• Crítica e Verdade de Roland Barthes

    Crítica e Verdade

    Roland Barthes

    6,00 

    Crítica e Verdade de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1997, 77 págs. B.
    Colecção: Signos | 14

    «Passar da leitura à crítica é mudar de desejo, é deixar de desejar a obra para desejar a própria linguagem. Mas, pelo mesmo acto, é também remeter a obra para o desejo da escrita, que a gerou. Assim gira a fala em torno do livro: ler, escrever, de um desejo para outro caminha toda a leitura. Quantos escritores não escreveram por terem lido? Quantos críticos não leram para escrever? Aproximaram os dois bordos do livro, as duas faces do signo, para que daí saísse uma só fala. A crítica é apenas um momento dessa história em que entramos e que nos conduz à unidade – a verdade da escrita.»

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  • Lição de Roland Barthes

    Lição

    Roland Barthes

    7,00 

    Lição de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1988, 53 págs. B.
    Colecção: Signos | 21

    «Cheguei a uma altura em que, como que atacado por uma surdez progressiva, não ouço senão um som: o da língua e o do discurso misturados».
    R. B.

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  • Fragmentos de um Discurso Amoroso

    Fragmentos de um Discurso Amoroso

    Roland Barthes

    7,50 

    Fragmentos de um Discurso Amoroso de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1987, 260 págs. B.
    Colecção: Signos | 17

    A afirmação, aceitação e estudo aprofundado do Discurso Amoroso é o assunto deste livro, cuja necessidade, segundo o próprio autor: “está contida na seguinte consideração: o discurso amoroso é hoje em dia de uma extrema solidão. Este discurso é talvez falado por milhares de pessoas (quem o sabe?), mas não é defendido por ninguém. Está completamente banido das linguagens circundantes: ignorado, desacreditado ou ridicularizado por elas, cortado não somente do poder, mas também dos seus mecanicismos (ciências, conhecimentos, artes.” Para este estudo, Barthes serve-se de exemplos de vários textos, como o Werther, de Goethe, O Banquete, de Platão, e de autores como Nietzsche, entre outros.

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  • Mitologias de Roland Barthes

    Mitologias

    Roland Barthes

    8,00 

    Mitologias de Roland Barthes.
    Edições 70. Lisboa, 1988, 223 págs. B.

    O leitor encontrará aqui duas determinações: por um lado, uma crítica ideológica que incide sobre a linguagem da chamada cultura de massa: por outro, uma primeira desmontagem semiológica desta linguagem: eu acabava de ler Sausurre e daí tirei a convicção de que tratando as “representações colectivas” como sistemas de signos era possível esperar sair da denúncia piedosa e das conta nas suas minúcias da manifestação que transforma a cultura pequeno-burguesa numa natureza universal.

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  • Elementos de Semiologia

    Elementos de Semiologia

    Roland Barthes

    6,00 

    Elementos de Semiologia de Roland Barthes.
    Edições 70. Lisboa, 1989, 88 págs. B.

    «O único objectivo dos Elementos aqui apresentados é destacar a linguística dos conceitos analíticos que a priori julgamos suficientemente gerais para permitirem iniciar a investigação semiológica. Reunindo-os, não conjecturamos se continuarão intactos no decurso da investigação; nem se a semiologia deve seguir sempre à letra o modelo linguístico». R. B.

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  • L' Empires des Signes de Roland Barthes

    L’ Empires des Signes

    Roland Barthes

    6,00 

    L’Empire des signes est un récit de voyage de Roland Barthes publié en 1970, dans lequel l’auteur mélange le genre de la littérature des voyages et le discours scientifique avec des textes théoriques illustrés d’images du Japon, de la ville de Tokyo et de Japonaises.

  • Mythologies de Roland Barthes

    Mythologies

    Roland Barthes

    5,00 

    Un essai fondateur, qui décrypte les mythes de la vie quotidienne Au travers de la DS, du bifteck-frites, du strip-tease ou du plastique, les Mythologies ne sont pas seulement un formidable portrait d’une France entrant, avec les années 50, dans la culture de masse moderne, elles sont aussi l’invention d’une nouvelle critique de l’idéologie :…

  • Le Degré Zero De L' Ècriture de Roland Barthes

    Le Degré Zero De L’ Ècriture

    Roland Barthes

    5,00 

    « C’est parce qu’il n’y a pas de pensée sans langage que la Forme est la première et la dernière instance de la responsabilité littéraire, et c’est parce que la société n’est pas réconciliée que le langage institue pour l’écrivain une condition déchirée. » Roland Barthes

  • Prazer do Texto de Roland Barthes

    Prazer do Texto

    Roland Barthes

    7,00 

    Prazer do Texto de Roland Barthes.
    Edições 70. Lisboa, 1976, 119 págs. B.

    Nesta obra se apresenta a história dos dezasseis primeiros séculos do cristianismo, até ao tempo das Reformas. Começa-se por uma indicação dos grandes factos da política e das condições da vida social, a título de sumário, sem dúvida, mas também para recordar que a Igreja, feita de homens, está incarnada numa história que a marca e que ela marca. Vêm, em seguida, os aspectos principais da vida eclesial, a sua expansão, a sua organização e os seus ritos, a história do papado e a do monaquismo, as correntes de pensamento e os escritores. Estas páginas, de grande utilidade, permitirão apreender como que num só olhar a evolução da Igreja.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.