• Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho

    Fado da Severa, O

    Maria João Lopo de Carvalho

    7,50 

    O Fado da Severa de Maria João Lopo de Carvalho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2018, 390 págs. B.

    Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.

    Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.

    São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.

    Uma história onde brilham sempre a luz e as sombras dessa Lisboa e o indomável espírito de Severa: a cigana que inventou o fado, a mulher que vendeu o corpo – mas que nunca vendeu a alma.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Marquesa de Alorna de Maria João Lopo de Carvalho.

    Marquesa de Alorna

    Maria João Lopo de Carvalho

    6,00 

    Marquesa de Alorna de Maria João Lopo de Carvalho.
    Leya. Alfragide, 2013, 655 págs. B.

    Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna – nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade.
    Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres.
    Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho

    Padeira de Aljubarrota

    Maria João Lopo de Carvalho

    8,00 

    Padeira de Aljubarrota de Maria João Lopo de Carvalho.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2015, 566 págs. B.

    Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Virada do Avesso de Maria João Lopo de Carvalho

    Virada do Avesso

    Maria João Lopo de Carvalho

    4,00 

    Vidas tecidas de pequenos instantes que nada têm de pequenos nem nada de instantes. Uma história de hoje, na Lisboa de hoje. Teresa, Diogo, Eduardo, Luísa, caminhos desencontrados ou talvez paralelos, onde todos partilham com a mesma intensidade o amor ou o desamor, a alegria transbordante ou a dor verdadeira. Virada do Avesso, uma história…