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  • Maria de Nazaré de Mário de Oliveira (75)

    Maria de Nazaré

    Mário de Oliveira

    10,00 

    Maria de Nazaré de Mário de Oliveira
    Afrontamento. Porto, s.d., 100 págs. B.

    Nascido no meio de um pequeno Povo de Pobres e acolhido por ele como uma mensagem com sabor a boa nova, este livro não poderá agradar a toda a gente. Alguns quererão ver nele subversão de mau gosto e outras coisa sombrias, pois habituaram-se a confundir a Verdade com a sua própria concepção do Mundo e costumam também confundir a Paz – que deve resultar do estabelecimento da ordem social querida por Deus – com a concretização daquela ordem social que eles criaram, ou já herdaram e, agora, ciosamente conservam, só porque muito os favorece. É um livro que vai escandalizar muita gente! (Padre Mário de Oliveira).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira

    Evangelizar os Pobres

    Mário de Oliveira

    7,50 

    Evangelizar os Pobres de Mário de Oliveira
    Livraria Figueirinhas. Porto, s.d., 240 págs. B.

    Este livro representa o esforço feito, com honestidade e durante 14 meses, para dar o Evangelho a um Povo, tendo em conta a sua situação concreta. Não estará perfeito, até porque foi trabalho de um só. E por isso, mais do que criticá-lo, prece que deveremos, antes, interrogarmo-nos  sobre o que, como Igreja, temos, eficazmente, feito pela libertação e salvação dos oprimidos e pela evangelização doa Pobres. (Padre Mário de Oliveira)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fátima Nunca Mais de Mário de Oliveira

    Fátima Nunca Mais

    Mário de Oliveira

    7,50 

    Fátima Nunca Mais de Mário de Oliveira.
    Campo das Letras. Porto, 1999, 211 págs. B.

    Quando, há tempos, aceitei participar num debate promovido pela SIC e respondi abertamente “Não” à pergunta “Acredita nas aparições de Fátima, foi um escândalo (quase) nacional. Nunca tal se ouvira na televisão, para mais da boca de um padre católico. Infelizmente o debate abortou pouco depois de ter começado, e quase não me foi possível apontar as razões do meu não. O que terá deixado toda a gente mais ou menos frustrada. E até a pensar menos bem de mim. Mas o impacto da minha resposta foi tal que até o próprio jornalista que conduzia o debate não conseguiu esconder o seu ar de espanto. Apressei-me, por isso, a recordar, tanto a ele como a todas as portuguesas e portugueses que, nessa hora, sintonizavam a SIC-e deveriam ser milhões, tal o impacto do debate-que, ao contrário do que pensa a maior parte das pessoas, mesmo não católicas, as aparições de Fátima não fazem parte do núcleo da Fé cristo católica o que quer dizer que se pode não acreditar em Fátima e continuar a ser cristão católico romano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.