• Eça de Queirós: Uma Estética da Ironia de Mário Sacramento

    Eça de Queirós: Uma Estética da Ironia

    Mário Sacramento

    10,00 

    Eça de Queirós: Uma Estética da Ironia de Mário Sacramento.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1945, 286 págs. B.

    “(…) Procurei responder, entre outras, às seguintes questões: Será possível definir uma linha de pensamento e uma mensagem artística através da obra esquiva e para alguns leviana de Eça de Queirós? Por que caminhos e à custa de que esforços alcançou exprimi-las? Qual, a tê-la, a significação cultural dessa mensagem? Irão latentes nas respostas outras possibilidades discursivas que só um dia será profícuo desenvolver, quando a história das idéias em Portugal puder fazer-se com método e dignidade (…)”.— retirado da Nota Prévia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cartas de Estalinegrado

    Cartas de Estalinegrado

    Mário Sacramento

    7,00 

    Cartas de Estalinegrado de Mário Sacramento [Pref.]
    Editora Arcádia. Lisboa, 1960, 159 págs. B.

    Na fase final da batalha de Estalinegrado, o comando alemão decidiu auscultar o moral dos seus soldados. Estas cartas, que foram as últimas que os alemães conseguiram escrever nos derradeiros dias da luta naquela martirizada cidade, constitui um dos mais Impressionantes testemunhos dos acontecimentos decorridos durante a guerra. O avião que transportava o correio foi sequestrado por ordem de Hitler e de todas as cartas se elaborou um relatório confidencial que acabou ser descoberto nos arquivos secretos do exército alemão em Potsdam, O relatório fora efectuado para conhecer o estado de espirito tropa na fortaleza de Estalinegrado; todas cartas foram devidamente analisadas e classificadas, segundo o grau psicológico do remetente, em cinco grandes grupos: 2,1% favoráveis à continuação da guerra; duvidavam da sua justeza; 57,1% mostravam-se desconfiados e incrédulos; 3,4% manifestavam-se abertamente contra o prosseguimento das hostilidades e 33% não tinham atitude definida. Porém, após a compilação das estatísticas, e depois de um oficial dos serviços de propaganda ter sido encarregado de escrever um estudo sobre aqueles dias decisivos da guerra mundial, foram dadas ordens para suspender o trabalho, pois a revelação de tais factos falaria uma linguagem demasiado clara e intolerável para o povo alemão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fernando Pessoa Poeta da Hora Absurda

    Fernando Pessoa Poeta da Hora Absurda

    Mário Sacramento

    15,00 

    Fernando Pessoa Poeta da Hora Absurda de Mário Sacramento. Editorial Inova Limitada. Porto, 1970, 229 págs. B.

    “Escrito e publicado em primeira e deficiente edição nas amargas circunstâncias de encasulamento forçado a que aqui mesmo se alude em explicação prévia, e concebido segundo uma orientação polémica acesa que o autor situa e delimita nos textos também aqui pòstumamente reunidos em Adenda — este ensaio de Mário Sacramento não chegou a ser refundido no sentido que ele nesses mesmos textos aponta. No entanto, podemos apresentá-lo corrigido em numerosas gralhas ou lapsos, objectivamente referenciáveis por um exemplar emendado e pelas variantes do texto original. De qualquer modo, a reedição assim corrigida impunha-se (…)”.

    📕 2ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.