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  • Confissão da Leoa

    Confissão da Leoa

    Mia Couto

    7,50 

    A CONFISSÃO DA LEOA DE MIA COUTO
    Editorial Caminho. Lisboa, 2012, 270 págs. B.

    Romance de Mia Couto inspirado num acontecimento real: os ataques de leões que provocaram várias mortes numa remota aldeia do norte de Moçambique. Narrado a duas vozes alternadas, o do caçador Arcanjo Baleiro, enviado para eliminar os animais, e o de Mariamar, jovem habitante da aldeia, o livro usa os ataques como pretexto para uma crítica à condição das mulheres africanas numa sociedade rural patriarcal e isolada. As vítimas são sempre mulheres, e a leoa é sempre fêmea.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    🔖 Conserva o marcador original da editora.
    Peso: 345g
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  • Venenos de Deus Remédios do Diabo de Mia Couto

    Venenos de Deus Remédios do Diabo

    Mia Couto

    6,00 

    Venenos de Deus Remédios do Diabo de Mia Couto.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2013, 196 págs. B.

    O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada. Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-se revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba — a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mulheres de Cinza de Mia Couto.Scanner

    Mulheres de Cinza

    Mia Couto

    7,50 

    As Areias do Imperador: Mulheres de Cinza.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2015, 404 págs. B.

    Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.

    Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.
    Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.

    Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cronicando de Mia Couto

    Cronicando

    Mia Couto

    6,00 

    Neste livro se reúnem crónicas com que o escritor moçambicano colaborou com a imprensa de Moçambique durante os dois últimos anos da década de 80. Este conjunto de textos mereceu o Prémio Anual de Jornalismo Areosa Pena, atribuído pela Organização dos Jornalistas Moçambicanos em 1989. Mais do que crónicas estes textos são pequenos contos condensados…