensaios

    Contra a Interpretação e Outros Ensaios

    Susan Sontag

    7,50 

    Contra a Interpretação e Outros Ensaios de Susan Sontag.
    Gótica. Lisboa, 2004, 367 págs. B.

    «Contra a interpretação» é um dos mais célebres ensaios de Susan Sontag e o que dá título à sua primeira coletânea de ensaios e recensões, publicada em 1966. Sobre estes escritos, Sontag observou que escrevia «com fervorosa parcialidade, acerca de problemas que […] suscitavam certas obras de arte, maioritariamente contemporâneas, de géneros diferentes: queria revelar e clarificar os pressupostos teóricos subjacentes a determinados juízos de valor e gostos». Entre eles, encontram-se «A morte da tragédia», «Notas sobre o camp», «Marat/Sade/Artaud» e «Sobre o estilo» (publicados na Partisan Review); «Os Cadernos de Camus» e «Ionesco» (New York Review of Books); «O artista como sofredor exemplar» (The Second Coming); «Uma cultura e a nova sensibilidade» (Mademoiselle); e «A imaginação da catástrofe» (Commen-tary), para nomear apenas alguns.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.