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  • Amante de Marguerite Duras

    Amante, O

    Marguerite Duras

    6,00 

    Amante de Marguerite Duras.
    DIFEL. Lisboa, 2002, 98 págs. B.

    Saigão, anos 30. Uma bela jovem francesa conhece o elegante filho de um negociante chinês. Deste encontro nasce uma paixão. Ela tem quinze anos e é pobre. Ele tem vinte e sete e é rico. Os amantes, isolados num mundo privado de erotismo e autodescoberta, desafiam as convenções da sociedade.

    Enquanto ela desperta para a possibilidade de traçar o seu próprio caminho no mundo, para o seu amante não há fuga possível. A separação é inevitável e tragicamente cadenciada pelos últimos acordes da presença colonial francesa a Oriente.

    A jovem é a própria autora e este é o relato exacerbado de uma paixão inquieta e dilacerante. De tão etérea, a sua realidade gravar-lhe-ia no rosto marcas implacáveis de maturidade. Para o mundo, fica uma obra que contém toda a vida.

    Obra intemporal, relato de um mundo perdido, O Amante foi vencedor do prestigiado Prémio Goncourt, em 1984, e confirmou o génio literário de Marguerite Duras, nome cimeiro da literatura mundial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cavalos de Tarquínia

    Cavalos de Tarquínia

    Marguerite Duras

    6,00 

    Cavalos de Tarquínia de Marguerite Duras.
    Círculo de Litores. Lisboa, 1991, 202 págs. E.

    Romance de uma espera, em que se debatem personagens existencialmente sufocados, o livro conjuga na sua narrativa um extremo despojamento e uma concentrada densidade emocional. Como outros romances de Marguerite Duras, também este se passa numa praia, “na praia simbólica”, como disse o crítico Pierre de Boisdeffre, “em que se desenvolve o ballet abstrato do desejo e da morte”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Olhos Azuis Cabelo Preto de Marguerite Duras

    Olhos Azuis Cabelo Preto

    Marguerite Duras

    5,00 

    Olhos Azuis Cabelo Preto de Marguerite Duras.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2003, 95 págs. E.

    É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si.

    Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição.

    Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos.
    Sinceramente vossa.»
    Duras

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vice-Cônsul, OVice Consul Verso

    Vice-Cônsul, O

    Marguerite Duras

    6,00 

    O Vice-Cônsul de Marguerite Duras.
    DIFEL. Lisboa, 1984, 143 págs. B.

    “Ela caminha, escreve Peter Morgan”.

    Assim começa O Vice-Cônsul: com a inserção, no corpo desta história, de uma outra história – a da mendiga – que, através de uma aparente diferença e autonomia, esconde a função especular que as une.

    Na longa marcha que empreende entre Battambang – terra natal – e Calcutá – onde fica – a mendiga perde progressivamente toda a memória e identidade, tornando-se vacuidade pura, uma morta viva: “a morte numa vida em curso”.

    E de todo o seu passado perdido, esquecido, resta-lhe uma palavra – Battambang – e a melodia infantil que ela canta.

    Do mesmo modo na história que lhe serve de moldura Anne-Marie Stretter e o vice-cônsul de Lahore, executando percursos similares ao da mendiga, sofrem igualmente ao longo deles uma mesma perda de memória e de identidade.

    E, tal como a mendiga, do seu passado perdido, o vice-cônsul guardará apenas uma melodia que assobia: Indiana’s Song: e Anne-Marie Stretter a sua música de Veneza – terra natal -, que faz ouvir ao piano nas noites de Calcutá.

    🖊️ Dedicatória de oferta