• Fúria de Salman Rushdie.

    Fúria

    Salman Rushdie.

    7,50 

    Fúria de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 280 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 283

    “O futuro era um casino e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar.”, diz-se a determinada altura em “Fúria”, o novo romance de Salman Rushdie. Mas num casino perde-se mais do que se ganha. E é o que aqui acontece, neste romance que prenuncia o declínio e queda de uma civilização que, as passos largos, caminha para o abismo. Uma civilização desumanizada, onde as pessoas parecem brinquedos ou autómatos. Onde os brinquedos propriamente ditos ganham autonomia através da publicidade e da fama, como acontece com as bonecas de Malik Solanka, personagem principal do romance, um indiano que troca Londres por Nova Iorque e se torna famoso, ele e as suas bonecas, pela televisão. Bonecas sobre as quais ele próprio perderá o controle. A criatura escapa ao criador.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie

    Filhos da Meia-Noite, Os

    Salman Rushdie

    8,00 

    Os Filhos da Meia-Noite de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2013, 628 págs. B.

    Nascido precisamente ao bater da meia-noite, no exato momento em que a Índia se tornava independente, Saleem Sinai é uma criança especial. No entanto, esta simultaneidade de nascimento tem consequências para as quais ele não está preparado: poderes telepáticos ligam-no a outros 1000 «filhos da meia-noite», todos eles dotados de dons extraordinários. Indissociavelmente ligada à sua nação, a história de Saleem é um turbilhão de desastres e triunfos que espelha o percurso da Índia moderna na sua forma mais impossível e gloriosa. Publicado em 1981, Os Filhos da Meia-Noite, segundo romance de Rushdie, não só deu notoriedade ao seu autor como se tornou num fenómeno de êxito literário.
    A sua adaptação ao cinema é o resultado da colaboração da realizadora Deepa Mehta com o próprio Salman Rushdie, que não só escreveu o argumento como dá também voz ao narrador.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Feiticeira de Florença de Salman Rushdie

    Feiticeira de Florença, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Feiticeira de Florença de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 343 págs. B.

    A Feiticeira de Florença é a história de uma mulher que procura ser senhora do seu próprio destino num mundo de homens. Irmana duas cidades que quase não se conhecem: a hedonista capital mogol, onde o inteligente imperador se debate diariamente com questões de crenças, desejos e a traição dos filhos, e o mundo florentino, igualmente sensual, de poderosos cortesãos, filosofia humanista e desumana tortura.
    Estes dois mundos, tão distantes, acabam por se revelar estranhamente semelhantes, e ambos são dominados pelos encantamentos das mulheres.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Faca de Salman Rushdie

    Faca

    Salman Rushdie

    8,00 

    Faca de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2024, 269 págs. B.

    A 12 de agosto de 2022, trinta e três anos depois da fatwa contra ele decretada pelo aiatola Khomeini, assim que subiu ao palco do anfiteatro de Chautauqua, Nova Iorque, para falar sobre a importância de manter os escritores fora de perigo, Salman Rushdie foi atacado, e quase morto, por um jovem com uma faca.

    Falando pela primeira vez, e com memorável pormenor, dos traumáticos acontecimentos desse dia, Salman Rushdie responde à violência com a arte e relembra-nos o poder que as palavras possuem de racionalizar o que é impensável.

    Ao fazê-lo, oferece-nos não só o relato pungente e profundamente pessoal da experiência – e superação – desse atentado, mas também uma revigorante meditação sobre a vida, a perda, o amor e a arte – e sobre a descoberta da força que permite a alguém voltar a erguer-se.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites

    Salman Rushdie

    8,00 

    Dois Anos, Oito Meses e Vinte e Oito Noites de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2015, 313 págs. B.

    No futuro próximo, depois de Nova Iorque ser assolada por uma tempestade, principiam acontecimentos estranhos, como por exemplo, um jardineiro descobrir que os seus pés já não tocam no chão, ou uma bebé identificar a corrupção com a sua mera presença. Sem o saberem, todos eles são descendentes dos seres fantásticos, caprichosos e lúbricos conhecidos como jinn, que vivem num mundo separado do nosso por um véu. Há séculos, Dunia, uma princesa dos jinn, apaixonou-se por um ser mortal, um homem racional. Juntos, tiveram um número espantoso de filhos, que se espalharam ao longo de gerações pelo mundo humano e não têm consciência dos seus poderes fantásticos.
    Quando a linha entre os mundos se quebra a grande escala, os filhos de Dunia e outros desempenharão um papel numa guerra épica entre a luz e as trevas ao longo de mil e uma noites — ou seja, dois anos, oito meses e vinte e oito noites. Uma época de enorme perturbação, na qual as crenças são postas em questão, as palavras funcionam como veneno, o silêncio é uma doença e um ruído pode conter uma maldição oculta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cidade da Vitória de Salman Rushdie

    Cidade da Vitória

    Salman Rushdie

    10,00 

    Cidade da Vitória de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 398 págs. B.

