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  • Tomás Gordeiev de Maxim Gorki

    Tomás Gordeiev

    Maxim Gorki

    6,00 

    Tomás Gordeiev de Maxim Gorki.
    Editorial Inova. Porto, s.d., 290 págs. B.

    Este livro, Tomás Gordeiev, é o primeiro romance que Gorki escreveu. Iniciado, segundo tudo leva a crer, na corrente do ano de 1898, veio a ser inicialmente publicado em folhetins – de Fevereiro a Setembro do ano seguinte – no jornal A Vida.
    Tomás Gordeiev não foi fácil de escrever. Nesse ano Gorki sofreu duas semanas de prisão – uma das muitas que semearam a sua vida até ao exílio – e a sua correspondência abunda em anotações sobre o desenvolvimento do livro; nelas o desânimo alterna com a vontade teimosa de vencer a prova. Gorki era então jornalista profissional, mal pago, e começava a ressentir-se da sua tentativa de suicídio, em 12 de Dezembro de 1887, aos vinte e um anos: perfurou o pulmão com uma bala dando assim azo a uma nascente de tuberculose.
    A experiência do romance era algo de novo na sua carreira e, além disso, nele abandonara a pintura realista dos seus «bossiaki», as novas personagens que introduzira na literatura mundial […].

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vagabundos de Maxim GorkiVagabundos

    Vagabundos, Os

    Maxim Gorki

    10,00 

    Vagabundos de Maxim Gorki.
    Editorial Inova. Porto, s.d., 2 vols. B.

    «Os vagabundos» ocupa, na obra de Gorki, uma posição explicativa: Gorki, criou, literariamente, o vagabundo. Não se pode associar aos nomes de Hansum, ou de Dickens, ou de Vítor Hugo. O vagabundo de Gorki é um tipo à parte: o bossiak, um equivalente eslavo do clochard francês. Foi o exotismo do tipo que primeiro chamou a atenção para o jovem autor. Introduzia-se, na literatura, um novo mundo, uma nova visão das coisas. O que é, afinal, um bossiak? Uma rápida consulta à Rússia medieval, a qual se prolongaria até 1817, denunciaria o quadro social do grande país euroasiático. De um lado, uma nobreza de importação, cópia barata e servil de outras nobrezas, uma corte que parodiava Versalhes, uma administração que via, nos administrados, tão-somente, um cadastro de pagadores de impostos. Do outro, o camponês, o mujique, o povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.