    Na sequência de uma batalha menor entre dois reinos do Sul da Índia do século XIV, há muito esquecidos, uma rapariga de nove anos tem um encontro divino que irá alterar o curso da história. Depois de assistir à morte da mãe, Pampa Kampana, torna-se o veículo de uma deusa, que começa a falar pela boca da rapariga. Concedendo-lhe poderes que estão para lá da compreensão de Pampa Kampana, a deusa diz-lhe que ela será determinante no surgimento de uma grande cidade chamada Bisnaga – a cidade da vitória -, a maravilha do mundo.

    Ao longo dos 250 anos subsequentes, a vida de Pampa Kampana virá a estar profundamente interligada à de Bisnaga. Conferindo existência a Bisnaga e aos seus cidadãos por meio de sussurros, Pampa Kampana tenta levar a cabo a tarefa que a deusa lhe confiou: dar igual representação às mulheres num mundo patriarcal. Mas todas as histórias têm tendência para fugir ao seu criador, e Bisnaga não é exceção.

    À medida que os anos passam, que os governantes surgem e desaparecem, que as batalhas são perdidas e ganhas e as fidelidades mudam, o próprio tecido de Bisnaga torna-se uma tapeçaria cada vez mais complexa, com Pampa Kampana no centro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie

    Chão Que Ela Pisa, O

    Salman Rushdie

    7,50 

    O Chão Que Ela Pisa de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1999, 536 págs. B.

    Em O Chão Que Ela Pisa, Salman Rushdie reinventa o mito de Orfeu e Eurídice num contexto moderno, cruzando música rock, fama e cultura global. A história acompanha a ascensão de duas figuras icónicas da música, explorando temas como identidade, amor, perda e celebridade, numa narrativa rica, imaginativa e marcada pelo estilo único e exuberante do autor.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Casa Golden de Salman Rushdie

    Casa Golden, A

    Salman Rushdie

    10,00 

    A Casa Golden de Salman Rushdie
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2018, 425 págs. B.

    Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina.

    A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações.

    Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fúria de Salman Rushdie

    Fúria

    Salman Rushdie

    7,50 

    Fúria de Salman Rushdie.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 280 págs. B.

    “O futuro era um casino e toda a gente jogava, e toda a gente esperava ganhar.”, diz-se a determinada altura em “Fúria”, o novo romance de Salman Rushdie. Mas num casino perde-se mais do que se ganha. E é o que aqui acontece, neste romance que prenuncia o declínio e queda de uma civilização que, as passos largos, caminha para o abismo. Uma civilização desumanizada, onde as pessoas parecem brinquedos ou autómatos. Onde os brinquedos propriamente ditos ganham autonomia através da publicidade e da fama, como acontece com as bonecas de Malik Solanka, personagem principal do romance, um indiano que troca Londres por Nova Iorque e se torna famoso, ele e as suas bonecas, pela televisão. Bonecas sobre as quais ele próprio perderá o controle. A criatura escapa ao criador.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Suspiro del Moro

    Último Suspiro del Moro

    Salman Rushdie

    3,50 

    Último Suspiro del Moro de Salman Rushdie.
    Plaza & Janes. Espanha, 1995, 491 págs. B.

    La mejor obra de su autor hasta la fecha. Una metáfora universal sobre la decadencia del mundo contemporáneo.Saludada por la crítica como la mejor obra de su autor hasta la fecha, El último suspiro del Moro c rea, a partir del caos cultural de Bombay, una metáfora universal sobr e la decadencia del mundo contemporáneo. Pero también un himno al amor y a la belleza del mundo. Y un alegato contra las fronteras que separ an a los países y a los individuos. Utilizando de manera personalísima los recursos del realismo mágico esta saga familiar que recorre todo el siglo XX, combina genialmente lo cómico y lo fantástico, la invenci ón y la narración histórica, y crea, con todo ello, un conjunto desbor dante de vitalidad Malcolm Bradbury. Una novela absolutamente fabulosa Peter Kemp Sunday Times Un libro maravilloso, exuberante por su color ido y textura, de una envergadura magnífica, y enloquecidamente divert ido Élspeth Barker The Independent

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vergonha de Salman Rushdie

    Vergonha

    Salman Rushdie

    7,50 

    Omar Khayyam Shakil teve três mães, que partilharam os sintomas da gravidez, tal como fizeram tudo o mais, inseparavelmente. Os seis seios que o amamentaram precaveram-no assim contra o sentido e qualquer das possíveis nuances da vergonha. Foi um treino que viria a revelar-se útil quando finalmente abandonou a casa materna para defrontar o futuro….